{"id":8067,"date":"2025-06-06T06:23:35","date_gmt":"2025-06-06T05:23:35","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8067"},"modified":"2025-06-06T06:23:36","modified_gmt":"2025-06-06T05:23:36","slug":"planeta-gigante-em-orbita-de-estrela-minuscula-poe-em-causa-teorias-de-formacao-planetaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/06\/06\/planeta-gigante-em-orbita-de-estrela-minuscula-poe-em-causa-teorias-de-formacao-planetaria\/","title":{"rendered":"Planeta gigante em \u00f3rbita de estrela min\u00fascula p\u00f5e em causa teorias de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/warwick.ac.uk\/news\/pressreleases\/discovery_of_giant_planet_orbiting_tiny_star_challenges_theories_on_planet_formation\/exoplanettoi-6894b.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"722\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/EKkr2QyJ_o-1024x722.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8068\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/EKkr2QyJ_o-1024x722.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/EKkr2QyJ_o-300x212.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/EKkr2QyJ_o-768x542.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/EKkr2QyJ_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o art\u00edstica do exoplaneta TOI-6894 b, um gigante gasoso de baixa densidade em \u00f3rbita da estrela TOI-6894 &#8211; a estrela de menor massa a ter um planeta gigante em tr\u00e2nsito.\nCr\u00e9dito: Universidade de Warwick\/Mark Garlick<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Astr\u00f3nomos da Universidade de Warwick e da UCL (University College London) descobriram a mais pequena estrela conhecida a albergar um planeta gigante em tr\u00e2nsito que, de acordo com as principais teorias de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria, n\u00e3o deveria existir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O planeta inesperado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A estrela TOI-6894 \u00e9 como muitas outras na nossa Gal\u00e1xia, uma pequena an\u00e3 vermelha com apenas aproximadamente 20% da massa do nosso Sol. Como muitas estrelas pequenas, n\u00e3o se espera que forne\u00e7a condi\u00e7\u00f5es adequadas para formar e hospedar um planeta grande.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, tal como publicado na revista Nature Astronomy, uma colabora\u00e7\u00e3o global de astr\u00f3nomos, incluindo parceiros no Chile, EUA e Europa, encontrou a assinatura inconfund\u00edvel de um planeta gigante, chamado TOI-6894 b, em \u00f3rbita desta pequena estrela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este sistema foi descoberto como parte de uma investiga\u00e7\u00e3o em grande escala de dados do TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite), \u00e0 procura de planetas gigantes em torno de estrelas de baixa massa, liderada pelo Dr. Edward Bryant, que completou este trabalho na Universidade de Warwick e no MSSL (Mullard Space Science Laboratory) da UCL.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Dr. Edward Bryant, primeiro autor do artigo cient\u00edfico, afirmou: &#8220;Fiquei muito entusiasmado com esta descoberta. Inicialmente, procurei planetas gigantes nas observa\u00e7\u00f5es TESS de mais de 91.000 estrelas an\u00e3s vermelhas de baixa massa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Depois, utilizando observa\u00e7\u00f5es efetuadas com um dos maiores telesc\u00f3pios do mundo, o VLT do ESO, descobri TOI-6894 b, um planeta gigante que transita a estrela de menor massa conhecida, at\u00e9 \u00e0 data, a acolher um planeta deste tipo. N\u00e3o esper\u00e1vamos que planetas como TOI-6894 b se pudessem formar em torno de estrelas de massa t\u00e3o pequena. Esta descoberta ser\u00e1 uma pedra angular para compreender os extremos da forma\u00e7\u00e3o de planetas gigantes&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O planeta TOI-6894 b \u00e9 um gigante gasoso de baixa densidade com um raio um pouco maior que o de Saturno, mas com apenas mais ou menos 50% da sua massa. TOI-6894 \u00e9, at\u00e9 \u00e0 data, a estrela de menor massa a ter um planeta gigante em tr\u00e2nsito e tem apenas 60% do tamanho da seguinte estrela mais pequena a