{"id":8355,"date":"2025-09-23T06:23:48","date_gmt":"2025-09-23T05:23:48","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8355"},"modified":"2025-09-23T06:23:50","modified_gmt":"2025-09-23T05:23:50","slug":"chandra-descobre-um-buraco-negro-com-um-crescimento-tremendo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/09\/23\/chandra-descobre-um-buraco-negro-com-um-crescimento-tremendo\/","title":{"rendered":"Chandra descobre um buraco negro com um crescimento tremendo"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/red6.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/RfJxMTnm_o-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8356\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/RfJxMTnm_o-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/RfJxMTnm_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/RfJxMTnm_o-768x512.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/RfJxMTnm_o-310x205.jpg 310w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/RfJxMTnm_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ilustra\u00e7\u00e3o de um buraco negro supermassivo, um disco circundante de material a cair em dire\u00e7\u00e3o ao buraco negro e um jato contendo part\u00edculas que se afastam a uma velocidade pr\u00f3xima da da luz. Este buraco negro representa um quasar recentemente descoberto, alimentado por um buraco negro. Novas observa\u00e7\u00f5es do Chandra indicam que o buraco negro est\u00e1 a crescer a um ritmo que excede o limite habitual para os buracos negros, chamado Limite de Eddington.\nCr\u00e9dito: NASA\/CXC\/SAO\/M. Weiss; raios X &#8211; NASA\/CXC\/INAF-Brera\/L. Ighina et al.; ilustra\u00e7\u00e3o &#8211; NASA\/CXC\/SAO\/M. Weiss; processamento de imagem &#8211; NASA\/CXC\/SAO\/N. Wolk<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo uma equipa de astr\u00f3nomos, um buraco negro est\u00e1 a crescer a um dos ritmos mais r\u00e1pidos alguma vez registados. Esta descoberta do Observat\u00f3rio de raios X Chandra da NASA pode ajudar a explicar como \u00e9 que alguns buracos negros podem atingir massas enormes relativamente depressa ap\u00f3s o Big Bang.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O buraco negro tem cerca de mil milh\u00f5es de vezes a massa do Sol e est\u00e1 localizado a cerca de 12,8 mil milh\u00f5es de anos-luz da Terra, o que significa que os astr\u00f3nomos o est\u00e3o a ver apenas 920 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o in\u00edcio do Universo. Est\u00e1 a produzir mais raios X do que qualquer outro buraco negro observado nos primeiros mil milh\u00f5es de anos do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O buraco negro est\u00e1 a alimentar aquilo a que os cientistas chamam um quasar, um objeto extremamente brilhante que ofusca gal\u00e1xias inteiras. A fonte de energia deste monstro brilhante \u00e9 uma grande quantidade de mat\u00e9ria que se afunila \u00e0 volta e entra no buraco negro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora a mesma equipa o tenha descoberto h\u00e1 dois anos, foram necess\u00e1rias observa\u00e7\u00f5es do Chandra em 2023 para descobrir o que distingue este quasar, RACS J0320-35. Os dados de raios X revelam que este buraco negro parece estar a crescer a um ritmo que excede o limite normal para estes objetos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Foi um pouco chocante ver este buraco negro a crescer a passos largos&#8221;, disse Luca Ighina do Centro de Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian em Cambridge, Massachusetts, EUA, que liderou o estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando a mat\u00e9ria \u00e9 puxada em dire\u00e7\u00e3o a um buraco negro, \u00e9 aquecida e produz radia\u00e7\u00e3o intensa num largo espetro, incluindo raios X e luz \u00f3tica. Esta radia\u00e7\u00e3o cria press\u00e3o sobre a mat\u00e9ria em queda. Quando a taxa de mat\u00e9ria em queda atinge um valor cr\u00edtico, a press\u00e3o da radia\u00e7\u00e3o equilibra a gravidade do buraco negro e a mat\u00e9ria n\u00e3o pode normalmente cair para o interior mais rapidamente. Este m\u00e1ximo \u00e9 designado por limite de Eddington.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas pensam que os buracos negros que crescem mais lentamente do que o limite de Eddington precisam de nascer com massas de cerca de 10.000 s\u00f3is ou mais, para que possam atingir mil milh\u00f5es de massas solares dentro de mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang &#8211; como foi observado no RACS J0320-35. Um buraco negro com uma massa inicial t\u00e3o elevada pode resultar diretamente de um processo ex\u00f3tico: o colapso de uma enorme nuvem de g\u00e1s denso contendo quantidades invulgarmente baixas de elementos mais pesados do que o h\u00e9lio, condi\u00e7\u00f5es que podem ser extremamente raras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se RACS J0320-35 est\u00e1 de facto a crescer a um ritmo elevado &#8211; estimado em 2,4 vezes o limite de Eddington &#8211; e o faz durante um per\u00edodo prolongado de tempo, o seu buraco negro pode ter come\u00e7ado de uma forma mais convencional, com uma massa inferior a cem s\u00f3is, causado pela implos\u00e3o de uma estrela massiva.