{"id":8642,"date":"2026-01-09T07:15:33","date_gmt":"2026-01-09T06:15:33","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8642"},"modified":"2026-01-09T07:15:34","modified_gmt":"2026-01-09T06:15:34","slug":"cloud-9-o-primeiro-de-um-novo-tipo-de-objeto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/01\/09\/cloud-9-o-primeiro-de-um-novo-tipo-de-objeto\/","title":{"rendered":"Cloud-9: o primeiro de um novo tipo de objeto"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esahubble.org\/archives\/images\/large\/heic2601a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"629\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/E6VsLJP1_o-1024x629.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8643\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/E6VsLJP1_o-1024x629.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/E6VsLJP1_o-300x184.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/E6VsLJP1_o-768x472.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/E6VsLJP1_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem mostra a localiza\u00e7\u00e3o de Cloud-9, que est\u00e1 a 14 milh\u00f5es de anos-luz da Terra. A cor magenta difusa \u00e9 constitu\u00edda por dados de r\u00e1dio do VLA (Very Large Array), que mostram a presen\u00e7a da nuvem. O c\u00edrculo a tracejado marca o pico da emiss\u00e3o de r\u00e1dio, que \u00e9 onde os investigadores concentraram a sua busca por estrelas. Observa\u00e7\u00f5es posteriores efetuadas pela ACS do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA n\u00e3o encontraram estrelas no interior da nuvem. Os poucos objetos que aparecem dentro dos seus limites s\u00e3o gal\u00e1xias de fundo. Antes das observa\u00e7\u00f5es do Hubble, os cientistas podiam argumentar que Cloud-9 era uma gal\u00e1xia an\u00e3 t\u00e9nue, cujas estrelas n\u00e3o podiam ser vistas com telesc\u00f3pios terrestres devido \u00e0 falta de sensibilidade. O instrumento ACS do Hubble mostra que, na realidade, a gal\u00e1xia falhada n\u00e3o cont\u00e9m estrelas.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA. G. Anand (STScI) e A. Benitez-Llambay (Universidade de Mil\u00e3o-Bicocca); processamento &#8211; J. DePasquale (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa, utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA, examinou um novo tipo de objeto astron\u00f3mico &#8211; uma nuvem de mat\u00e9ria escura, sem estrelas e rica em g\u00e1s, que \u00e9 considerada uma &#8220;rel\u00edquia&#8221; ou um resqu\u00edcio da forma\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica inicial. Apelidada de &#8220;Cloud-9&#8221; (ou &#8220;Nuvem 9&#8221;, se quisermos traduzir para portugu\u00eas), esta \u00e9 a primeira dete\u00e7\u00e3o confirmada de um objeto deste tipo no Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta \u00e9 a hist\u00f3ria de uma gal\u00e1xia falhada&#8221;, disse o investigador principal do programa, Alejandro Benitez-Llambay da Universidade de Mil\u00e3o-Bicocca em Mil\u00e3o, It\u00e1lia. &#8220;Na ci\u00eancia, normalmente aprendemos mais com os fracassos do que com os sucessos. Neste caso, n\u00e3o ver estrelas \u00e9 o que prova que a teoria est\u00e1 correta. Diz-nos que encontr\u00e1mos, no Universo local, um bloco de constru\u00e7\u00e3o primordial de uma gal\u00e1xia que n\u00e3o se formou&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta nuvem \u00e9 uma janela para o Universo escuro&#8221;, explicou Andrew Fox, membro da equipa AURA\/STScI da ESA. &#8220;Sabemos pela teoria que a maior parte da massa do Universo dever\u00e1 ser mat\u00e9ria escura, mas \u00e9 dif\u00edcil detetar este material escuro porque n\u00e3o emite luz. Cloud-9 d\u00e1-nos uma rara vis\u00e3o de uma nuvem dominada por mat\u00e9ria escura&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O objeto \u00e9 chamado de &#8220;Reionization-Limited H I Cloud&#8221;, ou &#8220;RELHIC&#8221;. O termo &#8216;H I&#8217; refere-se a hidrog\u00e9nio neutro, e &#8220;RELHIC&#8221; descreve uma nuvem natal de hidrog\u00e9nio dos prim\u00f3rdios do Universo, um resqu\u00edcio f\u00f3ssil que n\u00e3o formou estrelas. Durante anos, os cientistas procuraram evid\u00eancias de um tal objeto fantasma, que foi proposto em teoria. Mas s\u00f3 quando viraram o Hubble para a nuvem \u00e9 que puderam confirmar que ela, de facto, n\u00e3o tem estrelas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esahubble.org\/archives\/images\/large\/heic2601c.