{"id":8064,"date":"2025-06-06T06:20:49","date_gmt":"2025-06-06T05:20:49","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8064"},"modified":"2025-06-06T06:20:51","modified_gmt":"2025-06-06T05:20:51","slug":"tres-buracos-negros-apanhados-a-comer-estrelas-gigantescas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/06\/06\/tres-buracos-negros-apanhados-a-comer-estrelas-gigantescas\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas buracos negros apanhados a comer estrelas gigantescas"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/photojournal.jpl.nasa.gov\/jpeg\/PIA25440.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/iQbGFWXg_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8065\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/iQbGFWXg_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/iQbGFWXg_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/iQbGFWXg_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/iQbGFWXg_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Nesta ilustra\u00e7\u00e3o, um disco de g\u00e1s quente rodopia em torno de um buraco negro. Parte do g\u00e1s veio de uma estrela que foi dilacerada pelo buraco negro, formando a longa corrente de g\u00e1s quente \u00e0 direita, que alimenta o disco.\nCr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os buracos negros s\u00e3o-nos invis\u00edveis, a n\u00e3o ser que interajam com outro objeto. Alguns comem continuamente g\u00e1s e poeira e parecem brilhar \u00e0 medida que a mat\u00e9ria cai na sua dire\u00e7\u00e3o. Mas outros buracos negros ficam \u00e0 espera, secretamente, e durante anos, at\u00e9 que uma estrela se aproxime o suficiente para a devorar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um novo estudo que utiliza dados espaciais e terrestres da NASA, da ESA e de outras institui\u00e7\u00f5es, descreve tr\u00eas exemplos extremos de buracos negros supermassivos que se alimentam de estrelas massivas. Estes eventos libertaram mais energia do que 100 supernovas e representam o tipo mais energ\u00e9tico de explos\u00e3o c\u00f3smica, descoberto at\u00e9 agora, desde o Big Bang.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cada buraco negro supermassivo situa-se no centro de uma gal\u00e1xia distante e aumentou subitamente de brilho quando destruiu uma estrela tr\u00eas a dez vezes mais massiva do que o nosso Sol. O brilho manteve-se durante v\u00e1rios meses.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas descrevem estas ocorr\u00eancias raras como uma nova categoria de acontecimentos c\u00f3smicos designados por &#8220;transientes nucleares extremos&#8221;. A procura de mais destes transientes nucleares extremos pode ajudar a desvendar alguns dos maiores buracos negros supermassivos do Universo que normalmente est\u00e3o silenciosos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estes eventos s\u00e3o a \u00fanica forma de nos focarmos sobre buracos negros massivos que, de outra forma, estariam inativos&#8221;, disse Jason Hinkle, estudante da Universidade do Hawaii e principal autor de um novo artigo cient\u00edfico publicado na revista Science Advances que descreve este fen\u00f3meno.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes acontecimentos libertam enormes quantidades de radia\u00e7\u00e3o altamente energ\u00e9tica nas regi\u00f5es centrais das suas gal\u00e1xias hospedeiras. &#8220;Isto tem implica\u00e7\u00f5es para os ambientes em que estes eventos est\u00e3o a ocorrer&#8221;, disse Hinkle. &#8220;Se as gal\u00e1xias t\u00eam estes eventos, s\u00e3o importantes para as pr\u00f3prias gal\u00e1xias&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A destrui\u00e7\u00e3o das estrelas produz uma luz altamente energ\u00e9tica que demora mais de 100 dias a atingir o pico e depois mais de 150 dias a diminuir para metade do seu m\u00e1ximo. A forma como a radia\u00e7\u00e3o altamente energ\u00e9tica afeta o ambiente resulta em emiss\u00f5es de baixa energia que os telesc\u00f3pios tamb\u00e9m podem detetar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um destes eventos de destrui\u00e7\u00e3o de estrelas, apelidado de &#8220;Barbie&#8221; devido ao seu identificador de cat\u00e1logo, ZTF20abrbeie, foi descoberto em 2020 pelo ZTF (Zwicky Transient Facility) no Observat\u00f3rio Palomar do Caltech, no estado norte-americano da Calif\u00f3rnia, e documentado em dois estudos de 2023. Os outros dois buracos negros foram detetados pela miss\u00e3o Gaia da ESA em 2016 e 2018 e foram estudados em pormenor neste novo artigo cient\u00edfico.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/photojournal.jpl.nasa.gov\/jpeg\/PIA20027.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/d1\/bc\/OIbsezBM_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra um fluxo brilhante de material de uma estrela que est\u00e1 a ser devorada por um buraco negro supermassivo. Quando uma estrela passa a uma certa dist\u00e2ncia de um buraco negro &#8211; suficientemente perto para ser perturbada gravitacionalmente &#8211; o material estelar \u00e9 esticado e comprimido \u00e0 medida que cai no buraco negro.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Observat\u00f3rio Neil Gehrels Swift da NASA foi fundamental para confirmar que estes eventos deviam estar relacionados com buracos negros e n\u00e3o com explos\u00f5es estelares ou outros fen\u00f3menos. A forma como os raios X, a radia\u00e7\u00e3o ultravioleta e a luz \u00f3tica subiram e diminu\u00edram de intensidade ao longo do tempo foi como uma impress\u00e3o digital que corresponde \u00e0 de um buraco negro a dilacerar uma estrela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas tamb\u00e9m utilizaram dados do WISE da NASA, que funcionou de 2009 a 2011 e foi depois reativado como NEOWISE e aposentado em 2024. No \u00e2mbito da miss\u00e3o WISE, a nave espacial mapeou o c\u00e9u em comprimentos de onda infravermelhos, encontrando muitos novos objetos distantes e fen\u00f3menos c\u00f3smicos. No novo estudo, os dados da miss\u00e3o ajudaram os investigadores a caracterizar a poeira no ambiente de cada buraco negro. V\u00e1rios observat\u00f3rios terrestres tamb\u00e9m contribu\u00edram para esta descoberta, incluindo os telesc\u00f3pios do Observat\u00f3rio W. M. Keck e os levantamentos ATLAS (Asteroid Terrestrial-impact Last Alert System), Pan-STARRS (Panoramic Survey Telescope and Rapid Response System) e CRTS (Catalina Real-Time Transient Survey).