{"id":8705,"date":"2026-01-30T07:34:58","date_gmt":"2026-01-30T06:34:58","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8705"},"modified":"2026-01-30T07:35:00","modified_gmt":"2026-01-30T06:35:00","slug":"webb-olha-mais-para-tras-no-tempo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/01\/30\/webb-olha-mais-para-tras-no-tempo\/","title":{"rendered":"Webb olha mais para tr\u00e1s no tempo"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2603a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"426\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/6JWLFMib_o-1024x426.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8706\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/6JWLFMib_o-1024x426.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/6JWLFMib_o-300x125.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/6JWLFMib_o-768x320.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/6JWLFMib_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb mostra a gal\u00e1xia MoM-z14 como ela era no passado distante, apenas 280 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o in\u00edcio do Universo. Ver aqui a imagem em grande plano sem a inser\u00e7\u00e3o da gal\u00e1xia.<br>Cr\u00e9dito: imagem &#8211; NASA, ESA, CSA, STScI, Rohan Naidu (MIT); processamento de imagem &#8211; Joseph DePasquale (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA superou-se mais uma vez, cumprindo a sua promessa de empurrar os limites do Universo observ\u00e1vel para mais perto da aurora c\u00f3smica com a confirma\u00e7\u00e3o de uma gal\u00e1xia brilhante que existiu 280 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0 data, o Webb j\u00e1 estabeleceu que acabar\u00e1 por ultrapassar praticamente todas as refer\u00eancias que estabelece nestes primeiros anos, mas a gal\u00e1xia rec\u00e9m-confirmada, MoM-z14, cont\u00e9m pistas intrigantes sobre a linha temporal do Universo e sobre o qu\u00e3o diferente, do que os astr\u00f3nomos esperavam, era o Universo inicial.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com o Webb, conseguimos ver mais longe do que os humanos alguma vez viram e n\u00e3o se parece nada com o que previmos, o que \u00e9 simultaneamente desafiante e excitante&#8221;, disse Rohan Naidu do Instituto Kavli de Astrof\u00edsica e Investiga\u00e7\u00e3o Espacial do MIT (Massachusetts Institute of Technology), autor principal de um artigo cient\u00edfico sobre a gal\u00e1xia MoM-z14 publicado na revista The Open Journal of Astrophysics.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Devido \u00e0 expans\u00e3o do Universo, que \u00e9 impulsionada pela energia escura, a discuss\u00e3o sobre dist\u00e2ncias f\u00edsicas e &#8220;anos atr\u00e1s&#8221; torna-se complicada quando se olha para t\u00e3o longe. Utilizando o instrumento NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) do Webb, os astr\u00f3nomos confirmaram que MoM-z14 tem um desvio para o vermelho cosmol\u00f3gico de 14,44, o que significa que a sua luz tem viajado atrav\u00e9s do espa\u00e7o (em expans\u00e3o), sendo esticada e &#8220;desviada&#8221; para comprimentos de onda mais longos e mais vermelhos, durante cerca de 13,5 dos estimados 13,8 mil milh\u00f5es de anos de exist\u00eancia do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;N\u00f3s podemos estimar a dist\u00e2ncia das gal\u00e1xias a partir de imagens, mas \u00e9 muito importante fazer o acompanhamento e confirmar com espetroscopia mais detalhada para sabermos exatamente o que estamos a ver e quando&#8221;, disse Pascal Oesch da Universidade de Genebra na Su\u00ed\u00e7a, coinvestigador principal do estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Caracter\u00edsticas intrigantes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">MoM-z14 faz parte de um grupo crescente de gal\u00e1xias surpreendentemente brilhantes no Universo primitivo &#8211; segundo a equipa de investiga\u00e7\u00e3o, 100 vezes mais do que os estudos te\u00f3ricos previam antes do lan\u00e7amento do Webb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;H\u00e1 um fosso crescente entre a teoria e a observa\u00e7\u00e3o do Universo primitivo, o que coloca quest\u00f5es interessantes a explorar no futuro&#8221;, disse Jacob Shen, investigador p\u00f3s-doc no MIT e membro da equipa de investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um dos s\u00edtios onde os investigadores e te\u00f3ricos podem procurar respostas \u00e9 na popula\u00e7\u00e3o mais antiga de estrelas da nossa Via L\u00e1ctea. Uma pequena percentagem destas estrelas apresenta quantidades elevadas de azoto, que tamb\u00e9m aparece em algumas das observa\u00e7\u00f5es Webb de gal\u00e1xias antigas, incluindo MoM-z14.