{"id":8366,"date":"2025-09-26T06:35:26","date_gmt":"2025-09-26T05:35:26","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8366"},"modified":"2025-09-26T06:35:27","modified_gmt":"2025-09-26T05:35:27","slug":"webb-explora-a-maior-nuvem-de-formacao-estelar-da-nossa-galaxia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/09\/26\/webb-explora-a-maior-nuvem-de-formacao-estelar-da-nossa-galaxia\/","title":{"rendered":"Webb explora a maior nuvem de forma\u00e7\u00e3o estelar da nossa Gal\u00e1xia"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2520a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"444\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/YKPnr72U_o-1024x444.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8367\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/YKPnr72U_o-1024x444.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/YKPnr72U_o-300x130.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/YKPnr72U_o-768x333.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/YKPnr72U_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Estrelas, g\u00e1s e poeira c\u00f3smica na nuvem molecular Sagit\u00e1rio B2 brilham no infravermelho pr\u00f3ximo, imagem esta captada pelo NIRCam (Near-Infrared Camera) do Webb. Nesta luz, os astr\u00f3nomos v\u00eaem mais das diversas e coloridas estrelas da regi\u00e3o, mas menos da sua estrutura de g\u00e1s e poeira. Cada um dos instrumentos do Webb fornece aos astr\u00f3nomos informa\u00e7\u00e3o importante que ajuda a construir uma imagem mais completa do que est\u00e1 a acontecer nesta intrigante por\u00e7\u00e3o do centro da nossa Gal\u00e1xia.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, A. Ginsburg (Universidade da Fl\u00f3rida), N. Budaiev (Universidade da Fl\u00f3rida), T. Yoo (Universidade da Fl\u00f3rida); processamento &#8211; A. Pagan (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA revelou um conjunto colorido de estrelas massivas e poeira c\u00f3smica brilhante na nuvem molecular Sagit\u00e1rio B2 (Sgr B2), a mais massiva e ativa regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar da nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p>Sagit\u00e1rio B2 produz metade das estrelas criadas na regi\u00e3o do centro gal\u00e1ctico, apesar de ter apenas 10% do material estelar da \u00e1rea. Agora, o Webb revelou novas e espantosas imagens da regi\u00e3o, utilizando os seus instrumentos no infravermelho pr\u00f3ximo e no infravermelho m\u00e9dio para captar as suas estrelas coloridas e os ber\u00e7\u00e1rios estelares gasosos com um pormenor sem precedentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Sagit\u00e1rio B2 situa-se apenas a algumas centenas de anos-luz do buraco negro supermassivo no cora\u00e7\u00e3o da nossa Gal\u00e1xia, chamado Sagit\u00e1rio A*, uma regi\u00e3o densamente povoada de estrelas, nuvens de forma\u00e7\u00e3o estelar e campos magn\u00e9ticos complexos. A luz infravermelha que o Webb deteta \u00e9 capaz de passar atrav\u00e9s de algumas das espessas nuvens da zona, revelando estrelas jovens e a poeira quente que as envolve. Os astr\u00f3nomos pensam que a an\u00e1lise dos dados do Webb ajudar\u00e1 a desvendar mist\u00e9rios importantes do processo de forma\u00e7\u00e3o estelar e porque \u00e9 que Sagit\u00e1rio B2 est\u00e1 a formar tantas mais estrelas do que o resto do centro gal\u00e1ctico.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, um dos aspetos mais not\u00e1veis das imagens de Sagit\u00e1rio B2 pelo Webb s\u00e3o as partes que permanecem escuras. Estas \u00e1reas do espa\u00e7o, que ironicamente parecem vazias, est\u00e3o na realidade t\u00e3o densamente cheias de g\u00e1s e poeira que nem o Webb consegue ver atrav\u00e9s delas. Estas nuvens espessas s\u00e3o a mat\u00e9ria-prima de futuras estrelas e um casulo para aquelas que ainda s\u00e3o demasiado jovens para brilhar.