{"id":8070,"date":"2025-06-06T06:27:06","date_gmt":"2025-06-06T05:27:06","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8070"},"modified":"2025-06-06T06:27:40","modified_gmt":"2025-06-06T05:27:40","slug":"hubble-e-gaia-revisitam-o-destino-da-nossa-galaxia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/06\/06\/hubble-e-gaia-revisitam-o-destino-da-nossa-galaxia\/","title":{"rendered":"Hubble e Gaia revisitam o destino da nossa Gal\u00e1xia"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2025\/06\/milky_way_and_andromeda_encounters\/26726409-1-eng-GB\/Milky_Way_and_Andromeda_encounters.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"897\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/sOMgNOso_o-897x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8071\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/sOMgNOso_o-897x1024.jpg 897w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/sOMgNOso_o-263x300.jpg 263w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/sOMgNOso_o-768x877.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/sOMgNOso_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 897px) 100vw, 897px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta sele\u00e7\u00e3o de imagens ilustra tr\u00eas cen\u00e1rios de encontro entre a nossa Via L\u00e1ctea e a vizinha Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda. No painel superior esquerdo, uma imagem DSS (Digitized Sky Survey ) de campo amplo mostrando as gal\u00e1xias M81 e M82 serve como exemplo da Via L\u00e1ctea e Andr\u00f3meda passando uma pela outra a grandes dist\u00e2ncias. O painel superior direito mostra NGC 6786, um par de gal\u00e1xias em intera\u00e7\u00e3o que exibe os sinais reveladores de perturba\u00e7\u00f5es de mar\u00e9 ap\u00f3s um encontro pr\u00f3ximo. O painel inferior mostra NGC 520, duas gal\u00e1xias em fus\u00e3o ativa.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, STScI, Till Sawala (Universidade de Hels\u00ednquia), DSS, J. DePasquale (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos utilizaram mais de uma d\u00e9cada de dados do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA para reexaminar a previs\u00e3o de longa data de que a Via L\u00e1ctea ir\u00e1 colidir com a Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda daqui a cerca de 4,5 mil milh\u00f5es de anos. Descobriram que, com base nos \u00faltimos dados observacionais do Hubble e do Gaia, h\u00e1 apenas 50% de hip\u00f3teses de as duas gal\u00e1xias colidirem nos pr\u00f3ximos 10 mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo concluiu tamb\u00e9m que a presen\u00e7a da Grande Nuvem de Magalh\u00e3es pode afetar a trajet\u00f3ria da Via L\u00e1ctea e tornar a colis\u00e3o menos prov\u00e1vel. Os investigadores sublinham que a previs\u00e3o do futuro a longo prazo das intera\u00e7\u00f5es entre gal\u00e1xias \u00e9 altamente incerta, mas as novas descobertas desafiam o consenso anterior e sugerem que o destino da Via L\u00e1ctea continua a ser uma quest\u00e3o em aberto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 em 1912, os astr\u00f3nomos tinham percebido que a Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda &#8211; que na altura se pensava ser apenas uma nebulosa &#8211; vinha na nossa dire\u00e7\u00e3o. Um s\u00e9culo mais tarde, os astr\u00f3nomos que utilizavam o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA conseguiram medir o movimento lateral de Andr\u00f3meda e descobriram que era t\u00e3o insignificante que uma eventual colis\u00e3o frontal com a Via L\u00e1ctea parecia quase certa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma colis\u00e3o entre a nossa Gal\u00e1xia e Andr\u00f3meda desencadearia uma tempestade de nascimento estelar, de supernovas e talvez colocasse o nosso Sol numa \u00f3rbita diferente. As simula\u00e7\u00f5es sugeriam que era inevit\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, um novo estudo que recorreu a dados do Hubble e do sat\u00e9lite Gaia da ESA sugere que este pode n\u00e3o ser necessariamente o caso. Os investigadores, combinando observa\u00e7\u00f5es das duas miss\u00f5es espaciais, reexaminaram a previs\u00e3o de longa data de uma colis\u00e3o entre a Via L\u00e1ctea e Andr\u00f3meda e descobriram que \u00e9 muito menos inevit\u00e1vel do que os astr\u00f3nomos suspeitavam anteriormente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Temos hoje o estudo mais compreensivo deste problema, que integra todas as incertezas observacionais&#8221;, afirmou Till Sawala, astr\u00f3nomo da Universidade de Hels\u00ednquia, na Finl\u00e2ndia, e principal autor do estudo, publicado na revista Nature Astronomy.