{"id":8391,"date":"2025-10-03T06:15:59","date_gmt":"2025-10-03T05:15:59","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8391"},"modified":"2025-10-03T06:16:00","modified_gmt":"2025-10-03T05:16:00","slug":"webb-estuda-disco-de-formacao-de-luas-em-torno-de-planeta-massivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/10\/03\/webb-estuda-disco-de-formacao-de-luas-em-torno-de-planeta-massivo\/","title":{"rendered":"Webb estuda disco de forma\u00e7\u00e3o de luas em torno de planeta massivo"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2521a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/3JpSxHrr_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8392\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/3JpSxHrr_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/3JpSxHrr_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/3JpSxHrr_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/3JpSxHrr_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica de um disco de poeira e g\u00e1s que rodeia o jovem exoplaneta CT Cha b, a 625 anos-luz da Terra. Dados espetrosc\u00f3picos do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA sugerem que o disco cont\u00e9m a mat\u00e9ria-prima para a forma\u00e7\u00e3o de luas. O planeta aparece em baixo \u00e0 direita, enquanto a sua estrela hospedeira e o disco protoplanet\u00e1rio circundante s\u00e3o vis\u00edveis em segundo plano.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, G. Cugno (Universidade de Zurique, NCCR PlanetS), S. Grant (Instituto Carnegie), J. Olmsted (STScI), L. Hustak (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA forneceu as primeiras medi\u00e7\u00f5es diretas das propriedades qu\u00edmicas e f\u00edsicas de um potencial disco de forma\u00e7\u00e3o de luas que rodeia um grande exoplaneta. O disco rico em carbono que rodeia o mundo chamado CT Cha B, que se encontra a 625 anos-luz da Terra, \u00e9 um poss\u00edvel &#8220;estaleiro&#8221; para a constru\u00e7\u00e3o de luas, embora n\u00e3o tenham sido detetadas luas nos dados do Webb. O disco oferece uma perspetiva de como as luas dos gigantes gasosos do Sistema Solar, como J\u00fapiter, se podem ter formado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O nosso Sistema Solar cont\u00e9m oito grandes planetas e mais de 400 luas conhecidas em \u00f3rbita de seis desses planetas. De onde \u00e9 que todas elas vieram? Existem v\u00e1rios mecanismos de forma\u00e7\u00e3o. O caso das grandes luas, como os quatro sat\u00e9lites galileanos \u00e0 volta de J\u00fapiter, \u00e9 que se condensaram a partir de um disco de poeira e g\u00e1s que rodeava o planeta quando este se formou. Mas isso ter\u00e1 acontecido h\u00e1 mais de quatro mil milh\u00f5es de anos e, atualmente, as evid\u00eancias forenses s\u00e3o escassas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Webb forneceu agora a primeira vis\u00e3o direta de material num disco em torno de um grande exoplaneta. Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos descobriu um disco rico em carbono em torno do mundo chamado CT Cha b, que se encontra a 625 anos-luz da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A jovem estrela que o planeta orbita tem apenas dois milh\u00f5es de anos e ainda est\u00e1 a acretar material circunstelar. No entanto, o disco circumplanet\u00e1rio descoberto pelo Webb n\u00e3o faz parte do maior disco de acre\u00e7\u00e3o que rodeia a estrela central. Os dois objetos est\u00e3o separados por 74 mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Observar a forma\u00e7\u00e3o de planetas e luas \u00e9 fundamental para compreender a evolu\u00e7\u00e3o dos sistemas planet\u00e1rios na nossa Gal\u00e1xia. As luas s\u00e3o provavelmente mais numerosas do que os planetas, e algumas podem ser habitats para a vida tal como a conhecemos. Mas s\u00f3 agora estamos a entrar numa era em que podemos testemunhar a sua forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores dizem que esta descoberta promove uma melhor compreens\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o de planetas e luas. Os dados do Webb s\u00e3o importantes para a compara\u00e7\u00e3o com o nascimento do nosso Sistema Solar h\u00e1 mais de quatro mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Podemos ver evid\u00eancias do disco \u00e0 volta da companheira e podemos estudar a qu\u00edmica pela primeira vez. N\u00e3o estamos apenas a testemunhar a forma\u00e7\u00e3o da lua &#8211; estamos tamb\u00e9m a testemunhar a forma\u00e7\u00e3o deste planeta&#8221;, disse a coautora Sierra Grant do Instituto Carnegie em Washington, D.C., EUA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos a ver que material est\u00e1 a ser acretado para construir o planeta e as luas&#8221;, acrescentou o autor principal, Gabriele Cugno, da Universidade de Zurique, na Su\u00ed\u00e7a, e membro do NCCR PlanetS (National Centre of Competence in Research PlanetS).