{"id":8601,"date":"2025-12-23T07:20:17","date_gmt":"2025-12-23T06:20:17","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8601"},"modified":"2025-12-23T07:20:20","modified_gmt":"2025-12-23T06:20:20","slug":"webb-observa-um-planeta-cuja-composicao-desafia-todas-as-explicacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/12\/23\/webb-observa-um-planeta-cuja-composicao-desafia-todas-as-explicacoes\/","title":{"rendered":"Webb observa um planeta cuja composi\u00e7\u00e3o desafia todas as explica\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/missions\/webb\/science\/2025\/12\/STScI-01KCA5QVVEN9JXBF8Y9996CMGP.jpg\/jcr:content\/renditions\/Full%20Res%20(for%20display).jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Di0UbKcd_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8602\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Di0UbKcd_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Di0UbKcd_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Di0UbKcd_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Di0UbKcd_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra o aspeto que o exoplaneta PSR J2322-2650b (\u00e0 esquerda) poder\u00e1 ter \u00e0 medida que orbita uma estrela de neutr\u00f5es que gira rapidamente, chamada pulsar (\u00e0 direita). As for\u00e7as gravitacionais do pulsar, muito mais massivo, est\u00e3o a puxar o mundo de massa semelhante \u00e0 de J\u00fapiter para uma bizarra forma de lim\u00e3o.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Ralf Crawford (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cientistas, utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, observaram um tipo raro de exoplaneta, ou planeta para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, cuja composi\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica desafia a nossa compreens\u00e3o de como foi formado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Oficialmente designado PSR J2322-2650b, este objeto de massa semelhante \u00e0 de J\u00fapiter parece ter uma atmosfera ex\u00f3tica, dominada por h\u00e9lio e carbono, diferente de qualquer outra j\u00e1 observada. \u00c9 prov\u00e1vel que flutuem no ar nuvens de fuligem e, nas profundezas do planeta, estas nuvens de carbono possam condensar-se e formar diamantes. O modo como o planeta surgiu \u00e9 um mist\u00e9rio. O artigo cient\u00edfico foi publicado a semana passada na revista The Astrophysical Journal Letters.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Isto foi uma surpresa absoluta&#8221;, disse o coautor do estudo, Peter Gao, do EPL (Earth and Planets Laboratory) de Carnegie, em Washington. &#8220;Lembro-me que depois de recebermos os dados, a nossa rea\u00e7\u00e3o coletiva foi &#8216;Que raio \u00e9 isto?&#8217; \u00c9 extremamente diferente do que esper\u00e1vamos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este objeto de massa planet\u00e1ria j\u00e1 era conhecido por orbitar um pulsar, uma estrela de neutr\u00f5es que gira rapidamente. Um pulsar emite feixes de radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica a intervalos regulares que variam tipicamente entre milissegundos e segundos. Estes feixes pulsantes s\u00f3 podem ser vistos quando est\u00e3o a apontar diretamente para a Terra, tal como os feixes de um farol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pensa-se que este pulsar de milissegundo esteja a emitir sobretudo raios gama e outras part\u00edculas altamente energ\u00e9ticas, que s\u00e3o invis\u00edveis \u00e0 vis\u00e3o infravermelha do Webb. Sem uma estrela brilhante no caminho, os cientistas podem estudar o planeta em pormenor ao longo de toda a sua \u00f3rbita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este sistema \u00e9 \u00fanico porque conseguimos ver o planeta iluminado pela sua estrela hospedeira, mas sem ver a estrela hospedeira de todo&#8221;, disse Maya Beleznay, aluna de doutoramento na Universidade de Stanford, na Calif\u00f3rnia, que trabalhou na modela\u00e7\u00e3o da forma do planeta e na geometria da sua \u00f3rbita. &#8220;Assim, obtemos um espetro realmente puro. E podemos estudar este sistema com mais pormenor do que os exoplanetas normais&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O planeta orbita uma estrela que \u00e9 completamente bizarra &#8211; com a massa do Sol, mas do tamanho de uma cidade&#8221;, disse Michael Zhang da Universidade de Chicago, o investigador principal deste estudo. &#8220;Este \u00e9 um novo tipo de atmosfera planet\u00e1ria que nunca ningu\u00e9m viu antes. Em vez de encontrarmos as mol\u00e9culas normais que esperamos ver num exoplaneta &#8211; como \u00e1gua, metano e di\u00f3xido de carbono &#8211; vimos carbono molecular, especificamente C<sub>3<\/sub>&nbsp;e C<sub>2<\/sub>&#8220;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O carbono molecular \u00e9 muito invulgar porque, a estas temperaturas, se houver outros tipos de \u00e1tomos na atmosfera, o carbono ligar-se-\u00e1 a eles (as temperaturas no planeta variam entre os 650\u00ba C, nos pontos mais frios do lado noturno, e os 2040\u00ba C nos pontos mais quentes do lado diurno). O carbono molecular s\u00f3 \u00e9 dominante se quase n\u00e3o houver oxig\u00e9nio ou azoto. Dos cerca de 150 planetas que os astr\u00f3nomos estudaram dentro e fora do Sistema Solar, nenhum outro tem carbono molecular detet\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">PSR J2322-2650b est\u00e1 extraordinariamente perto da sua estrela, a apenas 1,6 milh\u00f5es de quil\u00f3metros de dist\u00e2ncia. Em contraste, a dist\u00e2ncia da Terra ao Sol \u00e9 de cerca de 150 milh\u00f5es de quil\u00f3metros. Devido \u00e0 sua \u00f3rbita extremamente \u00edntima, o ano inteiro do exoplaneta &#8211; o tempo que demora a dar a volta \u00e0 sua estrela &#8211; \u00e9 de apenas 7,8 horas. As for\u00e7as gravitacionais do pulsar, muito mais massivo, est\u00e3o a puxar o planeta de massa semelhante \u00e0 de J\u00fapiter para uma bizarra forma de lim\u00e3o.