{"id":8253,"date":"2025-08-15T06:21:20","date_gmt":"2025-08-15T05:21:20","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8253"},"modified":"2025-08-15T06:21:21","modified_gmt":"2025-08-15T05:21:21","slug":"webb-reduz-possibilidades-atmosfericas-para-o-exoplaneta-trappist-1-d","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/08\/15\/webb-reduz-possibilidades-atmosfericas-para-o-exoplaneta-trappist-1-d\/","title":{"rendered":"Webb reduz possibilidades atmosf\u00e9ricas para o exoplaneta TRAPPIST-1 d"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2516a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/RJxFPQjv_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8254\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/RJxFPQjv_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/RJxFPQjv_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/RJxFPQjv_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/RJxFPQjv_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra o planeta TRAPPIST-1 d passando em frente da sua estrela turbulenta, com outros membros do sistema densamente povoado vis\u00edveis ao fundo.\nO sistema TRAPPIST-1 \u00e9 intrigante para os cientistas por v\u00e1rias raz\u00f5es. Al\u00e9m de ter sete mundos rochosos do tamanho da Terra, a sua estrela \u00e9 uma an\u00e3 vermelha, o tipo mais comum de estrela na Via L\u00e1ctea. Se um mundo do tamanho da Terra pode manter uma atmosfera aqui e, portanto, ter potencial para \u00e1gua l\u00edquida \u00e0 superf\u00edcie, a chance de encontrar mundos semelhantes em toda a Gal\u00e1xia \u00e9 muito maior. Ao estudar os planetas TRAPPIST-1, os cientistas est\u00e3o a determinar os melhores m\u00e9todos para separar a luz estelar de poss\u00edveis assinaturas atmosf\u00e9ricas nos dados do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA. A variabilidade da estrela TRAPPIST-1, com frequentes erup\u00e7\u00f5es, fornece um desafiador campo de testes para esses m\u00e9todos.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, J. Olmsted (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O exoplaneta TRAPPIST-1 d intriga os astr\u00f3nomos que procuram mundos possivelmente habit\u00e1veis para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, porque \u00e9 semelhante em tamanho \u00e0 Terra, \u00e9 rochoso e reside numa \u00e1rea em torno da sua estrela onde a \u00e1gua l\u00edquida, \u00e0 sua superf\u00edcie, \u00e9 teoricamente poss\u00edvel. Mas, de acordo com um novo estudo que utiliza dados do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA, n\u00e3o tem uma atmosfera semelhante \u00e0 da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma atmosfera protetora, um Sol amig\u00e1vel e muita \u00e1gua l\u00edquida &#8211; a Terra \u00e9 um lugar especial. Usando as capacidades sem precedentes do Webb, os astr\u00f3nomos est\u00e3o numa miss\u00e3o para determinar qu\u00e3o especial e raro o nosso planeta natal \u00e9. Ser\u00e1 que este ambiente temperado pode existir noutro lugar, mesmo em torno de um tipo diferente de estrela? O sistema TRAPPIST-1 oferece uma oportunidade tentadora para explorar esta quest\u00e3o, pois cont\u00e9m sete mundos do tamanho da Terra em \u00f3rbita do tipo mais comum de estrela na Gal\u00e1xia: uma an\u00e3 vermelha.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Em \u00faltima an\u00e1lise, queremos saber se algo semelhante ao ambiente que desfrutamos na Terra pode existir noutro lugar e em que condi\u00e7\u00f5es. Embora o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb nos d\u00ea, pela primeira vez, a capacidade de explorar essa quest\u00e3o em planetas do tamanho da Terra, neste momento podemos excluir TRAPPIST-1 d da lista de potenciais g\u00e9meos ou primos da Terra&#8221;, disse Caroline Piaulet-Ghorayeb, da Universidade de Chicago e do IREx (Trottier Institute for Research on Exoplanets) da Universidade de Montreal, autora principal do estudo publicado na revista The Astrophysical Journal.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O planeta TRAPPIST-1 d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O sistema TRAPPIST-1 est\u00e1 localizado a 40 anos-luz de dist\u00e2ncia e foi revelado, em 2017, como o detentor do recorde de maior n\u00famero de planetas rochosos do tamanho da Terra em torno de uma \u00fanica estrela, gra\u00e7as aos dados do Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer, aposentado pela NASA, e de outros observat\u00f3rios. Devido ao facto de essa estrela ser uma an\u00e3 vermelha fraca e relativamente fria, a &#8220;zona habit\u00e1vel&#8221; &#8211; onde a temperatura do planeta pode ser ideal, de modo a permitir a exist\u00eancia de \u00e1gua l\u00edquida na superf\u00edcie &#8211; fica muito mais perto da estrela do que no nosso Sistema Solar. TRAPPIST-1 d, o terceiro planeta desta estrela an\u00e3 vermelha, fica na extremidade interior dessa zona temperada, mas a sua dist\u00e2ncia \u00e0 estrela \u00e9 de apenas 2% da dist\u00e2ncia Terra-Sol. TRAPPIST-1 d completa uma \u00f3rbita em torno da sua estrela, o seu ano, em apenas quatro dias terrestres.<\/p>\n\n\n\n<p>O instrumento NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) do Webb n\u00e3o detetou mol\u00e9culas que s\u00e3o comuns na atmosfera da Terra, como \u00e1gua, metano ou di\u00f3xido de carbono. No entanto, Piaulet-Ghorayeb salientou v\u00e1rias possibilidades para o exoplaneta que permanecem em aberto para estudos posteriores.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Existem algumas raz\u00f5es poss\u00edveis para n\u00e3o detetarmos uma atmosfera em torno de TRAPPIST-1 d. Pode ter uma atmosfera extremamente fina, dif\u00edcil de detetar, semelhante \u00e0 de Marte. Alternativamente, pode ter nuvens muito espessas e altas que bloqueiam a nossa dete\u00e7\u00e3o de sinais atmosf\u00e9ricos espec\u00edficos &#8211; algo mais parecido com V\u00e9nus. Ou pode ser uma rocha \u00e1rida, sem atmosfera alguma&#8221;, disse Piaulet-Ghorayeb.