{"id":7857,"date":"2025-03-18T07:29:28","date_gmt":"2025-03-18T06:29:28","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7857"},"modified":"2025-03-18T07:29:29","modified_gmt":"2025-03-18T06:29:29","slug":"webb-observa-mais-profundamente-a-misteriosa-nebulosa-da-chama","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/03\/18\/webb-observa-mais-profundamente-a-misteriosa-nebulosa-da-chama\/","title":{"rendered":"Webb observa mais profundamente a misteriosa Nebulosa da Chama"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01JKRS4JK3S68MRM5WPMEJNBC7.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"729\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/rmwIHOa4_o-1024x729.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7858\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/rmwIHOa4_o-1024x729.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/rmwIHOa4_o-300x214.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/rmwIHOa4_o-768x547.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/rmwIHOa4_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta colagem de imagens da Nebulosa da Chama mostra uma vista no infravermelho pr\u00f3ximo obtida pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA, \u00e0 esquerda, enquanto as duas inser\u00e7\u00f5es \u00e0 direita s\u00e3o do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA. Grande parte do g\u00e1s e da poeira, escura e densa, bem como as nuvens brancas circundantes na imagem do Hubble, foram eliminados nas imagens do Webb, dando-nos uma vis\u00e3o de uma nuvem mais transl\u00facida, atravessada pelos objetos produtores de infravermelho no seu interior, que s\u00e3o estrelas jovens e an\u00e3s castanhas. Os astr\u00f3nomos usaram o Webb para fazer um censo dos objetos de menor massa dentro desta regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, M. Meyer (Universidade de Michigan), A. Pagan (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A Nebulosa da Chama, localizada a cerca de 1400 anos-luz da Terra, \u00e9 um &#8220;viveiro&#8221; de forma\u00e7\u00e3o estelar com menos de 1 milh\u00e3o de anos. No interior da Nebulosa da Chama existem objetos t\u00e3o pequenos que os seus n\u00facleos nunca ser\u00e3o capazes de fundir hidrog\u00e9nio como as estrelas de pleno direito &#8211; an\u00e3s castanhas.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o tempo, as an\u00e3s castanhas, muitas vezes chamadas &#8220;estrelas falhadas&#8221;, tornam-se muito fracas e muito mais frias do que as estrelas. Estes fatores tornam a observa\u00e7\u00e3o das an\u00e3s castanhas com a maioria dos telesc\u00f3pios dif\u00edcil, se n\u00e3o imposs\u00edvel, mesmo a dist\u00e2ncias cosmicamente pequenas do Sol. No entanto, quando s\u00e3o muito jovens, s\u00e3o ainda relativamente quentes e brilhantes e, por isso, mais f\u00e1ceis de observar, apesar da poeira e do g\u00e1s densos e obscurecedores que, neste caso, constituem a Nebulosa da Chama.<\/p>\n\n\n\n<p>O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA consegue penetrar nesta regi\u00e3o densa e poeirenta e ver o t\u00e9nue brilho infravermelho das jovens an\u00e3s castanhas. Uma equipa de astr\u00f3nomos utilizou esta capacidade para explorar o limite inferior da massa das an\u00e3s castanhas na Nebulosa da Chama. O resultado, descobriram, foram objetos flutuantes com cerca de duas a tr\u00eas vezes a massa de J\u00fapiter, embora fossem capazes de detetar objetos com uma massa t\u00e3o pequena quanto 0,5 vezes a de J\u00fapiter.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O objetivo deste projeto era explorar o limite inferior de massa do processo de forma\u00e7\u00e3o de estrelas e an\u00e3s castanhas. Com o Webb, conseguimos sondar os objetos mais fracos e de menor massa&#8221;, disse o autor principal do estudo, Matthew De Furio, da Universidade do Texas em Austin, EUA.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01JKRTS62F4JE8JNCBTTQDMDER.