{"id":8000,"date":"2025-05-09T06:18:30","date_gmt":"2025-05-09T05:18:30","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=8000"},"modified":"2025-05-09T06:18:31","modified_gmt":"2025-05-09T05:18:31","slug":"webb-levanta-o-veu-a-um-tipo-de-exoplaneta-comum-mas-misterioso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/05\/09\/webb-levanta-o-veu-a-um-tipo-de-exoplaneta-comum-mas-misterioso\/","title":{"rendered":"Webb levanta o v\u00e9u a um tipo de exoplaneta comum mas misterioso"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01JRWXY4769VZ7CDRZNN2FSCZC.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01JRWXY4769VZ7CDRZNN2FSCZC.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra o poss\u00edvel aspeto do sub-Neptuno TOI-421 b. Baseia-se em dados espetrosc\u00f3picos recolhidos pelo Webb, bem como em observa\u00e7\u00f5es anteriores de outros telesc\u00f3pios no solo e no espa\u00e7o.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Dani Player (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora n\u00e3o orbitem em torno do nosso Sol, os sub-Neptunos s\u00e3o o tipo mais comum de exoplanetas &#8211; ou planeta para l\u00e1 do nosso Sistema Solar &#8211; observados na nossa Gal\u00e1xia. Estes planetas gasosos mais pequenos que os nossos gigantes est\u00e3o envoltos em mist\u00e9rio&#8230; e muitas vezes, em muita neblina. Agora, ao observar o exoplaneta TOI-421 b, o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA est\u00e1 a ajudar os cientistas a compreender os sub-Neptunos de uma forma que n\u00e3o era poss\u00edvel antes do lan\u00e7amento do telesc\u00f3pio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esperei toda a minha carreira pelo Webb para que pud\u00e9ssemos caracterizar de forma significativa as atmosferas destes planetas mais pequenos&#8221;, disse a investigadora principal Eliza Kempton da Universidade de Maryland, College Park, EUA. &#8220;Ao estudar as suas atmosferas, estamos a compreender melhor como os sub-Neptunos se formaram e evolu\u00edram, e parte disso \u00e9 compreender porque n\u00e3o existem no nosso Sistema Solar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pequenos, frios, envoltos em neblina<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A exist\u00eancia de sub-Neptunos era inesperada antes de terem sido descobertos pelo telesc\u00f3pio espacial Kepler da NASA na d\u00e9cada passada. Agora, os astr\u00f3nomos est\u00e3o a tentar perceber de onde vieram estes planetas e porque s\u00e3o t\u00e3o comuns.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antes do Webb, os cientistas tinham muito pouca informa\u00e7\u00e3o sobre eles. Embora os sub-Neptunos sejam algumas vezes maiores do que a Terra, s\u00e3o ainda muito mais pequenos do que os planetas gigantes gasosos e tipicamente mais frios do que os J\u00fapiteres quentes, o que torna a sua observa\u00e7\u00e3o muito mais dif\u00edcil do que a dos seus hom\u00f3logos gigantes gasosos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma importante descoberta anterior ao Webb foi que a maioria das atmosferas dos sub-Neptunos tinha espetros de transmiss\u00e3o simples ou sem caracter\u00edsticas. Isto significa que quando os cientistas observavam o espetro do planeta \u00e0 medida que este passava em frente da sua estrela hospedeira, em vez de verem caracter\u00edsticas espetrais &#8211; as impress\u00f5es digitais qu\u00edmicas que revelariam a composi\u00e7\u00e3o da atmosfera &#8211; viam apenas um espetro achatado. Os astr\u00f3nomos conclu\u00edram, a partir de todos esses espetros, que pelo menos certos sub-Neptunos estavam provavelmente muito obscurecidos por nuvens ou neblinas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01JRX2JKJ59AAZNPNVBW0TEYNC.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/09\/55\/Se1wtzE2_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Um espetro de transmiss\u00e3o captado pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA revela subst\u00e2ncias qu\u00edmicas na atmosfera do sub-Neptuno quente TOI-421 b.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Joseph Olmsted (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um tipo diferente de sub-Neptuno?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Porque \u00e9 que observ\u00e1mos este planeta, TOI-421 b? Porque pens\u00e1mos que talvez n\u00e3o tivesse neblinas&#8221;, disse Kempton. &#8220;E a raz\u00e3o \u00e9 que existiam alguns dados anteriores que implicavam que talvez os planetas numa determinada gama de temperaturas estivessem menos envoltos em neblina ou nuvens do que outros&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esse limiar de temperatura \u00e9 de cerca de 570\u00ba C. Abaixo dessa temperatura, os cientistas colocaram a hip\u00f3tese de ocorrer um conjunto complexo de rea\u00e7\u00f5es fotoqu\u00edmicas entre a luz solar e o g\u00e1s metano, o que provocaria a neblina. Mas os planetas mais quentes n\u00e3o deveriam ter metano e, portanto, talvez n\u00e3o devessem ter neblina.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A temperatura de TOI-421 b \u00e9 de cerca de 720 graus Celsius, muito acima do presum\u00edvel limiar. Sem neblina ou nuvens, os investigadores esperavam ver uma atmosfera clara &#8211; e viram-na!