{"id":8328,"date":"2025-09-12T06:11:48","date_gmt":"2025-09-12T05:11:48","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8328"},"modified":"2025-09-12T06:11:49","modified_gmt":"2025-09-12T05:11:49","slug":"rover-perseverance-descobre-potenciais-bioassinaturas-em-marte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/09\/12\/rover-perseverance-descobre-potenciais-bioassinaturas-em-marte\/","title":{"rendered":"Rover Perseverance descobre potenciais bioassinaturas em Marte"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/BkEun7fq_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"762\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/BkEun7fq_o-1024x762.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8329\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/BkEun7fq_o-1024x762.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/BkEun7fq_o-300x223.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/BkEun7fq_o-768x571.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/BkEun7fq_o-1536x1142.jpg 1536w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/BkEun7fq_o.jpg 1608w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O rover Perseverance da NASA descobriu manchas de leopardo numa rocha avermelhada apelidada de &#8220;Cheyava Falls&#8221; na cratera Jezero de Marte em julho de 2024. Os cientistas pensam que as manchas podem indicar que, h\u00e1 milhares de milh\u00f5es de anos, as rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas nesta rocha poderiam ter suportado vida microbiana; est\u00e3o a ser consideradas outras explica\u00e7\u00f5es.\nCr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech\/MSSS<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Uma amostra recolhida pelo rover Perseverance da NASA, num antigo leito seco de rio, situado na cratera Jezero, pode potencialmente preservar evid\u00eancias de vida microbiana antiga. De acordo com um artigo cient\u00edfico publicado na passada quarta-feira na revista Nature, a amostra, chamada &#8220;Sapphire Canyon&#8221;, que foi recolhida no ano passado de uma rocha chamada &#8220;Cheyava Falls&#8221;, cont\u00e9m potenciais bioassinaturas.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma potencial bioassinatura \u00e9 uma subst\u00e2ncia ou estrutura que pode ter uma origem biol\u00f3gica, mas que requer mais dados ou um estudo mais aprofundado antes de se poder chegar a uma conclus\u00e3o sobre a aus\u00eancia ou presen\u00e7a de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Esta descoberta do Perseverance, lan\u00e7ado aquando do primeiro mandato do Presidente Trump, \u00e9 o mais pr\u00f3ximo que alguma vez estivemos de descobrir vida em Marte. A identifica\u00e7\u00e3o de uma potencial bioassinatura no Planeta Vermelho \u00e9 uma descoberta revolucion\u00e1ria, que far\u00e1 avan\u00e7ar a nossa compreens\u00e3o de Marte&#8221;, disse o administrador interino da NASA, Sean Duffy. &#8220;O compromisso da NASA para com a realiza\u00e7\u00e3o de ci\u00eancia de excel\u00eancia vai continuar \u00e0 medida que perseguimos o nosso objetivo de colocar botas americanas no solo rochoso de Marte&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>O Perseverance encontrou &#8220;Cheyava Falls&#8221; em julho de 2024, enquanto explorava a forma\u00e7\u00e3o &#8220;Bright Angel&#8221;, um conjunto de afloramentos rochosos nas extremidades norte e sul de Neretva Vallis, um antigo vale fluvial com 400 metros de largura que foi esculpido por \u00e1gua que corria, h\u00e1 muito tempo atr\u00e1s, para a cratera Jezero.