albergar um planeta deste tipo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Dr. Daniel Bayliss, professor associado da Universidade de Warwick, afirmou: &#8220;A maioria das estrelas na nossa Gal\u00e1xia s\u00e3o estrelas pequenas exatamente como esta, com massas baixas e que anteriormente se pensava n\u00e3o poderem albergar planetas gigantes gasosos. Assim, o facto desta estrela hospedar um planeta gigante tem grandes implica\u00e7\u00f5es para o n\u00famero total de planetas gigantes que estimamos existirem na nossa Gal\u00e1xia&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um desafio \u00e0 teoria dominante<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Dr. Vincent Van Eylen, do MSSL da UCL, afirmou: &#8220;\u00c9 uma descoberta intrigante. N\u00e3o sabemos como \u00e9 que uma estrela com t\u00e3o pouca massa pode formar um planeta t\u00e3o grande! Este \u00e9 um dos objetivos da procura por mais exoplanetas. Ao encontrar sistemas planet\u00e1rios diferentes do nosso Sistema Solar, podemos testar os nossos modelos e compreender melhor como o nosso pr\u00f3prio Sistema Solar se formou&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A teoria mais aceite da forma\u00e7\u00e3o de planetas \u00e9 a chamada teoria da acre\u00e7\u00e3o do n\u00facleo. Um n\u00facleo planet\u00e1rio forma-se primeiro por acre\u00e7\u00e3o (acumula\u00e7\u00e3o gradual de material) e, \u00e0 medida que o n\u00facleo se torna mais massivo, eventualmente atrai gases que formam uma atmosfera. Depois, torna-se suficientemente massivo para entrar num processo descontrolado de acre\u00e7\u00e3o de g\u00e1s e num gigante gasoso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesta teoria, a forma\u00e7\u00e3o de gigantes gasosos \u00e9 mais dif\u00edcil em torno de estrelas de baixa massa porque a quantidade de g\u00e1s e poeira num disco protoplanet\u00e1rio em torno da estrela (a mat\u00e9ria-prima para a forma\u00e7\u00e3o de planetas) \u00e9 demasiado limitada para permitir a forma\u00e7\u00e3o de um n\u00facleo suficientemente massivo e da ocorr\u00eancia do processo de acre\u00e7\u00e3o descontrolada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, a exist\u00eancia de TOI-6894 b (um planeta gigante em \u00f3rbita de uma estrela de massa extremamente baixa) sugere que este modelo pode n\u00e3o ser completamente exato e que s\u00e3o necess\u00e1rias teorias alternativas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Dr. Edward Bryant acrescentou: &#8220;Dada a massa do planeta, TOI-6894 b pode ter sido formado atrav\u00e9s de um processo interm\u00e9dio de acre\u00e7\u00e3o do n\u00facleo, no qual um protoplaneta se forma e acreta g\u00e1s de forma constante sem que o n\u00facleo se torne suficientemente massivo para uma acre\u00e7\u00e3o descontrolada de g\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Em alternativa, pode ter sido formado devido a um disco gravitacionalmente inst\u00e1vel. Em alguns casos, o disco que rodeia a estrela torna-se inst\u00e1vel devido \u00e0 for\u00e7a gravitacional que exerce sobre si pr\u00f3prio. Estes discos podem ent\u00e3o fragmentar-se, com o g\u00e1s e a poeira a colapsarem para formar um planeta&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas a equipa descobriu que nenhuma das teorias podia explicar completamente a forma\u00e7\u00e3o de TOI-6894 b a partir dos dados dispon\u00edveis, o que deixa a origem deste planeta gigante, por agora, como uma quest\u00e3o em aberto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Respostas atmosf\u00e9ricas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um dos m\u00e9todos para esclarecer o mist\u00e9rio da forma\u00e7\u00e3o de TOI-6894 b \u00e9 uma an\u00e1lise atmosf\u00e9rica detalhada. Ao medir a distribui\u00e7\u00e3o de material no interior do planeta, os astr\u00f3nomos podem determinar o tamanho e a estrutura do n\u00facleo do planeta, o que nos pode dizer se TOI-6894 b foi formado por acre\u00e7\u00e3o ou por um disco inst\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica caracter\u00edstica interessante da atmosfera de TOI-6894 b; \u00e9 invulgarmente fria para um gigante gasoso. A maioria dos gigantes gasosos encontrados por ca\u00e7adores exoplanet\u00e1rios s\u00e3o