{"id":8404,"date":"2025-10-10T06:26:18","date_gmt":"2025-10-10T05:26:18","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8404"},"modified":"2025-10-10T06:26:19","modified_gmt":"2025-10-10T05:26:19","slug":"telescopio-webb-revela-estrela-condenada-escondida-por-tras-de-poeira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/10\/10\/telescopio-webb-revela-estrela-condenada-escondida-por-tras-de-poeira\/","title":{"rendered":"Telesc\u00f3pio Webb revela estrela condenada escondida por tr\u00e1s de poeira"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/nuwildcat.sharepoint.com\/:i:\/s\/OGMC-MediaRelations\/ETwOLiMwAj5GlS3fBQN23s8BEFR4PCh7SImQgzwx0HT8rg?e=O9q0RJ\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"859\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/0DWVM322_o-1024x859.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8405\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/0DWVM322_o-1024x859.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/0DWVM322_o-300x252.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/0DWVM322_o-768x644.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/0DWVM322_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem mostra uma vista combinada da gal\u00e1xia espiral NGC 1637 pelo Webb e pelo Hubble , com a regi\u00e3o de interesse no canto superior direito. Os restantes tr\u00eas pain\u00e9is mostram uma vista detalhada de uma estrela supergigante vermelha antes e depois de ter explodido. A estrela n\u00e3o \u00e9 vis\u00edvel na imagem do Hubble antes da explos\u00e3o, mas aparece na imagem do Webb. A imagem de julho de 2025 pelo Hubble mostra o brilho do rescaldo da explos\u00e3o.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, Charles Kilpatrick (Northwestern), Aswin Suresh (Northwestern)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa de astr\u00f3nomos liderada pela Northwestern University captou o vislumbre mais detalhado de uma estrela condenada antes de explodir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, a equipa internacional identificou, pela primeira vez, a estrela fonte de uma supernova, ou progenitora, em comprimentos de onda do infravermelho m\u00e9dio. Estas observa\u00e7\u00f5es &#8211; combinadas com imagens de arquivo do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble &#8211; revelaram que a explos\u00e3o teve origem numa enorme estrela supergigante vermelha, envolta num inesperado manto de poeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta pode ajudar a resolver o mist\u00e9rio de d\u00e9cadas sobre a raz\u00e3o pela qual as supergigantes vermelhas massivas raramente explodem. Com efeito, os modelos te\u00f3ricos preveem que as supergigantes vermelhas deveriam constituir a maioria das supernovas de colapso do n\u00facleo. O novo estudo mostra que estas estrelas de facto explodem, mas est\u00e3o simplesmente escondidas, no interior de espessas nuvens de poeira. Com as novas capacidades do Webb, os astr\u00f3nomos podem finalmente penetrar a poeira para detetar estes fen\u00f3menos, fechando o fosso entre a teoria e a observa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo foi publicado na revista The Astrophysical Journal Letters. Marca a primeira dete\u00e7\u00e3o da progenitora de uma supernova pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;H\u00e1 v\u00e1rias d\u00e9cadas que temos tentado determinar exatamente o aspeto das explos\u00f5es de estrelas supergigantes vermelhas&#8221;, disse Charlie Kilpatrick, que liderou o estudo. &#8220;S\u00f3 agora, com o JWST, temos finalmente a qualidade dos dados e das observa\u00e7\u00f5es infravermelhas que nos permitem dizer com precis\u00e3o o tipo exato de supergigante vermelha que explodiu e como era o seu ambiente imediato. Est\u00e1vamos \u00e0 espera que isto acontecesse &#8211; que uma supernova explodisse numa gal\u00e1xia que o JWST j\u00e1 tivesse observado. Combin\u00e1mos os dados do Hubble e do JWST para caracterizar completamente esta estrela pela primeira vez&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Especialista na vida e morte de estrelas massivas, Kilpatrick \u00e9 professor assistente de investiga\u00e7\u00e3o no Centro de Explora\u00e7\u00e3o Interdisciplinar e Investiga\u00e7\u00e3o em Astrof\u00edsica da Universidade Northwestern. Aswin Suresh, estudante de f\u00edsica e astronomia, tamb\u00e9m na mesma institui\u00e7\u00e3o de ensino, \u00e9 um dos principais coautores do artigo cient\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A progenitora mais vermelha e mais poeirenta alguma vez observada<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Utilizando o ASAS-SN (All-Sky Automated Survey of Supernovae), os astr\u00f3nomos detetaram pela primeira vez a supernova, designada SN 2025pht, no dia 29 de junho de 2025. A sua luz tinha viajado a partir de uma gal\u00e1xia pr\u00f3xima chamada NGC 1637, localizada a 40 milh\u00f5es de anos-luz da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Comparando imagens de NGC 1637 pelo Hubble e pelo Webb, antes e depois da explos\u00e3o da estrela, Kilpatrick, Suresh e os seus colaboradores encontraram a estrela progenitora de SN 2025pht. Chamou imediatamente a aten\u00e7\u00e3o &#8211; extremamente brilhante e incrivelmente vermelha. Embora a estrela brilhasse cerca de 100.000 vezes mais do que o nosso Sol, a poeira circundante obscurecia grande parte dessa luz. O v\u00e9u de poeira era t\u00e3o espesso, de facto, que a estrela parecia mais de 100 vezes mais fraca no vis\u00edvel do que seria sem a poeira. Como a poeira bloqueou os comprimentos de onda mais curtos e azuis da luz, a estrela tamb\u00e9m apareceu surpreendentemente vermelha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 a supergigante vermelha mais vermelha e mais poeirenta que j\u00e1 vimos explodir como supernova&#8221;, disse Suresh.