{"id":8639,"date":"2026-01-06T07:25:05","date_gmt":"2026-01-06T06:25:05","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8639"},"modified":"2026-01-06T07:25:07","modified_gmt":"2026-01-06T06:25:07","slug":"astronomos-usam-o-webb-para-revelar-a-turbulenta-juventude-da-via-lactea-atraves-de-gemeas-galacticas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2026\/01\/06\/astronomos-usam-o-webb-para-revelar-a-turbulenta-juventude-da-via-lactea-atraves-de-gemeas-galacticas\/","title":{"rendered":"Astr\u00f3nomos usam o Webb para revelar a turbulenta juventude da Via L\u00e1ctea atrav\u00e9s de g\u00e9meas gal\u00e1cticas"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/www.yorku.ca\/news\/wp-content\/uploads\/sites\/242\/2025\/12\/cool_graphic_MW_progenitors.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"477\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/ag4jBsld_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8640\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/ag4jBsld_o.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/ag4jBsld_o-300x140.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/ag4jBsld_o-768x358.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Infogr\u00e1fico das progenitoras da Via L\u00e1ctea por idade do Universo e massa estelar.<br>Cr\u00e9dito: cortesia de Vivian Tan<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A maneira como as gal\u00e1xias re\u00fanem as suas estrelas e crescem ao longo de milhares de milh\u00f5es de anos continua a ser uma das quest\u00f5es centrais da astronomia. Resultados recentes do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, incluindo informa\u00e7\u00f5es de gal\u00e1xias surpreendentemente massivas e evolu\u00eddas no Universo primitivo, s\u00f3 vieram aprofundar o mist\u00e9rio. Compreender como a nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea, foi constru\u00edda ao longo do tempo, \u00e9 uma pe\u00e7a crucial deste mais vasto puzzle c\u00f3smico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um novo estudo liderado por Vivian Tan, doutoranda na Universidade de York, no Canad\u00e1, que estudou sob a supervis\u00e3o do professor da Faculdade de Ci\u00eancias Adam Muzzin, fornece a reconstru\u00e7\u00e3o mais pormenorizada at\u00e9 \u00e0 data de como a Via L\u00e1ctea pode ter evolu\u00eddo desde as suas fases iniciais at\u00e9 \u00e0 espiral estruturada que vemos hoje. Tan e os seus colegas examinaram 877 &#8220;g\u00e9meas da Via L\u00e1ctea&#8221; &#8211; gal\u00e1xias cujas massas e propriedades se aproximam do que os astr\u00f3nomos pensam que a Via L\u00e1ctea tenha sido em diferentes idades ao longo do tempo c\u00f3smico. Ao observar exemplos mais distantes e, portanto, progressivamente mais jovens destas s\u00f3sias gal\u00e1cticas, a equipa tra\u00e7ou, com resultados surpreendentes, uma linha temporal da vida da nossa Gal\u00e1xia. A hist\u00f3ria da nossa Via L\u00e1ctea come\u00e7ou com uma juventude notavelmente tumultuosa antes da sua mais est\u00e1vel idade adulta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As descobertas foram publicadas no passado m\u00eas de novembro na revista The Astrophysical Journal e foram realizadas com o apoio da Ag\u00eancia Espacial Canadiana.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Rebobinando o rel\u00f3gio c\u00f3smico da Via L\u00e1ctea<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As gal\u00e1xias da amostra abrangem um intervalo not\u00e1vel de tempo c\u00f3smico, desde quando o Universo tinha apenas 1,5 mil milh\u00f5es de anos (h\u00e1 12,3 mil milh\u00f5es de anos) at\u00e9 quando tinha 10 mil milh\u00f5es de anos (h\u00e1 3,5 mil milh\u00f5es de anos). A \u00e9poca mais antiga remonta aquando o Universo tinha apenas 10% da sua idade atual, uma fase crucial em que as gal\u00e1xias se transformaram de pequenos sistemas irregulares nas est\u00e1veis gal\u00e1xias de disco que conhecemos hoje.