{"id":8134,"date":"2025-07-01T06:34:25","date_gmt":"2025-07-01T05:34:25","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8134"},"modified":"2025-07-01T06:34:26","modified_gmt":"2025-07-01T05:34:26","slug":"ira-o-asteroide-2024-yr4-colidir-com-a-lua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/07\/01\/ira-o-asteroide-2024-yr4-colidir-com-a-lua\/","title":{"rendered":"Ir\u00e1 o asteroide 2024 YR4 colidir com a Lua?"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2025\/01\/asteroid_-_artist_s_impression\/26557830-1-eng-GB\/Asteroid_-_artist_s_impression.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/rzespCm4_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8135\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/rzespCm4_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/rzespCm4_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/rzespCm4_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/rzespCm4_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista de um asteroide. Esta imagem n\u00e3o pretende refletir as caracter\u00edsticas de qualquer asteroide espec\u00edfico conhecido.\nCr\u00e9dito: ESA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O asteroide 2024 YR4 fez manchetes no in\u00edcio deste ano quando a sua probabilidade de colidir com a Terra em 2032 subiu para 3%. Embora um impacto na Terra tenha sido agora exclu\u00eddo, a hist\u00f3ria do asteroide continua.<\/p>\n\n\n\n<p>O \u00faltimo vislumbre do asteroide, ao desaparecer da vista dos telesc\u00f3pios mais poderosos da humanidade, deixou-o com 4% de hip\u00f3teses de colidir com a Lua a 22 de dezembro de 2032.<\/p>\n\n\n\n<p>A probabilidade de um impacto lunar permanecer\u00e1 agora est\u00e1vel at\u00e9 que o asteroide volte a ser avistado em meados de 2028. Descubra porque \u00e9 que nos resta esta incerteza persistente e como \u00e9 que o planeado telesc\u00f3pio espacial NEOMIR da ESA nos ajudar\u00e1 a evitar situa\u00e7\u00f5es semelhantes no futuro.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O que \u00e9 o asteroide 2024 YR4?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O asteroide 2024 YR4 foi descoberto a 27 de dezembro de 2024 com o telesc\u00f3pio ATLAS (Asteroid Terrestrial-impact Last Alert System) em R\u00edo Hurtado, no Chile.<\/p>\n\n\n\n<p>Pouco depois da sua descoberta, os sistemas automatizados de alerta de asteroides determinaram que o objeto tinha uma pequena hip\u00f3tese de impacto potencial com a Terra no dia 22 de dezembro de 2032.<\/p>\n\n\n\n<p>O asteroide tem entre 53 e 67 metros de di\u00e2metro. Em m\u00e9dia, um asteroide desta dimens\u00e3o atinge a Terra apenas uma vez em cada poucos milhares de anos e causaria danos graves numa cidade ou regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>As observa\u00e7\u00f5es posteriores permitiram aumentar a probabilidade de impacto para cerca de 3%. Como resultado, o asteroide subiu para o topo da lista da ESA de asteroides que constituem um risco e captou a aten\u00e7\u00e3o global ao tornar-se o primeiro asteroide a desencadear uma resposta internacional coordenada de defesa planet\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Observa\u00e7\u00f5es adicionais feitas nos meses seguintes, incluindo as realizadas com o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, permitiram aos astr\u00f3nomos medir com maior precis\u00e3o a \u00f3rbita do asteroide em torno do Sol.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2025\/04\/webb_snaps_photographs_of_asteroid_2024_yr4\/26646211-7-eng-GB\/Webb_snaps_photographs_of_Asteroid_2024_YR4.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/fd\/2e\/sxwLrzDe_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagem, pelo Webb, de uma observa\u00e7\u00e3o obtida no in\u00edcio de mar\u00e7o de 2025 do asteroide 2024 YR4 utilizando os seus instrumentos NIRCam (Near-Infrared Camera) e MIRI (Mid-Infrared Instrument). \u00c9, \u00e0 data, o objeto mais pequeno alguma vez observado pelo Telesc\u00f3pio James Webb.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, A. Rivkin (JHUAPL)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Em mar\u00e7o de 2025, dispunham de informa\u00e7\u00e3o suficiente para excluir a hip\u00f3tese de um impacto com a Terra em 2032.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Porque \u00e9 que n\u00e3o detet\u00e1mos 2024 YR4 mais cedo?