{"id":8012,"date":"2025-05-16T06:18:15","date_gmt":"2025-05-16T05:18:15","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8012"},"modified":"2025-05-16T06:18:16","modified_gmt":"2025-05-16T05:18:16","slug":"webb-revela-novos-detalhes-e-misterios-na-aurora-de-jupiter","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/05\/16\/webb-revela-novos-detalhes-e-misterios-na-aurora-de-jupiter\/","title":{"rendered":"Webb revela novos detalhes e mist\u00e9rios na aurora de J\u00fapiter"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2510a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"345\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/JjhsWGDz_o-1024x345.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8013\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/JjhsWGDz_o-1024x345.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/JjhsWGDz_o-300x101.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/JjhsWGDz_o-768x259.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/JjhsWGDz_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Observa\u00e7\u00f5es das auroras de J\u00fapiter (dezembro de 2023).\nCr\u00e9dito: ESA\/Webb, NASA, CSA, J. Nichols (Universidade de Leicester), M. Zamani (ESA\/Webb)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA captou novos pormenores das auroras no maior planeta do nosso Sistema Solar. As luzes dan\u00e7antes observadas em J\u00fapiter s\u00e3o centenas de vezes mais brilhantes do que as observadas na Terra. Com a sensibilidade avan\u00e7ada do Webb, os astr\u00f3nomos estudaram estes fen\u00f3menos para melhor compreender a magnetosfera de J\u00fapiter.<\/p>\n\n\n\n<p>As auroras s\u00e3o criadas quando part\u00edculas altamente energ\u00e9ticas entram na atmosfera de um planeta perto dos seus polos magn\u00e9ticos e colidem com \u00e1tomos de g\u00e1s. N\u00e3o s\u00f3 as auroras de J\u00fapiter s\u00e3o enormes em tamanho, como tamb\u00e9m s\u00e3o centenas de vezes mais energ\u00e9ticas do que as auroras da Terra. Aqui, as auroras s\u00e3o causadas por tempestades solares &#8211; quando part\u00edculas carregadas &#8220;chovem&#8221; na atmosfera superior, excitam os gases e fazem-nos brilhar com cores vermelhas, verdes e p\u00farpuras. Entretanto, J\u00fapiter tem uma fonte adicional para as suas auroras; o forte campo magn\u00e9tico do gigante gasoso apanha part\u00edculas carregadas da sua vizinhan\u00e7a. Isto inclui n\u00e3o s\u00f3 as part\u00edculas carregadas do vento solar, mas tamb\u00e9m as part\u00edculas lan\u00e7adas para o espa\u00e7o pela sua lua Io, conhecida pelos seus numerosos e grandes vulc\u00f5es. Os vulc\u00f5es de Io expelem part\u00edculas que, notavelmente, escapam \u00e0 gravidade da lua e orbitam J\u00fapiter. Uma barragem de part\u00edculas carregadas libertadas pelo Sol durante as tempestades solares tamb\u00e9m atinge o planeta. O grande e poderoso campo magn\u00e9tico de J\u00fapiter captura as part\u00edculas carregadas e acelera-as a velocidades tremendas. Estas part\u00edculas velozes atingem a atmosfera do planeta com energias elevadas, o que excita o g\u00e1s e provoca o seu brilho.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Close-up observations of auroras on Jupiter (December 2023)\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/If0VpfERgJU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Agora, as capacidades \u00fanicas do Webb est\u00e3o a fornecer novos conhecimentos sobre as auroras de J\u00fapiter. A sensibilidade do telesc\u00f3pio permite aos astr\u00f3nomos aumentar a velocidade do obturador para captar caracter\u00edsticas aurorais que variam rapidamente. Os novos dados foram captados com o instrumento NIRCam (Near-InfraRed Camera) do Webb no dia de Natal de 2023 por uma equipa de cientistas liderada por Jonathan Nichols, da Universidade de Leicester, no Reino Unido.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Que presente de Natal foi este &#8211; deixou-me boquiaberto!&#8221;, partilhou Jonathan. &#8220;Quer\u00edamos ver a rapidez com que as auroras mudam, esperando que se desvanecessem lentamente, talvez ao longo de um quarto de hora ou mais. Em vez disso, observ\u00e1mos toda a regi\u00e3o auroral a fervilhar de luz, por vezes variando ao segundo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados da equipa revelaram que a emiss\u00e3o do i\u00e3o trihidrog\u00e9nio, conhecido como H3+, \u00e9 muito mais vari\u00e1vel do que se pensava. As observa\u00e7\u00f5es v\u00e3o ajudar a desenvolver a compreens\u00e3o dos cientistas sobre a forma como a atmosfera superior de J\u00fapiter \u00e9 aquecida e arrefecida.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2510b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/40\/5e\/1COrZQzf_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O local das observa\u00e7\u00f5es aurorais de J\u00fapiter, no contexto do planeta como um todo.