{"id":7954,"date":"2025-04-22T06:23:05","date_gmt":"2025-04-22T05:23:05","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7954"},"modified":"2025-04-22T06:23:48","modified_gmt":"2025-04-22T05:23:48","slug":"os-indicios-mais-fortes-de-atividade-biologica-para-la-do-sistema-solar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/04\/22\/os-indicios-mais-fortes-de-atividade-biologica-para-la-do-sistema-solar\/","title":{"rendered":"Os ind\u00edcios mais fortes de atividade biol\u00f3gica para l\u00e1 do Sistema Solar"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/nZLP4SX2_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/nZLP4SX2_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7955\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/nZLP4SX2_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/nZLP4SX2_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/nZLP4SX2_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/nZLP4SX2_o-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/nZLP4SX2_o-2048x1152.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista do exoplaneta K2-18 b.\nCr\u00e9dito: A. Smith\/N. Mandhusudhan<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos detetaram os sinais mais promissores de uma poss\u00edvel bioassinatura para l\u00e1 do Sistema Solar, embora se mantenham cautelosos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Utilizando dados do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb (JWST), os astr\u00f3nomos, liderados pela Universidade de Cambridge, detetaram as impress\u00f5es digitais qu\u00edmicas de sulfureto de dimetilo (ou dimetilsulfureto, DMS) e\/ou dissulfureto de dimetilo (ou dimetildissulfureto, MDS), na atmosfera do exoplaneta K2-18b, que orbita a sua estrela na zona habit\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na Terra, o DMS e o DMDS s\u00f3 s\u00e3o produzidos por vida, principalmente vida microbiana, como o fitopl\u00e2ncton marinho. Embora um processo qu\u00edmico desconhecido possa ser a fonte destas mol\u00e9culas na atmosfera de K2-18 b, os resultados s\u00e3o a evid\u00eancia mais forte, at\u00e9 agora, de que pode existir vida num planeta para l\u00e1 do nosso Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As observa\u00e7\u00f5es atingiram o n\u00edvel &#8220;3 sigma&#8221; de signific\u00e2ncia estat\u00edstica &#8211; o que significa que h\u00e1 uma probabilidade de 0,3% de que tenham ocorrido por acaso. Para atingirem a classifica\u00e7\u00e3o aceite para uma descoberta cient\u00edfica, as observa\u00e7\u00f5es teriam de ultrapassar o limiar de 5 sigma, o que significa que a probabilidade de terem ocorrido por acaso seria inferior a 0,00006%.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores afirmam que entre 16 e 24 horas de tempo de observa\u00e7\u00e3o de acompanhamento com o JWST podem ajud\u00e1-los a atingir a t\u00e3o importante signific\u00e2ncia de 5 sigma. Os seus resultados foram apresentados na revista The Astrophysical Journal Letters.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Strongest hints yet of biological activity outside the solar system\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/sPRr4DgMTxI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Observa\u00e7\u00f5es anteriores de K2-18 b &#8211; que \u00e9 8,6 vezes mais massivo e 2,6 vezes maior que a Terra, e que se encontra a 124 anos-luz de dist\u00e2ncia na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Le\u00e3o &#8211; identificaram metano e di\u00f3xido de carbono na sua atmosfera. Esta foi a primeira vez que se descobriram mol\u00e9culas \u00e0 base de carbono na atmosfera de um exoplaneta situado na zona habit\u00e1vel. Esses resultados foram consistentes com as previs\u00f5es de um planeta &#8220;Hiceano&#8221;: um mundo habit\u00e1vel coberto de oceanos sob uma atmosfera rica em hidrog\u00e9nio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, outro sinal, mais fraco, indicava a possibilidade de algo mais estar a acontecer em K2-18 b. &#8220;N\u00e3o sab\u00edamos ao certo se o sinal que vimos da \u00faltima vez se devia ao DMS, mas s\u00f3 o facto de o termos visto foi suficientemente excitante para darmos outra vista de olhos com o JWST usando um instrumento diferente&#8221;, disse o professor Nikku Madhusudhan do Instituto de Astronomia de Cambridge, que liderou a investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para determinar a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica das atmosferas de planetas long\u00ednquos, os astr\u00f3nomos analisam a luz da sua estrela-m\u00e3e \u00e0 medida que o planeta transita, ou passa em frente da estrela, da perspetiva da Terra ou do Sistema Solar. Quando K2-18 b transita, o JWST consegue detetar uma queda no brilho estelar, e uma pequena fra\u00e7\u00e3o da luz estelar passa pela atmosfera do planeta antes de chegar \u00e0 Terra. A absor\u00e7\u00e3o de alguma da luz estelar na atmosfera do planeta deixa marcas no espetro estelar que os astr\u00f3nomos podem juntar para determinar os gases constituintes da atmosfera do exoplaneta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A infer\u00eancia anterior, provis\u00f3ria, de DMS foi feita usando os instrumentos NIRISS (Near-Infrared Imager and Slitless Spectrograph) e NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) do JWST, que em conjunto cobrem a gama de comprimentos de onda do infravermelho pr\u00f3ximo (0,8-5 micr\u00f3metros). A nova observa\u00e7\u00e3o independente utilizou o MIRI (Mid-Infrared Instrument) do Webb na gama do infravermelho m\u00e9dio (6-12 micr\u00f3metros).