{"id":8049,"date":"2025-05-30T06:19:08","date_gmt":"2025-05-30T05:19:08","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8049"},"modified":"2025-05-30T06:19:09","modified_gmt":"2025-05-30T05:19:09","slug":"nova-medicao-da-expansao-do-universo-sugere-resolucao-de-um-conflito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/05\/30\/nova-medicao-da-expansao-do-universo-sugere-resolucao-de-um-conflito\/","title":{"rendered":"Nova medi\u00e7\u00e3o da expans\u00e3o do Universo sugere resolu\u00e7\u00e3o de um conflito"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2306e.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"678\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/uFf0aYHh_o-1024x678.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8050\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/uFf0aYHh_o-1024x678.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/uFf0aYHh_o-300x199.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/uFf0aYHh_o-768x509.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/uFf0aYHh_o-310x205.jpg 310w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/uFf0aYHh_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os cientistas fizeram um novo c\u00e1lculo da velocidade a que o Universo se est\u00e1 a expandir, utilizando dados obtidos pelo poderoso Telesc\u00f3pio Espacial James Webb de m\u00faltiplas gal\u00e1xias. Na imagem, obtida pelo Webb, est\u00e1 NGC 1365, uma dessas gal\u00e1xias.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Janice Lee (NOIRLab), Alyssa Pagan (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao longo da \u00faltima d\u00e9cada, os cientistas t\u00eam tentado resolver o que parecia ser uma grande inconsist\u00eancia no Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Universo expande-se ao longo do tempo, mas a velocidade a que se expande parece ser diferente consoante se olha para o in\u00edcio da hist\u00f3ria do Universo ou para os dias de hoje. A ser verdade, isto teria sido um grande problema para o modelo padr\u00e3o que representa a nossa melhor compreens\u00e3o do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas gra\u00e7as ao Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, cientistas da Universidade de Chicago conseguiram obter novos e melhores dados &#8211; sugerindo que, afinal, pode n\u00e3o haver conflito.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estas novas evid\u00eancias sugerem que o nosso Modelo Padr\u00e3o do Universo est\u00e1 a aguentar-se&#8221;, disse a professora Wendy Freedman da Universidade de Chicago, uma figura de destaque no debate sobre este ritmo de expans\u00e3o, conhecida como a Constante de Hubble.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;N\u00e3o quer dizer que n\u00e3o encontremos coisas no futuro que sejam inconsistentes com o modelo, mas, de momento, a Constante de Hubble n\u00e3o parece ser o caso&#8221;, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os novos resultados foram publicados na edi\u00e7\u00e3o de 27 de maio da revista The Astrophysical Journal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Espa\u00e7o, estrelas e supernovas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Existem atualmente duas abordagens principais para calcular a velocidade a que o nosso Universo se est\u00e1 a expandir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A primeira abordagem consiste em medir a luz remanescente do Big Bang, que ainda est\u00e1 a viajar pelo Universo. Esta radia\u00e7\u00e3o, conhecida como radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica de fundo em micro-ondas, informa os astr\u00f3nomos acerca das condi\u00e7\u00f5es nos primeiros tempos do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Freedman \u00e9 especialista numa segunda abordagem, que consiste em medir a velocidade a que o Universo se est\u00e1 a expandir neste momento, na nossa vizinhan\u00e7a astron\u00f3mica local. Paradoxalmente, isto \u00e9 muito mais complicado do que ver para tr\u00e1s no tempo, porque medir dist\u00e2ncias com precis\u00e3o \u00e9 um grande desafio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao longo do \u00faltimo meio s\u00e9culo, os cientistas descobriram uma s\u00e9rie de formas de medir dist\u00e2ncias relativamente pr\u00f3ximas. Uma delas baseia-se na capta\u00e7\u00e3o da luz de uma determinada classe de estrelas no seu pico de brilho, quando explodem como supernova no final da sua vida. Se conhecermos o brilho m\u00e1ximo destas supernovas, a medi\u00e7\u00e3o das suas luminosidades aparentes permite-nos calcular a sua dist\u00e2ncia. Observa\u00e7\u00f5es adicionais dizem-nos a que velocidade a gal\u00e1xia em que a supernova ocorreu se est\u00e1 a afastar de n\u00f3s. Freedman foi tamb\u00e9m pioneira em dois outros m\u00e9todos que utilizam o que sabemos sobre dois outros tipos de estrelas: as estrelas gigantes vermelhas e as estrelas de carbono.