{"id":8583,"date":"2025-12-12T07:29:42","date_gmt":"2025-12-12T06:29:42","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8583"},"modified":"2025-12-12T07:29:43","modified_gmt":"2025-12-12T06:29:43","slug":"webb-identifica-a-supernova-mais-antiga-ate-a-data-e-mostra-a-galaxia-que-a-acolhe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/12\/12\/webb-identifica-a-supernova-mais-antiga-ate-a-data-e-mostra-a-galaxia-que-a-acolhe\/","title":{"rendered":"Webb identifica a supernova mais antiga at\u00e9 \u00e0 data e mostra a gal\u00e1xia que a acolhe"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2523a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"909\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/hSt93GX1_o-1024x909.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8584\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/hSt93GX1_o-1024x909.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/hSt93GX1_o-300x266.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/hSt93GX1_o-768x682.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/hSt93GX1_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA identificou a fonte de um superbrilhante clar\u00e3o de luz conhecido como uma explos\u00e3o de raios gama: uma supernova que explodiu quando o Universo tinha apenas 730 milh\u00f5es de anos. As imagens de alta resolu\u00e7\u00e3o no infravermelho pr\u00f3ximo, pelo Webb, tamb\u00e9m detetaram a gal\u00e1xia hospedeira da supernova. As suas observa\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas verificaram os dados obtidos por outros telesc\u00f3pios que seguiram a emiss\u00e3o brilhante de uma explos\u00e3o de raios gama que entrou em cena em meados de mar\u00e7o.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, A. Levan (IMAPP); processamento de Imagem &#8211; A. Pagan (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA confirmou a origem de um clar\u00e3o de luz conhecido como uma explos\u00e3o de raios gama, gerado pela destrui\u00e7\u00e3o de uma estrela massiva quando o Universo tinha apenas 730 milh\u00f5es de anos. Pela primeira vez, para um evento t\u00e3o remoto, o telesc\u00f3pio permitiu a dete\u00e7\u00e3o da gal\u00e1xia hospedeira da supernova. As observa\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas do Webb confirmaram os dados obtidos por telesc\u00f3pios de todo o mundo que tinham estado a seguir a explos\u00e3o de raios gama desde o seu in\u00edcio, que ocorreu em meados de mar\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com esta observa\u00e7\u00e3o, o Webb tamb\u00e9m bateu o seu pr\u00f3prio recorde: a anterior supernova &#8220;vencedora&#8221; existiu numa \u00e9poca em que o Universo tinha 1,8 mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Apenas o Webb p\u00f4de mostrar diretamente que esta luz \u00e9 de uma supernova &#8211; uma estrela massiva em colapso&#8221;, disse Andrew Levan, o autor principal de um dos dois novos artigos cient\u00edficos publicados na revista Astronomy &amp; Astrophysics Letters e professor na Universidade Radboud em N\u0133megen, Pa\u00edses Baixos, e na Universidade de Warwick, no Reino Unido. &#8220;Esta observa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m demonstra que podemos usar o Webb para encontrar estrelas individuais quando o Universo tinha apenas 5% da sua idade atual&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao passo que uma explos\u00e3o de raios gama dura tipicamente entre segundos e minutos, uma supernova aumenta rapidamente de brilho ao longo de v\u00e1rias semanas antes de desvanecer lentamente. Em contraste, esta supernova brilhou durante meses. Uma vez que explodiu t\u00e3o cedo na hist\u00f3ria do Universo, a sua luz foi esticada enquanto o cosmos se expandia ao longo de milhares de milh\u00f5es de anos. \u00c0 medida que a luz \u00e9 esticada, tamb\u00e9m \u00e9 esticado o tempo que os eventos demoram a desenrolar-se. As observa\u00e7\u00f5es do Webb foram intencionalmente efetuadas tr\u00eas meses e meio ap\u00f3s o fim da explos\u00e3o de raios gama, uma vez que se esperava que a supernova subjacente fosse mais brilhante nessa altura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O Webb proporcionou o r\u00e1pido e sens\u00edvel acompanhamento de que precis\u00e1vamos&#8221;, disse Benjamin Schneider, coautor e investigador p\u00f3s-doc no Laboratoire d&#8217;Astrophysique de Marseille, em Fran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As explos\u00f5es de raios gama s\u00e3o incrivelmente raras. As que duram alguns segundos podem ser causadas pela colis\u00e3o de duas estrelas de neutr\u00f5es ou de uma estrela de neutr\u00f5es e um buraco negro. Explos\u00f5es mais longas como esta, que durou cerca de 10 segundos, est\u00e3o frequentemente ligadas \u00e0 morte explosiva de estrelas massivas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2523c.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/a5\/05\/QJHmAcIa_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta ilustra\u00e7\u00e3o em duas partes representa a supernova GRB 250314A quando estava a explodir e tr\u00eas meses depois, quando foi observada por Webb. O Webb confirmou que a supernova ocorreu quando o Universo tinha apenas 730 milh\u00f5es de anos.<br>\u00c0 esquerda, os jatos caracter\u00edsticos de uma explos\u00e3o de raios gama podem ser vistos a perfurar o material que foi ejetado pela explos\u00e3o da supernova.<br>\u00c0 direita, a supernova brilha atrav\u00e9s do g\u00e1s que continua a sair da explos\u00e3o.<br>Ao fundo, a gal\u00e1xia hospedeira da supernova cont\u00e9m v\u00e1rias regi\u00f5es brilhantes de forma\u00e7\u00e3o estelar.