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>2024 YR4 foi descoberto pela primeira vez dois dias depois de j\u00e1 ter passado o seu ponto mais pr\u00f3ximo da Terra. N\u00e3o foi detetado mais cedo porque se aproximou da Terra pelo lado diurno do planeta, a partir de uma regi\u00e3o do c\u00e9u escondida pela luz brilhante do Sol.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta regi\u00e3o do c\u00e9u est\u00e1 escondida da vista dos telesc\u00f3pios \u00f3ticos terrestres e \u00e9 um ponto cego para os sistemas de alerta de asteroides.<\/p>\n\n\n\n<p>A import\u00e2ncia deste ponto cego ficou clara no dia 15 de fevereiro de 2013, quando o meteoro de Chelyabinsk, um asteroide de 20 metros e 13.000 toneladas, atingiu a atmosfera sobre os Montes Urais, na R\u00fassia, a meio do dia. A explos\u00e3o resultante danificou milhares de edif\u00edcios e cerca de 1500 pessoas ficaram feridas por estilha\u00e7os de vidro.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Poder\u00edamos ter detetado 2024 YR4 mais cedo?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O sat\u00e9lite NEOMIR (Near-Earth Object Mission in the InfraRed) da ESA, cujo lan\u00e7amento est\u00e1 previsto para o in\u00edcio da d\u00e9cada de 2030, ir\u00e1 cobrir este importante ponto cego.<\/p>\n\n\n\n<p>O NEOMIR ser\u00e1 equipado com um telesc\u00f3pio infravermelho e posicionado no primeiro ponto de Lagrange (L1) do sistema Sol-Terra. Ao depender da luz infravermelha, em vez da luz vis\u00edvel, o NEOMIR pode detetar asteroides numa regi\u00e3o do c\u00e9u muito mais pr\u00f3xima do Sol. O NEOMIR ir\u00e1 procurar repetidamente nesta regi\u00e3o as assinaturas t\u00e9rmicas de asteroides que se aproximem da Terra e que tenham pelo menos 20 metros de di\u00e2metro &#8211; como 2024 YR4 e o meteoro de Chelyabinsk.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Analis\u00e1mos o desempenho do NEOMIR nesta situa\u00e7\u00e3o e as simula\u00e7\u00f5es surpreenderam-nos&#8221;, diz Richard Moissl, chefe do Gabinete de Defesa Planet\u00e1ria da ESA.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O NEOMIR teria detetado o asteroide 2024 YR4 cerca de um m\u00eas mais cedo do que os telesc\u00f3pios terrestres. Isto teria dado aos astr\u00f3nomos mais tempo para estudar a trajet\u00f3ria do asteroide e permitir-lhes-ia excluir muito antes qualquer hip\u00f3tese de impacto com a Terra em 2032&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Sendo um telesc\u00f3pio infravermelho, como o Webb, o NEOMIR tamb\u00e9m nos teria dado imediatamente uma estimativa muito melhor do tamanho do asteroide, o que \u00e9 muito importante para avaliar a import\u00e2ncia do perigo&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2022\/10\/neomir_-_in-orbit_asteroid_spotter\/24528446-1-eng-GB\/NEOMIR_-_in-orbit_asteroid_spotter_pillars.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/da\/5a\/3q7R2HxQ_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O observat\u00f3rio NEOMIR funcionar\u00e1 como um sistema de alerta precoce para detetar e monitorizar qualquer asteroide que se aproxime da Terra vindo da dire\u00e7\u00e3o do Sol. O NEOMIR ser\u00e1 colocado entre o Sol e a Terra, no primeiro ponto de Lagrange (L1). Utilizando um detetor infravermelho de alto desempenho, detetar\u00e1 objectos pr\u00f3ximos da Terra com um di\u00e2metro superior a 20 metros, pelo menos tr\u00eas semanas antes de um potencial impacto com a Terra.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Pierre Carril<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ir\u00e1 o asteroide 2024 YR4 colidir com a Lua?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em mar\u00e7o de 2025, os astr\u00f3nomos j\u00e1 tinham exclu\u00eddo a hip\u00f3tese de um impacto na Terra em 2032. No entanto, as \u00faltimas observa\u00e7\u00f5es do asteroide n\u00e3o conseguiram excluir outra possibilidade intrigante: um impacto lunar.<\/p>\n\n\n\n<p>A probabilidade de o asteroide 2024 YR4 embater na Lua a 22 de dezembro de 2032 \u00e9 agora de aproximadamente 4%, e esta probabilidade continuava a aumentar lentamente \u00e0 medida que o asteroide desaparecia de vista.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, isto significa que existe uma probabilidade de 96% de o asteroide n\u00e3o embater na Lua.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quando \u00e9 que teremos a certeza?