{"id":8536,"date":"2025-11-25T07:24:01","date_gmt":"2025-11-25T06:24:01","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8536"},"modified":"2025-11-25T07:24:03","modified_gmt":"2025-11-25T06:24:03","slug":"telescopio-espacial-roman-pode-obter-novas-ondas-de-informacao-sobre-estrelas-da-via-lactea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/11\/25\/telescopio-espacial-roman-pode-obter-novas-ondas-de-informacao-sobre-estrelas-da-via-lactea\/","title":{"rendered":"Telesc\u00f3pio Espacial Roman pode obter novas &#8220;ondas&#8221; de informa\u00e7\u00e3o sobre estrelas da Via L\u00e1ctea"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/rg1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/jeM8v51w_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8537\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/jeM8v51w_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/jeM8v51w_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/jeM8v51w_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/jeM8v51w_o.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta figura mostra o Sol e v\u00e1rias estrelas gigantes vermelhas de diferentes raios. O futuro Telesc\u00f3pio Espacial Nancy Grace Roman da NASA ser\u00e1 adequado para estudar estrelas gigantes vermelhas atrav\u00e9s de um m\u00e9todo conhecido como asterossismologia. Esta abordagem implica o estudo das altera\u00e7\u00f5es no brilho global das estrelas, que \u00e9 causado pelos seus interiores turbulentos que criam ondas e oscila\u00e7\u00f5es. Com as dete\u00e7\u00f5es asteross\u00edsmicas, os astr\u00f3nomos podem aprender mais sobre a idade, massa e tamanho das estrelas. Os cientistas estimam que o Roman ser\u00e1 capaz de detetar um total de 300.000 estrelas gigantes vermelhas com este m\u00e9todo. Esta seria a maior amostra do g\u00e9nero alguma vez recolhida.\nCr\u00e9dito: NASA, STScI, Ralf Crawford (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Uma equipa de investigadores confirmou que as estrelas &#8220;soam&#8221; claramente numa tonalidade que se harmonizar\u00e1 muito bem com os objetivos cient\u00edficos e com as capacidades do pr\u00f3ximo Telesc\u00f3pio Espacial Nancy Grace Roman da NASA.<\/p>\n\n\n\n<p>A natureza turbulenta das estrelas produz ondas que causam flutua\u00e7\u00f5es no seu brilho global. Ao estudar estas altera\u00e7\u00f5es &#8211; um m\u00e9todo chamado asterossismologia &#8211; os cientistas podem obter informa\u00e7\u00f5es sobre a idade, massa e tamanho das estrelas. Estas mudan\u00e7as de brilho eram percet\u00edveis ao telesc\u00f3pio espacial Kepler da NASA, que forneceu dados asteross\u00edsmicos de aproximadamente 16.000 estrelas antes da sua reforma em 2018.<\/p>\n\n\n\n<p>Usando os dados do Kepler como ponto de partida e adaptando o conjunto de dados para corresponder \u00e0 qualidade esperada do Roman, os astr\u00f3nomos provaram recentemente a viabilidade da asterossismologia com o telesc\u00f3pio que ser\u00e1 lan\u00e7ado em breve e forneceram uma estimativa do n\u00famero de estrelas detet\u00e1veis. \u00c9 um b\u00f3nus adicional para os principais objetivos cient\u00edficos do Roman: \u00e0 medida que o telesc\u00f3pio realiza observa\u00e7\u00f5es para o seu levantamento GBTDS (Galactic Bulge Time-Domain Survey) &#8211; um estudo central da comunidade que reunir\u00e1 dados sobre centenas de milh\u00f5es de estrelas no bojo da nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea &#8211; fornecer\u00e1 tamb\u00e9m informa\u00e7\u00e3o suficiente para os astr\u00f3nomos determinarem medi\u00e7\u00f5es estelares atrav\u00e9s da asterossismologia.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A asterossismologia com o Roman \u00e9 poss\u00edvel porque n\u00e3o precisamos de pedir ao telesc\u00f3pio para fazer nada que n\u00e3o estivesse j\u00e1 planeado fazer&#8221;, disse Marc Pinsonneault da Universidade do Estado do Ohio em Columbus, EUA, coautor de um artigo cient\u00edfico que detalha a investiga\u00e7\u00e3o. &#8220;A robustez da miss\u00e3o Roman \u00e9 not\u00e1vel: foi concebida em parte para fazer avan\u00e7ar a ci\u00eancia dos exoplanetas, mas tamb\u00e9m vamos obter dados muito ricos para outras \u00e1reas cient\u00edficas que v\u00e3o para al\u00e9m do seu foco principal&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Explorar o que \u00e9 