{"id":8654,"date":"2026-01-13T07:15:54","date_gmt":"2026-01-13T06:15:54","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8654"},"modified":"2026-01-13T07:16:23","modified_gmt":"2026-01-13T06:16:23","slug":"8654","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/01\/13\/8654\/","title":{"rendered":"Astr\u00f3nomos encontram o elo perdido dos planetas mais comuns da Gal\u00e1xia"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nao.ac.jp\/en\/contents\/news\/science\/2026\/20260108-abc-fig-full.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"725\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/y4JR3NqU_o-1024x725.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8655\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/y4JR3NqU_o-1024x725.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/y4JR3NqU_o-300x212.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/y4JR3NqU_o-768x544.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/y4JR3NqU_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista do sistema planet\u00e1rio V1298 Tau.<br>Cr\u00e9dito: Centro de Astrobiologia, NINS<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma das maiores surpresas recentes da astronomia \u00e9 a descoberta de que a maior parte das estrelas como o Sol albergam um planeta entre o tamanho da Terra e de Neptuno dentro da \u00f3rbita de Merc\u00fario &#8211; tamanhos e \u00f3rbitas ausentes do nosso Sistema Solar. Estas &#8220;super-Terras&#8221; e &#8220;sub-Neptunos&#8221; s\u00e3o os planetas mais comuns da Gal\u00e1xia, mas a sua forma\u00e7\u00e3o tem estado envolta em mist\u00e9rio. Agora, uma equipa internacional de astr\u00f3nomos encontrou um elo crucial em falta. Ao &#8220;pesar&#8221; quatro planetas rec\u00e9m-nascidos no sistema V1298 Tau, captaram uma rara vis\u00e3o de mundos no processo de se transformarem nos tipos de planetas mais comuns da Gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O que \u00e9 t\u00e3o excitante \u00e9 que estamos a ver uma antevis\u00e3o do que se tornar\u00e1 um sistema planet\u00e1rio muito normal&#8221;, diz John Livingston, o autor principal do estudo, do Centro de Astrobiologia em T\u00f3quio, no Jap\u00e3o. &#8220;Os quatro planetas que estud\u00e1mos ir\u00e3o provavelmente transformar-se em &#8216;super-Terras&#8217; e &#8216;sub-Neptunos&#8217; &#8211; os tipos mais comuns de planetas na nossa Gal\u00e1xia, mas nunca tivemos uma imagem t\u00e3o clara deles nos seus anos de forma\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Todas as estrelas jovens s\u00e3o intrinsecamente ativas, o que at\u00e9 agora tinha impedido a medi\u00e7\u00e3o exata das massas dos seus planetas em forma\u00e7\u00e3o. Este estudo ultrapassa esse obst\u00e1culo atrav\u00e9s de uma t\u00e9cnica engenhosa baseada na gravidade m\u00fatua entre planetas&#8221;, diz o investigador Enric Pall\u00e9, do IAC (Instituto de Astrof\u00edsica de Canarias) na Espanha. &#8220;A confirma\u00e7\u00e3o de que estes mundos s\u00e3o extraordinariamente inflados d\u00e1-nos uma pe\u00e7a fundamental do puzzle para reconstruir a hist\u00f3ria evolutiva dos sistemas planet\u00e1rios mais comuns na Gal\u00e1xia e ajudar-nos-\u00e1 a compreender porque \u00e9 que o nosso \u00e9 uma exce\u00e7\u00e3o&#8221;, acrescenta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo centrou-se em V1298 Tau, uma estrela com apenas cerca de 20 milh\u00f5es de anos &#8211; um piscar de olhos no tempo c\u00f3smico em compara\u00e7\u00e3o com o nosso Sol com 4,5 mil milh\u00f5es de anos. Em \u00f3rbita desta jovem e ativa estrela est\u00e3o quatro planetas gigantes, todos com tamanhos entre Neptuno e J\u00fapiter, apanhados numa fase fugaz e turbulenta de r\u00e1pida evolu\u00e7\u00e3o. Este sistema parece ser um antepassado direto dos sistemas compactos e multiplanet\u00e1rios que se encontram por toda a Gal\u00e1xia. Tal como a Pedra de Roseta que ajudou os acad\u00e9micos a decifrar os hier\u00f3glifos eg\u00edpcios, V1298 Tau ajuda-nos a descodificar como os planetas mais comuns da Gal\u00e1xia surgiram.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante uma d\u00e9cada, a equipa utilizou um arsenal de telesc\u00f3pios terrestres e espaciais para medir com precis\u00e3o o momento em que cada planeta passava em frente da estrela, um evento conhecido como tr\u00e2nsito. Ao cronometrar estes tr\u00e2nsitos, os astr\u00f3nomos detetaram que as \u00f3rbitas dos planetas n\u00e3o eram perfeitamente regulares. A sua configura\u00e7\u00e3o orbital e a gravidade fazem com que puxem uns pelos outros, acelerando ou abrandando ligeiramente a sua dan\u00e7a celeste. Estas pequenas altera\u00e7\u00f5es de tempo, chamadas Varia\u00e7\u00f5es de Tempo de Tr\u00e2nsito (VTTs), permitiram \u00e0 equipa medir, pela primeira vez, a massa dos planetas de forma robusta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Para os astr\u00f3nomos, o nosso m\u00e9todo &#8216;Doppler&#8217; para pesar planetas envolve fazer medi\u00e7\u00f5es cuidadosas da velocidade da estrela \u00e0 medida que \u00e9 puxada pelo seu cortejo de planetas&#8221;, disse Erik Petigura, coautor da UCLA (Universidade da Calif\u00f3rnia, Los Angeles). &#8220;Mas as estrelas jovens s\u00e3o t\u00e3o extremamente inconstantes, ativas e temperamentais que o m\u00e9todo Doppler n\u00e3o serve&#8221;. Ao usar as VTTs, us\u00e1mos essencialmente a gravidade dos planetas uns contra os outros. O tempo exato em que eles puxam pelos seus vizinhos permitiu-nos calcular as suas massas e evitar os obst\u00e1culos com esta jovem estrela&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados foram not\u00e1veis. Os planetas, apesar de terem 5 a 10 vezes o raio da