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/63\/bf\/ypOUUKEf_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem mostra o campo em branco da regi\u00e3o circundante de Cloud-9, que se encontra a 14 milh\u00f5es de anos-luz da Terra.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA. G. Anand (STScI) e A. Benitez-Llambay (Universidade de Mil\u00e3o-Bicocca); processamento &#8211; J. DePasquale (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Antes de utilizarmos o Hubble, poder-se-ia argumentar que se trata de uma t\u00e9nue gal\u00e1xia an\u00e3 que n\u00e3o pod\u00edamos ver com telesc\u00f3pios terrestres. Simplesmente n\u00e3o tinham sensibilidade suficiente para descobrir estrelas&#8221;, explicou o autor principal Gagandeep Anand do STScI (Space Telescope Science Institute), em Baltimore, EUA. &#8220;Mas com a ACS (Advanced Camera for Surveys) do Hubble, conseguimos confirmar que n\u00e3o h\u00e1 l\u00e1 nada&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta desta nuvem rel\u00edquia foi uma surpresa. &#8220;Entre os nossos vizinhos gal\u00e1cticos, pode haver algumas casas abandonadas&#8221;, disse Rachael Beaton, do STScI, que tamb\u00e9m faz parte da equipa de investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pensa-se que as RELHICs s\u00e3o nuvens de mat\u00e9ria escura que n\u00e3o conseguiram acumular g\u00e1s suficiente para formar estrelas. Representam uma janela para as fases iniciais da forma\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias. Cloud-9 sugere a exist\u00eancia de muitas outras pequenas estruturas dominadas por mat\u00e9ria escura no Universo &#8211; outras gal\u00e1xias falhadas. Esta descoberta fornece novos conhecimentos sobre os componentes escuros do Universo que s\u00e3o dif\u00edceis de estudar atrav\u00e9s de observa\u00e7\u00f5es tradicionais, que se concentram em objetos brilhantes como estrelas e gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>5 mil milh\u00f5es de massas solares<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 muitos anos que os cientistas estudam as nuvens de hidrog\u00e9nio perto da Via L\u00e1ctea, e estas nuvens tendem a ser muito maiores e irregulares do que Cloud-9. Em compara\u00e7\u00e3o com outras nuvens observadas, Cloud-9 \u00e9 mais pequena, mais compacta e muito esf\u00e9rica, o que a torna muito diferente das outras nuvens.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O n\u00facleo deste objeto \u00e9 composto por hidrog\u00e9nio neutro e tem cerca de 4900 anos-luz de di\u00e2metro. O hidrog\u00e9nio gasoso de Cloud-9 tem aproximadamente 1 milh\u00e3o de vezes a massa do Sol. Mas se a press\u00e3o do g\u00e1s est\u00e1 a equilibrar a gravidade da nuvem de mat\u00e9ria escura, o que parece ser o caso, Cloud-9 deve ser fortemente dominada por mat\u00e9ria escura, com cerca de 5 mil milh\u00f5es de massas solares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cloud-9 \u00e9 um exemplo das estruturas e dos mist\u00e9rios que n\u00e3o envolvem estrelas. Olhar apenas para as estrelas n\u00e3o d\u00e1 uma imagem completa. O estudo do g\u00e1s e da mat\u00e9ria escura ajuda a compreender melhor o que se passa nestes sistemas que, de outra forma, n\u00e3o seriam conhecidos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Observacionalmente, a identifica\u00e7\u00e3o destas gal\u00e1xias falhadas \u00e9 um desafio porque os objetos pr\u00f3ximos as ofuscam. Estes sistemas s\u00e3o tamb\u00e9m vulner\u00e1veis a efeitos ambientais, como a remo\u00e7\u00e3o de g\u00e1s por press\u00e3o din\u00e2mica, que pode remover g\u00e1s \u00e0 medida que a nuvem se desloca pelo espa\u00e7o intergal\u00e1ctico. Estes factores reduzem ainda mais o seu n\u00famero esperado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gal\u00e1xia falhada<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cloud-9 foi descoberta h\u00e1 tr\u00eas anos, no \u00e2mbito de um levantamento de r\u00e1dio efetuado pelo FAST (Five-hundred-meter Aperture Spherical Telescope), em Guizhou, na China, descoberta posteriormente confirmada pelo GBT (Green Bank Telescope) e pelo VLA (Very Large Array), nos Estados Unidos. Ao contr\u00e1rio da cultura do hemisf\u00e9rio ocidental, a alcunha &#8220;Cloud-9&#8221; n\u00e3o tem qualquer significado para os chineses. Foi simplesmente batizada sequencialmente, tendo sido a nona nuvem de g\u00e1s identificada na periferia de uma gal\u00e1xia espiral pr\u00f3xima, Messier 94 (M94).