{"id":8456,"date":"2025-10-28T09:42:52","date_gmt":"2025-10-28T08:42:52","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8456"},"modified":"2025-10-28T09:42:53","modified_gmt":"2025-10-28T08:42:53","slug":"uma-recem-descoberta-super-terra-e-um-alvo-privilegiado-na-procura-por-vida-extraterrestre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/10\/28\/uma-recem-descoberta-super-terra-e-um-alvo-privilegiado-na-procura-por-vida-extraterrestre\/","title":{"rendered":"Uma rec\u00e9m-descoberta &#8220;super-Terra&#8221; \u00e9 um alvo privilegiado na procura por vida extraterrestre"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/n3v2hm3G_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"709\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/n3v2hm3G_o-1024x709.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8457\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/n3v2hm3G_o-1024x709.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/n3v2hm3G_o-300x208.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/n3v2hm3G_o-768x532.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/n3v2hm3G_o-110x75.jpg 110w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/n3v2hm3G_o.jpg 1500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma equipa internacional de cientistas classificou o exoplaneta, chamado GJ 251 c, de &#8220;super-Terra&#8221;, uma vez que os dados sugerem que tem uma composi\u00e7\u00e3o rochosa semelhante \u00e0 da Terra e \u00e9 quase quatro vezes mais massivo.<br>Cr\u00e9dito: Universidade da Calif\u00f3rnia em Irvine<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta de uma poss\u00edvel &#8220;super-Terra&#8221; a menos de 20 anos-luz do nosso planeta oferece aos cientistas uma nova esperan\u00e7a na procura de outros mundos que possam albergar vida. A equipa de investigadores apelidou o exoplaneta, chamado GJ 251 c, de &#8220;super-Terra&#8221;, uma vez que os dados sugerem que \u00e9 quase quatro vezes mais massivo do que a Terra e que \u00e9 prov\u00e1vel que seja um planeta rochoso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Procuramos este tipo de planetas porque s\u00e3o a nossa melhor hip\u00f3tese de encontrar vida noutro lugar&#8221;, disse Suvrath Mahadevan, professor de astronomia na Universidade do Estado da Pensilv\u00e2nia e coautor de um artigo cient\u00edfico acerca da descoberta publicado na revista The Astronomical Journal. &#8220;O exoplaneta est\u00e1 na zona habit\u00e1vel, a dist\u00e2ncia certa da sua estrela para que possa existir \u00e1gua l\u00edquida na sua superf\u00edcie, caso tenha uma atmosfera adequada&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante d\u00e9cadas, a procura de planetas que possam albergar \u00e1gua l\u00edquida, e talvez vida, levou os astr\u00f3nomos a conceber e a construir telesc\u00f3pios avan\u00e7ados e modelos computacionais capazes de detetar at\u00e9 os sinais mais t\u00e9nues da luz das estrelas. Esta \u00faltima descoberta foi o resultado de duas d\u00e9cadas de dados observacionais e oferece uma das perspetivas mais promissoras para a procura de sinais de vida noutros planetas, disse Mahadevan.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O exoplaneta foi encontrado usando dados do HPF (Habitable-Zone Planet Finder), um espetr\u00f3grafo de alta precis\u00e3o no infravermelho pr\u00f3ximo &#8211; um prisma complexo que separa os sinais da luz das estrelas &#8211; fixado ao Telesc\u00f3pio Hobby-Eberly no Observat\u00f3rio McDonald no Texas. Os investigadores da Penn State lideraram o projeto e a constru\u00e7\u00e3o do HPF, concebido para detetar planetas semelhantes \u00e0 Terra nas zonas habit\u00e1veis de estrelas pr\u00f3ximas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Chamamos-lhe &#8216;Habitable Zone Planet Finder&#8217; porque estamos \u00e0 procura de mundos que estejam \u00e0 dist\u00e2ncia certa da sua estrela para que possa existir \u00e1gua l\u00edquida na sua superf\u00edcie. Este tem sido o objetivo central deste estudo&#8221;, disse Mahadevan. &#8220;Esta descoberta representa um dos melhores candidatos na procura por assinaturas atmosf\u00e9ricas de vida noutros locais nos pr\u00f3ximos cinco a dez anos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mahadevan e os seus colegas fizeram a descoberta analisando uma vasta cole\u00e7\u00e3o de dados, abrangendo mais de 20 anos e recolhidos por telesc\u00f3pios de todo o mundo, centrando-se no ligeiro movimento, ou &#8220;oscila\u00e7\u00e3o&#8221;, da estrela hospedeira do planeta, GJ 251. Esta &#8220;oscila\u00e7\u00e3o&#8221; consiste