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2520b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/07\/0d\/OiIl7fKF_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O MIRI (Mid-Infrared Instrument) do Webb mostra a regi\u00e3o de Sagit\u00e1rio B2 (Sgr B2) no infravermelho m\u00e9dio, com poeira quente a brilhar intensamente. \u00c0 direita est\u00e1 um aglomerado de nuvens que captou a aten\u00e7\u00e3o dos astr\u00f3nomos. \u00c9 mais vermelho do que o resto das nuvens na imagem e corresponde a uma \u00e1rea que outros telesc\u00f3pios mostraram ser uma das regi\u00f5es mais ricas em mol\u00e9culas conhecidas. Uma an\u00e1lise mais aprofundada desta regi\u00e3o intrigante poder\u00e1 fornecer informa\u00e7\u00f5es importantes sobre a raz\u00e3o pela qual Sgr B2 \u00e9 t\u00e3o mais produtiva na cria\u00e7\u00e3o de estrelas do que o resto do centro gal\u00e1ctico.<br>Apenas as estrelas mais brilhantes desta regi\u00e3o emitem luz no infravermelho m\u00e9dio que pode ser captada pelo instrumento MIRI do Webb, raz\u00e3o pela qual esta imagem tem muito menos estrelas do que a captada pelo NIRCam (Near-Infrared Camera) do Webb. As \u00e1reas mais escuras da imagem n\u00e3o s\u00e3o espa\u00e7o vazio, mas sim \u00e1reas onde a poeira e o g\u00e1s c\u00f3smicos s\u00e3o t\u00e3o densos que a luz n\u00e3o os consegue penetrar para chegar ao telesc\u00f3pio.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, A. Ginsburg (Universidade da Fl\u00f3rida), N. Budaiev (Universidade da Fl\u00f3rida), T. Yoo (Universidade da Fl\u00f3rida); processamento &#8211; A. Pagan (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A alta resolu\u00e7\u00e3o e a sensibilidade ao infravermelho m\u00e9dio do MIRI (Mid-Infrared Instrument) do Webb revelaram esta regi\u00e3o com um pormenor sem precedentes, incluindo poeira c\u00f3smica incandescente aquecida por estrelas massivas muito jovens. A zona mais avermelhada, conhecida como Sagit\u00e1rio B2 Norte (nota: o norte est\u00e1 para a direita nestas imagens do Webb), \u00e9 uma das regi\u00f5es mais ricas em mol\u00e9culas que se conhecem, mas os astr\u00f3nomos nunca a tinham visto com tanta clareza.<\/p>\n\n\n\n<p>A diferen\u00e7a que os comprimentos de onda mais longos da luz fazem, mesmo no espetro infravermelho, \u00e9 evidente quando se comparam as imagens dos instrumentos MIRI e NIRCam (Near-Infrared Camera) do Webb. O g\u00e1s brilhante e a poeira aparecem dramaticamente no infravermelho m\u00e9dio, enquanto todas as estrelas, exceto as mais brilhantes, desaparecem de vista.<\/p>\n\n\n\n<p>Em contraste com o MIRI, as estrelas coloridas roubam o espet\u00e1culo na imagem NIRCam do Webb, pontuadas ocasionalmente por nuvens brilhantes de g\u00e1s e poeira. Mais investiga\u00e7\u00e3o sobre estas estrelas ir\u00e1 revelar detalhes sobre as suas massas e idades, o que ajudar\u00e1 os astr\u00f3nomos a compreender melhor o processo de forma\u00e7\u00e3o de estrelas nesta regi\u00e3o densa e ativa do centro gal\u00e1ctico. Estar\u00e1 a decorrer h\u00e1 milh\u00f5es de anos? Ou ser\u00e1 que algum processo desconhecido o despoletou apenas recentemente?<\/p>\n\n\n\n<p>Os astr\u00f3nomos esperam que o Webb possa esclarecer a raz\u00e3o pela qual a forma\u00e7\u00e3o de estrelas no centro gal\u00e1ctico \u00e9 t\u00e3o desproporcionada. Embora a regi\u00e3o esteja repleta de mat\u00e9ria-prima gasosa, no seu conjunto n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o produtiva como Sagit\u00e1rio B2. Apesar de Sagit\u00e1rio B2 ter apenas 10 por cento do g\u00e1s do centro gal\u00e1ctico, produz 50 por cento das suas estrelas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Pan video: Sagittarius B2 (NIRCam image)\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ZY5njNNPX1g?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Webb_explores_largest_star-forming_cloud_in_our_galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2520\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasas-webb-explores-largest-star-forming-cloud-in-milky-way\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2509.11771\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Sagit\u00e1rio B2:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sagittarius_B2\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nuvem molecular gigante:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Molecular_cloud#Giant_molecular_clouds\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Forma\u00e7\u00e3o estelar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Star_formation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Telesc\u00f3pio Espacial 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