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/ad\/05\/jfZrd0rp_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem, no infravermelho pr\u00f3ximo, de uma sec\u00e7\u00e3o da Nebulosa da Chama, obtida pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, destaca tr\u00eas objetos de baixa massa, vistos nas inser\u00e7\u00f5es \u00e0 direita. Estes objetos, que s\u00e3o muito mais frios do que protoestrelas, requerem a sensibilidade dos instrumentos do Webb para serem detetados. Estes objectos foram estudados como parte de um esfor\u00e7o para explorar o limite inferior da massa das an\u00e3s castanhas na Nebulosa da Chama.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, M. Meyer (Universidade de Michigan)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Fragmentos mais pequenos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O limite inferior de massa que a equipa procurava \u00e9 definido por um processo chamado fragmenta\u00e7\u00e3o. Neste processo, as grandes nuvens moleculares, das quais nascem as estrelas e as an\u00e3s castanhas, dividem-se em unidades cada vez mais pequenas, ou fragmentos.<\/p>\n\n\n\n<p>A fragmenta\u00e7\u00e3o depende muito de v\u00e1rios fatores, sendo o equil\u00edbrio entre a temperatura, a press\u00e3o t\u00e9rmica e a gravidade um dos mais importantes. Mais especificamente, \u00e0 medida que os fragmentos se contraem sob a for\u00e7a da gravidade, os seus n\u00facleos aquecem. Se o n\u00facleo for suficientemente massivo, come\u00e7ar\u00e1 a fundir hidrog\u00e9nio. A press\u00e3o exterior criada por essa fus\u00e3o contraria a gravidade, parando o colapso e estabilizando o objeto (a partir da\u00ed conhecido como estrela). No entanto, os fragmentos cujos n\u00facleos n\u00e3o s\u00e3o suficientemente compactos e quentes para queimar hidrog\u00e9nio continuam a contrair-se enquanto irradiam o seu calor interno.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O arrefecimento destas nuvens \u00e9 importante porque, se houver energia interna suficiente, vai combater esta gravidade&#8221;, afirma Michael Meyer, da Universidade de Michigan, EUA. &#8220;Se as nuvens arrefecerem eficazmente, entram em colapso e fragmentam-se&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A fragmenta\u00e7\u00e3o p\u00e1ra quando um fragmento se torna suficientemente opaco para reabsorver a sua pr\u00f3pria radia\u00e7\u00e3o, parando assim o arrefecimento e impedindo novos colapsos. As teorias colocavam o limite inferior destes fragmentos entre uma e dez massas de J\u00fapiter. Este estudo reduz significativamente esse intervalo, uma vez que o censo do Webb contou fragmentos de diferentes massas dentro da nebulosa.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Como se verificou em muitos estudos anteriores, \u00e0 medida que se avan\u00e7a para massas mais baixas, obt\u00e9m-se mais objetos at\u00e9 cerca de dez vezes a massa de J\u00fapiter. No nosso estudo com o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, que \u00e9 sens\u00edvel at\u00e9 0,5 vezes a massa de J\u00fapiter, estamos a encontrar cada vez menos objetos \u00e0 medida que se desce abaixo de dez vezes a massa de J\u00fapiter&#8221;, explicou De Furio. &#8220;Encontramos menos objetos com a massa de cinco J\u00fapiteres do que com a massa de dez J\u00fapiteres e muito menos objetos com a massa de tr\u00eas J\u00fapiteres do que com a massa de cinco J\u00fapiteres. N\u00e3o encontramos objetos com menos de duas ou tr\u00eas vezes a massa de J\u00fapiter, e esperamos v\u00ea-los se estiverem l\u00e1, por isso estamos a colocar a hip\u00f3tese de que este pode ser o limite&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Meyer acrescentou: &#8220;O Webb, pela primeira vez, foi capaz de sondar at\u00e9 e para al\u00e9m desse limite. Se esse limite \u00e9 real, n\u00e3o deveria haver objetos com a massa de J\u00fapiter a flutuar livremente na nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea, a n\u00e3o ser que tenham sido formados como planetas e depois ejetados de um sistema planet\u00e1rio&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/xXgvmXG.gif\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/xXgvmXG.gif\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta anima\u00e7\u00e3o alterna entre uma observa\u00e7\u00e3o do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble e uma observa\u00e7\u00e3o do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da Nebulosa da Chama, uma nebulosa de forma\u00e7\u00e3o estelar pr\u00f3xima com menos de 1 milh\u00e3o de anos. Nesta compara\u00e7\u00e3o, s\u00e3o destacados tr\u00eas objetos de baixa massa. Na observa\u00e7\u00e3o do Hubble, os objetos de baixa massa est\u00e3o escondidos pela densa poeira e g\u00e1s da regi\u00e3o. No entanto, os objetos destacam-se na observa\u00e7\u00e3o do Webb devido \u00e0 sensibilidade do Webb \u00e0 luz infravermelha fraca.