{"id":8090,"date":"2025-06-13T06:16:22","date_gmt":"2025-06-13T05:16:22","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8090"},"modified":"2025-06-13T06:16:24","modified_gmt":"2025-06-13T05:16:24","slug":"descoberta-a-populacao-de-galaxias-que-impulsionou-uma-remodelacao-cosmica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/06\/13\/descoberta-a-populacao-de-galaxias-que-impulsionou-uma-remodelacao-cosmica\/","title":{"rendered":"Descoberta a popula\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias que impulsionou uma &#8220;remodela\u00e7\u00e3o&#8221; c\u00f3smica"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/0xj4Bpb.gif\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"600\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/0xj4Bpb.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-8091\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os s\u00edmbolos marcam a localiza\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias jovens, de baixa massa, que &#8220;explodiram&#8221; com novas estrelas quando o Universo tinha cerca de 800 milh\u00f5es de anos. Utilizando um filtro sens\u00edvel a estas gal\u00e1xias, o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA obteve imagens das mesmas com a ajuda de uma lente gravitacional criada pelo enxame de gal\u00e1xias Abell 2744. No total, foram encontradas 83 gal\u00e1xias jovens, mas apenas as 20 aqui apresentadas (losangos brancos) foram selecionadas para um estudo mais aprofundado. A inser\u00e7\u00e3o amplia uma dessas gal\u00e1xias. Ver <a href=\"https:\/\/svs.gsfc.nasa.gov\/vis\/a010000\/a014800\/a014857\/20_boxes_Pandora_midband.png\">aqui<\/a> a imagem completa (aten\u00e7\u00e3o: tamanho de 103,1 MB), <a href=\"https:\/\/svs.gsfc.nasa.gov\/vis\/a010000\/a014800\/a014857\/Pandora_midband.png\">aqui<\/a> a vers\u00e3o sem os losangos brancos (aten\u00e7\u00e3o: tamanho de 103,0 MB).<br>Cr\u00e9dito: NASA\/ESA\/CSA\/Bezanson et al., 2024 e Wold et al., 2025<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos, utilizando dados do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, identificaram dezenas de pequenas gal\u00e1xias que desempenharam um papel principal numa remodela\u00e7\u00e3o c\u00f3smica que transformou o Universo primitivo naquele que conhecemos hoje.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Quando se trata de produzir luz ultravioleta, estas pequenas gal\u00e1xias comportam-se como verdadeiros pesos pesados&#8221;, disse Isak Wold, investigador assistente da Universidade Cat\u00f3lica da Am\u00e9rica em Washington e do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland. &#8220;A nossa an\u00e1lise destas gal\u00e1xias min\u00fasculas, mas poderosas, \u00e9 10 vezes mais sens\u00edvel do que os estudos anteriores e mostra que existiam em n\u00famero suficiente e tinham pot\u00eancia ultravioleta suficiente para impulsionar esta renova\u00e7\u00e3o c\u00f3smica&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Wold discutiu as suas descobertas na passada quarta-feira, na 246.\u00aa reuni\u00e3o da Sociedade Astron\u00f3mica Americana em Anchorage, Alasca. O estudo tirou partido de imagens j\u00e1 existentes recolhidas pelo instrumento NIRCam (Near-Infrared Camera) do Webb, bem como de novas observa\u00e7\u00f5es feitas com o instrumento NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As gal\u00e1xias min\u00fasculas foram descobertas por Wold e pelos colegas de Goddard, Sangeeta Malhotra e James Rhoads, atrav\u00e9s da an\u00e1lise de imagens Webb captadas como parte do programa de observa\u00e7\u00e3o UNCOVER (Ultradeep NIRSpec and NIRCam ObserVations before the Epoch of Reionization), liderado por Rachel Bezanson na Universidade de Pittsburgh, Pensilv\u00e2nia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O projeto mapeou um enxame gigante de gal\u00e1xias conhecido como Abell 2744, tamb\u00e9m chamado de Enxame de Pandora, situado a cerca de 4 mil milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia, na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o austral de Escultor. A massa do enxame forma uma lente gravitacional que amplia fontes distantes, aumentando o j\u00e1 consider\u00e1vel alcance do Webb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante grande parte dos seus primeiros mil milh\u00f5es de anos, o Universo esteve imerso numa n\u00e9voa de g\u00e1s hidrog\u00e9nio neutro. Hoje, este g\u00e1s est\u00e1 ionizado &#8211; despojado dos seus eletr\u00f5es. Os astr\u00f3nomos, que se referem a esta transforma\u00e7\u00e3o como reioniza\u00e7\u00e3o, h\u00e1 muito que se interrogam sobre os tipos de objetos mais respons\u00e1veis: gal\u00e1xias grandes, gal\u00e1xias pequenas ou buracos negros supermassivos em gal\u00e1xias ativas. Como um dos seus principais objetivos, o Webb da NASA foi especificamente concebido para responder a quest\u00f5es-chave sobre esta grande transi\u00e7\u00e3o na hist\u00f3ria do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/svs.gsfc.nasa.gov\/vis\/a010000\/a014800\/a014857\/stamps+spectra_full.