{"id":8831,"date":"2026-03-24T07:23:42","date_gmt":"2026-03-24T06:23:42","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8831"},"modified":"2026-03-24T07:23:43","modified_gmt":"2026-03-24T06:23:43","slug":"os-melhores-locais-para-procurar-vida-extraterrestre-cientistas-identificam-45-mundos-semelhantes-a-terra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/03\/24\/os-melhores-locais-para-procurar-vida-extraterrestre-cientistas-identificam-45-mundos-semelhantes-a-terra\/","title":{"rendered":"Os melhores locais para procurar vida extraterrestre: cientistas identificam 45 mundos semelhantes \u00e0 Terra"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ras.ac.uk\/sites\/default\/files\/2026-03\/Gillis-Lowry-Rocky-HZ-2026.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/NNFg8wTy_o-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8832\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/NNFg8wTy_o-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/NNFg8wTy_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/NNFg8wTy_o-768x512.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/NNFg8wTy_o-310x205.jpg 310w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/NNFg8wTy_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Um diagrama que ilustra os limites da zona habit\u00e1vel em diferentes tipos de estrelas com exoplanetas rochosos, a partir de Bohl et al. (2026). Os limites da zona habit\u00e1vel variam consoante a cor da estrela, uma vez que diferentes comprimentos de onda da luz aquecem a atmosfera de um planeta de forma diferente.<br>Cr\u00e9dito: Gillis Lowry\/Pablo Carlos Budassi<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos determinaram os melhores locais para procurar vida extraterrestre no Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os mais de 6000 exoplanetas descobertos at\u00e9 agora, identificaram pouco menos de 50 mundos rochosos com maior probabilidade de serem habit\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A sua investiga\u00e7\u00e3o, publicada na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, seria \u00fatil num cen\u00e1rio retratado no rec\u00e9m-lan\u00e7ado sucesso de bilheteira de Hollywood, &#8220;Projeto Hail Mary&#8221;, no qual a personagem de Ryan Gosling tem de viajar para um sistema exoplanet\u00e1rio em busca de uma forma de salvar a Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No caminho, encontra uma forma de vida alien\u00edgena chamada Rocky e os fict\u00edcios micro-organismos extraterrestres Astrophage e Taumoeba.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A professora Lisa Kaltenegger, diretora do Instituto Carl Sagan na Universidade de Cornell, e uma equipa de estudantes universit\u00e1rios, utilizaram novos dados da miss\u00e3o Gaia da ESA e do Arquivo de Exoplanetas da NASA para identificar planetas na chamada zona habit\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta \u00e9 uma \u00e1rea que n\u00e3o fica demasiado perto de uma estrela hospedeira, onde seria demasiado quente, nem demasiado longe, onde seria demasiado frio. Significa tamb\u00e9m que, tal como a Terra, \u00e9 muito mais prov\u00e1vel que um planeta tenha \u00e1gua \u00e0 sua superf\u00edcie &#8211; o que \u00e9 um ingrediente essencial para a vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O artigo cient\u00edfico tamb\u00e9m selecionou os mundos que recebem da sua estrela uma quantidade de energia mais semelhante \u00e0 que a Terra recebe do Sol.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ras.ac.uk\/sites\/default\/files\/2026-03\/earth-like-mnras2.jpeg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/3b\/35\/pYciupfs_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica de um sistema planet\u00e1rio em torno de uma estrela ligeiramente mais quente do que o nosso Sol. Em investiga\u00e7\u00f5es anteriores, os cientistas do Instituto Carl Sagan teorizaram que os organismos poderiam desenvolver biofluoresc\u00eancia para se protegerem de uma estrela mais intensa.<br>Cr\u00e9dito: Gillis Lowry<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Como o &#8216;Projeto Hail Mary&#8217; t\u00e3o bem ilustra, a vida pode ser muito mais vers\u00e1til do que imaginamos atualmente, por isso, descobrir qual dos 6000 exoplanetas conhecidos teria mais probabilidades de albergar extraterrestres como o Astrophage e o Taumoeba &#8211; ou o Rocky &#8211; pode revelar-se crucial, e n\u00e3o apenas para Ryan Gosling&#8221;, afirmou a professora Kaltenegger.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O nosso artigo cient\u00edfico revela para onde se deveria viajar para encontrar vida, caso alguma vez constru\u00edssemos uma nave espacial &#8216;Hail Mary'&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores identificaram 45 mundos rochosos que podem suportar vida na zona habit\u00e1vel, e outros 24 numa zona habit\u00e1vel 3D mais restrita, que parte de um pressuposto mais conservador sobre a quantidade de calor que um planeta pode suportar antes de perder a sua habitabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre eles encontram-se alguns exoplanetas famosos, incluindo Proxima Centauri b, TRAPPIST-1 f e Kepler-186 f, bem como outros menos conhecidos, como TOI-715 b.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os planetas mais interessantes da lista, segundo os autores, s\u00e3o TRAPPIST-1 d, e, f e g, que se encontram a 40 anos-luz da Terra, bem como LHS 1140 b, que est\u00e1 a 48 anos-luz de dist\u00e2ncia. A possibilidade de estes planetas terem \u00e1gua na forma l\u00edquida depende, em parte, da sua capacidade de reter uma atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os mundos que recebem luz das suas estrelas de forma mais semelhante \u00e0 que a Terra moderna recebe do Sol s\u00e3o os planetas em tr\u00e2nsito TRAPPIST-1 e, TOI-715 b, Kepler-1652 b, Kepler-442 b, Kepler-1544 b e os planetas Proxima Centauri b, GJ 1061 d, GJ 1002 b e Wolf 1069 b, que fazem as suas estrelas oscilarem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os autores tamb\u00e9m esperam que os planetas que identificaram perto dos limites da zona habit\u00e1vel ajudem a esclarecer exatamente onde termina a habitabilidade e se as teorias dos cientistas sobre esses limites est\u00e3o corretas. Embora a ideia da zona habit\u00e1vel tenha vindo a ser desenvolvida desde a d\u00e9cada de 1970, novas observa\u00e7\u00f5es ser\u00e3o fundamentais para determinar se certas suposi\u00e7\u00f5es precisam de ser adaptadas, afirmou a professora Kaltenegger.