poss\u00edvel<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O bojo gal\u00e1ctico est\u00e1 densamente povoado por estrelas do ramo das gigantes vermelhas e do agrupamento vermelho, que s\u00e3o mais evolu\u00eddas e mais inchadas do que as estrelas de sequ\u00eancia principal (as estrelas de sequ\u00eancia principal est\u00e3o num est\u00e1gio de vida semelhante ao do Sol). A sua elevada luminosidade e a sua frequ\u00eancia de oscila\u00e7\u00e3o, que varia entre horas e dias, trabalham a favor do Roman. Como parte do seu levantamento GBTDS, o telesc\u00f3pio vai observar o bojo gal\u00e1ctico da Via L\u00e1ctea de 12 em 12 minutos ao longo de seis per\u00edodos de 70,5 dias, uma cad\u00eancia que o torna particularmente adequado para a asterossismologia das estrelas gigantes vermelhas.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora investiga\u00e7\u00f5es anteriores tenham explorado o potencial da asterossismologia com o Roman, a equipa fez uma an\u00e1lise mais detalhada, considerando as capacidades do Roman e o design da miss\u00e3o. A sua investiga\u00e7\u00e3o consistiu em dois grandes esfor\u00e7os:<\/p>\n\n\n\n<p>Primeiro, os membros da equipa analisaram os dados asteross\u00edsmicos do Kepler e aplicaram par\u00e2metros para que o conjunto de dados correspondesse \u00e0 qualidade esperada dos dados do Roman. Isto incluiu o aumento da frequ\u00eancia de observa\u00e7\u00e3o e o ajuste da gama de comprimentos de onda da luz. A equipa calculou as probabilidades de dete\u00e7\u00e3o, que confirmaram com um sonoro &#8220;sim&#8221; que o Roman ser\u00e1 capaz de detetar as oscila\u00e7\u00f5es das gigantes vermelhas.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa aplicou ent\u00e3o as suas probabilidades de dete\u00e7\u00e3o a um modelo da Via L\u00e1ctea e considerou os campos de vis\u00e3o sugeridos para o estudo do bojo gal\u00e1ctico, para ter uma ideia do n\u00famero de gigantes vermelhas e de estrelas do agrupamento vermelho que poderiam ser investigadas com asterossismologia.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Na altura do nosso estudo, o levantamento central n\u00e3o estava totalmente definido, pelo que explor\u00e1mos alguns modelos e simula\u00e7\u00f5es diferentes. A nossa estimativa do limite inferior era de 290.000 objetos no total, com 185.000 estrelas no bojo&#8221;, disse Trevor Weiss da Universidade do Estado da Calif\u00f3rnia, em Long Beach, coautor do primeiro artigo cient\u00edfico. &#8220;Agora que sabemos que o levantamento ter\u00e1 uma cad\u00eancia de 12 minutos, verificamos que isso refor\u00e7a os nossos n\u00fameros para mais de 300.000 dete\u00e7\u00f5es asteross\u00edsmicas no total. Seria a maior amostra asteross\u00edsmica alguma vez recolhida&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refor\u00e7ando a ci\u00eancia para todos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os benef\u00edcios da asterossismologia com o Roman s\u00e3o v\u00e1rios, incluindo a liga\u00e7\u00e3o \u00e0 ci\u00eancia dos exoplanetas, um dos principais objetivos da miss\u00e3o e do estudo do bojo gal\u00e1ctico. O Roman ir\u00e1 detetar exoplanetas, ou planetas para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, atrav\u00e9s de um m\u00e9todo chamado microlente, em que a gravidade de uma estrela em primeiro plano amplia a luz de uma estrela em segundo plano. A presen\u00e7a de um exoplaneta pode causar um &#8220;blip&#8221; percet\u00edvel na mudan\u00e7a de brilho resultante.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Com os dados asteross\u00edsmicos, conseguiremos obter muita informa\u00e7\u00e3o sobre as estrelas hospedeiras dos exoplanetas, o que nos dar\u00e1 uma grande vis\u00e3o dos pr\u00f3prios exoplanetas&#8221;, disse Weiss.