em pequenos desvios Doppler na luz da estrela causados pela gravidade de um planeta em \u00f3rbita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Usaram as observa\u00e7\u00f5es de base para melhorar as medi\u00e7\u00f5es da &#8220;oscila\u00e7\u00e3o&#8221; de um planeta interior anteriormente conhecido, GJ 251 b, que completa uma \u00f3rbita em torno da estrela de 14 em 14 dias. Depois combinaram os dados da linha de base com novos dados de alta precis\u00e3o do HPF para revelar um segundo sinal, mais forte, aos 54 dias &#8211; indicando que havia outro planeta, muito mais massivo, no sistema. A equipa confirmou ainda o sinal do planeta usando o espetr\u00f3metro NEID constru\u00eddo por investigadores da Penn State, que est\u00e1 ligado a um telesc\u00f3pio no Observat\u00f3rio Nacional de Kitt Peak, no Arizona.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos na vanguarda da tecnologia e dos m\u00e9todos de an\u00e1lise com este sistema&#8221;, disse Corey Beard, autor correspondente do artigo cient\u00edfico, que conduziu a investiga\u00e7\u00e3o enquanto se doutorava em astrof\u00edsica na Universidade da Calif\u00f3rnia, Irvine. &#8220;Precisamos da pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de telesc\u00f3pios para obter imagens diretas deste candidato, mas tamb\u00e9m precisamos de investimento comunit\u00e1rio&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um dos maiores desafios para encontrar mundos distantes \u00e9 o de separar o sinal planet\u00e1rio da atividade da pr\u00f3pria estrela, uma esp\u00e9cie de clima estelar, explicou Mahadevan. A atividade estelar, como as manchas estelares, pode imitar o movimento peri\u00f3dico de um planeta, dando a falsa impress\u00e3o de um planeta onde n\u00e3o existe nenhum. Para distinguir o sinal do ru\u00eddo, os investigadores aplicaram t\u00e9cnicas avan\u00e7adas de modela\u00e7\u00e3o computacional para analisar a forma como os sinais mudam em diferentes comprimentos de onda, ou cores, da luz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este \u00e9 um jogo dif\u00edcil em termos da tentativa de derrotar a atividade estelar, bem como de medir os seus sinais subtis, de extrair sinais t\u00e9nues do que \u00e9 essencialmente este &#8216;caldeir\u00e3o&#8217; magnetosf\u00e9rico e borbulhante de superf\u00edcie estelar&#8221;, disse Mahadevan.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Explicou que a descoberta de exoplanetas como GJ 251 c requer instrumentos avan\u00e7ados e uma an\u00e1lise complexa de dados. O trabalho envolve colabora\u00e7\u00f5es entre m\u00faltiplas institui\u00e7\u00f5es e compet\u00eancias em todo o mundo e, mais importante ainda, requer um compromisso sustentado dos pa\u00edses que financiam a investiga\u00e7\u00e3o &#8211; o que pode muitas vezes levar d\u00e9cadas at\u00e9 produzir resultados tang\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta descoberta \u00e9 um excelente exemplo do poder da investiga\u00e7\u00e3o multidisciplinar na Penn State&#8221;, afirmou Eric Ford, distinto professor de astronomia e astrof\u00edsica e diretor de investiga\u00e7\u00e3o do ICDS (Institute of Computational &amp; Data Sciences) da mesma institui\u00e7\u00e3o de ensino. &#8220;A atenua\u00e7\u00e3o do ru\u00eddo da atividade estelar exigiu n\u00e3o s\u00f3 instrumenta\u00e7\u00e3o de ponta e acesso telesc\u00f3pico, mas tamb\u00e9m a personaliza\u00e7\u00e3o dos m\u00e9todos de ci\u00eancia de dados para as necessidades espec\u00edficas desta estrela e da combina\u00e7\u00e3o de instrumentos. A combina\u00e7\u00e3o de dados requintados e m\u00e9todos estat\u00edsticos de ponta permitiu \u00e0 nossa equipa interdisciplinar transformar os dados numa descoberta empolgante que abre caminho a futuros observat\u00f3rios para procurar evid\u00eancias de vida para l\u00e1 do nosso Sistema Solar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora n\u00e3o seja poss\u00edvel obter imagens do exoplaneta que a equipa descobriu com os instrumentos atuais, disse Mahadevan, a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de telesc\u00f3pios ser\u00e1 capaz de analisar a atmosfera do planeta, o que poder\u00e1 revelar sinais qu\u00edmicos de vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos sempre concentrados no futuro&#8221;, disse. &#8220;Quer se trate de garantir que a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de estudantes possa participar em investiga\u00e7\u00e3o de ponta ou de conceber e construir novas tecnologias para detetar planetas potencialmente habit\u00e1veis&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O