{"id":8348,"date":"2025-09-19T06:20:15","date_gmt":"2025-09-19T05:20:15","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8348"},"modified":"2025-09-19T06:20:31","modified_gmt":"2025-09-19T05:20:31","slug":"conheca-a-missao-imap-que-vai-estudar-os-limites-do-nosso-lar-no-espaco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/09\/19\/conheca-a-missao-imap-que-vai-estudar-os-limites-do-nosso-lar-no-espaco\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a a miss\u00e3o IMAP, que vai estudar os limites do nosso lar no espa\u00e7o"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/dynamicimage\/assets\/science\/cds\/ciencia\/sistema-solar\/2025\/IMAP-illustration.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"753\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/oSG5AFoD_o-1024x753.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8349\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/oSG5AFoD_o-1024x753.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/oSG5AFoD_o-300x221.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/oSG5AFoD_o-768x564.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/oSG5AFoD_o.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista da sonda IMAP.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/Universidade de Princeton\/Patrick McPike<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O espa\u00e7o \u00e9 um lugar perigoso &#8211; um lugar repleto de radia\u00e7\u00e3o e de part\u00edculas altamente energ\u00e9ticas que podem danificar o ADN e as placas de circuitos. No entanto, a vida perdura no nosso Sistema Solar, em parte devido \u00e0 heliosfera, uma bolha gigante criada pelo Sol que se estende muito para al\u00e9m da \u00f3rbita de Neptuno.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com a nova sonda IMAP (Interstellar Mapping and Acceleration Probe) da NASA, cujo lan\u00e7amento n\u00e3o ser\u00e1 antes de ter\u00e7a-feira, dia 23 de setembro, a humanidade vai poder observar a heliosfera melhor do que nunca. A miss\u00e3o ir\u00e1 tra\u00e7ar os limites da heliosfera para nos ajudar a compreender melhor a prote\u00e7\u00e3o que oferece e a forma como se altera com a atividade do Sol. A miss\u00e3o IMAP tamb\u00e9m fornecer\u00e1 medi\u00e7\u00f5es quase em tempo real das condi\u00e7\u00f5es do clima espacial, essenciais para a campanha Artemis e para as viagens ao espa\u00e7o profundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com a IMAP, vamos alargar as fronteiras do conhecimento e da compreens\u00e3o do nosso lugar n\u00e3o s\u00f3 no Sistema Solar, mas tamb\u00e9m na gal\u00e1xia como um todo&#8221;, disse Patrick Koehn, cientista do programa IMAP na sede da NASA em Washington. &#8220;\u00c0 medida que a humanidade se expande e explora para l\u00e1 da Terra, miss\u00f5es como a IMAP v\u00e3o acrescentar novas pe\u00e7as ao puzzle do clima espacial que preenche o espa\u00e7o entre a Parker Solar Probe, perto do Sol, e as Voyagers para l\u00e1 da heliopausa&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dom\u00ednio do Sol<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A heliosfera \u00e9 criada pelo fluxo constante de material e campos magn\u00e9ticos do Sol, chamado vento solar. \u00c0 medida que o Sistema Solar se move pela Via L\u00e1ctea, a intera\u00e7\u00e3o do vento solar com o material interestelar cria a bolha da heliosfera. O estudo da heliosfera ajuda os cientistas a compreender o nosso lar no espa\u00e7o e a forma como se tornou habit\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como um cart\u00f3grafo celeste dos tempos modernos, a miss\u00e3o IMAP ir\u00e1 mapear os limites da nossa heliosfera e estudar a forma como a heliosfera interage com a vizinhan\u00e7a gal\u00e1ctica local. Ir\u00e1 mapear a vasta gama de part\u00edculas, poeiras, luz ultravioleta e campos magn\u00e9ticos no espa\u00e7o interplanet\u00e1rio, para investigar a energiza\u00e7\u00e3o de part\u00edculas carregadas do Sol e a sua intera\u00e7\u00e3o com o espa\u00e7o interestelar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A miss\u00e3o IMAP baseia-se nas miss\u00f5es Voyager e IBEX (Interstellar Boundary Explorer) da NASA. Em 2012 e 2018, as duas naves espaciais Voyager foram os primeiros objetos criados pelo homem a atravessar a fronteira da heliosfera e a enviar medi\u00e7\u00f5es do espa\u00e7o interestelar. Os cientistas obtiveram assim uma imagem do aspeto da fronteira e da sua localiza\u00e7\u00e3o em dois locais espec\u00edficos. Embora a IBEX tenha estado a mapear a heliosfera, deixou muitas perguntas sem resposta. Com uma resolu\u00e7\u00e3o 30 vezes superior e imagens mais r\u00e1pidas, a IMAP ajudar\u00e1 a preencher as inc\u00f3gnitas acerca da heliosfera.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u00c1tomos neutros energ\u00e9ticos: mensageiros at\u00f3micos dos limites da nossa heliosfera<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dos 10 instrumentos da IMAP, tr\u00eas ir\u00e3o investigar os limites da heliosfera atrav\u00e9s da recolha de \u00e1tomos neutros energ\u00e9ticos, ou ANEs. Muitos ANEs t\u00eam origem em part\u00edculas com carga positiva libertadas pelo Sol, mas, depois de atravessarem o Sistema Solar, estas part\u00edculas chocam com part\u00edculas do espa\u00e7o interestelar. Nesta colis\u00e3o, algumas dessas part\u00edculas com carga positiva tornam-se neutras e nasce um \u00e1tomo neutro energ\u00e9tico. A intera\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m redireciona os novos ANEs, e alguns ricocheteiam de volta para o Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As part\u00edculas carregadas s\u00e3o for\u00e7adas a seguir as linhas do campo magn\u00e9tico, mas os ANEs viajam em linha reta, n\u00e3o sendo afetados pelas curvas e turbul\u00eancias dos campos magn\u00e9ticos que permeiam o espa\u00e7o e moldam os limites da heliosfera. Isto significa que os cientistas podem seguir a origem destes mensageiros at\u00f3micos e estudar \u00e0 dist\u00e2ncia regi\u00f5es distantes do espa\u00e7o. A miss\u00e3o IMAP utilizar\u00e1 os ANEs que recolhe perto da Terra para rastrear as suas origens e construir mapas dos limites da heliosfera, que de outra forma seriam invis\u00edveis a esta dist\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com o seu conjunto abrangente de instrumentos