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A sua equipa inclui investigadores da Universidade de Durham, no Reino Unido, da Universidade de Toulouse, Fran\u00e7a, e da Universidade da Austr\u00e1lia Ocidental. Eles conclu\u00edram que existe uma probabilidade aproximada de 50-50 de as duas gal\u00e1xias colidirem nos pr\u00f3ximos 10 mil milh\u00f5es de anos. Basearam esta conclus\u00e3o em simula\u00e7\u00f5es computorizadas utilizando os mais recentes dados de observa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Till sublinhou que a previs\u00e3o do futuro a longo prazo das intera\u00e7\u00f5es entre gal\u00e1xias \u00e9 altamente incerta, mas as novas descobertas desafiam o consenso anterior e sugerem que o destino da Via L\u00e1ctea continua a ser uma quest\u00e3o em aberto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Mesmo utilizando os dados observacionais mais recentes e precisos dispon\u00edveis, o futuro das v\u00e1rias dezenas de gal\u00e1xias que comp\u00f5em o Grupo Local \u00e9 incerto. Curiosamente, encontramos uma probabilidade quase igual para o cen\u00e1rio de fus\u00e3o amplamente divulgado, ou, inversamente, um cen\u00e1rio alternativo em que a Via L\u00e1ctea e Andr\u00f3meda sobrevivem inc\u00f3lumes&#8221;, disse Till.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A colis\u00e3o das duas gal\u00e1xias parecia muito mais prov\u00e1vel em 2012, quando os astr\u00f3nomos Roeland van der Marel e Tony Sohn, do STScI (Space Telescope Science Institute), em Baltimore, no estado norte-americano de Maryland, publicaram uma an\u00e1lise detalhada das observa\u00e7\u00f5es do Hubble ao longo de um per\u00edodo de cinco a sete anos, indicando um impacto direto num per\u00edodo n\u00e3o superior a 5 mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 um pouco ir\u00f3nico que, apesar da adi\u00e7\u00e3o de dados mais precisos do Hubble obtidos nos \u00faltimos anos, tenhamos agora menos certezas sobre o resultado de uma potencial colis\u00e3o. Isso deve-se \u00e0 an\u00e1lise mais complexa e ao facto de considerarmos um sistema mais completo. Mas a \u00fanica maneira de chegar a uma nova previs\u00e3o do destino final da Via L\u00e1ctea ser\u00e1 com dados ainda melhores&#8221;, disse Till.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos consideraram 22 vari\u00e1veis diferentes que poderiam afetar a potencial colis\u00e3o entre a nossa Gal\u00e1xia e a nossa vizinha, e fizeram 100.000 simula\u00e7\u00f5es, utilizando o m\u00e9todo de Monte Carlo, que se estendem at\u00e9 10 mil milh\u00f5es de anos no futuro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Como h\u00e1 tantas vari\u00e1veis, cada uma com os seus erros, isso acumula uma incerteza bastante grande no resultado, levando \u00e0 conclus\u00e3o de que a probabilidade de uma colis\u00e3o direta \u00e9 de apenas 50% nos pr\u00f3ximos 10 mil milh\u00f5es de anos&#8221;, disse Till.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ele continua: &#8220;A Via L\u00e1ctea e Andr\u00f3meda permaneceriam no mesmo plano enquanto se orbitam uma \u00e0 outra, mas isso n\u00e3o significa que tenham de colidir. Podem continuar a passar uma pela outra&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores tamb\u00e9m consideraram os efeitos das \u00f3rbitas da grande gal\u00e1xia sat\u00e9lite de Andr\u00f3meda, M33, e da gal\u00e1xia sat\u00e9lite da Via L\u00e1ctea chamada Grande Nuvem de Magalh\u00e3es (GNM).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A massa extra da gal\u00e1xia sat\u00e9lite de Andr\u00f3meda, M33, puxa a Via L\u00e1ctea um pouco mais na sua dire\u00e7\u00e3o. No entanto, tamb\u00e9m mostr\u00e1mos que a GNM puxa a Via L\u00e1ctea para fora do plano orbital e para longe de Andr\u00f3meda. Isto n\u00e3o significa que a GNM nos vai salvar dessa fus\u00e3o, mas torna-a um pouco menos prov\u00e1vel&#8221;, disse Till.