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A nuvem est\u00e1 pr\u00f3xima de M94 e parece ter uma associa\u00e7\u00e3o f\u00edsica com a gal\u00e1xia. Dados de r\u00e1dio de alta resolu\u00e7\u00e3o mostram ligeiras distor\u00e7\u00f5es no g\u00e1s, possivelmente indicando intera\u00e7\u00e3o entre a nuvem e a gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cloud-9 pode vir a formar uma gal\u00e1xia no futuro, dependendo do facto de se tornar mais massiva. Se fosse muito maior, teria entrado em colapso, formado estrelas e transformado numa gal\u00e1xia que n\u00e3o seria diferente de qualquer outra gal\u00e1xia que vemos. Se fosse muito mais pequena, o g\u00e1s poderia ter-se dispersado e ionizado e n\u00e3o restaria muito. Mas est\u00e1 num ponto ideal onde tamb\u00e9m pode permanecer como uma RELHIC.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta descoberta contribui para a compreens\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias, do Universo primitivo e da natureza da pr\u00f3pria mat\u00e9ria escura. A aus\u00eancia de estrelas neste objeto fornece uma janela \u00fanica para as propriedades intr\u00ednsecas das nuvens de mat\u00e9ria escura. Espera-se que a raridade de tais objetos e o potencial para futuros levantamentos aumentem a descoberta de mais destas &#8220;gal\u00e1xias falhadas&#8221; ou &#8220;rel\u00edquias&#8221;, resultando em conhecimentos sobre o Universo primitivo e a f\u00edsica da mat\u00e9ria escura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Cloud-9_a_new_celestial_object_found_by_Hubble\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esahubble.org\/news\/heic2601\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Hubble (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/hubble\/nasas-hubble-examines-cloud-9-first-of-new-type-of-object\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/news\/starless-dark-matter-failed-galaxy-near-m94\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NRAO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ae1584\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cloud-9:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cloud-9_(RELHIC)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RELHIC (Reionization-Limited H I Cloud):<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/RELHIC\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mat\u00e9ria escura:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Dark_matter\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Messier 94:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.messier.seds.org\/m\/m094.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Messier_94\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>FAST (Five-hundred-meter Aperture Spherical radio Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/fast.bao.ac.cn\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Five-hundred-meter_Aperture_Spherical_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GBT (Green Bank Telescope):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/greenbankobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Green_Bank_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLA (Karl G. Jansky Very Large Array):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.vla.nrao.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/telescopes\/vla\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NRAO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma equipa, utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA, examinou um novo tipo de objeto astron\u00f3mico &#8211; uma nuvem de mat\u00e9ria escura, sem estrelas e rica em g\u00e1s, que \u00e9 considerada uma &#8220;rel\u00edquia&#8221; ou um resqu\u00edcio da forma\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica inicial. 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