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para levar a cabo este trabalho, a equipa combinou imagens de alta resolu\u00e7\u00e3o do Webb e do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble. As observa\u00e7\u00f5es do Webb prov\u00eam do levantamento CANUCS (Canadian NIRISS Unbiased Cluster Survey), um importante programa canadiano de observa\u00e7\u00e3o que utiliza cinco enxames massivos de gal\u00e1xias como lentes gravitacionais naturais. Estes enxames ampliam as gal\u00e1xias de fundo, revelando estruturas t\u00e9nues que, de outro modo, estariam demasiado distantes e seriam demasiado fracas para serem estudadas em pormenor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O CANUCS tira partido das contribui\u00e7\u00f5es do Canad\u00e1 para a miss\u00e3o do Webb atrav\u00e9s do instrumento NIRISS (Near-Infrared Imager and Slitless Spectrograph), constru\u00eddo pela Ag\u00eancia Espacial Canadiana em parceria com a Universidade de Montreal, o Centro Herzberg de Astronomia e Astrof\u00edsica do Conselho Nacional de Investiga\u00e7\u00e3o do Canad\u00e1 e a empresa aeroespacial canadiana Honeywell. Em troca, os astr\u00f3nomos canadianos receberam valioso tempo de observa\u00e7\u00e3o garantido com o Webb, incluindo os dados que permitiram este estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Construindo gal\u00e1xias de dentro para fora<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A excecional resolu\u00e7\u00e3o espacial do Telesc\u00f3pio James Webb permitiu aos investigadores criar mapas detalhados da massa estelar e da atividade de forma\u00e7\u00e3o estelar em cada gal\u00e1xia. Estes mapas mostram onde j\u00e1 existiam estrelas e onde se estavam a formar novas estrelas em diferentes fases da vida de uma gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em toda a amostra, os resultados apontam para um padr\u00e3o claro: gal\u00e1xias como a nossa Via L\u00e1ctea crescem de dentro para fora. As primeiras g\u00e9meas da Via L\u00e1ctea s\u00e3o dominadas por regi\u00f5es centrais densas e compactas. Com o tempo, as suas partes exteriores &#8211; as regi\u00f5es que mais tarde se tornar\u00e3o o disco &#8211; ganham rapidamente massa e tornam-se os principais locais de forma\u00e7\u00e3o estelar. Esta expans\u00e3o gradual para o exterior cria as estruturas espirais alargadas que vemos nas gal\u00e1xias atuais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os astr\u00f3nomos t\u00eam vindo a modelar a forma\u00e7\u00e3o da Via L\u00e1ctea e de outras gal\u00e1xias espirais h\u00e1 d\u00e9cadas&#8221;, diz a autora principal Tan. &#8220;\u00c9 espantoso que, com o JWST, possamos testar os seus modelos e mapear a forma como as progenitoras da Via L\u00e1ctea crescem com o pr\u00f3prio Universo&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/83\/c4\/78NXMmtP_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/83\/c4\/78NXMmtP_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mosaico de algumas das progenitoras da Via L\u00e1ctea.<br>Cr\u00e9dto: cortesia de Vivian Tan<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Adolesc\u00eancia turbulenta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados mais interessantes do estudo revelam tamb\u00e9m que as gal\u00e1xias jovens, semelhantes \u00e0 Via L\u00e1ctea, viveram em condi\u00e7\u00f5es muito mais ca\u00f3ticas do que as suas cong\u00e9neres mais antigas e evolu\u00eddas. Os sistemas mais jovens e mais distantes apresentam formas altamente perturbadas, caracter\u00edsticas assim\u00e9tricas e evid\u00eancias de intera\u00e7\u00f5es e fus\u00f5es frequentes entre gal\u00e1xias. Estas perturba\u00e7\u00f5es s\u00e3o sinais de um ambiente din\u00e2mico onde as gal\u00e1xias estavam constantemente a colidir, a acretar mat\u00e9ria e a desencadear intensos surtos de forma\u00e7\u00e3o estelar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em contraste, as g\u00e9meas da Via L\u00e1ctea em tempos c\u00f3smicos posteriores parecem muito mais est\u00e1veis e ordenadas. As suas estruturas s\u00e3o mais harmoniosas, a forma\u00e7\u00e3o de estrelas est\u00e1 distribu\u00edda de modo mais uniforme e os sinais de grandes intera\u00e7\u00f5es tornam-se muito menos comuns. No geral, apontam para uma Via L\u00e1ctea com um passado mais ca\u00f3tico do que