{"id":8321,"date":"2025-09-12T06:05:46","date_gmt":"2025-09-12T05:05:46","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8321"},"modified":"2025-09-12T06:05:47","modified_gmt":"2025-09-12T05:05:47","slug":"webb-observa-o-exoplaneta-trappist-1-e","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/09\/12\/webb-observa-o-exoplaneta-trappist-1-e\/","title":{"rendered":"Webb observa o exoplaneta TRAPPIST-1 e"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/missions\/webb\/science\/2025\/09\/STScI-01K1V61D55HJV2956SNSEN15GN.tif\/jcr:content\/renditions\/Full%20res%20(Display).jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EmvKCzCp_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8322\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EmvKCzCp_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EmvKCzCp_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EmvKCzCp_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/EmvKCzCp_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra a vol\u00e1til estrela an\u00e3 vermelha TRAPPIST-1 e os seus quatro planetas em \u00f3rbita mais \u00edntima, todos eles observados pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA. O Webb ainda n\u00e3o encontrou sinais definitivos de uma atmosfera \u00e0 volta de nenhum destes mundos.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, Joseph Olmsted (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Os cientistas est\u00e3o a observar o exoplaneta TRAPPIST-1 e com o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA. A an\u00e1lise minuciosa dos resultados obtidos at\u00e9 agora apresenta v\u00e1rios potenciais cen\u00e1rios para a atmosfera e para a superf\u00edcie do planeta, \u00e0 medida que as miss\u00f5es cient\u00edficas da NASA estabelecem as bases fundamentais para responder \u00e0 pergunta: &#8220;estamos s\u00f3s no Universo?&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Os instrumentos infravermelhos do Webb est\u00e3o a dar-nos mais detalhes do que alguma vez tivemos acesso, e as quatro observa\u00e7\u00f5es iniciais que conseguimos fazer do planeta e est\u00e3o a mostrar-nos com o que teremos de trabalhar quando o resto da informa\u00e7\u00e3o chegar&#8221;, disse N\u00e9stor Espinoza do STScI (Space Telescope Science Institute) em Baltimore, Maryland, EUA, investigador principal da equipa de investiga\u00e7\u00e3o. Dois artigos cient\u00edficos que detalham os resultados iniciais da equipa foram publicados na revista The Astrophysical Journal Letters.<\/p>\n\n\n\n<p>Dos sete mundos do tamanho da Terra que orbitam a estrela an\u00e3 vermelha TRAPPIST-1, o planeta e \u00e9 de particular interesse porque orbita a estrela a uma dist\u00e2ncia em que a exist\u00eancia de \u00e1gua \u00e0 superf\u00edcie \u00e9 teoricamente poss\u00edvel &#8211; nem demasiado quente, nem demasiado frio &#8211; mas apenas se o planeta tiver uma atmosfera. \u00c9 a\u00ed que o Webb entra em a\u00e7\u00e3o. Os investigadores apontaram o poderoso instrumento NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) do telesc\u00f3pio para o sistema enquanto o planeta e transitava, ou passava em frente, da sua estrela. A luz estelar que atravessa a atmosfera do planeta, caso exista, ser\u00e1 parcialmente absorvida e as correspondentes quedas no espetro de luz que chega ao Webb dir\u00e3o aos astr\u00f3nomos quais os elementos qu\u00edmicos que a\u00ed se encontram. Com cada tr\u00e2nsito adicional, \u00e0 medida que mais dados s\u00e3o recolhidos, os conte\u00fados atmosf\u00e9ricos tornam-se mais claros.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Atmosfera prim\u00e1ria improv\u00e1vel<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Embora permane\u00e7am em aberto m\u00faltiplas possibilidades para o planeta e, dado que at\u00e9 agora s\u00f3 foram analisados quatro tr\u00e2nsitos, os investigadores est\u00e3o confiantes de que o planeta j\u00e1 n\u00e3o tem a sua atmosfera prim\u00e1ria, ou original. TRAPPIST-1 \u00e9 uma estrela muito ativa, com erup\u00e7\u00f5es frequentes, por isso n\u00e3o \u00e9 surpreendente para os investigadores que qualquer atmosfera de hidrog\u00e9nio-h\u00e9lio com a qual o planeta se possa ter formado tenha sido eliminada pela radia\u00e7\u00e3o estelar. No entanto, muitos planetas, incluindo a Terra, criam uma atmosfera secund\u00e1ria, mais pesada, depois de perderem a sua atmosfera prim\u00e1ria. \u00c9 poss\u00edvel que o planeta e nunca tenha sido capaz de o fazer e n\u00e3o tenha uma atmosfera secund\u00e1ria. No entanto, os investigadores dizem que h\u00e1 uma hip\u00f3tese igual de existir uma atmosfera, e a equipa desenvolveu novas abordagens para trabalhar com os dados do Webb para determinar as potenciais atmosferas e ambientes de superf\u00edcie do planeta e.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/assets.science.nasa.gov\/content\/dam\/science\/missions\/webb\/science\/2025\/09\/STScI-01K1V6S1YNA6FWH3ZX1JMN1N86.tif\/jcr:content\/renditions\/Full%20Res%20(For%20Display).jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/ff\/36\/X8f5aihK_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este gr\u00e1fico compara dados recolhidos pelo espetr\u00f3grafo NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) do Webb com modelos inform\u00e1ticos do exoplaneta TRAPPIST-1 e com (azul) e sem (laranja) atmosfera. As faixas coloridas estreitas mostram as localiza\u00e7\u00f5es mais prov\u00e1veis dos pontos de dados para cada modelo.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, Joseph Olmsted (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Um mundo de (menos) possibilidades<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os investigadores dizem que \u00e9 improv\u00e1vel que a atmosfera de TRAPPIST-1 e seja dominada por di\u00f3xido de carbono, \u00e0 semelhan\u00e7a da espessa atmosfera de V\u00e9nus e da fina atmosfera de Marte. No entanto, os investigadores tamb\u00e9m t\u00eam o cuidado de notar que n\u00e3o existem paralelos diretos com o nosso Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;TRAPPIST-1 \u00e9 uma estrela muito diferente do nosso Sol e, por isso, o sistema planet\u00e1rio \u00e0 sua volta \u00e9 tamb\u00e9m muito diferente, o que desafia as nossas hip\u00f3teses te\u00f3ricas e observacionais&#8221;, disse Nikole Lewis, membro da equipa e professora associada de astronomia na Universidade de Cornell.