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, h\u00e1 muitas corre\u00e7\u00f5es que t\u00eam de ser aplicadas a estas medi\u00e7\u00f5es antes de se poder declarar uma dist\u00e2ncia final. Em primeiro lugar, os cientistas t\u00eam de ter em conta a poeira c\u00f3smica que obscurece a luz entre n\u00f3s e estas estrelas distantes nas suas gal\u00e1xias hospedeiras. T\u00eam tamb\u00e9m de verificar e corrigir as diferen\u00e7as de luminosidade que podem surgir ao longo do tempo c\u00f3smico. E, finalmente, t\u00eam de ser identificadas e corrigidas as incertezas subtis da instrumenta\u00e7\u00e3o utilizada para efetuar as medi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas com os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos, como o lan\u00e7amento do muito mais potente Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, em 2021, os cientistas t\u00eam conseguido aperfei\u00e7oar cada vez mais estas medi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Mais do que duplic\u00e1mos a nossa amostra de gal\u00e1xias utilizadas para calibrar as supernovas&#8221;, disse Freedman. &#8220;A melhoria estat\u00edstica \u00e9 significativa. Isto refor\u00e7a consideravelmente o resultado&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O \u00faltimo c\u00e1lculo de Freedman, que incorpora dados do Telesc\u00f3pio Hubble e do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, determina um valor de 70,4 quil\u00f3metros por segundo por megaparsec, mais ou menos 3%.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isto coloca o seu valor em concord\u00e2ncia estat\u00edstica com as medi\u00e7\u00f5es recentes da radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica de fundo, que \u00e9 de 67,4, mais ou menos 0,7%.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Webb tem uma resolu\u00e7\u00e3o quatro vezes superior \u00e0 do Telesc\u00f3pio Hubble, o que lhe permite identificar estrelas individuais anteriormente detetadas em grupos desfocados. \u00c9 tamb\u00e9m cerca de 10 vezes mais sens\u00edvel, o que permite uma maior precis\u00e3o e a capacidade de encontrar objetos de interesse ainda mais t\u00e9nues.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos realmente a ver como o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb \u00e9 fant\u00e1stico para medir com precis\u00e3o as dist\u00e2ncias das gal\u00e1xias&#8221;, disse o coautor Taylor Hoyt do Laborat\u00f3rio Lawrence Berkeley no estado norte-americano da Calif\u00f3rnia. &#8220;Utilizando os seus detetores infravermelhos, podemos ver atrav\u00e9s da poeira que, historicamente, tem dificultado a medi\u00e7\u00e3o exata das dist\u00e2ncias, e podemos medir com muito maior precis\u00e3o o brilho das estrelas&#8221;, acrescentou o coautor Barry Madore, do Instituto Carnegie em Washington.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&#8220;Extraordinariamente dif\u00edcil&#8221;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Freedman explicou que os astrof\u00edsicos t\u00eam tentado encontrar uma teoria que explique os diferentes ritmos de expans\u00e3o \u00e0 medida que o Universo envelhece.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;H\u00e1 mais de mil artigos cient\u00edficos a tentar atacar este problema e revelou-se extraordinariamente dif\u00edcil de resolver&#8221;, disse.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas ainda est\u00e3o a tentar encontrar falhas no Modelo Padr\u00e3o que descreve o Universo, o que poderia fornecer pistas sobre a natureza de dois grandes mist\u00e9rios pendentes &#8211; a mat\u00e9ria escura e a energia escura. Mas a Constante de Hubble parece cada vez mais n\u00e3o ser o s\u00edtio onde procurar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Freedman e a sua equipa v\u00e3o usar o Telesc\u00f3pio Webb no pr\u00f3ximo ano para obter medi\u00e7\u00f5es num grupo de gal\u00e1xias chamado Enxame de Coma, que dever\u00e1 fornecer mais dados de um \u00e2ngulo diferente, disse ela. &#8220;Estas medi\u00e7\u00f5es permitir-nos-\u00e3o medir a constante de Hubble diretamente, sem o passo adicional de precisar das supernovas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estou otimista quanto \u00e0 resolu\u00e7\u00e3o deste problema nos pr\u00f3ximos anos, \u00e0 medida que aumentamos a precis\u00e3o para fazer estas medi\u00e7\u00f5es&#8221;, disse.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/news.uchicago.edu\/story\/new-measure-universes-expansion-suggests-resolution-conflict\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Chicago (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/adce78\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lei de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law#Determining_the_Hubble_constant\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Determinando a constante de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lambda-CDM_model\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Modelo Lambda-CDM (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder#Galactic_distance_indicators\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Indicadores de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&#8220;Escada&#8221; de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Supernovas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Type_Ia_supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tipo Ia (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas de carbono:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Carbon_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mat\u00e9ria escura:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Dark_matter\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Energia escura:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Dark_Energy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ao longo da \u00faltima d\u00e9cada, os cientistas t\u00eam tentado resolver o que parecia ser uma grande inconsist\u00eancia no Universo. 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