exoplaneta rec\u00e9m-descoberto est\u00e1 perfeitamente posicionado para observa\u00e7\u00e3o direta por tecnologia mais avan\u00e7ada. Mahadevan e os seus alunos j\u00e1 est\u00e3o a planear a entrada em funcionamento de telesc\u00f3pios mais potentes, a nova gera\u00e7\u00e3o de telesc\u00f3pios terrestres de 30 metros. Equipados com instrumentos avan\u00e7ados, espera-se que os novos telesc\u00f3pios tenham a capacidade de obter imagens de planetas rochosos pr\u00f3ximos nas zonas habit\u00e1veis das suas estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Embora ainda n\u00e3o possamos confirmar a presen\u00e7a de uma atmosfera ou de vida em GJ 251 c, o planeta representa um alvo promissor para explora\u00e7\u00e3o futura&#8221;, disse Mahadevan. &#8220;Fizemos uma descoberta excitante, mas ainda h\u00e1 muito mais para aprender sobre este planeta&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.psu.edu\/news\/research\/story\/newly-discovered-super-earth-offers-prime-target-search-alien-life\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade do Estado da Pensilv\u00e2nia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/hpf.psu.edu\/2025\/10\/23\/gj251c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ HPF da Penn State (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-3881\/ae0e20\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astronomical Journal)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GJ 251:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/GJ-251\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/simbad.cds.unistra.fr\/simbad\/sim-id?Ident=Gliese+251\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Simbad<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gliese_251\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio McDonald:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/mcdonaldobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/McDonald_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/mcdonaldobservatory.org\/research\/telescopes\/HET\">Telesc\u00f3pio Hobby-Eberly (Observat\u00f3rio McDonald)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hobby%E2%80%93Eberly_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Telesc\u00f3pio Hobby-Eberly (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/hpf.psu.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">HPF (Habitable Zone Planet Finder)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Nacional de Kitt Peak:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/visitkittpeak.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kitt_Peak_National_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.wiyn.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Telesc\u00f3pio WIYN de 3,5 metros (p\u00e1gina principal)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/WIYN_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Telesc\u00f3pio WIYN de 3,5 metros (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.wiyn.org\/Instruments\/wiynneid.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NEID (Telesc\u00f3pio WIYN)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A descoberta de uma poss\u00edvel &#8220;super-Terra&#8221; a menos de 20 anos-luz do nosso planeta oferece aos cientistas uma nova esperan\u00e7a na procura de outros mundos que possam albergar vida. A equipa de investigadores apelidou o exoplaneta, chamado GJ 251 c, de &#8220;super-Terra&#8221;, uma vez que os dados sugerem que \u00e9 quase quatro vezes mais massivo do que a Terra e que \u00e9 prov\u00e1vel que seja um planeta rochoso.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8457,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[72,1],"tags":[147,1997,1998,896,468],"class_list":["post-8456","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-exoplanetas","category-telescopios-profissionais","tag-exoplaneta","tag-gj-251","tag-gj-251-c","tag-observatorio-kitt-peak","tag-observatorio-mcdonald"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8456","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8456"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8456\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8458,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8456\/revisions\/8458"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8457"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8456"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8456"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8456"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}