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta \u00e9 uma linha de evid\u00eancia independente, usando um instrumento diferente dos que us\u00e1mos anteriormente e uma gama de comprimentos de onda diferente, onde n\u00e3o h\u00e1 sobreposi\u00e7\u00e3o com as observa\u00e7\u00f5es anteriores&#8221;, disse Madhusudhan. &#8220;O sinal chegou forte e claro&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/68\/f0\/5gis9b4U_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/68\/f0\/5gis9b4U_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Espetro de transmiss\u00e3o do exoplaneta K2-18 b, situado na zona habit\u00e1vel da sua estrela hospedeira, usando o espetr\u00f3grafo MIRI do JWST.<br>Cr\u00e9dito: A. Smith, N. Madhusudhan<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Foi uma realiza\u00e7\u00e3o incr\u00edvel ver os resultados emergirem e permanecerem consistentes ao longo das extensas an\u00e1lises independentes e testes de robustez&#8221;, disse o coautor M\u00e5ns Holmberg, um investigador do STScI (Space Telescope Science Institute) em Baltimore, nos EUA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O DMS e o DMDS s\u00e3o mol\u00e9culas da mesma fam\u00edlia qu\u00edmica e prev\u00ea-se que ambas sejam bioassinaturas. Ambas as mol\u00e9culas t\u00eam caracter\u00edsticas espetrais que se sobrep\u00f5em na gama de comprimentos de onda observada, embora mais observa\u00e7\u00f5es ajudem a diferenciar as duas mol\u00e9culas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, as concentra\u00e7\u00f5es de DMS e DMDS na atmosfera de K2-18 b s\u00e3o muito diferentes das da Terra, onde s\u00e3o geralmente inferiores a uma parte por milhar de milh\u00e3o em volume. Em K2-18 b, estima-se que sejam milhares de vezes mais fortes &#8211; mais de dez partes por milh\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Trabalhos te\u00f3ricos anteriores previram que n\u00edveis elevados de gases \u00e0 base de enxofre, como o DMS e o DMDS, seriam poss\u00edveis em mundos Hiceanos&#8221;, disse Madhusudhan. &#8220;E agora observ\u00e1mo-lo, de acordo com o que foi previsto. Tendo em conta tudo o que sabemos sobre este planeta, um mundo Hiceano com um oceano repleto de vida \u00e9 o cen\u00e1rio que melhor se adapta aos dados que temos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Madhusudhan diz que, embora os resultados sejam excitantes, \u00e9 vital obter mais dados antes de afirmar que foi encontrada vida noutro mundo. Madhusudhan diz que, embora esteja cautelosamente otimista, podem existir processos qu\u00edmicos anteriormente desconhecidos em K2-18 b que podem explicar as observa\u00e7\u00f5es. Trabalhando com colegas, espera realizar mais trabalho te\u00f3rico e experimental para determinar se o DMS e o DMDS podem ser produzidos de forma n\u00e3o biol\u00f3gica ao n\u00edvel atualmente inferido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A infer\u00eancia destas bioassinaturas coloca quest\u00f5es profundas sobre os processos que as podem estar a produzir&#8221;, disse o coautor Subhajit Sarkar da Universidade de Cardiff.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O nosso trabalho \u00e9 o ponto de partida para todas as investiga\u00e7\u00f5es que s\u00e3o agora necess\u00e1rias para confirmar e compreender as implica\u00e7\u00f5es destas excitantes descobertas&#8221;, disse o coautor Savvas Constantinou, tamb\u00e9m do Instituto de Astronomia de Cambridge.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 importante que sejamos profundamente c\u00e9ticos em rela\u00e7\u00e3o aos nossos pr\u00f3prios resultados, porque s\u00f3 testando e voltando a testar \u00e9 que conseguiremos chegar a um ponto em que tenhamos confian\u00e7a neles&#8221;, disse Madhusudhan. &#8220;\u00c9 assim que a ci\u00eancia tem de funcionar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar de ainda n\u00e3o estar a reivindicar uma descoberta definitiva, Madhusudhan diz que com ferramentas poderosas como o JWST e os futuros telesc\u00f3pios planeados, a humanidade est\u00e1 a dar novos passos para responder \u00e0 mais essencial das quest\u00f5es: estamos sozinhos?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Daqui a d\u00e9cadas, talvez olhemos para este momento e reconhe\u00e7amos que foi quando o Universo vivo ficou ao nosso alcance&#8221;, disse Madhusudhan. &#8220;Este pode ser o ponto de viragem, em que, de repente, a quest\u00e3o fundamental de saber se estamos sozinhos no Universo \u00e9 uma quest\u00e3o a que somos capazes de responder&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Hints of possible biological activity outside the solar system observed with JWST\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/yGWDeP4rZzc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.cam.ac.uk\/stories\/strongest-hints-of-biological-activity\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Cambridge (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/adc1c8\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sulfureto de dimetilo (ou dimetilsulfureto, DMS):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Dimethyl_sulfide\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dissulfureto de dimetilo (ou dimetildissulfureto, MDS):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Dimethyl_disulfide\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>K2-18 b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/4847\/k2-18-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/k2_18_b--3953\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/K2-18b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Planeta Hiceano:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hycean_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Utilizando dados do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb (JWST), os astr\u00f3nomos, liderados pela Universidade de Cambridge, detetaram as impress\u00f5es digitais qu\u00edmicas de sulfureto de dimetilo (ou dimetilsulfureto, DMS) e\/ou dissulfureto de dimetilo (ou dimetildissulfureto, MDS), na atmosfera do exoplaneta K2-18b, que orbita a sua 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