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Ser\u00e1 dif\u00edcil inferir diretamente as idades e as abund\u00e2ncias de elementos pesados, como o ferro, das estrelas hospedeiras dos exoplanetas detetados pelo Roman&#8221;, disse Pinsonneault. &#8220;Saber estas coisas &#8211; idade e composi\u00e7\u00e3o &#8211; pode ser importante para compreender os exoplanetas. O nosso trabalho ir\u00e1 estabelecer as propriedades estat\u00edsticas de toda a popula\u00e7\u00e3o &#8211; quais s\u00e3o as abund\u00e2ncias e idades t\u00edpicas &#8211; para que os cientistas exoplanet\u00e1rios possam contextualizar as medi\u00e7\u00f5es do Roman&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, para os astr\u00f3nomos que procuram compreender a hist\u00f3ria da Via L\u00e1ctea, a asterossismologia pode revelar informa\u00e7\u00f5es sobre a sua forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Na verdade, n\u00e3o sabemos muito sobre o bojo da nossa Gal\u00e1xia, uma vez que s\u00f3 o podemos ver na luz infravermelha devido a toda a poeira que o envolve&#8221;, disse Pinsonneault. &#8220;Poder\u00e3o existir popula\u00e7\u00f5es ou padr\u00f5es qu\u00edmicos surpreendentes. E se houver l\u00e1 estrelas jovens enterradas? O Roman abrir\u00e1 uma janela completamente diferente para as popula\u00e7\u00f5es estelares no centro da Via L\u00e1ctea. Estou preparado para ser surpreendido&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma vez que o Roman vai observar o bojo gal\u00e1ctico logo ap\u00f3s o lan\u00e7amento, a equipa est\u00e1 a trabalhar para construir um cat\u00e1logo antecipadamente e para fornecer uma lista de estrelas observ\u00e1veis que possa ajudar nos esfor\u00e7os de valida\u00e7\u00e3o do desempenho inicial do telesc\u00f3pio.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Para al\u00e9m de toda a ci\u00eancia, \u00e9 importante lembrar a quantidade de pessoas que s\u00e3o necess\u00e1rias para p\u00f4r estas coisas a funcionar e a quantidade de pessoas diferentes que trabalham no Roman&#8221;, disse o coautor Noah Downing da Universidade do Estado do Ohio. &#8220;\u00c9 realmente emocionante ver todas as oportunidades que o Roman est\u00e1 a abrir para as pessoas antes mesmo do seu lan\u00e7amento e depois pensar em quantas mais oportunidades existir\u00e3o quando estiver no espa\u00e7o e a recolher dados, o que n\u00e3o est\u00e1 muito longe&#8221;. O lan\u00e7amento do Roman est\u00e1 previsto para maio de 2027, o mais tardar, estando a equipa a trabalhar no sentido de um potencial lan\u00e7amento antecipado, j\u00e1 no outono de 2026.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/missions\/roman-space-telescope\/nasas-roman-could-bring-new-waves-of-information-on-galaxys-stars\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/adde5b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Asterossismologia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Asteroseismology\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.asteroseismology.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">asteroseismology.org<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Diagrama de Hertzsprung\u2013Russell:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hertzsprung%E2%80%93Russell_diagram\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ramo das gigantes vermelhas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Red-giant_branch\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Agrupamento vermelho:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Red_clump\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Microlentes gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Microlensing\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Via L\u00e1ctea:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Milky_Way\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/more\/mw.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galactic_Center\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Gal\u00e1ctico (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>RST ([Nancy Grace] Roman Space Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/roman-space-telescope\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Nancy_Grace_Roman_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASARoman\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASARoman\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Rede social X<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Levantamento GBTDS (Galactic Bulge Time-Domain Survey):<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/roman-space-telescope\/galactic-bulge-time-domain-survey\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Kepler:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/kepler\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kepler_space_telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma equipa de investigadores confirmou que as estrelas &#8220;soam&#8221; 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