{"id":7939,"date":"2025-04-18T06:22:50","date_gmt":"2025-04-18T05:22:50","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7939"},"modified":"2025-04-18T06:26:38","modified_gmt":"2025-04-18T05:26:38","slug":"hubble-investiga-o-local-de-nascimento-de-um-magnetar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/04\/18\/hubble-investiga-o-local-de-nascimento-de-um-magnetar\/","title":{"rendered":"Hubble investiga o local de nascimento de um magnetar"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esahubble.org\/archives\/images\/large\/heic2504a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/eUPi2JQu_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7940\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/eUPi2JQu_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/eUPi2JQu_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/eUPi2JQu_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/eUPi2JQu_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta \u00e9 uma impress\u00e3o art\u00edstica de um magnetar, que \u00e9 um tipo especial de estrela de neutr\u00f5es. As estrelas de neutr\u00f5es s\u00e3o alguns dos objetos mais extremos do Universo. Estas estrelas t\u00eam tipicamente mais do que a massa do Sol numa esfera de neutr\u00f5es com cerca de 20 quil\u00f3metros de di\u00e2metro. Sem surpresa, estes objetos ex\u00f3ticos podem apresentar v\u00e1rios comportamentos extremos, tais como surtos de raios X e raios gama, campos magn\u00e9ticos intensos e rota\u00e7\u00e3o r\u00e1pida. Os magnetares s\u00e3o um tipo espec\u00edfico de estrelas de neutr\u00f5es que se distinguem pelos seus campos magn\u00e9ticos excecionalmente fortes (que s\u00e3o significativamente mais fortes do que os das estrelas de neutr\u00f5es t\u00edpicas).\nInvestigadores, utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA, descobriram que o magnetar SGR 0501+4516 n\u00e3o nasceu numa supernova vizinha, como se pensava anteriormente. O local de nascimento deste objeto \u00e9 agora desconhecido, e SGR 0501+4516 \u00e9 o candidato mais prov\u00e1vel, na nossa Gal\u00e1xia, a um magnetar que n\u00e3o nasceu numa supernova. \u00c9 um de apenas cerca de 30 magnetares conhecidos na Via L\u00e1ctea.\nCr\u00e9dito: ESA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Os magnetares s\u00e3o remanescentes estelares ultradensos com campos magn\u00e9ticos extremamente fortes. Investigadores, utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA, descobriram que o magnetar SGR 0501+4516 n\u00e3o nasceu numa supernova vizinha, como se pensava anteriormente. O local de nascimento deste objeto \u00e9 agora desconhecido e SGR 0501+4516 \u00e9 o candidato mais prov\u00e1vel, na nossa Gal\u00e1xia, a um magnetar que n\u00e3o nasceu numa supernova. Esta descoberta foi poss\u00edvel gra\u00e7as aos instrumentos sens\u00edveis do Hubble, bem como \u00e0s refer\u00eancias precisas da nave espacial Gaia da ESA.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2008, o Observat\u00f3rio Swift da NASA detetou breves e intensos flashes de raios gama nos arredores da Via L\u00e1ctea. A fonte, um objeto chamado SGR 0501+4516, \u00e9 um dos cerca de 30 magnetares conhecidos na Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p>Um magnetar \u00e9 um tipo especial de estrela de neutr\u00f5es. As estrelas de neutr\u00f5es s\u00e3o alguns dos objetos mais extremos do Universo. Estas estrelas t\u00eam tipicamente mais do que a massa do Sol numa esfera de neutr\u00f5es com cerca de 20 quil\u00f3metros de di\u00e2metro. Sem surpresa, estes objetos ex\u00f3ticos podem apresentar v\u00e1rios comportamentos extremos, tais como erup\u00e7\u00f5es de raios X e raios gama, campos magn\u00e9ticos intensos e rota\u00e7\u00e3o r\u00e1pida.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Os magnetares s\u00e3o estrelas de neutr\u00f5es &#8211; remanescentes de estrelas, compostos inteiramente por neutr\u00f5es. S\u00e3o t\u00e3o pesados e densos que os eletr\u00f5es e os prot\u00f5es que constituem os \u00e1tomos foram esmagados em neutr\u00f5es. O que torna os magnetares \u00fanicos s\u00e3o os seus campos magn\u00e9ticos extremos, milhares de milh\u00f5es de vezes mais fortes do que os \u00edmanes mais fortes que temos na Terra&#8221;, disse Ashley Chrimes, principal autor do artigo cient\u00edfico sobre a descoberta, publicado na revista Astronomy &amp; Astrophysics. Chrimes \u00e9 bolseiro no ESTEC (European Space Research and Technology Centre), Pa\u00edses Baixos.