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Esta descoberta \u00e9 o resultado direto do esfor\u00e7o da NASA para planear estrategicamente, desenvolver e executar uma miss\u00e3o capaz de fornecer exatamente este tipo de ci\u00eancia &#8211; a identifica\u00e7\u00e3o de uma potencial bioassinatura em Marte&#8221;, disse Nicky Fox, administradora associada do Directorado de Miss\u00f5es Cient\u00edficas na sede da NASA em Washington. &#8220;Com a publica\u00e7\u00e3o deste resultado revisto por pares, a NASA disponibiliza estes dados \u00e0 comunidade cient\u00edfica em geral para um estudo mais aprofundado que confirme ou refute o seu potencial biol\u00f3gico&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Os instrumentos cient\u00edficos do rover descobriram que as rochas sedimentares da forma\u00e7\u00e3o s\u00e3o compostas por argila e silte, que, na Terra, s\u00e3o excelentes conservantes de vida microbiana passada. Tamb\u00e9m s\u00e3o ricas em carbono org\u00e2nico, enxofre, ferro oxidado (ferrugem) e f\u00f3sforo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A combina\u00e7\u00e3o de elementos qu\u00edmicos que encontr\u00e1mos na forma\u00e7\u00e3o &#8216;Bright Angel&#8217; pode ter sido uma fonte rica de energia para os metabolismos microbianos&#8221;, disse Joel Hurowitz, cientista do Perseverance, da Universidade Stony Brook, em Nova Iorque, e principal autor do artigo cient\u00edfico. &#8220;Mas s\u00f3 porque vimos todas estas assinaturas qu\u00edmicas convincentes nos dados n\u00e3o significava que t\u00ednhamos uma potencial bioassinatura. Precis\u00e1vamos de analisar o que esses dados poderiam significar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Os primeiros instrumentos a recolherem desta rocha foram os instrumentos PIXL (Planetary Instrument for X-ray Lithochemistry) e SHERLOC (Scanning Habitable Environments with Raman &amp; Luminescence for Organics &amp; Chemicals) do Perseverance. Enquanto investigavam &#8220;Cheyava Falls&#8221;, que \u00e9 uma rocha em forma de ponta de seta que mede 1 metro por 0,6 metros, encontraram o que pareciam ser manchas coloridas. As manchas na rocha podem ter sido deixadas pela vida microbiana se esta tivesse usado os ingredientes brutos na rocha, o carbono org\u00e2nico, o enxofre e o f\u00f3sforo, como fonte de energia.<\/p>\n\n\n\n<p>Em imagens de maior resolu\u00e7\u00e3o, os instrumentos encontraram um padr\u00e3o distinto de minerais dispostos em frentes de rea\u00e7\u00e3o (pontos de contacto onde ocorrem rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas e f\u00edsicas) a que a equipa chamou manchas de leopardo. As manchas tinham a assinatura de dois minerais ricos em ferro: vivianite (fosfato de ferro hidratado) e greigite (sulfureto de ferro). O mineral vivianite \u00e9 frequentemente encontrado na Terra em sedimentos, p\u00e2ntanos e \u00e0 volta de mat\u00e9ria org\u00e2nica em decomposi\u00e7\u00e3o. Da mesma forma, certas formas de vida microbiana na Terra podem produzir greigite.<\/p>\n\n\n\n<p>A combina\u00e7\u00e3o destes minerais, que parecem ter sido formados por rea\u00e7\u00f5es de transfer\u00eancia de eletr\u00f5es entre o sedimento e a mat\u00e9ria org\u00e2nica, \u00e9 uma potencial impress\u00e3o digital de vida microbiana, que utilizaria estas rea\u00e7\u00f5es para produzir energia para crescer. Os minerais tamb\u00e9m podem ser gerados abioticamente, ou seja, sem a presen\u00e7a de vida. Assim, h\u00e1 formas de os produzir sem rea\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas, incluindo temperaturas elevadas e sustentadas, condi\u00e7\u00f5es \u00e1cidas e liga\u00e7\u00e3o por compostos org\u00e2nicos. No entanto, as rochas de &#8220;Bright Angel&#8221; n\u00e3o mostram evid\u00eancias de que tenham sofrido altas temperaturas ou condi\u00e7\u00f5es \u00e1cidas, e n\u00e3o se sabe se os compostos org\u00e2nicos presentes seriam capazes de catalisar a rea\u00e7\u00e3o a baixas temperaturas.<\/p>\n\n\n\n<p>A descoberta foi particularmente surpreendente porque envolve algumas das rochas sedimentares mais jovens que a miss\u00e3o j\u00e1 investigou. Uma hip\u00f3tese anterior assumia que os sinais de vida antiga estariam confinados a forma\u00e7\u00f5es rochosas mais velhas. Esta descoberta sugere que Marte pode ter sido habit\u00e1vel durante um per\u00edodo mais longo ou mais tarde na hist\u00f3ria do planeta do que se pensava anteriormente, e que as rochas mais antigas tamb\u00e9m podem conter sinais de vida que s\u00e3o simplesmente mais dif\u00edceis de detetar.