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A estrela TRAPPIST-1<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Seja qual for o caso de TRAPPIST-1 d, \u00e9 dif\u00edcil ser um planeta em \u00f3rbita em torno de uma estrela an\u00e3 vermelha. TRAPPIST-1, a estrela hospedeira do sistema, \u00e9 conhecida por ser vol\u00e1til, frequentemente libertando erup\u00e7\u00f5es de radia\u00e7\u00e3o altamente energ\u00e9tica com o potencial de destruir as atmosferas dos seus pequenos planetas, especialmente aqueles que orbitam mais perto. No entanto, os cientistas est\u00e3o motivados a procurar sinais de atmosferas nos planetas TRAPPIST-1 porque as estrelas an\u00e3s vermelhas s\u00e3o as estrelas mais comuns na nossa Gal\u00e1xia. Se os planetas conseguirem manter aqui uma atmosfera, sob vagas de intensa radia\u00e7\u00e3o estelar, poder\u00e3o, como diz o ditado, sobreviver em qualquer lugar.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Os sens\u00edveis instrumentos infravermelhos do Webb est\u00e3o a permitir-nos explorar, pela primeira vez, as atmosferas destes planetas mais pequenos e frios&#8221;, afirmou Bj\u00f6rn Benneke, do IREx da Universidade de Montreal, coautor do estudo. &#8220;Estamos apenas a come\u00e7ar a usar o Webb para procurar atmosferas em planetas do tamanho da Terra e para definir a linha divis\u00f3ria entre os planetas que conseguem reter uma atmosfera e aqueles que n\u00e3o conseguem&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os planetas exteriores de TRAPPIST-1<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As observa\u00e7\u00f5es Webb dos planetas exteriores de TRAPPIST-1 est\u00e3o em curso, que tanto t\u00eam potencial como podem estar em perigo. Por um lado, disse Benneke, os planetas e, f, g e h podem ter mais hip\u00f3teses de ter atmosferas porque est\u00e3o mais distantes das erup\u00e7\u00f5es energ\u00e9ticas da sua estrela hospedeira. No entanto, a sua dist\u00e2ncia e ambiente mais frio tornar\u00e3o as assinaturas atmosf\u00e9ricas mais dif\u00edceis de detetar, mesmo com os instrumentos infravermelhos do Webb.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Nem tudo est\u00e1 perdido para as atmosferas em torno dos planetas TRAPPIST-1&#8221;, disse Piaulet-Ghorayeb. &#8220;Embora n\u00e3o tenhamos encontrado uma assinatura atmosf\u00e9rica grande e evidente no planeta d, ainda h\u00e1 potencial para que os planetas exteriores retenham muita \u00e1gua e outros componentes atmosf\u00e9ricos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O nosso trabalho de &#8216;detetive&#8217; est\u00e1 apenas a come\u00e7ar. Embora TRAPPIST-1 d possa ser uma rocha \u00e1rida iluminada por uma estrela vermelha cruel, os planetas exteriores TRAPPIST-1 e, f, g e h ainda podem possuir atmosferas densas&#8221;, acrescentou Ryan MacDonald, coautor do artigo, atualmente na Universidade de St. Andrews, no Reino Unido, anteriormente da Universidade de Michigan. &#8220;Gra\u00e7as ao Webb, sabemos agora que TRAPPIST-1 d est\u00e1 longe de ser um mundo hospitaleiro. Estamos a aprender que a Terra \u00e9 ainda mais especial no cosmos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2516\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/No_Earth-like_atmosphere_on_TRAPPIST-1_d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/webb-narrows-atmospheric-possibilities-for-earth-sized-exoplanet-trappist-1-d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2025\/news-2025-120\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/nouvelles.umontreal.ca\/en\/article\/2025\/08\/13\/habitable-or-not-astronomers-probe-exoplanet-trappist-1-d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Montreal (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/adf207\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Sistema TRAPPIST-1:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/trappist-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac\/Caltech\/NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/TRAPPIST-1%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5500\/trappist-1-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 b (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 b (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_b--2630\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 b (Exoplanet.eu)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5501\/trappist-1-c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 c (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1c\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 c (Wikipedia)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_c--2631\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 c (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/5502\/trappist-1-d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_d--2632\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 d (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3453\/trappist-1-e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1e\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_e--6526\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 e (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3454\/trappist-1-f\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1f\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_f--6527\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 f (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3458\/trappist-1-g\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 g (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1g\">TRAPPIST-1 g (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_g--6528\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 g (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3459\/trappist-1-h\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 h (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1h\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 h (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist_1_h--6529\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1 h (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/nirspec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O exoplaneta TRAPPIST-1 d intriga os astr\u00f3nomos que procuram mundos possivelmente habit\u00e1veis para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, porque \u00e9 semelhante em tamanho \u00e0 Terra, \u00e9 rochoso e reside numa \u00e1rea em torno da sua estrela onde a \u00e1gua l\u00edquida, \u00e0 sua superf\u00edcie, \u00e9 teoricamente poss\u00edvel. 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