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dissecando a luz estelar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As observa\u00e7\u00f5es infravermelhas de CT Cha b foram feitas com o MIRI (Mid-Infrared Instrument) do Webb, utilizando o seu espetr\u00f3grafo de m\u00e9dia resolu\u00e7\u00e3o. Um primeiro olhar sobre os dados de arquivo do Webb revelou sinais de mol\u00e9culas no disco circumplanet\u00e1rio, o que motivou um estudo mais profundo dos dados. Como o sinal t\u00e9nue do planeta est\u00e1 enterrado no brilho da estrela hospedeira, os investigadores tiveram de separar a luz da estrela da do planeta usando m\u00e9todos de alto contraste.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Vimos mol\u00e9culas na localiza\u00e7\u00e3o do planeta e sab\u00edamos que havia ali coisas que valia a pena procurar e passar um ano a tentar extrair dos dados. Foi preciso muita perseveran\u00e7a&#8221;, disse Sierra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por fim, a equipa descobriu sete mol\u00e9culas com carbono no disco do planeta, incluindo acetileno (C<sub>2<\/sub>H<sub>2<\/sub>) e benzeno (C<sub>6<\/sub>H<sub>6<\/sub>). Esta qu\u00edmica rica em carbono contrasta fortemente com a qu\u00edmica observada no disco em torno da estrela hospedeira, onde os investigadores encontraram \u00e1gua, mas n\u00e3o carbono. A diferen\u00e7a entre os dois discos \u00e9 uma evid\u00eancia da sua r\u00e1pida evolu\u00e7\u00e3o qu\u00edmica em apenas dois milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>G\u00e9nese das luas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 muito que se coloca a hip\u00f3tese de um disco circumplanet\u00e1rio de detritos ser o local de nascimento das quatro maiores luas de J\u00fapiter. Estes sat\u00e9lites galileanos devem ter-se condensado a partir de um disco achatado h\u00e1 milhares de milh\u00f5es de anos, como \u00e9 evidente nas suas \u00f3rbitas co-planares em torno de J\u00fapiter. As duas luas galileanas mais externas, Ganimedes e Calisto, t\u00eam 50% de gelo de \u00e1gua. Mas presumivelmente t\u00eam n\u00facleos rochosos, talvez feitos de carbono ou sil\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Queremos saber mais sobre como o nosso Sistema Solar formou as luas. Isto significa que temos de olhar para outros sistemas que ainda est\u00e3o em constru\u00e7\u00e3o. Estamos a tentar perceber como tudo funciona&#8221;, disse Gabriele. &#8220;Como \u00e9 que estas luas se formam? Quais s\u00e3o os ingredientes? Que processos f\u00edsicos est\u00e3o em jogo e em que escalas de tempo? O Webb permite-nos testemunhar o drama da forma\u00e7\u00e3o das luas e investigar estas quest\u00f5es, de forma observacional, pela primeira vez&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No pr\u00f3ximo ano, a equipa utilizar\u00e1 o Webb para efetuar um levantamento exaustivo de objetos semelhantes, de modo a compreender melhor a diversidade de propriedades f\u00edsicas e qu\u00edmicas dos discos em torno de planetas jovens. As informa\u00e7\u00f5es poder\u00e3o ser \u00fateis, especialmente \u00e0 medida que a JUICE (Jupiter Icy Moons Explorer) se dirige para J\u00fapiter e que se prepara uma futura miss\u00e3o para orbitar e aterrar na lua de Saturno, Enc\u00e9lado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes resultados foram publicados na revista The Astrophysical Journal Letters.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Webb_studies_moon-forming_disc_around_massive_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2521\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/universe\/exoplanets\/nasas-webb-telescope-studies-moon-forming-disk-around-massive-planet\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/carnegiescience.edu\/news\/astronomers-get-first-ever-peek-gas-giants-moon-forming-environment\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Instituto Carnegie (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.news.uzh.ch\/en\/articles\/media\/2025\/moon-formation.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Zurique (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ae0290\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CT Cha B:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/ct-chamaleontis-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/simbad.cds.unistra.fr\/simbad\/sim-id?Ident=CT+Cha+B\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Simbad<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/ct_cha_b--502\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CT Chamaeleontis:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/simbad.cds.unistra.fr\/simbad\/sim-id?Ident=CT+Cha\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Simbad<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/CT_Chamaeleontis\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoluas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Exomoon\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Disco circumplanet\u00e1rio:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Circumplanetary_disk\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA forneceu as primeiras medi\u00e7\u00f5es diretas das propriedades qu\u00edmicas e f\u00edsicas de um potencial disco de forma\u00e7\u00e3o de luas que rodeia um grande 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