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, os exoplanetas com \u00f3rbitas el\u00edpticas invulgares em torno da sua estrela podem revelar a import\u00e2ncia da varia\u00e7\u00e3o da quantidade de calor que atinge um mundo e ajudar a responder \u00e0 quest\u00e3o de saber se um planeta precisa de permanecer na zona habit\u00e1vel ou se pode entrar e sair dela e continuar a ser habit\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os planetas em tr\u00e2nsito que podem testar o limite da habitabilidade na orla interna s\u00e3o K2-239 d, TOI-700 e e o K2-3 d \u2013 bem como os planetas Wolf 1061 c e GJ 1061 c, que fazem as suas estrelas oscilarem. TRAPPIST-1 g, Kepler-441 b e GJ 102 podem sondar a orla exterior da habitabilidade, onde se torna extremamente frio, afirmam os investigadores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Embora seja dif\u00edcil dizer o que torna algo mais prop\u00edcio \u00e0 vida, identificar onde procurar \u00e9 o primeiro passo fundamental &#8211; por isso, o objetivo do nosso projeto era dizer &#8216;eis os melhores alvos para observa\u00e7\u00e3o'&#8221;, afirmou Gillis Lowry, atualmente estudante na Universidade Estatal de S\u00e3o Francisco.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O colega investigador Lucas Lawrence, atualmente estudante na Universidade de P\u00e1dua, em It\u00e1lia, afirmou: &#8220;Quer\u00edamos criar algo que permitisse a outros cientistas pesquisar de forma eficaz e fomos descobrindo coisas novas sobre estes mundos que quer\u00edamos investigar mais a fundo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A coautora Abigail Bohl, da Universidade de Cornell, acrescentou: &#8220;Sabemos que a Terra \u00e9 habit\u00e1vel, enquanto V\u00e9nus e Marte n\u00e3o o s\u00e3o. Podemos usar o nosso Sistema Solar como refer\u00eancia para procurar exoplanetas que recebam energia estelar entre o que V\u00e9nus e Marte recebem&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A observa\u00e7\u00e3o destes planetas pode ajudar-nos a compreender quando se perde a habitabilidade, qual \u00e9 o limite m\u00e1ximo de energia e quais os planetas que permanecem habit\u00e1veis &#8211; ou que talvez nunca o tenham sido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A mesma ideia aplica-se aos planetas exc\u00eantricos: qual \u00e9 o grau de excentricidade orbital que um planeta pode ter e ainda assim manter a \u00e1gua na sua superf\u00edcie e as condi\u00e7\u00f5es de habitabilidade?<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/pds-rings.seti.org\/press_releases\/small\/PIA22xxx\/PIA22093_small.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/4e\/d9\/lihTtL13_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica de como poder\u00e1 ser o sistema planet\u00e1rio TRAPPIST-1, mostrando (da esquerda para a direita) TRAPPIST-1, b, c, d, e, f, g e h, com base nos dados dispon\u00edveis sobre os di\u00e2metros, as massas e as dist\u00e2ncias dos planetas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 estrela hospedeira. Destes, pensa-se que TRAPPIST-1 d, e, f e g sejam os planetas mais semelhantes \u00e0 Terra. Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Identific\u00e1mos planetas nos limites interno e externo da zona habit\u00e1vel, bem como aqueles com as excentricidades mais elevadas, para testar a nossa compreens\u00e3o do que \u00e9 necess\u00e1rio para um planeta ser e permanecer habit\u00e1vel. Tamb\u00e9m identific\u00e1mos os alvos mais observ\u00e1veis com o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb e outros telesc\u00f3pios&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os estudantes tamb\u00e9m selecionaram os melhores planetas para observar com diferentes t\u00e9cnicas, para dar aos cientistas as melhores hip\u00f3teses de encontrar sinais de vida, caso existam nesses mundos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A lista que criaram ir\u00e1 orientar os astr\u00f3nomos que estudam o c\u00e9u noturno com o Webb, com o futuro Telesc\u00f3pio Espacial Nancy Grace Roman (com lan\u00e7amento previsto para 2027), com o ELT (Extremely Large Telescope), que dever\u00e1 ver a primeira luz em 2029, com o HWO (Habitable Worlds Observatory), com lan\u00e7amento previsto para a d\u00e9cada de 2040 e com o projeto proposto do LIFE (Large Interferometer For Exoplanets).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Observar estes pequenos exoplanetas \u00e9 a \u00fanica forma de confirmar se possuem atmosferas e se os astr\u00f3nomos precisam de rever as suas ideias sobre o que define a zona habit\u00e1vel, afirmou Lowry.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Acrescentou que j\u00e1 tem utilizado a lista para dar uma primeira olhadela aos 10 planetas que recebem radia\u00e7\u00e3o muito semelhante \u00e0 da Terra, identificando dois que est\u00e3o suficientemente pr\u00f3ximos para serem estudados com os telesc\u00f3pios atuais ou futuros: TRAPPIST-1 e e TOI-715 b.