{"id":8667,"date":"2026-01-16T07:20:30","date_gmt":"2026-01-16T06:20:30","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8667"},"modified":"2026-01-16T07:20:32","modified_gmt":"2026-01-16T06:20:32","slug":"o-webb-oferece-um-olhar-sem-precedentes-sobre-o-coracao-da-galaxia-do-compasso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/01\/16\/o-webb-oferece-um-olhar-sem-precedentes-sobre-o-coracao-da-galaxia-do-compasso\/","title":{"rendered":"O Webb oferece um olhar sem precedentes sobre o cora\u00e7\u00e3o da Gal\u00e1xia do Compasso"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/dynamicimage\/assets\/science\/missions\/webb\/science\/2026\/01\/STScI-01KEA7ZYXNMP4W449YATARSTD0.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"911\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/a307JDAw_o-911x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8668\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/a307JDAw_o-911x1024.jpg 911w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/a307JDAw_o-267x300.jpg 267w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/a307JDAw_o-768x863.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/a307JDAw_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 911px) 100vw, 911px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble mostra a Gal\u00e1xia do Compasso. Uma amplia\u00e7\u00e3o do seu n\u00facleo, obtida pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, mostra a face interior do buraco do disco de g\u00e1s em forma de donut a brilhar no infravermelho. O anel exterior aparece como manchas escuras.<br>Cr\u00e9dito: imagem &#8211; NASA, ESA, CSA, Enrique Lopez-Rodriguez (Universidade da Carolina do Sul), Deepashri Thatte (STScI); processamento de imagem &#8211; Alyssa Pagan (STSCI); reconhecimento &#8211; NOIRLab da NSF, CTIO<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A Gal\u00e1xia do Compasso, uma gal\u00e1xia a cerca de 13 milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia, cont\u00e9m um buraco negro supermassivo ativo que continua a influenciar a sua evolu\u00e7\u00e3o. Pensava-se que a maior fonte de luz infravermelha da regi\u00e3o mais pr\u00f3xima do buraco negro eram os fluxos de mat\u00e9ria superaquecida que eram projetados para fora.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, novas observa\u00e7\u00f5es do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, vistas aqui com uma nova imagem do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA, fornecem evid\u00eancias que invertem esta ideia, sugerindo que a maior parte do material quente e poeirento est\u00e1, de facto, a alimentar o buraco negro central. A t\u00e9cnica usada para recolher estes dados tamb\u00e9m tem potencial para analisar os componentes de fluxo e acre\u00e7\u00e3o de outros buracos negros pr\u00f3ximos.<\/p>\n\n\n\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o, que inclui a imagem mais n\u00edtida dos arredores de um buraco negro alguma vez obtida pelo Webb, foi publicada na passada ter\u00e7a-feira na revista Nature Communications.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A quest\u00e3o do fluxo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os buracos negros supermassivos, como o da Gal\u00e1xia do Compasso, mant\u00eam-se ativos consumindo a mat\u00e9ria circundante. O g\u00e1s e a poeira em queda acumulam-se num anel em forma de donut \u00e0 volta do buraco negro, conhecido como toro. \u00c0 medida que os buracos negros supermassivos recolhem mat\u00e9ria das paredes interiores do toro, formam um disco de acre\u00e7\u00e3o, semelhante a um remoinho de \u00e1gua \u00e0 volta de um ralo. Este disco aquece por fric\u00e7\u00e3o, acabando por ficar suficientemente quente para emitir luz.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta mat\u00e9ria incandescente pode tornar-se t\u00e3o brilhante que a resolu\u00e7\u00e3o de pormenores no centro da gal\u00e1xia, com telesc\u00f3pios terrestres, \u00e9 dif\u00edcil. \u00c9 ainda mais dif\u00edcil devido \u00e0 luz brilhante e oculta das estrelas no interior da Gal\u00e1xia do Compasso. Al\u00e9m disso, como o toro \u00e9 incrivelmente denso, a regi\u00e3o interior do material em queda, aquecido pelo buraco negro, \u00e9 obscurecida do nosso ponto de vista. Durante d\u00e9cadas, os astr\u00f3nomos lutaram contra estas dificuldades, concebendo e melhorando modelos da Gal\u00e1xia do Compasso com o m\u00e1ximo de dados que conseguiam reunir.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/missions\/webb\/science\/2026\/01\/STScI-01KECZF6WYB93Z793765XH2MV4.tif\/jcr:content\/renditions\/Full%20Res%20Watermarked%20-%20Artist's%20Concept%20(For%20Display).jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/21\/62\/uis6f54Q_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta ilustra\u00e7\u00e3o representa o motor central da Gal\u00e1xia do Compasso, visualizando o buraco negro supermassivo alimentado por um toro espesso e poeirento que brilha no infravermelho.