{"id":8081,"date":"2025-06-10T06:21:52","date_gmt":"2025-06-10T05:21:52","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8081"},"modified":"2025-06-10T06:21:53","modified_gmt":"2025-06-10T05:21:53","slug":"webb-revela-a-origem-do-exoplaneta-ultra-quente-wasp-121-b","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/06\/10\/webb-revela-a-origem-do-exoplaneta-ultra-quente-wasp-121-b\/","title":{"rendered":"Webb revela a origem do exoplaneta ultra-quente WASP-121 b"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.mpia.de\/6255777\/mpia-pm_wasp-121b_2025_teaser-1748514379.png?t=eyJkb19ub3RfdHJhbnNmb3JtIjp0cnVlLCJvYmpfaWQiOjYyNTU3Nzd9--e9ac63812f0244e50a501802add8fb9a661ce92c\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/QDWBneP6_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8082\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/QDWBneP6_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/QDWBneP6_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/QDWBneP6_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/QDWBneP6_o.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta impress\u00e3o art\u00edstica representa a fase em que WASP-121 b acumulou a maior parte do seu g\u00e1s, tal como inferido pelos \u00faltimos resultados. A ilustra\u00e7\u00e3o sugere que o planeta em forma\u00e7\u00e3o tinha limpado a sua \u00f3rbita distante de seixos s\u00f3lidos, que armazenavam \u00e1gua sob a forma de gelo. Como resultado, a divis\u00e3o impediu que mais seixos chegassem ao planeta. WASP-121 b deve ter posteriormente migrado das frias regi\u00f5es exteriores para o disco interior, onde agora orbita perto da sua estrela.\nCr\u00e9dito: T. M\u00fcller (Instituto Max Planck de Astronomia)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Observa\u00e7\u00f5es efetuadas com o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb forneceram novas pistas sobre a forma\u00e7\u00e3o do exoplaneta WASP-121 b e sobre a sua origem no disco de g\u00e1s e poeira que rodeia a estrela. Estes conhecimentos resultam da dete\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias mol\u00e9culas-chave: vapor de \u00e1gua, mon\u00f3xido de carbono, mon\u00f3xido de sil\u00edcio e metano. Com estas dete\u00e7\u00f5es, uma equipa liderada pelos astr\u00f3nomos Thomas Evans-Soma e Cyril Gapp conseguiu compilar um invent\u00e1rio do carbono, oxig\u00e9nio e sil\u00edcio na atmosfera de WASP-121 b. A dete\u00e7\u00e3o de metano, em particular, tamb\u00e9m sugere fortes ventos verticais no mais frio lado noturno, um processo frequentemente ignorado nos modelos atuais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">WASP-121 b \u00e9 um planeta gigante ultraquente que orbita a sua estrela hospedeira a uma dist\u00e2ncia de apenas duas vezes o di\u00e2metro da estrela, completando uma \u00f3rbita em aproximadamente 30,5 horas. O planeta exibe dois hemisf\u00e9rios distintos: um que est\u00e1 sempre virado para a estrela hospedeira, com temperaturas localmente superiores a 3000\u00ba Celsius, e um eterno lado noturno onde as temperaturas descem para 1500 graus.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As temperaturas do lado diurno s\u00e3o suficientemente elevadas para que materiais refrat\u00e1rios &#8211; tipicamente compostos s\u00f3lidos resistentes ao calor forte &#8211; existam como componentes gasosos da atmosfera do planeta&#8221;, explicou Thomas Evans-Soma, astr\u00f3nomo afiliado ao Instituto Max Planck de Astronomia em Heidelberg, Alemanha, e \u00e0 Universidade de Newcastle, Austr\u00e1lia. Liderou o estudo publicado na revista Nature Astronomy.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Desvendando o local de nascimento de WASP-121 b<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa investigou a abund\u00e2ncia de compostos que se evaporam a temperaturas muito diferentes, fornecendo pistas sobre a forma\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o do planeta. &#8220;Os materiais gasosos s\u00e3o mais f\u00e1ceis de identificar do que os l\u00edquidos e os s\u00f3lidos&#8221;, observou o estudante Cyril Gapp, autor principal de um segundo estudo publicado na revista The Astronomical Journal. &#8220;Uma vez que muitos compostos qu\u00edmicos est\u00e3o presentes na forma gasosa, os astr\u00f3nomos usam WASP-121 b como um laborat\u00f3rio natural para sondar as propriedades das atmosferas