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, L. Hustak (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Investiga\u00e7\u00e3o imediata e c\u00e9lere da fonte<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O primeiro alerta soou a 14 de mar\u00e7o de 2025. A not\u00edcia da explos\u00e3o de raios gama de uma fonte muito distante veio da miss\u00e3o SVOM (Space-based multi-band astronomical Variable Objects Monitor), um telesc\u00f3pio franco-chin\u00eas lan\u00e7ado em 2024 e concebido para detetar eventos transientes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No espa\u00e7o de uma hora e meia, o Observat\u00f3rio Neil Gehrels Swift, da NASA, localizou a fonte de raios X no c\u00e9u. Isso permitiu observa\u00e7\u00f5es subsequentes que determinaram a dist\u00e2ncia para o Webb. Onze horas mais tarde, o NOT (Nordic Optical Telescope), nas Ilhas Can\u00e1rias, Espanha, revelou um brilho remanescente infravermelho da explos\u00e3o de raios gama, uma indica\u00e7\u00e3o de que os raios gama poderiam estar associados a um objeto muito distante. Quatro horas mais tarde, o VLT (Very Large Telescope) do ESO, no Chile, estimou que o objeto existia 730 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Nos \u00faltimos 50 anos, apenas algumas explos\u00f5es de raios gama foram detetadas nos primeiros mil milh\u00f5es de anos do Universo&#8221;, disse Levan. &#8220;Este evento em particular \u00e9 muito raro e muito excitante&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Incrivelmente semelhante a supernovas pr\u00f3ximas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma vez que esta \u00e9 a supernova mais antiga e mais distante detetada at\u00e9 \u00e0 data, os investigadores compararam-na com o que conhecem em grande detalhe &#8211; supernovas modernas e pr\u00f3ximas. As duas revelaram-se muito semelhantes, o que os surpreendeu.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Porqu\u00ea? Ainda pouco se sabe sobre os primeiros mil milh\u00f5es de anos do Universo. \u00c9 prov\u00e1vel que as primeiras estrelas contivessem menos elementos pesados, fossem mais massivas e tivessem vidas mais curtas. Tamb\u00e9m existiram durante a \u00c9poca da Reioniza\u00e7\u00e3o, quando o g\u00e1s entre as gal\u00e1xias era em grande parte opaco \u00e0 luz altamente energ\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Come\u00e7\u00e1mos com a mente aberta&#8221;, disse Nial Tanvir, coautor e professor na Universidade de Leicester, no Reino Unido. &#8220;E eis que o Webb mostrou que esta supernova se parece exatamente com as supernovas modernas&#8221;. Antes de os investigadores poderem determinar por que raz\u00e3o uma supernova t\u00e3o antiga \u00e9 semelhante \u00e0s supernovas mais pr\u00f3ximas, s\u00e3o necess\u00e1rios mais dados para identificar pequenas diferen\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Primeiro olhar sobre a gal\u00e1xia hospedeira da supernova<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As observa\u00e7\u00f5es do Webb indicam que esta gal\u00e1xia distante \u00e9 semelhante a outras gal\u00e1xias que existiram na mesma altura&#8221;, disse Emeric Le Floc&#8217;h, coautor e astr\u00f3nomo do CEA Paris-Saclay (Commissariat \u00e0 l&#8217;\u00c9nergie Atomique et aux \u00c9nergies Alternatives) em Fran\u00e7a. Uma vez que a luz da gal\u00e1xia est\u00e1 misturada em poucos pix\u00e9is, fazendo com que a gal\u00e1xia pare\u00e7a uma mancha avermelhada, o que podemos aprender sobre ela \u00e9 ainda limitado. O mero facto de a conseguirmos observar \u00e9, em si, um avan\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores j\u00e1 t\u00eam planos para voltar a incluir o Webb no esfor\u00e7o internacional para aprender mais sobre as explos\u00f5es de raios gama emitidas por objetos no Universo primitivo. A equipa foi aprovada para observar eventos com o Webb e tem agora um novo objetivo: aprender mais sobre gal\u00e1xias no Universo distante, captando o brilho remanescente das pr\u00f3prias explos\u00f5es de raios gama. &#8220;Esse brilho ajudar\u00e1 o Webb a ver mais e dar-nos-\u00e1 uma &#8216;impress\u00e3o digital&#8217; da gal\u00e1xia&#8221;, disse Levan.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2523\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Webb_identifies_earliest_supernova_to_date\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasas-webb-identifies-earliest-supernova-to-date-shows-host-galaxy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.aanda.org\/articles\/aa\/full_html\/2025\/12\/aa56581-25\/aa56581-25.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (Astronomy &amp; Astrophysics Letters)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.aanda.org\/articles\/aa\/full_html\/2025\/12\/aa56580-25\/aa56580-25.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (Astronomy &amp; Astrophysics Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Supernova:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Type_Ib_and_Ic_supernovae\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Supernova do Tipo Ic (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Explos\u00e3o de raios gama (ou GRB, sigla inglesa para &#8220;gamma-ray burst&#8221;):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gamma_ray_burst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SVOM (Space-based multi-band astronomical Variable Objects Monitor):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.svom.eu\/en\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Space_Variable_Objects_Monitor\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Neil Gehrels Swift:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/swift\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Swift_Gamma-Ray_Burst_Mission\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NOT (Nordic Optical Telescope):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.not.iac.es\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Nordic_Optical_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLT (Very Large Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA confirmou a origem de um clar\u00e3o de luz conhecido como uma explos\u00e3o de raios gama, gerado pela destrui\u00e7\u00e3o de uma estrela massiva quando o Universo tinha apenas 730 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8584,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,16,1],"tags":[1640,2020,387,1291,255,213,2021,107],"class_list":["post-8583","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-grb","tag-grb-250314a","tag-jwst","tag-not","tag-swift","tag-supernova","tag-svom","tag-vlt"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8583","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8583"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8583\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8585,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8583\/revisions\/8585"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8584"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8583"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8583"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8583"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}