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Ralf Crawford (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Para estudar o buraco negro supermassivo, apesar de n\u00e3o o conseguirem resolver, tiveram de obter a intensidade total da regi\u00e3o interior da gal\u00e1xia numa grande gama de comprimentos de onda e depois introduzir esses dados nos modelos&#8221;, disse o autor principal Enrique Lopez-Rodriguez da Universidade da Carolina do Sul, EUA.<\/p>\n\n\n\n<p>Os primeiros modelos ajustariam os espetros de regi\u00f5es espec\u00edficas, como as emiss\u00f5es do toro, as do disco de acre\u00e7\u00e3o mais pr\u00f3ximo do buraco negro ou as dos fluxos, cada uma detetada em determinados comprimentos de onda da luz. No entanto, como a regi\u00e3o n\u00e3o podia ser resolvida na sua totalidade, estes modelos deixavam d\u00favidas em v\u00e1rios comprimentos de onda. Por exemplo, alguns telesc\u00f3pios conseguiam detetar um excesso de luz infravermelha, mas n\u00e3o tinham a resolu\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para determinar de onde vinha exatamente.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Desde a d\u00e9cada de 1990 que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel explicar o excesso de emiss\u00f5es infravermelhas que prov\u00eam da poeira quente nos n\u00facleos das gal\u00e1xias ativas, o que significa que os modelos apenas t\u00eam em conta o toro ou os fluxos, mas n\u00e3o conseguem explicar esse excesso&#8221;, disse Lopez-Rodriguez.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses modelos conclu\u00edram que a maior parte da emiss\u00e3o (e, portanto, da massa) perto do centro provinha dos fluxos. Para testar esta teoria, os astr\u00f3nomos precisavam de duas coisas: a capacidade de filtrar a luz das estrelas, que anteriormente impedia uma an\u00e1lise mais profunda, e a capacidade de distinguir as emiss\u00f5es infravermelhas do toro das dos fluxos. O Webb, sens\u00edvel e tecnologicamente sofisticado o suficiente para responder a ambos os desafios, era necess\u00e1rio para fazer avan\u00e7ar a nossa compreens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A t\u00e9cnica inovadora do Webb<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para olhar para o centro da Gal\u00e1xia do Compasso, o Webb precisou da ferramenta AMI (Aperture Masking Interferometer) do seu instrumento NIRISS (Near-Infrared Imager and Slitless Spectrograph).<\/p>\n\n\n\n<p>Na Terra, os interfer\u00f3metros assumem normalmente a forma de conjuntos de telesc\u00f3pios: espelhos ou antenas que funcionam em conjunto como se fossem um \u00fanico telesc\u00f3pio. Um interfer\u00f3metro faz isto recolhendo e combinando a luz de qualquer fonte para a qual esteja apontado, fazendo com que as ondas eletromagn\u00e9ticas que comp\u00f5em a luz &#8220;interfiram&#8221; umas com as outras (da\u00ed o termo &#8220;interfer\u00f3metro&#8221;) e criando padr\u00f5es de interfer\u00eancia. Estes padr\u00f5es podem ser analisados pelos astr\u00f3nomos para reconstruir o tamanho, a forma e as caracter\u00edsticas de objetos distantes com muito mais pormenor do que as t\u00e9cnicas n\u00e3o interferom\u00e9tricas.<\/p>\n\n\n\n<p>A ferramenta AMI permite que o Webb se transforme num conjunto de telesc\u00f3pios mais pequenos que trabalham em conjunto como um interfer\u00f3metro, criando por si s\u00f3 estes padr\u00f5es de interfer\u00eancia. Para tal, utiliza uma abertura especial composta por sete pequenos orif\u00edcios hexagonais que, tal como em fotografia, controlam a quantidade e a dire\u00e7\u00e3o da luz que entra nos detetores do telesc\u00f3pio.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Estes orif\u00edcios na m\u00e1scara s\u00e3o transformados em pequenos coletores de luz que guiam a luz para o detetor da c\u00e2mara e criam um padr\u00e3o de interfer\u00eancia&#8221;, disse Joel Sanchez-Bermudez, coautor da Universidade Nacional do M\u00e9xico.<\/p>\n\n\n\n<p>Com os novos dados em m\u00e3o, a equipa de investiga\u00e7\u00e3o foi capaz de construir uma imagem a partir dos padr\u00f5es de interfer\u00eancia da regi\u00e3o central. Para o fazer, referenciaram dados de observa\u00e7\u00f5es anteriores para garantir que os dados do Webb estavam livres de quaisquer artefactos. O resultado foi a primeira observa\u00e7\u00e3o extragal\u00e1tica de um interfer\u00f3metro infravermelho no espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Ao utilizar um avan\u00e7ado modo de imagem da c\u00e2mara, podemos efetivamente duplicar a sua resolu\u00e7\u00e3o numa \u00e1rea mais pequena do c\u00e9u&#8221;, disse Sanchez-Bermudez. &#8220;Isto permite-nos ver imagens duas vezes mais n\u00edtidas. Em vez dos 6,5 metros de di\u00e2metro do Webb, \u00e9 como se estiv\u00e9ssemos a observar esta regi\u00e3o com um telesc\u00f3pio espacial de 13 metros&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados mostraram que, contrariamente aos modelos que previam que o excesso de infravermelhos provinha dos fluxos, cerca de 87% das emiss\u00f5es infravermelhas da poeira quente na Gal\u00e1xia do Compasso prov\u00eam das \u00e1reas mais pr\u00f3ximas do buraco negro, enquanto menos de 1% das emiss\u00f5es prov\u00eam dos fluxos de poeira quente. Os restantes 12% prov\u00eam de dist\u00e2ncias mais afastadas que n\u00e3o podiam ser distinguidas anteriormente.