{"id":8780,"date":"2026-03-03T07:18:55","date_gmt":"2026-03-03T06:18:55","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8780"},"modified":"2026-03-03T07:18:56","modified_gmt":"2026-03-03T06:18:56","slug":"uma-nova-super-terra-num-sistema-planetario-proximo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/03\/03\/uma-nova-super-terra-num-sistema-planetario-proximo\/","title":{"rendered":"Uma nova super-Terra num sistema planet\u00e1rio pr\u00f3ximo"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/RT6MYThB_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/RT6MYThB_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8781\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/RT6MYThB_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/RT6MYThB_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/RT6MYThB_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/RT6MYThB_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Recria\u00e7\u00e3o art\u00edstica do sistema planet\u00e1rio HD 176986.<br>Cr\u00e9dito: Gabriel P\u00e9rez D\u00edaz (IAC)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa cient\u00edfica internacional liderada pelo IAC (Instituto de Astrof\u00edsica de Canarias) identificou uma nova super-Terra a orbitar a estrela HD 176986, uma an\u00e3 do tipo K localizada a cerca de 91 anos-luz de dist\u00e2ncia. A descoberta, publicada na revista Astronomy &amp; Astrophysics, eleva para tr\u00eas o n\u00famero de planetas conhecidos neste sistema e confirma o valor das campanhas de observa\u00e7\u00e3o a longo prazo para a dete\u00e7\u00e3o de mundos pequenos e de \u00f3rbita larga.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A campanha de observa\u00e7\u00e3o de HD 176986, uma estrela an\u00e3 laranja ou estrela do tipo K, ligeiramente mais pequena que o Sol e localizada a cerca de 91 anos-luz de dist\u00e2ncia, destacou a import\u00e2ncia da monitoriza\u00e7\u00e3o a longo prazo deste tipo de alvo. Desde 2018 que se sabe que esta estrela tem planetas, quando uma an\u00e1lise cient\u00edfica liderada por Alejandro Su\u00e1rez Mascare\u00f1o, investigador do IAC e coautor do novo estudo, descobriu dois planetas em \u00f3rbita com per\u00edodos de 6,5 e 16,8 dias, denominados HD 176986 b e HD 176986 c, respetivamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Continu\u00e1mos a observar a estrela durante anos com instrumentos de ponta, e foi gratificante quando o sinal de um terceiro planeta surgiu depois de juntarmos todas as observa\u00e7\u00f5es&#8221;, afirma Nicola Nari, primeiro autor do estudo recentemente publicado na revista Astronomy &amp; Astrophysics e atual estudante de doutoramento no IAC.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um sistema planet\u00e1rio que continua a revelar surpresas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo planeta, HD 176986 d, tem uma massa m\u00ednima 6,8 vezes superior \u00e0 da Terra. Esta massa situa-se entre as massas dos outros dois planetas do sistema: o planeta mais pr\u00f3ximo da estrela, com uma massa m\u00ednima cinco vezes superior \u00e0 da Terra, e o planeta numa \u00f3rbita de 16,8 dias, que tem uma massa cerca de dez vezes superior \u00e0 do nosso planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">HD176986 d completa uma revolu\u00e7\u00e3o em torno da sua estrela a cada 61,4 dias, seguindo uma \u00f3rbita mais larga do que os planetas interiores. Devido \u00e0 sua massa, est\u00e1 classificado como uma chamada super-Terra, um tipo de planeta que \u00e9 mais massivo do que a Terra, mas consideravelmente mais pequeno do que os gigantes gasosos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Sistema planetario HD 176986\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/RLGpD-Cl_D8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conhecemos apenas uma d\u00fazia de planetas com per\u00edodos orbitais superiores a 50 dias e massas inferiores a sete vezes a da Terra. Estes tipos de mundos s\u00e3o particularmente dif\u00edceis de detetar. A principal raz\u00e3o \u00e9 que os planetas pequenos distantes da sua estrela produzem sinais muito fracos, exigindo um grande n\u00famero de observa\u00e7\u00f5es e monitoriza\u00e7\u00e3o prolongada para serem identificados de forma fi\u00e1vel, como foi o caso de HD 176986 d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;N\u00e3o h\u00e1 muitas super-Terras detetadas em torno de an\u00e3s K com per\u00edodos orbitais superiores a 50 dias, apenas um levantamento dedicado de longa dura\u00e7\u00e3o pode resolver as suas \u00f3rbitas largas e sinais de baixa amplitude&#8221;, afirma Alejandro Suarez Mascare\u00f1o, segundo autor do artigo cient\u00edfico e investigador do IAC. &#8220;Continu\u00e1mos a observar o alvo e, no final, o sinal apareceu&#8221;, acrescenta Jonay I. Gonzalez Hernandez, chefe de investiga\u00e7\u00e3o do IAC e coautor deste trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Tecnologia e observa\u00e7\u00f5es para detetar