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Alyssa Pagan (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Nos &#8220;ombros&#8221; do legado do Hubble<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As an\u00e3s castanhas, dada a dificuldade em encontr\u00e1-las, t\u00eam muita informa\u00e7\u00e3o para fornecer, particularmente na forma\u00e7\u00e3o estelar e na investiga\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria, visto que s\u00e3o semelhantes a estrelas e planetas. O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA procura estas an\u00e3s castanhas h\u00e1 d\u00e9cadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora o Hubble n\u00e3o consiga observar as an\u00e3s castanhas na Nebulosa da Chama com uma massa t\u00e3o baixa como o Webb, foi crucial na identifica\u00e7\u00e3o de candidatos para estudo posterior. Este estudo \u00e9 um exemplo de como o Webb &#8220;sobre aos ombros&#8221; do Hubble &#8211; d\u00e9cadas de dados sobre o Complexo da Nuvem Molecular de Orionte &#8211; e permitiu uma investiga\u00e7\u00e3o aprofundada.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 muito dif\u00edcil fazer este trabalho, olhar para an\u00e3s castanhas at\u00e9 dez massas de J\u00fapiter, a partir do solo, especialmente em regi\u00f5es como esta. E os dados dos \u00faltimos 30 anos do Hubble permitiram-nos saber que esta \u00e9 uma regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar muito \u00fatil. Precis\u00e1vamos de ter o Webb para podermos estudar este t\u00f3pico cient\u00edfico em particular&#8221;, disse De Furio.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 um salto qu\u00e2ntico nas nossas capacidades em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 compreens\u00e3o do que se estava a passar com o Hubble. O Webb est\u00e1 realmente a abrir um reino inteiramente novo de possibilidades na compreens\u00e3o destes objetos&#8221;, explicou o astr\u00f3nomo Massimo Robberto do STScI (Space Telescope Science Institute).<\/p>\n\n\n\n<p>Esta equipa continua a estudar a Nebulosa da Chama, usando as ferramentas espetrosc\u00f3picas do Webb para melhor caracterizar os diferentes objetos dentro do seu casulo poeirento.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;H\u00e1 uma grande sobreposi\u00e7\u00e3o entre as coisas que podem ser planetas e as coisas que s\u00e3o an\u00e3s castanhas de massa muito, muito baixa&#8221;, afirmou Meyer. &#8220;E \u00e9 esse o nosso trabalho nos pr\u00f3ximos cinco anos: descobrir qual \u00e9 qual e porqu\u00ea&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Estes resultados foram aceites para publica\u00e7\u00e3o na revista The Astrophysical Journal Letters.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/nasas-webb-peers-deeper-into-mysterious-flame-nebula\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.umich.edu\/u-m-astronomers-peer-deeper-into-mysterious-flame-nebula\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Michigan (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/adb96a\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>An\u00e3s castanhas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Brown_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.darkstar1.co.uk\/ds3.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Andy Lloyd&#8217;s Dark Star Theory<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nebulosa da Chama (NGC 2024):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Flame_Nebula\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Nebulosa da Chama, localizada a cerca de 1400 anos-luz da Terra, \u00e9 um &#8220;viveiro&#8221; de forma\u00e7\u00e3o estelar com menos de 1 milh\u00e3o de anos. 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