{"id":8555,"date":"2025-12-02T07:14:46","date_gmt":"2025-12-02T06:14:46","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8555"},"modified":"2025-12-02T07:14:47","modified_gmt":"2025-12-02T06:14:47","slug":"cientistas-observam-pela-primeira-vez-a-regiao-mais-interior-de-um-polar-intermedio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/12\/02\/cientistas-observam-pela-primeira-vez-a-regiao-mais-interior-de-um-polar-intermedio\/","title":{"rendered":"Cientistas observam, pela primeira vez, a regi\u00e3o mais interior de um &#8220;polar interm\u00e9dio&#8221;"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/news.mit.edu\/sites\/default\/files\/download\/202511\/MIT-polarized-dwarf-01-press.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/b3M47sDr_o-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8556\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/b3M47sDr_o-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/b3M47sDr_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/b3M47sDr_o-768x512.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/b3M47sDr_o-310x205.jpg 310w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/b3M47sDr_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma estrela an\u00e3 branca mais pequena (\u00e0 esquerda) puxa material de uma estrela maior para um rodopiante disco de acre\u00e7\u00e3o. O par \u00e9 denominado um &#8220;polar interm\u00e9dio&#8221;, e astr\u00f3nomos do MIT usaram potentes telesc\u00f3pios para medir, pela primeira vez, a polariza\u00e7\u00e3o de raios X do sistema, revelando caracter\u00edsticas chave no centro das suas regi\u00f5es mais quentes e extremas.\nCr\u00e9dito: Jose-Luis Olivares, MIT<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A cerca de 200 anos-luz da Terra, o n\u00facleo de uma estrela morta est\u00e1, como que numa dan\u00e7a c\u00f3smica macabra, a girar \u00e0 volta de uma estrela maior. A estrela morta \u00e9 um tipo de an\u00e3 branca que exerce um poderoso campo magn\u00e9tico \u00e0 medida que puxa o material da estrela maior para um rodopiante disco de acre\u00e7\u00e3o. O par em espiral \u00e9 o que se chama um &#8220;polar interm\u00e9dio&#8221; &#8211; um tipo de sistema estelar que emite um padr\u00e3o complexo de radia\u00e7\u00e3o intensa, incluindo raios X, \u00e0 medida que o g\u00e1s da estrela maior cai sobre a outra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora, astr\u00f3nomos do MIT (Massachusetts Institute of Technology) utilizaram um telesc\u00f3pio de raios X no espa\u00e7o para identificar as principais caracter\u00edsticas da regi\u00e3o mais interior do sistema &#8211; um ambiente extremamente energ\u00e9tico que tem, at\u00e9 agora, permanecido inacess\u00edvel \u00e0 maioria dos telesc\u00f3pios. Num estudo publicado na revista The Astrophysical Journal, a equipa relata a utiliza\u00e7\u00e3o do IXPE (Imaging X-ray Polarimetry Explorer) da NASA para observar o sistema polar interm\u00e9dio conhecido como EX Hydrae.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa encontrou um grau surpreendentemente elevado de polariza\u00e7\u00e3o de raios X, que descreve a dire\u00e7\u00e3o do campo el\u00e9trico de uma onda de raios X, bem como uma inesperada dire\u00e7\u00e3o de polariza\u00e7\u00e3o nos raios X provenientes de EX Hydrae. A partir destas medi\u00e7\u00f5es, os investigadores seguiram os raios X at\u00e9 \u00e0 sua fonte na regi\u00e3o mais interior do sistema, perto da superf\u00edcie da an\u00e3 branca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, determinaram que os raios X do sistema eram emitidos por uma coluna de material branco e quente que a an\u00e3 branca estava a atrair da sua estrela companheira. Estimam que esta coluna tem mais de 3200 quil\u00f3metros de altura &#8211; cerca de metade do raio da pr\u00f3pria an\u00e3 branca e muito mais alta do que os f\u00edsicos tinham previsto para um sistema deste g\u00e9nero. Determinaram tamb\u00e9m que os raios X s\u00e3o refletidos da superf\u00edcie da an\u00e3 branca antes de se dispersarem no espa\u00e7o &#8211; um efeito que os f\u00edsicos suspeitavam, mas que n\u00e3o tinham confirmado at\u00e9 agora.