{"id":8477,"date":"2025-11-04T07:15:48","date_gmt":"2025-11-04T06:15:48","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8477"},"modified":"2025-11-04T07:15:49","modified_gmt":"2025-11-04T06:15:49","slug":"agora-em-3d-mapas-comecam-a-colocar-os-exoplanetas-em-foco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/11\/04\/agora-em-3d-mapas-comecam-a-colocar-os-exoplanetas-em-foco\/","title":{"rendered":"Agora em 3D, mapas come\u00e7am a colocar os exoplanetas em foco"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/QdmVxqC1_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/QdmVxqC1_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6095\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/QdmVxqC1_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/QdmVxqC1_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/QdmVxqC1_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/QdmVxqC1_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista de WASP-18b, um gigante gasoso conhecido como um &#8220;J\u00fapiter ultraquente&#8221;.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech (K. Miller\/IPAC)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos criaram o primeiro mapa tridimensional de um planeta em \u00f3rbita de outra estrela, revelando uma atmosfera com zonas distintas de temperatura &#8211; uma delas t\u00e3o abrasadora que decomp\u00f5e o vapor de \u00e1gua.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O mapa de temperatura de WASP-18b &#8211; um gigante gasoso conhecido como um &#8220;J\u00fapiter ultraquente&#8221;, situado a 400 anos-luz da Terra &#8211; \u00e9 o primeiro a aplicar uma t\u00e9cnica chamada mapeamento de eclipse 3D, ou mapeamento espetrosc\u00f3pico de eclipse. O esfor\u00e7o baseia-se num modelo 2D que membros da mesma equipa publicaram em 2023, que demonstrou o potencial do mapeamento de eclipse para alavancar observa\u00e7\u00f5es altamente sens\u00edveis do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores dizem que, para muitos tipos semelhantes de exoplanetas observ\u00e1veis pelo Webb, podem agora come\u00e7ar a mapear as varia\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas da mesma forma que, por exemplo, os telesc\u00f3pios terrestres h\u00e1 muito tempo observam a Grande Mancha Vermelha de J\u00fapiter e a estrutura de nuvens em banda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O mapeamento de eclipse permite-nos obter imagens de exoplanetas que n\u00e3o conseguimos ver diretamente, porque as suas estrelas hospedeiras s\u00e3o demasiado brilhantes&#8221;, disse Ryan Challener, p\u00f3s-doutorado da Universidade de Cornell. &#8220;Com este telesc\u00f3pio e esta nova t\u00e9cnica, podemos come\u00e7ar a compreender os exoplanetas da mesma forma que os nossos vizinhos do Sistema Solar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Challener \u00e9 o primeiro autor de um novo artigo cient\u00edfico publicado no passado dia 28 de outubro na revista Nature Astronomy. Entre os mais de 30 coautores contam-se Megan Wiener Mansfield, professora assistente de astronomia na Universidade de Maryland, que coliderou o projeto, e Jake Turner, investigador no Centro Cornell de Astrof\u00edsica e Ci\u00eancia Planet\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Detetar exoplanetas \u00e9 dif\u00edcil &#8211; normalmente emitem muito menos de 1% do brilho de uma estrela hospedeira. O mapeamento de eclipse requer a medi\u00e7\u00e3o de pequenas fra\u00e7\u00f5es desse total \u00e0 medida que um planeta passa atr\u00e1s da sua estrela, obscurecendo e revelando partes dele ao longo do percurso. Os cientistas podem associar altera\u00e7\u00f5es min\u00fasculas na luz a regi\u00f5es espec\u00edficas para produzir um mapa de brilho que, quando feito em v\u00e1rias cores, pode ser convertido em temperaturas e em tr\u00eas dimens\u00f5es: latitude, longitude e altitude.