Terra, t\u00eam massas de apenas 5 a 15 vezes a do nosso mundo. Isto torna-os incrivelmente pouco densos &#8211; mais parecidos com algod\u00e3o doce do tamanho de um planeta do que com mundos rochosos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os raios invulgarmente grandes dos planetas jovens levaram \u00e0 hip\u00f3tese de que t\u00eam densidades muito baixas, mas isso nunca tinha sido medido&#8221;, disse Trevor David, um coautor do Instituto Flatiron que liderou a descoberta inicial do sistema em 2019. &#8220;Ao &#8216;pesar&#8217; estes planetas pela primeira vez, fornecemos a primeira evid\u00eancia observacional. S\u00e3o de facto excecionalmente &#8216;inchados&#8217;, o que nos d\u00e1 uma refer\u00eancia crucial e h\u00e1 muito esperada para as teorias da evolu\u00e7\u00e3o dos planetas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O seu incha\u00e7o ajuda a resolver um enigma de longa data na forma\u00e7\u00e3o de planetas. Um planeta que simplesmente se forma e arrefece ao longo do tempo seria muito mais compacto. A an\u00e1lise da equipa revela que estes planetas devem ter sofrido uma transforma\u00e7\u00e3o dram\u00e1tica no in\u00edcio das suas vidas, perdendo rapidamente grande parte das suas atmosferas iniciais e arrefecendo drasticamente quando o disco rico em g\u00e1s \u00e0 volta da sua jovem estrela desapareceu.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.iac.es\/sites\/default\/files\/images\/inline-images\/puffy_superearths_FINAL%20(1).jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/d3\/ad\/ghQG9Dy4_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista do sistema planet\u00e1rio V1298 Tau.<br>Cr\u00e9dito: R. Hurt, K. Miller (Caltech\/IPAC)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estes planetas j\u00e1 sofreram uma transforma\u00e7\u00e3o dram\u00e1tica, perdendo rapidamente grande parte das suas atmosferas originais e arrefecendo mais depressa do que o esperado pelos modelos padr\u00e3o&#8221;, explica James Owen, coautor do Imperial College London que liderou a modela\u00e7\u00e3o te\u00f3rica. &#8220;Mas ainda est\u00e3o a evoluir. Nos pr\u00f3ximos milhares de milh\u00f5es de anos, continuar\u00e3o a perder a sua atmosfera e a encolher significativamente, transformando-se nos mundos compactos que vemos por toda a Gal\u00e1xia&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Lembro-me do famoso f\u00f3ssil &#8216;Lucy&#8217;, um dos nossos antepassados homin\u00eddeos que viveu h\u00e1 3 milh\u00f5es de anos e foi um dos principais &#8216;elos perdidos&#8217; entre macacos e humanos&#8221;, acrescentou Petigura. &#8220;V1298 Tau \u00e9 um elo cr\u00edtico entre as nebulosas formadoras de estrelas\/planetas que vemos por todo o c\u00e9u e os sistemas planet\u00e1rios maduros que agora descobrimos aos milhares&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O sistema V1298 Tau serve agora como um laborat\u00f3rio crucial para compreender as origens dos planetas mais abundantes da Via L\u00e1ctea, dando aos cientistas um vislumbre sem precedentes das vidas turbulentas e transformadoras de mundos jovens. Compreender sistemas como V1298 Tau pode tamb\u00e9m ajudar a explicar porque \u00e9 que o nosso pr\u00f3prio Sistema Solar n\u00e3o tem as super-Terras e sub-Neptunos que s\u00e3o t\u00e3o abundantes noutras partes da Gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta descoberta muda fundamentalmente a forma como refletimos acerca dos sistemas planet\u00e1rios&#8221;, acrescenta Livingston. &#8220;V1298 Tau mostra-nos que as atuais super-Terras e sub-Neptunos come\u00e7aram por ser mundos gigantes e inchados que se contraem com o tempo. Estamos essencialmente a observar a arquitetura planet\u00e1ria mais bem-sucedida do Universo em forma\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.iac.es\/en\/outreach\/news\/astronomers-find-missing-link-galaxys-most-common-planets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ IAC (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.abc-nins.jp\/en\/astronomers-find-missing-link-to-galaxys-most-common-planets\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Centro de Astrobiologia, NINS (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nao.ac.jp\/en\/news\/science\/2026\/20260108-abc.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NAOJ (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-025-09840-z\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>V1298 Tau:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/V1298_Tauri\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/V1298%20Tauri\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/k2_309_ab--7029\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">V1298 Tau b (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/k2_309_ac--7200\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">V1298 Tau c (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/k2_309_ad--7201\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">V1298 Tau d (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/k2_309_ae--7202\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">V1298 Tau e (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Varia\u00e7\u00e3o de Tempo de Tr\u00e2nsito:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transit-timing_variation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das maiores surpresas recentes da astronomia \u00e9 a descoberta de que a maior parte das estrelas como o Sol albergam um planeta entre o tamanho da Terra e de Neptuno dentro da \u00f3rbita de Merc\u00fario &#8211; tamanhos e \u00f3rbitas ausentes do nosso Sistema Solar. 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