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O que acho t\u00e3o excitante neste trabalho \u00e9 o facto de estarmos a empurrar os limites superiores daquilo que entendemos serem os ambientes mais energ\u00e9ticos do Universo&#8221;, disse Anna Payne, cientista do STScI (Space Telescope Science Institute) e coautora do estudo, que ajudou a procurar as impress\u00f5es digitais qu\u00edmicas destes eventos com o Telesc\u00f3pio de 2,2 metros da Universidade do Hawaii.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados complementam observa\u00e7\u00f5es recentes do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, que mostram como os buracos negros supermassivos se alimentam e crescem no Universo primitivo. Mas como apenas 10% dos primeiros buracos negros se alimentam ativamente de g\u00e1s e poeira, os transientes nucleares extremos &#8211; ou seja, o apanhar de um buraco negro supermassivo a &#8220;comer&#8221; uma estrela massiva &#8211; s\u00e3o uma forma diferente de encontrar buracos negros no Universo primitivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Eventos como estes s\u00e3o t\u00e3o brilhantes que podem ser vis\u00edveis mesmo no Universo distante e primitivo. O Swift mostrou que os transientes nucleares extremos emitem a maior parte da sua radia\u00e7\u00e3o no ultravioleta. Mas \u00e0 medida que o Universo se expande, essa luz \u00e9 esticada para comprimentos de onda mais longos e passa para o infravermelho &#8211; exatamente o tipo de radia\u00e7\u00e3o que o futuro Telesc\u00f3pio Espacial Nancy Grace Roman da NASA foi concebido para detetar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com a sua poderosa sensibilidade infravermelha e o seu amplo campo de vis\u00e3o, o Roman poder\u00e1 detetar estas raras explos\u00f5es de h\u00e1 mais de 12 mil milh\u00f5es de anos, quando o Universo tinha apenas um-d\u00e9cimo da sua idade atual. Com lan\u00e7amento previsto para 2027, e potencialmente j\u00e1 no outono de 2026, o Roman poder\u00e1 descobrir muitos mais destes eventos dram\u00e1ticos e fornecer uma nova forma de explorar como as estrelas, gal\u00e1xias e buracos negros foram formados e evolu\u00edram ao longo do tempo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Podemos pensar nestes tr\u00eas objetos como modelos para saber o que procurar no futuro&#8221;, disse Payne.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/science-research\/astrophysics\/3-black-holes-caught-eating-massive-stars-in-nasa-data\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.hawaii.edu\/news\/2025\/06\/04\/biggest-explosion-since-big-bang\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade do Hawaii (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/keckobservatory.org\/ents\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Observat\u00f3rio W. M. Keck (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/sciadv.adt0074\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Science Advances)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro supermassivo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ZTF (Zwicky Transient Facility):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.ztf.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ipac.caltech.edu\/project\/ztf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Zwicky_Transient_Facility\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Palomar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.astro.caltech.edu\/palomar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Palomar_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina da ESA para a comunidade cient\u00edfica<\/a><br><a href=\"https:\/\/gea.esac.esa.int\/archive\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados do Gaia (ESA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Neil Gehrels Swift:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/swift\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Swift_Gamma-Ray_Burst_Mission\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>WISE (ou NEOWISE):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/neowise\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/neowise.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Wide-field_Infrared_Survey_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio W. M. Keck:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.keckobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Keck_telescopes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sistema de alertas ATLAS (Asteroid Terrestrial-impact Last Alert System):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.fallingstar.com\/home.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Asteroid_Terrestrial-impact_Last_Alert_System\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pan-STARRS (Panoramic Survey Telescope and Rapid Response System):<br><\/strong><a href=\"https:\/\/panstarrs.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www2.ifa.hawaii.edu\/research\/Pan-STARRS.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade do Hawaii<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Pan-STARRS\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CRTS (Catalina Real-Time Transient Survey):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/crts.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Catalina_Real-time_Transient_Survey\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RST ([Nancy Grace] Roman Space Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/roman-space-telescope\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Nancy_Grace_Roman_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASARoman\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASARoman\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um novo estudo que utiliza dados espaciais e terrestres da NASA, da ESA e de outras institui\u00e7\u00f5es, descreve tr\u00eas exemplos extremos de buracos negros supermassivos que se alimentam de estrelas massivas. 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