{"id":8592,"date":"2025-12-16T07:18:01","date_gmt":"2025-12-16T06:18:01","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8592"},"modified":"2025-12-16T07:18:04","modified_gmt":"2025-12-16T06:18:04","slug":"webb-deteta-uma-atmosfera-espessa-em-torno-de-um-escaldante-mundo-de-lava","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/12\/16\/webb-deteta-uma-atmosfera-espessa-em-torno-de-um-escaldante-mundo-de-lava\/","title":{"rendered":"Webb deteta uma atmosfera espessa em torno de um escaldante mundo de lava"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/missions\/webb\/science\/2025\/12\/STScI-01KC4MQAWRDJGA1YGP0ABFGSKC.tif\/jcr:content\/renditions\/Full%20Res%20(Display).jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/rHR8c1Dm_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8593\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/rHR8c1Dm_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/rHR8c1Dm_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/rHR8c1Dm_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/rHR8c1Dm_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta impress\u00e3o de artista mostra o poss\u00edvel aspeto da super-Terra ultraquente TOI-561 b e da sua estrela, com base em observa\u00e7\u00f5es do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA e de outros observat\u00f3rios. Os dados do Webb sugerem que o exoplaneta est\u00e1 rodeado por uma atmosfera espessa sobre um oceano de magma.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Ralf Crawford (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Investigadores, utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, detetaram as evid\u00eancias mais fortes da exist\u00eancia de uma atmosfera num planeta rochoso para l\u00e1 do nosso Sistema Solar. As observa\u00e7\u00f5es da super-Terra ultraquente TOI-561 b sugerem que o exoplaneta est\u00e1 rodeado por um espesso manto de gases sobre um oceano global de magma. Os resultados ajudam a explicar a densidade invulgarmente baixa do planeta e desafiam a ideia dominante de que planetas relativamente pequenos e t\u00e3o pr\u00f3ximos das suas estrelas n\u00e3o s\u00e3o capazes de manter atmosferas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com um raio de cerca de 1,4 vezes o da Terra e um per\u00edodo orbital inferior a 11 horas, TOI-561 b pertence a uma classe rara de objetos conhecidos como exoplanetas de per\u00edodo ultracurto. Embora a sua estrela hospedeira seja apenas ligeiramente mais pequena e mais fria do que o Sol, TOI-561 b orbita t\u00e3o perto da estrela &#8211; menos um-quadrag\u00e9simo da dist\u00e2ncia entre Merc\u00fario e o Sol &#8211; que deve sofrer acoplamento de mar\u00e9, com a temperatura do seu lado diurno permanente a exceder de longe a temperatura de fus\u00e3o de uma t\u00edpica rocha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O que realmente distingue este planeta \u00e9 a sua densidade anormalmente baixa&#8221;, disse Johanna Teske, cientista da equipa do EPL (Earth and Planets Laboratory) do Instituto Carnegie e autora principal de um artigo cient\u00edfico publicado na passada quinta-feira na revista The Astrophysical Journal Letters. &#8220;N\u00e3o \u00e9 superinchado, mas \u00e9 menos denso do que seria de esperar se tivesse uma composi\u00e7\u00e3o semelhante \u00e0 da Terra&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma explica\u00e7\u00e3o que a equipa considerou para a baixa densidade do planeta foi a de que poderia ter um n\u00facleo de ferro relativamente pequeno e um manto feito de rocha que n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o densa como a rocha da Terra. Teske nota que isto pode fazer sentido: &#8220;TOI-561 b distingue-se dos planetas de per\u00edodo ultracurto por orbitar uma estrela muito velha (duas vezes mais velha que o Sol), pobre em ferro, numa regi\u00e3o da Via L\u00e1ctea conhecida como o disco espesso. Deve ter sido formado num ambiente qu\u00edmico muito diferente do dos planetas do nosso Sistema Solar&#8221;. A composi\u00e7\u00e3o do planeta pode ser representativa dos planetas que se formaram quando o Universo era relativamente jovem.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/missions\/webb\/science\/2025\/12\/STScI-01KC4ME817YFSC42RQA90SP2TF.tif\/jcr:content\/renditions\/Full%20Res%20(Display).jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/9c\/f4\/6DwM9lkv_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ilustra\u00e7\u00e3o que mostra o poss\u00edvel aspeto de uma atmosfera espessa sobre um vasto oceano de magma no exoplaneta TOI-561 b. Medi\u00e7\u00f5es obtidas pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA sugerem que, apesar da intensa radia\u00e7\u00e3o que recebe da sua estrela, TOI-561 b n\u00e3o \u00e9 uma rocha nua.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Ralf Crawford (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas uma composi\u00e7\u00e3o ex\u00f3tica n\u00e3o consegue explicar tudo. A equipa tamb\u00e9m suspeita que TOI-561 b possa estar rodeado por uma atmosfera espessa que o faz parecer maior do que realmente \u00e9. Embora n\u00e3o se espere que planetas pequenos que passaram milhares de milh\u00f5es de anos a &#8220;cozer&#8221; na abrasadora radia\u00e7\u00e3o estelar tenham atmosferas, alguns mostram sinais de que n\u00e3o s\u00e3o apenas rocha nua ou lava.