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Conhecendo a massa do buraco negro e calculando a rapidez com que est\u00e1 a crescer, podemos fazer uma estimativa da sua massa \u00e0 nascen\u00e7a&#8221;, disse o coautor Alberto Moretti do INAF-Osservatorio Astronomico di Brera em It\u00e1lia. &#8220;Com este c\u00e1lculo podemos agora testar diferentes ideias sobre como os buracos negros nascem&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para descobrir a rapidez com que este buraco negro est\u00e1 a crescer (entre 300 e 3000 s\u00f3is por ano), os investigadores compararam modelos te\u00f3ricos com a assinatura de raios X, ou espetro, do Chandra, que d\u00e1 as quantidades de raios X a diferentes energias. Descobriram que o espetro do Chandra correspondia de perto ao que esperavam dos modelos de um buraco negro que crescesse mais depressa do que o limite de Eddington. Dados no vis\u00edvel e no infravermelho tamb\u00e9m apoiam a interpreta\u00e7\u00e3o de que este buraco negro est\u00e1 a ganhar massa mais rapidamente do que o limite de Eddington permite.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Como \u00e9 que o Universo criou a primeira gera\u00e7\u00e3o de buracos negros?&#8221; disse o coautor Thomas Connor, tamb\u00e9m do Centro de Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian. &#8220;Esta continua a ser uma das maiores quest\u00f5es da astrof\u00edsica e este objeto est\u00e1 a ajudar-nos a encontrar a resposta&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro mist\u00e9rio cient\u00edfico abordado por este resultado diz respeito \u00e0 causa dos jatos de part\u00edculas que se afastam de alguns buracos negros a velocidades pr\u00f3ximas da velocidade da luz, como se v\u00ea no RACS J0320-35. Jatos como este s\u00e3o raros nos quasares, o que pode significar que a r\u00e1pida taxa de crescimento do buraco negro est\u00e1 de alguma forma a contribuir para a cria\u00e7\u00e3o destes jatos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O quasar foi previamente descoberto como parte de um levantamento radiotelesc\u00f3pico utilizando o ASKAP (Australian Square Kilometer Array Pathfinder), combinado com dados \u00f3ticos do DEC (Dark Energy Camera), um instrumento montado no Telesc\u00f3pio Victor M. Blanco de 4 metros no Observat\u00f3rio Interamericano de Cerro Tololo, no Chile. O Telesc\u00f3pio Gemini-South do NOIRLab (National Optical-Infrared Astronomy Research Laboratory) da NSF (National Science Foundation), em Cerro Pachon, Chile, foi utilizado para obter a dist\u00e2ncia exata de RACS J0320-35.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Tour: NASA&#039;s Chandra Finds Black Hole With Tremendous Growth\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/l5oVK9PKVAo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/missions\/chandra\/nasas-chandra-finds-black-hole-with-tremendous-growth\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/chandra.harvard.edu\/press\/25_releases\/press_091825.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Chandra\/Harvard (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cfa.harvard.edu\/news\/astronomers-find-black-hole-tremendous-growth-using-nasas-chandra-x-ray-observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Centro de Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/ciencias.ulisboa.pt\/en\/node\/17674\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Faculdade de Ci\u00eancias da Universidade de Lisboa (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/divulgacao.iastro.pt\/pt\/2025\/09\/15\/bn-racsj0320-35\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Instituto de Astrof\u00edsica e Ci\u00eancias do Espa\u00e7o (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/aded0a\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro supermassivo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Limite de Eddington:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Eddington_luminosity\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio de raios X Chandra:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission\/chandra-x-ray-observatory\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/chandra.harvard.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Harvard<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Chandra_X-ray_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ASKAP (Australian Square Kilometre Array Pathfinder):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.atnf.csiro.au\/facilities\/askap-radio-telescope\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CSIRO<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Australian_Square_Kilometre_Array_Pathfinder\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Victor M. Blanco:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/noirlab.edu\/public\/programs\/ctio\/victor-blanco-4m-telescope\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NOIRLab<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/V%C3%ADctor_M._Blanco_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Interamericano de Cerro Tololo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/noirlab.edu\/public\/programs\/ctio\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NOIRLab<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cerro_Tololo_Inter-American_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Internacional Gemini:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.gemini.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gemini_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo uma equipa de astr\u00f3nomos, um buraco negro est\u00e1 a crescer a um dos ritmos mais r\u00e1pidos alguma vez registados. 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