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, Ricardo Hueso (UPV), Imke de Pater (Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley), Thierry Fouchet (Observat\u00f3rio de Paris), Leigh Fletcher (Universidade de Leicester), Michael H. Wong (Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley), Joseph DePasquale (STScI), J. Nichols (Universidade de Leicester), M. Zamani (ESA\/Webb)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A equipa tamb\u00e9m descobriu algumas ainda observa\u00e7\u00f5es por explicar nos dados.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O que tornou estas observa\u00e7\u00f5es ainda mais especiais foi o facto de tamb\u00e9m termos tirado fotografias em simult\u00e2neo no ultravioleta com o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA&#8221;, acrescentou Jonathan. &#8220;Bizarramente, a luz mais brilhante observada pelo Webb n\u00e3o tinha qualquer equival\u00eancia real nas imagens do Hubble. Isto deixou-nos a co\u00e7ar a cabe\u00e7a. Para causar a combina\u00e7\u00e3o de brilho observada pelo Webb e pelo Hubble, \u00e9 necess\u00e1ria uma combina\u00e7\u00e3o aparentemente imposs\u00edvel de grandes quantidades de part\u00edculas de energia muito baixa a atingir a atmosfera &#8211; como uma tempestade de chuviscos! Ainda n\u00e3o compreendemos como \u00e9 que isto acontece&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa planeia agora estudar esta discrep\u00e2ncia entre os dados do Hubble e do Webb e explorar as implica\u00e7\u00f5es mais amplas para a atmosfera e o ambiente espacial de J\u00fapiter. Tencionam tamb\u00e9m dar seguimento a esta investiga\u00e7\u00e3o com mais observa\u00e7\u00f5es do Webb, que poder\u00e3o comparar com dados da nave espacial Juno da NASA para explorar melhor a causa da enigm\u00e1tica emiss\u00e3o brilhante.<\/p>\n\n\n\n<p>Estes conhecimentos podem tamb\u00e9m apoiar a Juice (Jupiter Icy Moons Explorer), da ESA, que est\u00e1 a caminho de J\u00fapiter para fazer observa\u00e7\u00f5es pormenorizadas do gigante gasoso e das suas tr\u00eas grandes luas com oceanos &#8211; Ganimedes, Calisto e Europa. A Juice ir\u00e1 observar as auroras de J\u00fapiter com sete instrumentos cient\u00edficos \u00fanicos, incluindo duas c\u00e2maras. Estas medi\u00e7\u00f5es de perto ajudar-nos-\u00e3o a compreender a forma como o campo magn\u00e9tico e a atmosfera do planeta interagem, bem como o efeito que as part\u00edculas carregadas de Io e das outras luas t\u00eam na atmosfera de J\u00fapiter.<\/p>\n\n\n\n<p>Estes resultados foram obtidos a partir de dados obtidos durante o programa de observa\u00e7\u00e3o #4566 do Ciclo 2 do Webb e com o programa de observa\u00e7\u00e3o #17471 do Hubble. Os resultados foram publicados na revista Nature Communications.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Webb Captures Jupiter\u2019s Aurora\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/U2T8LpD4IiI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Webb_reveals_new_details_and_mysteries_in_Jupiter_s_aurora\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasas-webb-reveals-new-details-mysteries-in-jupiters-aurora\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2510\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2025\/news-2025-108\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41467-025-58984-z\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Communications)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>J\u00fapiter:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/planets\/jupiter\/overview\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/nineplanets.org\/jupiter.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Nine Planets<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Jupiter\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Magnetosphere_of_Jupiter\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Magnetosfera de J\u00fapiter (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Miss\u00e3o Juno:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/juno\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.missionjuno.swri.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SwRI<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Juno_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Juice (Jupiter Icy Moons Explorer):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Juice\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Jupiter_Icy_Moon_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA captou novos pormenores das auroras no maior planeta do nosso Sistema 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