planet\u00e1rias&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa concluiu que WASP-121 b provavelmente acumulou a maior parte do seu g\u00e1s numa regi\u00e3o suficientemente fria para que a \u00e1gua permanecesse congelada, mas suficientemente quente para que o metano (CH4) se evaporasse e existisse na sua forma gasosa. Uma vez que os planetas se formam num disco de g\u00e1s e poeira que rodeia uma estrela jovem, estas condi\u00e7\u00f5es ocorrem a dist\u00e2ncias em que a radia\u00e7\u00e3o estelar cria as temperaturas adequadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No nosso pr\u00f3prio Sistema Solar, esta regi\u00e3o situa-se algures entre as \u00f3rbitas de J\u00fapiter e \u00darano. Este facto \u00e9 not\u00e1vel, dado que WASP-121 b orbita agora perigosamente perto da superf\u00edcie da sua estrela hospedeira. Isto sugere que, ap\u00f3s a sua forma\u00e7\u00e3o, empreendeu uma longa viagem desde as geladas regi\u00f5es exteriores at\u00e9 ao centro do sistema planet\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Reconstruindo a agitada juventude de WASP-121 b<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O sil\u00edcio foi detetado como mon\u00f3xido de sil\u00edcio (SiO) gasoso, mas entrou originalmente no planeta atrav\u00e9s de material rochoso, como o quartzo, armazenado em planetesimais &#8211; essencialmente asteroides &#8211; depois de ter adquirido a maior parte do seu inv\u00f3lucro gasoso. A forma\u00e7\u00e3o de planetesimais leva tempo, indicando que este processo ocorreu durante os \u00faltimos est\u00e1gios do desenvolvimento planet\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria come\u00e7a com part\u00edculas de poeira gelada que se juntam e crescem gradualmente at\u00e9 se transformarem em seixos com cent\u00edmetros a metros. Atraem o g\u00e1s circundante e pequenas part\u00edculas, acelerando o seu crescimento. Estas s\u00e3o as sementes de futuros planetas como WASP-121 b. O arrasto do g\u00e1s circundante faz com que os seixos em movimento espiralem em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 estrela. Enquanto migram, os seus gelos incorporados come\u00e7am a evaporar-se nas regi\u00f5es interiores mais quentes do disco.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0 medida que os planetas infantis orbitam as suas estrelas hospedeiras, podem crescer o suficiente para abrir brechas substanciais no disco protoplanet\u00e1rio. Isto interrompe a deriva dos seixos para o interior e o fornecimento de gelo incorporado, mas deixa dispon\u00edvel g\u00e1s suficiente para construir uma atmosfera alargada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No caso de WASP-121 b, isto parece ter ocorrido num local onde os seixos de metano se evaporaram, enriquecendo o g\u00e1s que o planeta fornecia com carbono. Em contraste, os seixos de \u00e1gua permaneceram congelados, prendendo o oxig\u00e9nio. Este cen\u00e1rio explica melhor porque \u00e9 que Evans-Soma e Gapp observaram uma rela\u00e7\u00e3o carbono\/oxig\u00e9nio mais elevada na atmosfera do planeta do que na sua estrela hospedeira. WASP-121 b continuou a atrair g\u00e1s rico em carbono depois do fluxo de seixos ricos em oxig\u00e9nio ter parado, estabelecendo a composi\u00e7\u00e3o final do seu inv\u00f3lucro atmosf\u00e9rico.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.mpia.de\/6255764\/mpia-pm_wasp-121b_2025_fig1-1748514368.png?t=eyJkb19ub3RfdHJhbnNmb3JtIjp0cnVlLCJvYmpfaWQiOjYyNTU3NjR9--ae9022dc8d1e192cc32e45dcf537650bf4131c8b\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/d9\/90\/3NDfTDiP_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta conce\u00e7\u00e3o art\u00edstica ilustra a forma como WASP-121 b orbita a sua estrela hospedeira. Ao mostrar vinte fases da trajet\u00f3ria do planeta, a imagem demonstra como o planeta apresenta fra\u00e7\u00f5es vari\u00e1veis do seu quente e iluminado lado diurno. Observando toda a \u00f3rbita, a equipa extraiu informa\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es atmosf\u00e9ricas em constante mudan\u00e7a. A fase em que o planeta passa em frente da estrela tamb\u00e9m permitiu \u00e0 equipa examinar a forma como o fino limbo atmosf\u00e9rico do planeta alterava a luz estelar que o atravessava. Desta forma, detetaram o g\u00e1s mon\u00f3xido de sil\u00edcio.