de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, a IMAP far\u00e1 avan\u00e7ar a nossa compreens\u00e3o de duas quest\u00f5es fundamentais: como as part\u00edculas s\u00e3o energizadas e transportadas atrav\u00e9s da heliosfera e como a pr\u00f3pria heliosfera interage com a nossa Gal\u00e1xia&#8221;, disse Shri Kanekal, cientista da miss\u00e3o IMAP no Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, Maryland, EUA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Clima espacial: monitoriza\u00e7\u00e3o do vento solar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A miss\u00e3o IMAP ir\u00e1 tamb\u00e9m apoiar observa\u00e7\u00f5es quase em tempo real do vento solar e das energ\u00e9ticas part\u00edculas solares, que podem produzir condi\u00e7\u00f5es perigosas no ambiente espacial pr\u00f3ximo da Terra. A partir da sua localiza\u00e7\u00e3o no Ponto de Lagrange 1, a cerca de 1,5 milh\u00f5es de quil\u00f3metros da Terra em dire\u00e7\u00e3o ao Sol, a IMAP fornecer\u00e1 um aviso de cerca de meia hora de part\u00edculas perigosas que se dirigem para o nosso planeta. Os dados da miss\u00e3o ajudar\u00e3o no desenvolvimento de modelos que podem prever os impactos do clima espacial, desde interrup\u00e7\u00f5es na rede el\u00e9trica at\u00e9 \u00e0 perda de sat\u00e9lites.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A miss\u00e3o IMAP fornecer\u00e1 informa\u00e7\u00f5es muito importantes para as viagens ao espa\u00e7o profundo, onde os astronautas estar\u00e3o diretamente expostos aos perigos do vento solar&#8221;, disse David McComas, investigador principal da IMAP na Universidade de Princeton.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Poeira c\u00f3smica: pistas da Gal\u00e1xia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m de medir os ANEs e as part\u00edculas do vento solar, a IMAP tamb\u00e9m far\u00e1 medi\u00e7\u00f5es diretas da poeira interestelar &#8211; aglomerados de part\u00edculas origin\u00e1rias do exterior do Sistema Solar que s\u00e3o mais pequenas do que um gr\u00e3o de areia. Esta poeira espacial \u00e9 maioritariamente composta por gr\u00e3os rochosos ou ricos em carbono que sobram do rescaldo de explos\u00f5es de supernova.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A composi\u00e7\u00e3o elementar espec\u00edfica desta poeira espacial \u00e9 um &#8220;carimbo postal&#8221; que indica a sua origem na Gal\u00e1xia. O estudo da poeira c\u00f3smica pode fornecer informa\u00e7\u00f5es sobre as composi\u00e7\u00f5es de estrelas muito distantes do nosso Sistema Solar. Tamb\u00e9m ajudar\u00e1 os cientistas a avan\u00e7ar significativamente o que sabemos sobre estes materiais b\u00e1sicos de constru\u00e7\u00e3o c\u00f3smica e fornecer\u00e1 informa\u00e7\u00f5es sobre a composi\u00e7\u00e3o do material entre as estrelas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Mapping the Boundaries of Our Home in Space with NASA\u2019s IMAP Mission\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/gEOraINOI5c?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/nasas-imap-mission-to-study-boundaries-of-our-home-in-space\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>IMAP (Interstellar Mapping and Acceleration Probe):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/imap\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/imap.princeton.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Princeton<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Interstellar_Mapping_and_Acceleration_Probe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Heliosfera:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Heliosphere\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Espa\u00e7o interestelar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Interstellar_medium\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Atomo neutro energ\u00e9tico:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Energetic_neutral_atom\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Clima espacial:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Space_weather\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sondas Voyager:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/voyager.jpl.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.heavens-above.com\/SolarEscape.aspx?lat=0&amp;lng=0&amp;loc=Unspecified&amp;alt=0&amp;tz=CET\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Heavens Above<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Voyager_1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Voyager 1 (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Voyager_2\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Voyager 2 (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>IBEX (Interstellar Boundary Explorer):<br><\/strong><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/ibex\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Interstellar_Boundary_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O espa\u00e7o \u00e9 um lugar perigoso &#8211; um lugar repleto de radia\u00e7\u00e3o e de part\u00edculas altamente energ\u00e9ticas que podem danificar o ADN e as placas de circuitos. No entanto, a vida perdura no nosso Sistema Solar, em parte devido \u00e0 heliosfera, uma bolha gigante criada pelo Sol que se estende muito para al\u00e9m da \u00f3rbita de Neptuno.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8349,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[156,9,16],"tags":[1150,415,414,497,498,412,359],"class_list":["post-8348","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-diversos","category-sistema-solar","category-sondas-missoes-espaciais","tag-clima-espacial","tag-espaco-interestelar","tag-heliosfera","tag-ibex","tag-imap","tag-voyager-1","tag-voyager-2"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8348","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8348"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8348\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8351,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8348\/revisions\/8351"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8349"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8348"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8348"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8348"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}