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/40\/94\/Vycinzi8_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">\u00c0 esquerda, uma vista infravermelha ampliada do enxame de gal\u00e1xias Abell 2744, com tr\u00eas jovens gal\u00e1xias &#8220;starburst&#8221; destacadas por losangos verdes. A coluna central mostra grandes planos de cada gal\u00e1xia, juntamente com as suas designa\u00e7\u00f5es, a quantidade de amplia\u00e7\u00e3o fornecida pela lente gravitacional do enxame, os seus desvios para o vermelho (mostrados como z &#8211; todos correspondem a uma idade c\u00f3smica de cerca de 790 milh\u00f5es de anos) e a sua massa estimada de estrelas. \u00c0 direita, as medi\u00e7\u00f5es do instrumento NIRSpec do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA confirmam que as gal\u00e1xias produzem uma forte emiss\u00e3o na luz do oxig\u00e9nio duplamente ionizado (barras verdes), indicando que est\u00e1 a ocorrer uma forma\u00e7\u00e3o estelar explosiva.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/ESA\/CSA\/Bezanson et al., 2024 e Wold et al., 2025<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estudos recentes mostraram que pequenas gal\u00e1xias com uma forma\u00e7\u00e3o estelar vigorosa podem ter desempenhado um papel muito importante. Tais gal\u00e1xias s\u00e3o raras atualmente, constituindo apenas cerca de 1% das que nos rodeiam. Mas eram abundantes quando o Universo tinha cerca de 800 milh\u00f5es de anos, uma \u00e9poca que os astr\u00f3nomos designam por desvio para o vermelho de 7, quando a reioniza\u00e7\u00e3o estava bem encaminhada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa procurou gal\u00e1xias pequenas com a idade c\u00f3smica certa que mostrassem sinais de forma\u00e7\u00e3o estelar explosiva, chamadas &#8220;starburst&#8221;, nas imagens NIRCam do enxame.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As gal\u00e1xias de baixa massa re\u00fanem menos g\u00e1s hidrog\u00e9nio neutro \u00e0 sua volta, o que facilita a fuga da luz ultravioleta ionizante&#8221;, disse Rhoads. &#8220;Da mesma forma, os epis\u00f3dios de forma\u00e7\u00e3o estelar explosiva n\u00e3o s\u00f3 produzem luz ultravioleta abundante, como tamb\u00e9m esculpem canais na mat\u00e9ria interestelar de uma gal\u00e1xia, o que ajuda esta luz a escapar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos procuraram fontes fortes de um comprimento de onda espec\u00edfico de luz que significa a presen\u00e7a de processos altamente energ\u00e9ticos: uma linha verde emitida por \u00e1tomos de oxig\u00e9nio que perderam dois eletr\u00f5es. Originalmente emitida como luz vis\u00edvel nos prim\u00f3rdios do cosmos, o brilho verde do oxig\u00e9nio duplamente ionizado foi esticado para o infravermelho \u00e0 medida que atravessava o Universo em expans\u00e3o e eventualmente chegou aos instrumentos do Webb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta t\u00e9cnica revelou 83 pequenas gal\u00e1xias &#8220;starburst&#8221; tal como apareciam quando o Universo tinha 800 milh\u00f5es de anos, ou cerca de 6% da sua idade atual de 13,8 mil milh\u00f5es de anos. A equipa selecionou 20 destas gal\u00e1xias para uma inspe\u00e7\u00e3o mais profunda usando o NIRSpec.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estas gal\u00e1xias s\u00e3o t\u00e3o pequenas que, para construir a massa estelar equivalente \u00e0 da nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea, seriam necess\u00e1rias 2000 a 200.000 gal\u00e1xias&#8221;, disse Malhotra. &#8220;Mas somos capazes de as detetar gra\u00e7as \u00e0 nossa nova t\u00e9cnica de sele\u00e7\u00e3o de amostras combinada com lentes gravitacionais&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tipos semelhantes de gal\u00e1xias no Universo atual, como as apelidadas &#8220;ervilhas&#8221;, libertam cerca de 25% da sua luz ultravioleta ionizante para o espa\u00e7o circundante. Se as gal\u00e1xias &#8220;starburst&#8221; de baixa massa exploradas por Wold e pela sua equipa libertarem uma quantidade semelhante, podem ser respons\u00e1veis por toda a luz ultravioleta necess\u00e1ria para converter o hidrog\u00e9nio neutro do Universo na sua forma ionizada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasas-webb-uncovers-galaxy-population-driving-cosmic-renovation\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Enxame de Pandora (Abell 2744):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Abell_2744\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Lentes gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_lensing\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Reionization\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u00c9poca da Reioniza\u00e7\u00e3o (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lambda-CDM_model\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Modelo Lambda-CDM (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Programa UNCOVER (Ultradeep NIRSpec and NIRCam ObserVations before the Epoch of Reionization):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/jwst-uncover.github.io\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">GitHub<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os astr\u00f3nomos, utilizando dados do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, identificaram dezenas de pequenas gal\u00e1xias que desempenharam um papel principal numa remodela\u00e7\u00e3o c\u00f3smica que transformou o Universo primitivo naquele que conhecemos 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