<\/p>\n\n\n\n<p>Se houver \u00e1gua l\u00edquida no exoplaneta TRAPPIST-1 e, os investigadores dizem que ser\u00e1 acompanhada por um efeito de estufa, em que v\u00e1rios gases, particularmente o di\u00f3xido de carbono, mant\u00eam a atmosfera est\u00e1vel e o planeta quente.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Um pouco de efeito de estufa \u00e9 muito importante&#8221;, disse Lewis, e as medi\u00e7\u00f5es n\u00e3o excluem a possibilidade de haver di\u00f3xido de carbono suficiente para sustentar alguma \u00e1gua \u00e0 superf\u00edcie. De acordo com a an\u00e1lise da equipa, a \u00e1gua poderia assumir a forma de um oceano global ou cobrir uma \u00e1rea mais pequena do planeta, onde a estrela est\u00e1 em perp\u00e9tuo meio-dia, \u00e1gua esta rodeada de gelo. Isto seria poss\u00edvel porque, devido ao tamanho dos planetas TRAPPIST-1 e \u00e0s suas \u00f3rbitas pr\u00f3ximas da estrela, pensa-se que todos eles sofram acoplamento de mar\u00e9, com um lado sempre virado para a estrela e o outro sempre na escurid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Novo m\u00e9todo inovador<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Espinoza e a coinvestigadora principal Natalie Allen, da Universidade Johns Hopkins, lideram uma equipa que est\u00e1 atualmente a fazer 15 observa\u00e7\u00f5es adicionais do planeta e, com um toque inovador. Os cientistas est\u00e3o a programar as observa\u00e7\u00f5es de modo a que o Webb apanhe ambos os planetas b e e a transitar pela estrela, um a seguir ao outro. Depois de observa\u00e7\u00f5es anteriores do planeta b, o planeta que orbita mais perto de TRAPPIST-1, os cientistas est\u00e3o bastante confiantes de que se trata de uma rocha sem atmosfera. Isto significa que os sinais detetados durante o tr\u00e2nsito do planeta b podem ser atribu\u00eddos apenas \u00e0 estrela, e como o planeta e transita quase ao mesmo tempo, haver\u00e1 menos complica\u00e7\u00f5es devido \u00e0 variabilidade da estrela. Os cientistas planeiam comparar os dados de ambos os planetas, e quaisquer indica\u00e7\u00f5es de elementos qu\u00edmicos que apare\u00e7am apenas no espetro do planeta e podem ser atribu\u00eddas \u00e0 sua atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Ainda estamos na fase inicial de aprender o tipo de ci\u00eancia espantosa que podemos fazer com o Webb. \u00c9 incr\u00edvel medir os detalhes da luz estelar em torno de planetas do tamanho da Terra, a 40 anos-luz de dist\u00e2ncia, e saber como \u00e9 que eles podem ser, se a vida \u00e9 poss\u00edvel l\u00e1&#8221;, disse Ana Glidden, investigadora de p\u00f3s-doutoramento no Instituto Kavli de Astrof\u00edsica e Investiga\u00e7\u00e3o Espacial do MIT (Massachusetts Institute of Technology), que liderou a investiga\u00e7\u00e3o sobre as poss\u00edveis atmosferas do planeta e. &#8220;Estamos numa nova era de explora\u00e7\u00e3o, da qual \u00e9 muito excitante fazer parte&#8221;, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Os quatro tr\u00e2nsitos de TRAPPIST-1 e analisados nos novos artigos cient\u00edficos foram recolhidos pela colabora\u00e7\u00e3o DREAMS (Deep Reconnaissance of Exoplanet Atmospheres using Multi-instrument Spectroscopy) da equipa de cientistas do telesc\u00f3pio Webb.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasa-webb-looks-at-earth-sized-habitable-zone-exoplanet-trappist-1-e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.cornell.edu\/stories\/2025\/09\/there-water-earth-sized-exoplanet-study-offers-clues\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Cornell (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.st-andrews.ac.uk\/archive\/james-webb-space-telescopes-first-look-for-an-atmosphere-on-habitable-zone-exoplanet\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de St. Andrews (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/adf42e\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/adf62e\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Sistema TRAPPIST-1:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/trappist-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac\/Caltech\/NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/TRAPPIST-1%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5500\/trappist-1-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 b (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 b (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_b--2630\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 b (Exoplanet.eu)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5501\/trappist-1-c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 c (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1c\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 c (Wikipedia)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_c--2631\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 c (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5502\/trappist-1-d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_d--2632\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3453\/trappist-1-e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1e\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_e--6526\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3454\/trappist-1-f\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1f\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_f--6527\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3458\/trappist-1-g\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 g (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1g\">TRAPPIST-1 g (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_g--6528\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 g (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3459\/trappist-1-h\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 h (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1h\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 h (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_h--6529\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 h (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os cientistas est\u00e3o a observar o exoplaneta TRAPPIST-1 e com o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA. 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