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos a procurar mudan\u00e7as em pequenas por\u00e7\u00f5es do planeta \u00e0 medida que desaparece e reaparece&#8221;, disse Challener, &#8220;de modo que \u00e9 um desafio extraordin\u00e1rio&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">WASP-18b &#8211; que tem aproximadamente a massa de 10 J\u00fapiteres, completa uma \u00f3rbita em apenas 23 horas e tem temperaturas perto dos 2750\u00ba C &#8211; forneceu um sinal relativamente forte, tornando-o um bom teste para a nova t\u00e9cnica de mapeamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Enquanto o mapa 2D anterior utilizava um \u00fanico comprimento de onda de luz, ou cor, o mapa 3D reanalisou as mesmas observa\u00e7\u00f5es do instrumento NIRISS (Near-Infrared Imager and Slitless Spectrograph) do JWST em muitos comprimentos de onda. Challener disse que cada cor correspondia a diferentes temperaturas e altitudes dentro da atmosfera de WASP-18b, que podiam ser reunidas para criar o mapa 3D.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se construirmos um mapa num comprimento de onda que a \u00e1gua absorve, veremos o &#8216;conv\u00e9s de \u00e1gua&#8217; na atmosfera, enquanto um comprimento de onda que a \u00e1gua n\u00e3o absorve ir\u00e1 sondar mais profundamente&#8221;, disse Challener. &#8220;Se os juntarmos, podemos obter um mapa 3D das temperaturas nesta atmosfera&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A nova vista confirmou regi\u00f5es espetroscopicamente distintas &#8211; que diferem em temperatura e possivelmente em composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica &#8211; no &#8220;lado diurno&#8221; vis\u00edvel de WASP-18b, o lado sempre virado para a estrela devido ao acoplamento de mar\u00e9. O planeta apresenta um &#8220;ponto quente&#8221; circular onde incide a luz estelar mais direta e onde os ventos aparentemente n\u00e3o s\u00e3o suficientemente fortes para redistribuir o calor. \u00c0 volta do ponto quente h\u00e1 um &#8220;anel&#8221; mais frio perto das orlas vis\u00edveis exteriores do planeta, ou limbos. Segundo Challener, as medi\u00e7\u00f5es revelaram n\u00edveis mais baixos de vapor de \u00e1gua no ponto quente do que na m\u00e9dia de WASP-18b.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Pensamos que isso \u00e9 evid\u00eancia de que o planeta \u00e9 t\u00e3o quente nesta regi\u00e3o que est\u00e1 a come\u00e7ar a decompor a \u00e1gua&#8221;, disse Challener. &#8220;Isto tinha sido previsto pela teoria, mas \u00e9 realmente excitante ver isto com observa\u00e7\u00f5es reais&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Challener disse que observa\u00e7\u00f5es adicionais pelo Webb podem ajudar a melhorar a resolu\u00e7\u00e3o espacial do primeiro mapeamento de eclipse 3D. A t\u00e9cnica j\u00e1 pode ajudar a iluminar os mapas de temperatura de outros J\u00fapiteres quentes, que constituem centenas dos mais de 6000 exoplanetas confirmados at\u00e9 \u00e0 data.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta nova t\u00e9cnica vai ser aplic\u00e1vel a muitos, muitos outros planetas que podemos observar com o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb&#8221;, disse Challener. &#8220;Podemos come\u00e7ar a compreender os exoplanetas em 3D como uma popula\u00e7\u00e3o, o que \u00e9 muito excitante&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/news.cornell.edu\/stories\/2025\/10\/now-3d-maps-begin-bring-exoplanets-focus\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Cornell (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.umich.edu\/now-in-3d-maps-begin-to-bring-exoplanets-into-focus\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Maryland (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.birmingham.ac.uk\/news\/2025\/three-dimensional-maps-begin-to-bring-exoplanets-into-focus\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Birmingham (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-025-02666-9\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-023-06230-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico de 2023 (Nature)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>WASP-18b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5372\/wasp-18-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/cgi-bin\/DisplayOverview\/nph-DisplayOverview?objname=WASP-18+b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/wasp_18_ab--577\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/WASP-18b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os astr\u00f3nomos criaram o primeiro mapa tridimensional de um planeta em \u00f3rbita de outra estrela, revelando uma atmosfera com zonas distintas de temperatura &#8211; uma delas t\u00e3o abrasadora que decomp\u00f5e o vapor de 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