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 a primeira vez que se usa um modo de alto contraste do Webb para observar uma fonte extragal\u00e1tica&#8221;, disse Julien Girard, coautor do artigo cient\u00edfico e investigador s\u00e9nior do STScI (Space Telescope Science Institute). &#8220;Esperamos que o nosso trabalho inspire outros astr\u00f3nomos a usar o modo AMI para estudar estruturas poeirentas t\u00e9nues, mas relativamente pequenas, na vizinhan\u00e7a de qualquer objeto brilhante&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Circinus Galaxy Zoom \u2014 James Webb Space Telescope\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/j-_6yNTRyZE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Universo de buracos negros<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Embora o mist\u00e9rio do excesso de emiss\u00f5es da Gal\u00e1xia do Compasso tenha sido resolvido, existem milhares de milh\u00f5es de buracos negros no nosso Universo. A equipa salienta que a exist\u00eancia de buracos negros com luminosidades diferentes pode influenciar o facto de a maior parte das emiss\u00f5es ser proveniente do toro de um buraco negro ou dos seus fluxos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O brilho intr\u00ednseco do disco de acre\u00e7\u00e3o da Gal\u00e1xia do Compasso \u00e9 muito moderado&#8221;, disse Lopez-Rodriguez. &#8220;Por isso, faz sentido que as emiss\u00f5es sejam dominadas pelo toro. Mas talvez, para buracos negros mais brilhantes, as emiss\u00f5es sejam dominadas pelo fluxo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Com esta investiga\u00e7\u00e3o, os astr\u00f3nomos t\u00eam agora uma t\u00e9cnica testada para investigar quaisquer buracos negros que queiram, desde que sejam suficientemente brilhantes para que a ferramenta AMI seja \u00fatil. O estudo de outros alvos ser\u00e1 essencial para a constru\u00e7\u00e3o de um cat\u00e1logo de dados de emiss\u00f5es que permita descobrir se os resultados da Gal\u00e1xia do Compasso s\u00e3o \u00fanicos ou caracter\u00edsticos de um padr\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Precisamos de uma amostra estat\u00edstica de buracos negros, talvez uma d\u00fazia ou duas d\u00fazias, para compreender como a massa nos seus discos de acre\u00e7\u00e3o e os seus fluxos se relacionam com a sua pot\u00eancia&#8221;, disse Lopez-Rodriguez.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasas-webb-delivers-unprecedented-look-into-heart-of-circinus-galaxy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41467-025-66010-5\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Communications)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Buraco negro:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Buraco negro supermassivo (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gal\u00e1xia do Compasso:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Circinus_Galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Gal\u00e1xia do Compasso, uma gal\u00e1xia a cerca de 13 milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia, cont\u00e9m um buraco negro supermassivo ativo que continua a influenciar a sua evolu\u00e7\u00e3o. Pensava-se que a maior fonte de luz infravermelha da regi\u00e3o mais pr\u00f3xima do buraco negro eram os fluxos de mat\u00e9ria superaquecida que eram projetados para fora. Agora, novas observa\u00e7\u00f5es do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, vistas aqui com uma nova imagem do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA, fornecem evid\u00eancias que invertem esta ideia, sugerindo que a maior parte do material quente e poeirento est\u00e1, de facto, a alimentar o buraco negro central.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8668,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[151,60,16,1],"tags":[192,1632,387],"class_list":["post-8667","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-buracos-negros","category-galaxias","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-buraco-negro","tag-galaxia-do-compasso","tag-jwst"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8667","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8667"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8667\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8669,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8667\/revisions\/8669"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8668"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8667"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8667"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8667"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}