<\/p>\n\n\n\n<p>Pensa-se que a maioria das estrelas de neutr\u00f5es nasce em supernovas de colapso do n\u00facleo. Estas explos\u00f5es c\u00f3smicas espetaculares ocorrem quando estrelas muito mais massivas do que o Sol ficam sem combust\u00edvel para a fus\u00e3o nuclear. As camadas exteriores da estrela caem para o interior e fazem ricochete no n\u00facleo em colapso, numa explos\u00e3o que pode ofuscar por instantes uma gal\u00e1xia inteira.<\/p>\n\n\n\n<p>Dado que os magnetares s\u00e3o eles pr\u00f3prios estrelas de neutr\u00f5es, a explica\u00e7\u00e3o natural para a sua forma\u00e7\u00e3o \u00e9 que tamb\u00e9m eles nascem em supernovas. Este parecia ser o caso de SGR 0501+4516, que est\u00e1 localizado perto de um remanescente de supernova chamado HB9. A separa\u00e7\u00e3o entre o magnetar e o centro do remanescente de supernova no c\u00e9u \u00e9 de apenas 80 minutos de arco, ou seja, um pouco mais largo do que o dedo mindinho quando visto \u00e0 dist\u00e2ncia do bra\u00e7o esticado.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas um estudo de uma d\u00e9cada com o Hubble lan\u00e7ou d\u00favidas sobre o local de nascimento do magnetar. Depois de observa\u00e7\u00f5es iniciais com telesc\u00f3pios terrestres pouco depois da descoberta de SGR 0501+4516, os investigadores aproveitaram a sensibilidade requintada do Hubble e a sua orienta\u00e7\u00e3o est\u00e1vel para detetar o t\u00e9nue brilho infravermelho do magnetar em 2010, 2012 e 2020. Cada uma destas imagens foi alinhada com um quadro de refer\u00eancia definido pelas observa\u00e7\u00f5es da nave espacial Gaia da ESA, que elaborou um mapa tridimensional extraordinariamente preciso de quase dois mil milh\u00f5es de estrelas da Via L\u00e1ctea. Este m\u00e9todo revelou o movimento subtil do magnetar \u00e0 medida que se deslocava no c\u00e9u. Este trabalho demonstra, portanto, que o Hubble e o Gaia da ESA podem revelar mist\u00e9rios nunca antes vistos quando unem for\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Todo este movimento que medimos \u00e9 mais pequeno do que um \u00fanico pixel de uma imagem do Hubble&#8221;, disse o coinvestigador Joe Lyman da Universidade de Warwick, Reino Unido. &#8220;Ser capaz de efetuar tais medi\u00e7\u00f5es de forma robusta \u00e9 realmente um testemunho da estabilidade a longo prazo do Hubble&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao rastrear a posi\u00e7\u00e3o do magnetar, a equipa foi capaz de medir o movimento aparente do objeto no c\u00e9u. Tanto a velocidade como a dire\u00e7\u00e3o do movimento de SGR 0501+4516 mostraram que o magnetar n\u00e3o podia estar associado ao remanescente de supernova vizinho. O rastreio da trajet\u00f3ria do magnetar ao longo de milhares de anos no passado mostrou que n\u00e3o havia outros remanescentes de supernovas ou enxames estelares massivos aos quais pudesse estar associado.<\/p>\n\n\n\n<p>Se SGR 0501+4516 n\u00e3o nasceu no remanescente de supernova HB9, o magnetar deve ser muito mais antigo do que a sua idade documentada de 20.000 anos, ou deve ter sido formado de outra forma. Os magnetares podem tamb\u00e9m formar-se atrav\u00e9s da fus\u00e3o de duas estrelas de neutr\u00f5es de massa inferior ou atrav\u00e9s de um processo chamado colapso induzido por acre\u00e7\u00e3o. O colapso induzido por acre\u00e7\u00e3o requer um sistema estelar bin\u00e1rio que contenha uma an\u00e3 branca: o n\u00facleo cristalizado de uma estrela morta semelhante ao Sol. Se a an\u00e3 branca absorver g\u00e1s da sua companheira, pode tornar-se demasiado massiva para se sustentar a si pr\u00f3pria, levando a uma explos\u00e3o &#8211; ou possivelmente \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de um magnetar.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Normalmente, este cen\u00e1rio leva \u00e0 igni\u00e7\u00e3o de rea\u00e7\u00f5es nucleares e \u00e0 explos\u00e3o da an\u00e3 branca, sem deixar nada para tr\u00e1s. Mas foi teorizado que, sob certas condi\u00e7\u00f5es, a an\u00e3 branca pode colapsar e transformar-se numa estrela de neutr\u00f5es. Pensamos que pode ter sido assim que nasceu SGR 0501&#8221;, acrescentou Andrew Levan, da Universidade de Radboud, nos Pa\u00edses Baixos, e da Universidade de Warwick, no Reino Unido.