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Uma descoberta surpreendente<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Vimos caracter\u00edsticas espetrais que atribu\u00edmos a v\u00e1rios gases, o que nos permitiu determinar a composi\u00e7\u00e3o da atmosfera&#8221;, disse Brian Davenport, da Universidade de Maryland, estudante no seu terceiro ano de doutoramento que realizou a an\u00e1lise dos dados prim\u00e1rios. &#8220;Ao passo que com muitos dos outros sub-Neptunos que tinham sido observados anteriormente, sabemos que as suas atmosferas s\u00e3o feitas de alguma coisa, mas est\u00e3o a ser bloqueadas por neblina.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa encontrou vapor de \u00e1gua na atmosfera do planeta, bem como assinaturas provis\u00f3rias de mon\u00f3xido de carbono e di\u00f3xido de enxofre. Depois, h\u00e1 mol\u00e9culas que n\u00e3o foram detetadas, como o metano e o di\u00f3xido de carbono. A partir dos dados, podem tamb\u00e9m inferir que existe uma grande quantidade de hidrog\u00e9nio na atmosfera de TOI-421 b.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A atmosfera leve de hidrog\u00e9nio foi a grande surpresa para os investigadores. &#8220;T\u00ednhamos recentemente compreendido que os primeiros sub-Neptunos observados pelo Webb tinham atmosferas de mol\u00e9culas pesadas, o que se tornou a nossa expetativa, e depois descobrimos o contr\u00e1rio&#8221;, disse Kempton. Isto sugere que TOI-421 b pode ter sido formado e evolu\u00eddo de forma diferente dos sub-Neptunos mais frios observados anteriormente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TOI-421 b \u00e9 \u00fanico?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A atmosfera dominada pelo hidrog\u00e9nio \u00e9 tamb\u00e9m interessante porque imita a composi\u00e7\u00e3o da estrela hospedeira de TOI-421 b. &#8220;Se peg\u00e1ssemos no mesmo g\u00e1s que formou a estrela hospedeira, o coloc\u00e1ssemos em cima da atmosfera de um planeta e o coloc\u00e1ssemos \u00e0 temperatura muito mais fria deste planeta, obter\u00edamos a mesma combina\u00e7\u00e3o de gases. Este processo est\u00e1 mais de acordo com os planetas gigantes do nosso Sistema Solar, e \u00e9 diferente de outros sub-Neptunos que foram observados com o Webb at\u00e9 agora&#8221;, disse Kempton.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m de ser mais quente do que outros sub-Neptunos observados anteriormente com o Webb, TOI-421 b orbita uma estrela semelhante ao Sol. A maioria dos outros sub-Neptunos que foram observados at\u00e9 agora orbitam estrelas mais pequenas e frias, chamadas an\u00e3s vermelhas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ser\u00e1 TOI-421 b emblem\u00e1tico dos sub-Neptunos quentes que orbitam estrelas semelhantes ao Sol, ou apenas demonstrativo de que os exoplanetas s\u00e3o muito diversos? Para descobrir, os investigadores gostariam de observar mais sub-Neptunos quentes para determinar se este \u00e9 um caso \u00fanico ou uma tend\u00eancia mais alargada. Esperam obter informa\u00e7\u00f5es sobre a forma\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o destes exoplanetas comuns.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Revel\u00e1mos uma nova forma de olhar para estes sub-Neptunos&#8221;, disse Davenport. &#8220;Estes planetas quentes s\u00e3o pass\u00edveis de caracteriza\u00e7\u00e3o. Por isso, ao olharmos para sub-Neptunos com esta temperatura, talvez seja mais prov\u00e1vel que aceleremos a nossa capacidade de aprender mais sobre estes planetas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As descobertas da equipa foram publicadas no dia 5 de maio na revista The Astrophysical Journal Letters.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasas-webb-lifts-veil-on-common-but-mysterious-type-of-exoplanet\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2025\/news-2025-113\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/today.umd.edu\/umd-led-study-lifts-veil-on-common-but-mysterious-type-of-exoplanet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Maryland (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/adcd76\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TOI-421 b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/toi-421-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/toi-421%20b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/wasp_153--7388\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TOI-421#TOI-421_b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sub-Neptune\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sub-Neptuno (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Kepler:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/kepler\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kepler_space_telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embora n\u00e3o orbitem em torno do nosso Sol, os sub-Neptunos s\u00e3o o tipo mais comum de exoplanetas &#8211; ou planeta para l\u00e1 do nosso Sistema Solar &#8211; observados na nossa Gal\u00e1xia. 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