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados da equipa demonstram que a polarimetria de raios X pode ser uma forma eficaz de estudar ambientes estelares extremos, como as regi\u00f5es mais energ\u00e9ticas de uma an\u00e3 branca em acre\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Mostr\u00e1mos que a polarimetria de raios X pode ser usada para fazer medi\u00e7\u00f5es detalhadas da geometria de acre\u00e7\u00e3o da an\u00e3 branca&#8221;, diz Sean Gunderson, p\u00f3s-doutorado no Instituto Kavli para Astrof\u00edsica e Investiga\u00e7\u00e3o Espacial do MIT, que \u00e9 o autor principal do estudo. &#8220;Abre a janela para a possibilidade de fazer medi\u00e7\u00f5es semelhantes noutros tipos de an\u00e3s brancas em acre\u00e7\u00e3o que tamb\u00e9m nunca tiveram sinais de polariza\u00e7\u00e3o de raios X previstos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os coautores de Gunderson no Kavli do MIT incluem a estudante Swati Ravi e os investigadores Herman Marshall e David Huenemoerder, juntamente com Dustin Swarm da Universidade do Iowa, Richard Ignace da ETSU (East Tennessee State University), Yael Naz\u00e9 da Universidade de Li\u00e8ge e Pragati Pradhan da ERAU (Embry Riddle Aeronautical University).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Uma fonte de alta energia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todas as formas de luz, incluindo os raios X, s\u00e3o influenciadas por campos el\u00e9tricos e magn\u00e9ticos. A luz viaja em ondas que se agitam, ou oscilam, em \u00e2ngulos retos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 dire\u00e7\u00e3o em que a luz viaja. Os campos el\u00e9tricos e magn\u00e9ticos externos podem puxar estas oscila\u00e7\u00f5es em dire\u00e7\u00f5es aleat\u00f3rias. Mas quando a luz interage e faz ricochete numa superf\u00edcie, pode tornar-se polarizada, o que significa que as suas vibra\u00e7\u00f5es se concentram numa dire\u00e7\u00e3o. A luz polarizada pode, portanto, ser uma forma de os cientistas localizarem a fonte da luz e discernirem alguns pormenores sobre a geometria da fonte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O observat\u00f3rio espacial IXPE \u00e9 a primeira miss\u00e3o da NASA concebida para estudar os raios X polarizados que s\u00e3o emitidos por objetos astrof\u00edsicos extremos. A nave espacial, que foi lan\u00e7ada em 2021, orbita a Terra e regista estes raios X polarizados. Desde o lan\u00e7amento, tem-se concentrado principalmente em supernovas, buracos negros e estrelas de neutr\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo estudo do MIT \u00e9 o primeiro a utilizar o IXPE para medir os raios X polarizados de um polar interm\u00e9dio &#8211; um sistema mais pequeno em compara\u00e7\u00e3o com os buracos negros e as supernovas, que, no entanto, \u00e9 conhecido por ser um forte emissor de raios X.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Come\u00e7\u00e1mos a falar sobre a quantidade de polariza\u00e7\u00e3o que seria \u00fatil para ter uma ideia do que est\u00e1 a acontecer neste tipo de sistemas, que a maioria dos telesc\u00f3pios v\u00ea apenas como um ponto no seu campo de vis\u00e3o&#8221;, diz Marshall.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um sistema polar interm\u00e9dio recebe o seu nome da for\u00e7a do campo magn\u00e9tico da an\u00e3 branca central. Quando este campo \u00e9 forte, o material da estrela companheira \u00e9 diretamente puxado para os polos magn\u00e9ticos da an\u00e3 branca. Quando o campo \u00e9 muito fraco, o material estelar gira em torno da an\u00e3 num disco de acre\u00e7\u00e3o que eventualmente deposita mat\u00e9ria diretamente na superf\u00edcie da an\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No caso de um polar interm\u00e9dio, os f\u00edsicos preveem que o material caia numa esp\u00e9cie de complexo padr\u00e3o interm\u00e9dio, formando um disco de acre\u00e7\u00e3o que tamb\u00e9m \u00e9 puxado para os polos da an\u00e3 branca. O campo magn\u00e9tico deve levantar o disco de material vindouro para cima, como uma fonte altamente energ\u00e9tica, antes de os detritos estelares ca\u00edrem em dire\u00e7\u00e3o aos polos magn\u00e9ticos da an\u00e3 branca a velocidades de milh\u00f5es de quil\u00f3metros por hora, naquilo a que os astr\u00f3nomos chamam uma &#8220;cortina de acre\u00e7\u00e3o&#8221;. Os f\u00edsicos suspeitam que este material em queda deve chocar com material previamente levantado que ainda est\u00e1 a cair em dire\u00e7\u00e3o aos polos, criando uma esp\u00e9cie de engarrafamento de g\u00e1s. Este amontoado de mat\u00e9ria forma uma coluna de g\u00e1s em colis\u00e3o com uma temperatura de milh\u00f5es de graus Celsius e dever\u00e1 emitir raios X altamente energ\u00e9ticos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Uma imagem mais profunda<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao medir os raios X polarizados emitidos por EX Hydrae, a equipa pretendia testar a imagem dos polares interm\u00e9dios que os f\u00edsicos tinham colocado como hip\u00f3tese. Em janeiro de 2025, o IXPE obteve um total de cerca de 600.000 segundos, ou cerca de sete dias, de medi\u00e7\u00f5es de raios X do sistema.