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O sistema planet\u00e1rio TRAPPIST-1 \u00e9 um dos principais focos de observa\u00e7\u00e3o do Telesc\u00f3pio Webb, um programa liderado por Nikole Lewis, professora associada de astronomia em Cornell. Tanto TRAPPIST-1 como TOI-715 s\u00e3o pequenas estrelas vermelhas, o que facilita a observa\u00e7\u00e3o dos pequenos planetas do tamanho da Terra que orbitam em seu redor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/ras.ac.uk\/news-and-press\/research-highlights\/best-places-look-alien-life-scientists-identify-45-earth-worlds\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Real Sociedade Astron\u00f3mica (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/carlsaganinstitute.cornell.edu\/news\/where-find-other-earths-new-list-narrows-down-targets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Instituto Carl Sagan (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.cornell.edu\/stories\/2026\/03\/where-find-other-earths-new-list-narrows-down-targets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Cornell (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/academic.oup.com\/mnras\/article\/547\/3\/stag028\/8526432\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Monthly Notices of the Royal Astronomical Society)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Proxima Centauri b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/proxima-centauri-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/proxima_centauri_b--4042\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Proxima_Centauri_b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sistema TRAPPIST-1:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/trappist-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac\/Caltech\/NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/TRAPPIST-1%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5502\/trappist-1-d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_d--2632\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3453\/trappist-1-e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1e\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_e--6526\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3454\/trappist-1-f\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1f\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_f--6527\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3458\/trappist-1-g\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 g (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1g\">TRAPPIST-1 g (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_g--6528\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 g (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Kepler-186 f:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/kepler_186_f--2263\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kepler-186f\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Kepler-186 f (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TOI-715 b:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/toi-715-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi_715_b--8668\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TOI-715_b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>LHS 1140 b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7215\/lhs-1140-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/lhs_1140_b--6561\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/LHS_1140_b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina da ESA para a comunidade cient\u00edfica<\/a><br><a href=\"https:\/\/gea.esac.esa.int\/archive\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados do Gaia (ESA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RST ([Nancy Grace] Roman Space Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/roman-space-telescope\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Nancy_Grace_Roman_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASARoman\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASARoman\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Rede social X<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ELT (Extremely Large Telescope):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/e-elt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/sci\/facilities\/eelt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO \u2013 2<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/European_Extremely_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>HWO (Habitable Worlds Observatory):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/habitableworldsobservatory.org\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/astrophysics\/programs\/habitable-worlds-observatory\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Habitable_Worlds_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>LIFE (Large Interferometer For Exoplanets):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.life-space-mission.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large_Interferometer_For_Exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os astr\u00f3nomos identificaram 45 exoplanetas rochosos com maior potencial para albergar vida, localizados na zona habit\u00e1vel das suas estrelas, onde pode existir \u00e1gua l\u00edquida. Usando dados da miss\u00e3o Gaia e do arquivo de exoplanetas da NASA, a equipa refinou a busca por mundos semelhantes \u00e0 Terra, criando uma lista priorit\u00e1ria para futuras observa\u00e7\u00f5es e miss\u00f5es de procura de vida extraterrestre.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8832,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[72,16,1],"tags":[528,147,311,1893,682,1666,1302,2073,913,2074,635],"class_list":["post-8831","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-exoplanetas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-elt","tag-exoplaneta","tag-gaia","tag-hwo","tag-kepler-186f","tag-lhs-1140-b","tag-life","tag-proxima-centauri-b","tag-rst","tag-toi-715-b","tag-trappist-1"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8831","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8831"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8831\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8833,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8831\/revisions\/8833"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8832"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8831"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8831"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8831"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}