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Podemos seguir o exemplo da arqueologia e olhar para estas estrelas antigas na nossa pr\u00f3pria Gal\u00e1xia como f\u00f3sseis do Universo primitivo, s\u00f3 que em astronomia temos a sorte de ter o Webb a ver t\u00e3o longe que tamb\u00e9m temos informa\u00e7\u00e3o direta sobre as gal\u00e1xias durante esse tempo. Acontece que estamos a ver algumas das mesmas caracter\u00edsticas, como este enriquecimento invulgar de azoto&#8221;, disse Naidu.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com a gal\u00e1xia MoM-z14 a existir apenas 280 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang, n\u00e3o houve tempo suficiente para as gera\u00e7\u00f5es de estrelas produzirem quantidades t\u00e3o elevadas de azoto como os astr\u00f3nomos esperariam. Uma teoria que os investigadores referem \u00e9 que o ambiente denso do Universo primitivo deu origem a estrelas supermassivas capazes de produzir mais azoto do que quaisquer estrelas observadas no Universo local.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A gal\u00e1xia MoM-z14 tamb\u00e9m mostra sinais de limpeza da espessa n\u00e9voa de hidrog\u00e9nio primordial do Universo primitivo no espa\u00e7o \u00e0 sua volta. Uma das raz\u00f5es pelas quais o Webb foi originalmente constru\u00eddo foi para definir a linha temporal deste per\u00edodo de &#8220;limpeza&#8221; da hist\u00f3ria c\u00f3smica, a que os astr\u00f3nomos chamam reioniza\u00e7\u00e3o. Foi quando as primeiras estrelas produziram luz com energia suficientemente elevada para romper o denso g\u00e1s hidrog\u00e9nio do Universo primitivo e come\u00e7ar a viajar pelo espa\u00e7o, acabando por chegar ao Webb e a n\u00f3s. A gal\u00e1xia MoM-z14 fornece mais uma pista para mapear a cronologia da reioniza\u00e7\u00e3o, um trabalho que n\u00e3o era poss\u00edvel at\u00e9 o Webb ter levantado o v\u00e9u sobre esta era do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O legado da descoberta continua<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo antes do lan\u00e7amento do Webb, j\u00e1 havia ind\u00edcios de que algo muito inesperado tinha acontecido no Universo primitivo, quando o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA descobriu a gal\u00e1xia brilhante GN-z11 400 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. O Webb confirmou a dist\u00e2ncia da gal\u00e1xia &#8211; na altura, a mais distante de sempre. A partir da\u00ed, o Webb continuou a recuar cada vez mais no espa\u00e7o e no tempo, encontrando mais gal\u00e1xias surpreendentemente brilhantes como GN-z11.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0 medida que o Webb continua a descobrir mais destas gal\u00e1xias inesperadamente luminosas, torna-se claro que as primeiras n\u00e3o foram um acaso. &#8220;\u00c9 um momento incrivelmente excitante, com o Webb a revelar o Universo primitivo como nunca antes e a mostrar-nos o quanto ainda h\u00e1 para descobrir&#8221;, acrescentou Yijia Li, um estudante da Universidade do Estado da Pensilv\u00e2nia e membro da equipa de investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Location of MoM-z14 in COSMOS field\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/DtptNlA2oA4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Webb_gazes_further_back_in_time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2603\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasa-webb-pushes-boundaries-of-observable-universe-closer-to-big-bang\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2505.11263\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>MoM-z14:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/MoM-z14\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Chronology_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Universo (Wikipedia)<br><\/a><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_microwave_background\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Fundo c\u00f3smico de micro-ondas (Wikipedia)<br><\/a><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lambda-CDM_model\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Modelo Lambda-CDM (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder#Galactic_distance_indicators\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Indicadores de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u201cEscada\u201d de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Reionization\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reioniza\u00e7\u00e3o (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Telesc\u00f3pio Espacial 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