<br>Cr\u00e9dito: Patricia Klein<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A dete\u00e7\u00e3o de metano requer fortes correntes verticais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0 medida que a temperatura de uma atmosfera muda, \u00e9 expect\u00e1vel que as quantidades de diferentes mol\u00e9culas, como o metano e o mon\u00f3xido de carbono, variem. \u00c0s temperaturas ultra-altas do lado diurno de WASP-121 b, o metano \u00e9 altamente inst\u00e1vel e n\u00e3o estar\u00e1 presente em quantidades detet\u00e1veis. Os astr\u00f3nomos determinaram que, para planetas como WASP-121 b, o g\u00e1s do hemisf\u00e9rio diurno deve ser misturado com o do hemisf\u00e9rio noturno, relativamente frio, mais depressa do que a composi\u00e7\u00e3o do g\u00e1s se pode ajustar \u00e0s temperaturas mais baixas. Neste cen\u00e1rio, seria de esperar que a abund\u00e2ncia de metano fosse negligenci\u00e1vel no lado noturno, tal como acontece no lado diurno. Quando, ao inv\u00e9s, os astr\u00f3nomos detetaram metano abundante no lado noturno de WASP-121 b, foi uma surpresa total.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para explicar este resultado, a equipa prop\u00f5e que o g\u00e1s metano deve ser rapidamente reabastecido no lado noturno para manter a sua elevada abund\u00e2ncia. Um mecanismo plaus\u00edvel para o fazer envolve fortes correntes verticais que levantam o g\u00e1s metano das camadas atmosf\u00e9ricas inferiores, que s\u00e3o ricas em metano gra\u00e7as \u00e0s temperaturas noturnas relativamente baixas combinadas com a elevada rela\u00e7\u00e3o carbono\/oxig\u00e9nio da atmosfera. &#8220;Isto desafia os modelos din\u00e2micos dos exoplanetas, que provavelmente ter\u00e3o de ser adaptados para reproduzir a forte mistura vertical que descobrimos no lado noturno de WASP-121 b&#8221;, disse Evans-Soma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O papel do James Webb na descoberta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa usou o instrumento NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) do JWST para observar WASP-121 b ao longo de toda a sua \u00f3rbita em torno da estrela hospedeira. \u00c0 medida que o planeta gira, a radia\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica recebida da sua superf\u00edcie varia, expondo ao telesc\u00f3pio diferentes por\u00e7\u00f5es da sua atmosfera irradiada. Isto permitiu \u00e0 equipa caracterizar as condi\u00e7\u00f5es e a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica do lado diurno e do lado noturno do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos tamb\u00e9m captaram observa\u00e7\u00f5es enquanto o planeta transitava em frente da sua estrela. Durante esta fase, alguma luz estelar \u00e9 filtrada atrav\u00e9s do limbo atmosf\u00e9rico do planeta, deixando impress\u00f5es digitais espetrais que revelam a sua composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica. Este tipo de medi\u00e7\u00e3o \u00e9 especialmente sens\u00edvel \u00e0 regi\u00e3o de transi\u00e7\u00e3o onde os gases do lado diurno e noturno se misturam. &#8220;O espetro de transmiss\u00e3o emergente confirmou as dete\u00e7\u00f5es de mon\u00f3xido de sil\u00edcio, mon\u00f3xido de carbono e \u00e1gua que foram feitas com os dados de emiss\u00e3o&#8221;, observou Gapp. &#8220;No entanto, n\u00e3o conseguimos encontrar metano na zona de transi\u00e7\u00e3o entre o lado diurno e o noturno&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.mpia.de\/news\/science\/2025-03-wasp-121b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Instituto Max Planck de Astronomia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-025-02513-x\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-3881\/ad9c6e\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (The Astronomical Journal)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>WASP-121 b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/3281\/wasp-121-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/wasp_121_b--2410\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/WASP-121%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/WASP-121b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Observa\u00e7\u00f5es efetuadas com o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb forneceram novas pistas sobre a forma\u00e7\u00e3o do exoplaneta WASP-121 b e sobre a sua origem no disco de g\u00e1s e poeira que rodeia a estrela. 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