sinais fracos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma das tarefas mais complexas para detetar um novo planeta \u00e9 determinar se o sinal encontrado nos dados tem natureza planet\u00e1ria ou se est\u00e1 relacionado com a atividade estelar. &#8220;Realiz\u00e1mos diferentes testes para excluir uma origem relacionada com a atividade estelar. O planeta passou em todos eles&#8221;, explica Atanas K. Stefanov, estudante de doutoramento no IAC e coautor do artigo cient\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A dete\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foi auxiliada pelo uso de t\u00e9cnicas inovadoras que permitem refinar os espetros &#8211; os dados da luz da estrela &#8211; e separar melhor os efeitos da atividade estelar e poss\u00edveis imperfei\u00e7\u00f5es dos instrumentos. Este avan\u00e7o foi poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 ferramenta de an\u00e1lise YARARA. &#8220;O YARARA corrige fontes de ru\u00eddo que podem imitar ou ocultar um sinal planet\u00e1rio e invalidar a pesquisa de sinais mais fracos&#8221;, afirma Michael Cretignier, investigador p\u00f3s-doc da Universidade de Oxford, programador do YARARA e coautor do trabalho. &#8220;O sinal ainda estava l\u00e1 ap\u00f3s a corre\u00e7\u00e3o do YARARA, o que refor\u00e7ou a confian\u00e7a na dete\u00e7\u00e3o&#8221;, comenta Xavier Dumusque, professor assistente da Universidade de Genebra e coautor deste trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O planeta foi descoberto com o m\u00e9todo da velocidade radial, que mede o movimento da estrela induzido pela atra\u00e7\u00e3o gravitacional dos planetas que orbitam \u00e0 sua volta. Foram recolhidas mais de 350 noites de observa\u00e7\u00f5es com os espetr\u00f3grafos HARPS, ESPRESSO e HARPS-N. O HARPS e o ESPRESSO est\u00e3o instalados no Chile, no telesc\u00f3pio de 3,6 m do Observat\u00f3rio de La Silla e no telesc\u00f3pio VLT do Observat\u00f3rio de Paranal, respetivamente, enquanto o HARPS-N est\u00e1 instalado no TNG (Telescopio Nazionale Galileo), no Observat\u00f3rio Roque de los Muchachos, em La Palma. &#8220;As nossas instala\u00e7\u00f5es para observa\u00e7\u00f5es em La Palma provaram, mais uma vez, ser fundamentais para novas descobertas cient\u00edficas&#8221;, afirma Rafael Rebolo Lopez, investigador do IAC e coautor deste artigo cient\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/iac.es\/en\/outreach\/news\/iac-discovers-new-super-earth-nearby-planetary-system\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ IAC (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.aanda.org\/articles\/aa\/full_html\/2026\/01\/aa57287-25\/aa57287-25.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>HD 176986:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/HD%20176986\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/hd-176986-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">HD 176986 b (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/hd_176986_b--6682\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">HD 176986 b (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/hd-176986-c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">HD 176986 c (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/hd_176986_c--6683\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">HD 176986 c (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/hd-176986-d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">HD 176986 d (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio de La Silla:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/sci\/facilities\/lasilla\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/La_Silla_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/sci\/facilities\/lasilla\/instruments\/harps.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">HARPS (ESO)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/High_Accuracy_Radial_Velocity_Planet_Searcher\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">HARPS (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLT (Very Large Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/sci\/facilities\/paranal\/instruments\/espresso.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Espetr\u00f3grafo ESPRESSO (ESO)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TNG (Telescopio Nazionale Galileo):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.tng.iac.es\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">INAF<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galileo_National_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.tng.iac.es\/instruments\/harps\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">HARPS-N (INAF)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma equipa internacional liderada pelo IAC (Instituto de Astrof\u00edsica de Canarias) descobriu uma nova super-Terra no sistema da estrela HD 176986, a ~91 anos-luz de dist\u00e2ncia. 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