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;As declara\u00e7\u00f5es astrobiol\u00f3gicas, particularmente as relacionadas com a potencial descoberta de vida extraterrestre passada, requerem evid\u00eancias extraordin\u00e1rias&#8221;, disse Katie Stack Morgan, cientista do projeto Perseverance no JPL da NASA no sul da Calif\u00f3rnia. &#8220;Conseguir publicar uma descoberta t\u00e3o significativa de uma potencial bioassinatura em Marte, numa publica\u00e7\u00e3o revista por pares, \u00e9 um passo crucial no processo cient\u00edfico porque garante o rigor, a validade e a import\u00e2ncia dos nossos resultados. E embora as explica\u00e7\u00f5es abi\u00f3ticas para o que vemos em &#8216;Bright Angel&#8217; sejam menos prov\u00e1veis, dadas as conclus\u00f5es do artigo cient\u00edfico, n\u00e3o as podemos excluir&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/8e\/b2\/RSXlqlQc_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/8e\/b2\/RSXlqlQc_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Com sete pontos de refer\u00eancia, a escala CoLD (Confidence of Life Detection) tra\u00e7a uma progress\u00e3o na confian\u00e7a de que um conjunto de observa\u00e7\u00f5es constitui evid\u00eancia de vida.<br>Cr\u00e9dito: NASA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A comunidade cient\u00edfica utiliza ferramentas e estruturas como a escala CoLD (Confidence of Life Detection) e os padr\u00f5es de evid\u00eancia para avaliar se os dados relacionados com a procura de vida respondem efetivamente \u00e0 pergunta &#8220;Estamos s\u00f3s?&#8221; Estas ferramentas ajudam a compreender melhor a confian\u00e7a que se deve depositar nos dados que sugerem um poss\u00edvel sinal de vida encontrado para l\u00e1 do nosso planeta.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Sapphire Canyon&#8221; \u00e9 um dos 27 n\u00facleos rochosos que o rover recolheu desde que aterrou na cratera Jezero em fevereiro de 2021. Entre o conjunto de instrumentos cient\u00edficos encontra-se uma esta\u00e7\u00e3o meteorol\u00f3gica que fornece informa\u00e7\u00f5es ambientais para futuras miss\u00f5es humanas, bem como amostras de material de fatos espaciais para que a NASA possa estudar a sua utiliza\u00e7\u00e3o em Marte.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"History of Mars: Water Flows in Ancient Neretva Vallis (Animation)\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ieJKWW8sp2A?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/news-release\/nasa-says-mars-rover-discovered-potential-biosignature-last-year\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.stonybrook.edu\/university\/martian-mudstone-evidence-from-the-perseverance-rover-is-a-potential-biosignature\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade Stony Brook (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-025-09413-0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Marte:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mars\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mars_(planet)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/nineplanets.org\/mars\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">The Nine Planets<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Jezero_(crater)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cratera Jezero (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vivianite:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Vivianite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Greigite:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Greigite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Rover Perseverance:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/mars.nasa.gov\/mars2020\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAPersevere\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/x.com\/NASAMars\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mars_2020\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Escala CoLD (Confidence of Life Detection):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Confidence_of_Life_Detection_Scale\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma amostra recolhida pelo rover Perseverance da NASA, num antigo leito seco de rio, situado na cratera Jezero, pode potencialmente preservar evid\u00eancias de vida microbiana antiga. 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