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para testar a hip\u00f3tese de TOI-561 b ter uma atmosfera, a equipa usou o NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) do Webb para medir a temperatura diurna do planeta com base no seu brilho no infravermelho pr\u00f3ximo. A t\u00e9cnica, que envolve a medi\u00e7\u00e3o da diminui\u00e7\u00e3o do brilho do sistema estrela-planeta \u00e0 medida que o planeta se move atr\u00e1s da estrela, \u00e9 semelhante \u00e0 utilizada para procurar atmosferas no sistema TRAPPIST-1 e noutros mundos rochosos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se TOI-561 b for uma rocha nua sem atmosfera para transportar o calor para o lado noturno, a sua temperatura diurna deveria aproximar-se dos 2700\u00ba C. Mas as observa\u00e7\u00f5es do NIRSpec mostram que o lado diurno do planeta parece estar mais perto dos 1800\u00ba C &#8211; ainda extremamente quente, mas muito mais fresco do que o esperado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para explicar os resultados, a equipa considerou alguns cen\u00e1rios diferentes. O oceano de magma poderia fazer circular algum calor, mas sem uma atmosfera, o lado noturno seria provavelmente s\u00f3lido, limitando o fluxo do lado diurno. Uma fina camada de vapor de rocha na superf\u00edcie do oceano de magma tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel, mas por si s\u00f3 teria um efeito de arrefecimento muito menor do que o observado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Precisamos realmente de uma atmosfera espessa e rica em vol\u00e1teis para explicar todas as observa\u00e7\u00f5es&#8221;, disse Anjali Piette, coautora da Universidade de Birmingham, Reino Unido.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/missions\/webb\/science\/2025\/12\/STScI-01K6JTBV7SJ3JN2KBWF5WADM1H.tif\/jcr:content\/renditions\/Full%20Res%20(Display).jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/b5\/0e\/cMXc991u_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Um espetro de emiss\u00e3o captado pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA em maio de 2024 mostra o brilho de diferentes comprimentos de onda da luz no infravermelho pr\u00f3ximo emitida pelo exoplaneta TOI-561 b. A compara\u00e7\u00e3o dos dados com modelos sugere que o planeta est\u00e1 rodeado por uma atmosfera rica em vol\u00e1teis.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Ralf Crawford (STScI); ci\u00eancia &#8211; Johanna Teske (EPL do Instituto Carnegie), Anjali Piette (Universidade de Birmingham), Tim Lichtenberg (Groningen), Nicole Wallack (EPL do Instituto Carnegie)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Ventos fortes arrefeceriam o lado diurno, transportando o calor para o lado noturno. Gases como o vapor de \u00e1gua absorveriam alguns comprimentos de onda da luz infravermelha emitida pela superf\u00edcie antes de chegarem \u00e0 atmosfera (o planeta pareceria mais frio porque o telesc\u00f3pio deteta menos luz). Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel que existam nuvens brilhantes de silicato que arrefecem a atmosfera refletindo a luz estelar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora as observa\u00e7\u00f5es do Webb forne\u00e7am evid\u00eancias convincentes da exist\u00eancia de uma tal atmosfera, a quest\u00e3o mant\u00e9m-se: como \u00e9 que um pequeno planeta exposto a uma radia\u00e7\u00e3o t\u00e3o intensa consegue manter uma atmosfera, quanto mais uma t\u00e3o substancial? Alguns gases devem estar a escapar para o espa\u00e7o, mas talvez n\u00e3o t\u00e3o eficazmente como se esperava.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Pensamos que existe um equil\u00edbrio entre o oceano de magma e a atmosfera. Ao mesmo tempo que os gases est\u00e3o a sair do planeta para alimentar a atmosfera, o oceano de magma est\u00e1 a sug\u00e1-los de volta para o interior&#8221;, disse o coautor Tim Lichtenberg, da Universidade de Groningen, nos Pa\u00edses Baixos. &#8220;Este planeta deve ser muito, muito mais rico em vol\u00e1teis do que a Terra para explicar as observa\u00e7\u00f5es. \u00c9 realmente como uma bola de lava h\u00famida&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes s\u00e3o os primeiros resultados do Programa GO (General Observers) #3860 do Webb, que envolveu a observa\u00e7\u00e3o cont\u00ednua do sistema durante mais de 37 horas enquanto TOI-561 b completava quase quatro \u00f3rbitas completas em torno da estrela. A equipa est\u00e1 atualmente a analisar o conjunto completo de dados para mapear toda a temperatura \u00e0 volta do planeta e para determinar a composi\u00e7\u00e3o da atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O que \u00e9 realmente excitante \u00e9 que este novo conjunto de dados est\u00e1 a abrir ainda mais quest\u00f5es do que aquelas a que est\u00e1 a responder&#8221;, disse Teske.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasas-webb-detects-thick-atmosphere-around-broiling-lava-world\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/carnegiescience.edu\/ultra-hot-lava-world-has-thick-atmosphere-upending-expectations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Instituto Carnegie (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.birmingham.ac.uk\/news\/2025\/scientists-detect-atmosphere-on-molten-rocky-exoplanet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Birmingham (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.rug.nl\/fse\/news\/matter-and-space\/james-webb-space-telescope-detects-thick-atmosphere-around-broiling-lava-world\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Groningen (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ae0a4c\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TOI-561 b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/toi-561-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/TOI-561%20b#planet_TOI-561-b_collapsible\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi_561_b--7486\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TOI-561_b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Ultra-short_period_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplaneta de per\u00edodo ultracurto (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Investigadores, utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, detetaram as evid\u00eancias mais fortes da exist\u00eancia de uma atmosfera num planeta rochoso para l\u00e1 do nosso Sistema 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