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em cerca de metade das simula\u00e7\u00f5es, as duas gal\u00e1xias principais passam uma pela outra separadas por cerca de meio milh\u00e3o de anos-luz ou menos (cinco vezes o di\u00e2metro da Via L\u00e1ctea). Movem-se para longe, mas depois voltam e acabam por se fundir num futuro distante. O decaimento gradual da \u00f3rbita \u00e9 causado por um processo chamado fric\u00e7\u00e3o din\u00e2mica entre os vastos halos de mat\u00e9ria escura que rodeiam cada gal\u00e1xia ao in\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na maioria dos outros casos, as gal\u00e1xias nem sequer se aproximam o suficiente para que a fric\u00e7\u00e3o din\u00e2mica funcione eficazmente. Neste caso, as duas gal\u00e1xias podem continuar a sua valsa orbital durante muito tempo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo resultado deixa ainda uma pequena hip\u00f3tese, de cerca de 2%, de uma colis\u00e3o frontal entre as gal\u00e1xias dentro de apenas 4 a 5 mil milh\u00f5es de anos. Tendo em conta que o envelhecer do Sol tornar\u00e1 a Terra inabit\u00e1vel daqui a cerca de mil milh\u00f5es de anos e que a nossa estrela se extinguir\u00e1 provavelmente daqui a 5 mil milh\u00f5es de anos, uma colis\u00e3o com Andr\u00f3meda \u00e9 a menor das nossas preocupa\u00e7\u00f5es c\u00f3smicas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"100,000 Computer Simulations Reveal Milky Way&#039;s Fate\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/o2x_31dE04s?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Hubble_and_Gaia_revisit_fate_of_our_galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esahubble.org\/news\/heic2508\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Hubble (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/hubble\/apocalypse-when-hubble-casts-doubt-on-certainty-of-galactic-collision\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.helsinki.fi\/en\/news\/space\/no-certainty-about-predicted-milky-way-andromeda-collision\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Hels\u00ednquia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.durham.ac.uk\/news-events\/latest-news\/2025\/06\/new-study-casts-doubt-on-the-likelihood-of-milky-way-collision-with-andromeda\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Durham (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.uwa.edu.au\/news\/article\/2025\/june\/astronomers-thought-the-milky-way-was-doomed-to-crash-into-andromeda\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade da Austr\u00e1lia Ocidental (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-025-02563-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Colis\u00e3o Andr\u00f3meda-Via L\u00e1ctea:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Andromeda%E2%80%93Milky_Way_collision\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Via L\u00e1ctea:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Milky_Way\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/more\/mw.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda (M31):<br><\/strong><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/m\/m031.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Andromeda_Galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gal\u00e1xia do Tri\u00e2ngulo (M33):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/m\/m033.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Messier_33\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Grande Nuvem de Magalh\u00e3es (GNM):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/xtra\/ngc\/lmc.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large_Magellanic_Cloud\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>M\u00e9todo de Monte Carlo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.ibm.com\/think\/topics\/monte-carlo-simulation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">IBM<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Monte_Carlo_method\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina da ESA para a comunidade cient\u00edfica<\/a><br><a href=\"https:\/\/gea.esac.esa.int\/archive\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados do Gaia (ESA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os astr\u00f3nomos utilizaram mais de uma d\u00e9cada de dados do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA para reexaminar a previs\u00e3o de longa data de que a Via L\u00e1ctea ir\u00e1 colidir com a Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda daqui a cerca de 4,5 mil milh\u00f5es de anos. 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