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estrelas massivas nas fases finais das suas vidas, as supergigantes vermelhas est\u00e3o entre as maiores estrelas do Universo. Quando os seus n\u00facleos colapsam, explodem como supernovas do Tipo II, deixando para tr\u00e1s ou uma estrela de neutr\u00f5es ou um buraco negro. O exemplo mais conhecido de uma supergigante vermelha \u00e9 Betelguese, a brilhante estrela avermelhada no ombro da constela\u00e7\u00e3o de Or\u00edon.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;SN 2025pht \u00e9 surpreendente porque apareceu muito mais vermelha do que quase todas as outras supergigantes vermelhas que vimos explodir como supernova&#8221;, acrescentou Kilpatrick. &#8220;Isto diz-nos que as explos\u00f5es anteriores podem ter sido muito mais luminosas do que pens\u00e1vamos, porque n\u00e3o t\u00ednhamos a mesma qualidade de dados infravermelhos que o JWST pode agora fornecer&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pistas escondidas na poeira<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A &#8220;avalanche&#8221; de poeira pode ajudar a explicar porque \u00e9 que os astr\u00f3nomos t\u00eam tido dificuldade em encontrar supergigantes vermelhas progenitoras. As estrelas mais massivas que explodem como supernovas s\u00e3o os objetos mais brilhantes e luminosos do c\u00e9u. Por isso, teoricamente, deveriam ser f\u00e1ceis de detetar antes de explodirem. Mas n\u00e3o tem sido esse o caso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos afirmam que as estrelas idosas mais massivas podem ser tamb\u00e9m as mais poeirentas. Estes espessos mantos de poeira podem obscurecer a luz das estrelas ao ponto de as tornar completamente indetet\u00e1veis. As novas observa\u00e7\u00f5es do Webb apoiam esta hip\u00f3tese.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Tenho argumentado a favor desta interpreta\u00e7\u00e3o, mas nem eu esperava ver um exemplo t\u00e3o extremo como o de SN 2025pht&#8221;, disse Kilpatrick. &#8220;Isso explicaria porque \u00e9 que estas supergigantes mais massivas est\u00e3o ausentes, porque tendem a ser mais poeirentas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m da presen\u00e7a de poeira propriamente dita, a composi\u00e7\u00e3o da poeira tamb\u00e9m foi surpreendente. Ao passo que as supergigantes vermelhas tendem a produzir poeira rica em oxig\u00e9nio e silicato, a poeira desta estrela parecia rica em carbono. Isto sugere que uma convec\u00e7\u00e3o poderosa nos \u00faltimos anos da estrela pode ter extra\u00eddo carbono do seu interior, enriquecendo a sua superf\u00edcie e alterando o tipo de poeira que produziu.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os comprimentos de onda infravermelhos das nossas observa\u00e7\u00f5es sobrep\u00f5em-se a uma caracter\u00edstica importante da poeira de silicato que \u00e9 caracter\u00edstica de alguns espetros de supergigantes vermelhas&#8221;, disse Kilpatrick. &#8220;Isto diz-nos que o vento era muito rico em carbono e menos rico em oxig\u00e9nio, o que tamb\u00e9m \u00e9 algo surpreendente para uma supergigante vermelha desta massa&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Uma nova era para as explos\u00f5es estelares<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo estudo marca a primeira vez que os astr\u00f3nomos utilizam o Telesc\u00f3pio Webb para identificar diretamente a estrela progenitora de uma supernova, abrindo a porta a muitas outras descobertas. Ao captar luz em todo o espetro infravermelho pr\u00f3ximo e m\u00e9dio, o Webb pode revelar estrelas ocultas e fornecer as pe\u00e7as que faltam do puzzle da vida e morte das estrelas mais massivas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa est\u00e1 agora \u00e0 procura de supergigantes vermelhas semelhantes que possam, no futuro, explodir como supernovas. As observa\u00e7\u00f5es efetuadas pelo futuro Telesc\u00f3pio Espacial Nancy Grace Roman da NASA podem ajudar nesta busca. O Roman ter\u00e1 a resolu\u00e7\u00e3o, a sensibilidade e a cobertura infravermelha para ver estas estrelas e potencialmente testemunhar a sua variabilidade \u00e0 medida que expulsam grandes quantidades de poeira perto do fim das suas vidas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com o lan\u00e7amento do JWST e o pr\u00f3ximo lan\u00e7amento do Roman, este \u00e9 um momento excitante para estudar estrelas massivas e progenitoras de supernovas&#8221;, disse Kilpatrick. &#8220;A qualidade dos dados e as novas descobertas que vamos fazer v\u00e3o exceder tudo o que foi observado nos \u00faltimos 30 anos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/news.northwestern.edu\/stories\/2025\/10\/webb-telescope-unveils-doomed-star-hidden-in-dust\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade Northwestern (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ae04de\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SN 2025pht:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.wis-tns.org\/object\/2025pht\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Transient Name Server<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Supernova:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Type_II_supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Supernova do Tipo II (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrela supergigante vermelha:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Red_supergiant\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NGC 1637:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/NGC_1637\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ASAS-SN (All-Sky Automated Survey for Supernovae):<br><\/strong><a href=\"https:\/\/www.astronomy.ohio-state.edu\/asassn\/index.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade do Estado do Ohio<\/a><br><a href=\"https:\/\/asas-sn.osu.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade do Estado do Ohio #2<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/All_Sky_Automated_Survey_for_SuperNovae\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, uma equipa internacional identificou, pela primeira vez, a estrela fonte de uma supernova, ou progenitora, em comprimentos de onda do infravermelho m\u00e9dio. 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