J\u00fapiteres quentes, gigantes gasosos massivos com temperaturas entre 1000 e 2000 K. TOI-6894 b, por compara\u00e7\u00e3o, tem apenas 420 K. A temperatura fria, juntamente com outras caracter\u00edsticas deste planeta, como tr\u00e2nsitos muito profundos, fazem dele um dos planetas gigantes mais promissores, com uma atmosfera fria, para caracteriza\u00e7\u00e3o pelos astr\u00f3nomos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O professor Amaury Triaud, da Universidade de Birmingham, coautor e membro da colabora\u00e7\u00e3o SPECULOOS (Search for habitable Planets EClipsing ULtra-cOOl Stars), afirmou: &#8220;Com base na irradia\u00e7\u00e3o estelar de TOI-6894 b, esperamos que a atmosfera seja dominada pela qu\u00edmica do metano, o que \u00e9 muito raro de identificar. As temperaturas s\u00e3o suficientemente baixas para que as observa\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas possam at\u00e9 mostrar-nos amon\u00edaco, o que seria a primeira vez que tal subst\u00e2ncia seria encontrada na atmosfera de um exoplaneta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;TOI-6894 b \u00e9 provavelmente um exoplaneta de refer\u00eancia para o estudo de atmosferas dominadas por metano e o melhor &#8216;laborat\u00f3rio&#8217; para estudar uma atmosfera planet\u00e1ria contendo carbono, azoto e oxig\u00e9nio para l\u00e1 do Sistema Solar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A atmosfera de TOI-6894 b j\u00e1 est\u00e1 agendada para ser observada pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb nos pr\u00f3ximos 12 meses. Isto dever\u00e1 permitir aos astr\u00f3nomos determinar qual das teorias poss\u00edveis pode explicar a forma\u00e7\u00e3o deste planeta inesperado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Dr. Andr\u00e9s Jord\u00e1n, coautor do estudo, investigador do MAS (Millennium Institute of Astrophysics) e professor na Universidade Adolfo Ib\u00e1\u00f1ez, ambos no Chile, disse: &#8220;Este sistema constitui um novo desafio para os modelos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria e fornece um alvo muito interessante para observa\u00e7\u00f5es de seguimento com o intuito de caracterizar a sua atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta descoberta \u00e9 o resultado de um programa sistem\u00e1tico que temos vindo a desenvolver h\u00e1 v\u00e1rios anos a partir do Chile e do Reino Unido. Os nossos esfor\u00e7os permitiram-nos contribuir significativamente para uma melhor compreens\u00e3o da frequ\u00eancia com que pequenas estrelas podem formar planetas gigantes, e estamos a fornecer alvos preferenciais para acompanhamento com plataformas espaciais&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/warwick.ac.uk\/news\/pressreleases\/discovery_of_giant_planet_orbiting_tiny_star_challenges_theories_on_planet_formation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Warwick (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ucl.ac.uk\/news\/2025\/jun\/giant-planet-discovered-orbiting-tiny-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ UCL (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.birmingham.ac.uk\/news\/2025\/giant-planet-around-tiny-star-discovery-challenges-planet-formation-theories\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Birmingham (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.iac.es\/en\/outreach\/news\/giant-planet-around-tiny-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ IAC (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.news.uliege.be\/cms\/c_20434166\/fr\/une-planete-geante-autour-d-une-etoile-minuscule-une-decouverte-qui-bouscule-les-theories-de-formation-planetaire\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Li\u00e8ge (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-025-02552-4\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TOI-6894 b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi_6894_b--8433\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s vermelhas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Red_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLT (Very Large Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Telescope\" target=\"_blank\" 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