esper\u00e1vamos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Comparando observa\u00e7\u00f5es e simula\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tan e colaboradores compararam as suas observa\u00e7\u00f5es com simula\u00e7\u00f5es computacionais de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o que acompanham a evolu\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias semelhantes \u00e0 Via L\u00e1ctea. As simula\u00e7\u00f5es concordam, de um modo geral, com o crescimento de dentro para fora observado e com a atividade inicial de agrega\u00e7\u00e3o e fus\u00e3o. No entanto, por vezes n\u00e3o conseguem reproduzir a elevada compacidade central observada nas gal\u00e1xias mais antigas e subestimam a rapidez com que a massa se acumula nas regi\u00f5es exteriores h\u00e1 8-11 mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas diferen\u00e7as fornecem restri\u00e7\u00f5es importantes sobre o feedback, as taxas de fus\u00e3o e os modelos de forma\u00e7\u00e3o de disco, e real\u00e7am a necessidade de refinar as previs\u00f5es te\u00f3ricas na era do Webb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Com o apoio das primeiras informa\u00e7\u00f5es do Webb<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este estudo constitui um marco significativo para a crescente lideran\u00e7a do Canad\u00e1 na investiga\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias com o Webb. Com o instrumento NIRISS e o levantamento CANUCS a continuarem a fornecer dados excecionalmente profundos e de alta resolu\u00e7\u00e3o, os astr\u00f3nomos v\u00e3o voltar-se para amostras ainda maiores de sistemas semelhantes \u00e0 Via L\u00e1ctea e alargar a sua an\u00e1lise para incluir o conte\u00fado de g\u00e1s, poeira e estrutura cinem\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este estudo \u00e9 um passo significativo na compreens\u00e3o das primeiras fases da forma\u00e7\u00e3o da nossa Gal\u00e1xia&#8221;, diz Muzzin, coautor do estudo. &#8220;No entanto, o telesc\u00f3pio espacial ainda n\u00e3o chegou aos seus limites. Nos pr\u00f3ximos anos, com a combina\u00e7\u00e3o do JWST e das lentes gravitacionais, podemos passar da observa\u00e7\u00e3o de g\u00e9meas da Via L\u00e1ctea com 10% da sua idade atual para uns meros 3% da sua idade atual, fases verdadeiramente embrion\u00e1rias da sua forma\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta equipa e v\u00e1rias equipas internacionais t\u00eam j\u00e1 programadas futuras observa\u00e7\u00f5es a fazer com o Webb. Combinadas com simula\u00e7\u00f5es atualizadas, estas observa\u00e7\u00f5es ajudar\u00e3o a determinar com precis\u00e3o quando \u00e9 que gal\u00e1xias como a nossa Via L\u00e1ctea se estabelecem em discos est\u00e1veis, quanto tempo duram as fases turbulentas e quais os processos f\u00edsicos que determinam a transi\u00e7\u00e3o entre elas. Ao expandir este trabalho, a equipa pretende construir uma imagem cada vez mais completa da forma como gal\u00e1xias como a nossa reuniram as suas estrelas e evolu\u00edram desde o in\u00edcio do Universo at\u00e9 aos dias de hoje.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.yorku.ca\/news\/2025\/12\/18\/canadian-astronomers-use-webb-to-uncover-milky-ways-turbulent-youth-through-galactic-twins\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de York (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/ae0ffe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galaxy_formation_and_evolution\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Via L\u00e1ctea:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Milky_Way\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/more\/mw.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CANUCS (Canadian NIRISS Unbiased Cluster Survey):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/niriss.github.io\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A maneira como as gal\u00e1xias re\u00fanem as suas estrelas e crescem ao longo de milhares de milh\u00f5es de anos continua a ser uma das quest\u00f5es centrais da astronomia. 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