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/missions\/webb\/science\/2025\/12\/STScI-01KCA5NP86W9K3M53DHCQMKB3H.jpg\/jcr:content\/renditions\/Full%20Res%20(for%20display).jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/45\/a1\/cjtaG4w9_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta impress\u00e3o art\u00edstica mostra o poss\u00edvel aspeto do exoplaneta PSR J2322-2650b. As for\u00e7as gravitacionais do pulsar muito mais massivo que orbita est\u00e3o a puxar o mundo de massa semelhante \u00e0 de J\u00fapiter para esta bizarra forma de lim\u00e3o.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Ralf Crawford (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em conjunto, a estrela e o exoplaneta podem ser considerados um sistema &#8220;vi\u00fava negra&#8221;, embora n\u00e3o seja um exemplo t\u00edpico. Os sistemas vi\u00fava negra s\u00e3o um tipo raro de sistema duplo em que um pulsar de rota\u00e7\u00e3o r\u00e1pida est\u00e1 emparelhado com uma companheira estelar pequena e de baixa massa. No passado, o material da companheira foi projetado para o pulsar, fazendo com que este girasse mais depressa ao longo do tempo, o que originou um forte vento. Esse vento e a radia\u00e7\u00e3o bombardeiam e evaporam a companheira mais pequena e menos massiva. Tal como a aranha que lhe d\u00e1 o nome, o pulsar consome lentamente a sua infeliz companheira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas, neste caso, a companheira \u00e9 oficialmente considerada um exoplaneta e n\u00e3o uma estrela. A UAI (Uni\u00e3o Astron\u00f3mica Internacional) define um exoplaneta como um corpo celeste com menos de 13 massas de J\u00fapiter que orbita uma estrela, uma an\u00e3 castanha ou um remanescente estelar, como um pulsar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dos 6000 exoplanetas conhecidos, este \u00e9 o \u00fanico que faz lembrar um gigante gasoso (com massa, raio e temperatura semelhantes aos de um J\u00fapiter quente) a orbitar um pulsar. S\u00f3 se sabe de uma m\u00e3o-cheia de pulsares que t\u00eam planetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta coisa formou-se como um planeta normal? N\u00e3o, porque a composi\u00e7\u00e3o \u00e9 completamente diferente&#8221;, disse Zhang. &#8220;Ser\u00e1 que se formou ao despir o exterior de uma estrela, como se formam os sistemas &#8216;normais&#8217; de vi\u00favas negras? Provavelmente n\u00e3o, porque a f\u00edsica nuclear n\u00e3o produz carbono puro. \u00c9 muito dif\u00edcil imaginar como se obt\u00e9m esta composi\u00e7\u00e3o extremamente rica em carbono. Parece excluir todos os mecanismos de forma\u00e7\u00e3o conhecidos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O coautor do estudo, Roger Romani, da Universidade de Stanford e do KIPAC (Kavli Institute for Particle Astrophysics and Cosmology), prop\u00f5e um fen\u00f3meno interessante que poderia ocorrer na atmosfera \u00fanica. &#8220;\u00c0 medida que a companheira arrefece, a mistura de carbono e oxig\u00e9nio no seu interior come\u00e7a a cristalizar&#8221;, disse Romani. &#8220;Os cristais de carbono puro flutuam para o topo e misturam-se com o h\u00e9lio, e \u00e9 isso que vemos. Mas depois algo tem de acontecer para manter o oxig\u00e9nio e o azoto afastados. E \u00e9 a\u00ed que entra o mist\u00e9rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Mas \u00e9 bom n\u00e3o saber tudo&#8221;, disse Romani. &#8220;Estou ansioso por aprender mais sobre a peculiaridade desta atmosfera. \u00c9 fant\u00e1stico ter um puzzle para tentar resolver&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com a sua vis\u00e3o infravermelha e sensibilidade requintada, esta \u00e9 uma descoberta que s\u00f3 o telesc\u00f3pio Webb poderia fazer. O seu posicionamento a um milh\u00e3o e meio de quil\u00f3metros da Terra e o seu enorme escudo solar mant\u00eam os instrumentos muito frios, o que \u00e9 necess\u00e1rio para estas observa\u00e7\u00f5es. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel efetuar este estudo a partir do solo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasas-webb-observes-exoplanet-whose-composition-defies-explanation\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.uchicago.edu\/story\/nasas-webb-telescope-finds-bizarre-atmosphere-lemon-shaped-exoplanet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Chicago (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ae157c\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Exoplanet PSR J2322-2650b Orbiting a Pulsar\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oBf1GFkFjdc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>PSR J2322-2650b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/psr-j2322-2650-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/PSR%20J2322-2650b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/psr_j2322_2650_b--7673\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/PSR_J2322%E2%88%922650_b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas de neutr\u00f5es:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Neutron_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.astro.umd.edu\/~miller\/nstar.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Maryland<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pulsares:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Pulsar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cientistas, utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, observaram um tipo raro de exoplaneta, ou planeta para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, cuja composi\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica desafia a nossa compreens\u00e3o de como foi formado. 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