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A cada raio X que chega da fonte, \u00e9 poss\u00edvel medir a dire\u00e7\u00e3o da polariza\u00e7\u00e3o&#8221;, explica Marshall. &#8220;Recolhemos uma grande quantidade destes raios e todos eles est\u00e3o em \u00e2ngulos e dire\u00e7\u00f5es diferentes, e podemos calcular uma m\u00e9dia para obter um grau e uma dire\u00e7\u00e3o preferidos da polariza\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As suas medi\u00e7\u00f5es revelaram um grau de polariza\u00e7\u00e3o de 8%, muito superior ao que os cientistas tinham previsto de acordo com alguns modelos te\u00f3ricos. A partir da\u00ed, os investigadores puderam confirmar que os raios X estavam de facto a vir da coluna do sistema, e que esta coluna tem cerca de 3200 quil\u00f3metros de altura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se nos aproxim\u00e1ssemos um pouco do polo da an\u00e3 branca, ver\u00edamos uma coluna de g\u00e1s que se estende por 3200 quil\u00f3metros para o c\u00e9u e depois se espalha para fora&#8221;, diz Gunderson.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa tamb\u00e9m mediu a dire\u00e7\u00e3o da polariza\u00e7\u00e3o dos raios X de EX Hydrae, que determinaram ser perpendicular \u00e0 coluna de g\u00e1s vindouro da an\u00e3 branca. Isto foi um sinal de que os raios X emitidos pela coluna estavam a fazer ricochete na superf\u00edcie da an\u00e3 branca antes de viajarem para o espa\u00e7o e, eventualmente, para os telesc\u00f3pios do IXPE.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O que \u00e9 \u00fatil na polariza\u00e7\u00e3o dos raios X \u00e9 que nos d\u00e1 uma imagem da por\u00e7\u00e3o mais interior e mais energ\u00e9tica de todo este sistema&#8221;, diz Ravi. &#8220;Quando olhamos atrav\u00e9s de outros telesc\u00f3pios, n\u00e3o vemos nenhum destes pormenores&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa planeia aplicar a polariza\u00e7\u00e3o de raios X no estudo de outros sistemas de an\u00e3s brancas em acre\u00e7\u00e3o, o que poder\u00e1 ajudar os cientistas a compreender fen\u00f3menos c\u00f3smicos muito mais vastos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Chega-se a um ponto em que h\u00e1 tanto material a cair sobre a an\u00e3 branca, vindo de uma estrela companheira, que a an\u00e3 branca n\u00e3o consegue aguentar mais, o objeto colapsa e produz um tipo de supernova que \u00e9 observ\u00e1vel em todo o Universo, que pode ser usada para descobrir o tamanho do Universo&#8221;, diz Marshall. &#8220;Por isso, compreender estes sistemas de an\u00e3s brancas ajuda os cientistas a compreender as fontes dessas supernovas e d\u00e1-nos informa\u00e7\u00f5es sobre a ecologia da Gal\u00e1xia&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/news.mit.edu\/2025\/first-look-innermost-region-white-dwarf-system-1120\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ MIT (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/ae11b5\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Interm\u00e9dio polar:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Intermediate_polar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>EX Hydrae:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/EX_Hydrae\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3 branca:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/imagine.gsfc.nasa.gov\/science\/objects\/dwarfs2.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<br><\/a><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/White_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>IXPE (Imaging X-ray Polarimetry Explorer):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/ixpe\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/IXPE\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cerca de 200 anos-luz da Terra, o n\u00facleo de uma estrela morta est\u00e1, como que numa dan\u00e7a c\u00f3smica macabra, a girar \u00e0 volta de uma estrela maior. 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