<\/p>\n\n\n\n<p>SGR 0501+4516 \u00e9 atualmente o melhor candidato para um magnetar na nossa Gal\u00e1xia que se pode ter formado atrav\u00e9s de uma fus\u00e3o ou de um colapso induzido por acre\u00e7\u00e3o. Os magnetares que se formam atrav\u00e9s de colapso induzido por acre\u00e7\u00e3o podem explicar alguns dos misteriosos sinais c\u00f3smicos com a sigla FRB (ingl\u00eas para &#8220;fast radio bursts&#8221;), que s\u00e3o breves, mas poderosas rajadas de ondas de r\u00e1dio. Em particular, este cen\u00e1rio pode explicar a origem das FRBs que emergem de popula\u00e7\u00f5es estelares demasiado antigas para terem recentemente dado origem a estrelas suficientemente massivas para explodirem como supernovas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;As taxas de nascimento de magnetares e os cen\u00e1rios de forma\u00e7\u00e3o est\u00e3o entre as quest\u00f5es mais prementes da astrof\u00edsica de altas energias, com implica\u00e7\u00f5es para muitos dos eventos transientes mais poderosos do Universo, como as explos\u00f5es de raios gama, as supernovas superluminosas e as rajadas r\u00e1pidas de r\u00e1dio&#8221;, disse Nanda Rea do Instituto de Ci\u00eancias Espaciais em Barcelona, Espanha.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa de investiga\u00e7\u00e3o tem outras observa\u00e7\u00f5es do Hubble planeadas para estudar as origens de outros magnetares na Via L\u00e1ctea, ajudando a compreender como estes objetos extremos s\u00e3o formados.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/esahubble.org\/news\/heic2504\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Hubble (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Hubble_investigates_a_magnetar_s_birthplace\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/hubble\/nasas-hubble-tracks-a-roaming-magnetar-of-unknown-origin\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/warwick.ac.uk\/newsandevents\/pressreleases\/not_supernova_born\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Warwick (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ice.csic.es\/?view=article&amp;id=736&amp;catid=8\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ICE-CSIC (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.aanda.org\/articles\/aa\/full_html\/2025\/04\/aa53479-24\/aa53479-24.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>SGR 0501+4516:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/SGR_0501+4516\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Magnetar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Magnetar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/astronomyonline.org\/Stars\/Pulsars.asp\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">AstronomyOnline.org<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estrela de neutr\u00f5es:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Neutron_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.astro.umd.edu\/~miller\/nstar.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Maryland<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>FRB (Fast Radio Burst, em portugu\u00eas &#8220;rajada r\u00e1pida de r\u00e1dio&#8221;):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Fast_radio_burst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina da ESA para a comunidade cient\u00edfica<\/a><br><a href=\"https:\/\/gea.esac.esa.int\/archive\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados do Gaia (ESA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Investigadores, utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA, descobriram que o magnetar SGR 0501+4516 n\u00e3o nasceu numa supernova vizinha, como se pensava anteriormente. O local de nascimento deste objeto \u00e9 agora desconhecido e SGR 0501+4516 \u00e9 o candidato mais prov\u00e1vel, na nossa Gal\u00e1xia, a um magnetar que n\u00e3o nasceu numa supernova.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7940,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,16,1],"tags":[313,573,311,150,282,1895],"class_list":["post-7939","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-estrelas-de-neutroes","tag-frb","tag-gaia","tag-hubble","tag-magnetares","tag-sgr-05014516"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7939","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7939"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7939\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7945,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7939\/revisions\/7945"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7940"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7939"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7939"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7939"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}