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ficamos com uma situa\u00e7\u00e3o interessante: existe agora um asteroide de 60 m com 4% de hip\u00f3teses de embater na Lua em 2032. Como o asteroide est\u00e1 agora demasiado longe para continuar a ser estudado, esta probabilidade permanecer\u00e1 inalterada at\u00e9 que volte a ser visto em junho de 2028.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando voltar a ser visto, ser\u00e3o feitas novas observa\u00e7\u00f5es e n\u00e3o demorar\u00e1 muito para que os astr\u00f3nomos determinem com confian\u00e7a se o asteroide ir\u00e1, ou muito mais provavelmente, n\u00e3o ir\u00e1, atingir a Lua a 22 de dezembro de 2032.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O que acontecer\u00e1 se o asteroide atingir a Lua?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Um impacto lunar continua a ser improv\u00e1vel e ningu\u00e9m sabe quais seriam os seus efeitos exatos&#8221;, diz Richard Moissl.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Um asteroide desta dimens\u00e3o embater na Lua \u00e9 um evento muito raro e \u00e9 ainda mais raro sabermos que vai acontecer. O impacto seria provavelmente vis\u00edvel da Terra, pelo que os cientistas ficar\u00e3o muito entusiasmados com a perspetiva de o observar e analisar. Estou certo de que ser\u00e3o efetuadas simula\u00e7\u00f5es computacionais detalhadas nos pr\u00f3ximos anos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Deixaria certamente uma nova cratera na superf\u00edcie. No entanto, n\u00e3o ser\u00edamos capazes de prever com exatid\u00e3o a quantidade de material que seria lan\u00e7ado para o espa\u00e7o, ou se algum chegaria \u00e0 Terra&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos pr\u00f3ximos anos, \u00e0 medida que a humanidade procura estabelecer uma presen\u00e7a prolongada na Lua, a monitoriza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o em busca de objetos que possam atingir o sat\u00e9lite natural da Terra tornar-se-\u00e1 cada vez mais importante.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pequenos objetos ardem na atmosfera da Terra como meteoros, mas a Lua n\u00e3o tem este escudo. Objetos com apenas dezenas de cent\u00edmetros de tamanho podem representar um perigo significativo para os astronautas e para a infraestrutura lunar.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Asteroid 2024 YR4: from discovery to potential lunar impact\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-tNE63GAU6s?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Space_Safety\/Planetary_Defence\/Will_asteroid_2024_YR4_hit_the_Moon\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Asteroide 2024 YR4:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/solar-system\/asteroids\/2024-yr4\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.esa.int\/rocketscience\/2025\/02\/04\/asteroid-2024-yr4-latest-updates\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/2024_YR4\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Meteoro de Chelyabinsk :<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Chelyabinsk_meteor\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Objeto pr\u00f3ximo da Terra:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Near-Earth_object\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/neo.ssa.esa.int\/risk-list\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de risco (ESA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Asteroides:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/nineplanets.org\/asteroids\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">The Nine Planets<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Asteroid\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sistema de alertas ATLAS (Asteroid Terrestrial-impact Last Alert System):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.fallingstar.com\/home.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Asteroid_Terrestrial-impact_Last_Alert_System\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>NEOMIR (Near-Earth Object Mission in the InfraRed):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Space_Safety\/Planetary_Defence\/NEOMIR_finding_risky_asteroids_outshone_by_the_Sun\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O asteroide 2024 YR4 fez manchetes no in\u00edcio deste ano quando a sua probabilidade de colidir com a Terra em 2032 subiu para 3%. 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