{"id":7847,"date":"2025-03-14T07:20:11","date_gmt":"2025-03-14T06:20:11","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7847"},"modified":"2025-03-14T07:20:12","modified_gmt":"2025-03-14T06:20:12","slug":"encontrado-um-sistema-planetario-em-torno-da-estrela-individual-mais-proxima","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/03\/14\/encontrado-um-sistema-planetario-em-torno-da-estrela-individual-mais-proxima\/","title":{"rendered":"Encontrado um sistema planet\u00e1rio em torno da estrela individual mais pr\u00f3xima"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/noirlab.edu\/public\/media\/archives\/images\/large\/noirlab2510a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"640\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/15kihsmx_o-1024x640.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7848\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/15kihsmx_o-1024x640.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/15kihsmx_o-300x188.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/15kihsmx_o-768x480.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/15kihsmx_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ilustra\u00e7\u00e3o dos exoplanetas em torno da Estrela de Barnard.\nCr\u00e9dito: Observat\u00f3rio Internacional Gemini\/NOIRLab\/NSF\/AURA\/P. Marenfeld<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Usando em parte o telesc\u00f3pio Gemini North, metade do Observat\u00f3rio Internacional Gemini, os astr\u00f3nomos descobriram quatro exoplanetas subterrestres em \u00f3rbita da Estrela de Barnard, o sistema mais pr\u00f3ximo da Terra composto por apenas uma estrela. Um dos planetas \u00e9 o menos massivo alguma vez descoberto usando a t\u00e9cnica da velocidade radial, indicando um novo ponto de refer\u00eancia para a descoberta de planetas mais pequenos em torno de estrelas pr\u00f3ximas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 j\u00e1 um s\u00e9culo que os astr\u00f3nomos estudam a Estrela de Barnard na esperan\u00e7a de encontrar planetas em \u00f3rbita. Descoberta pela primeira vez por E. E. Barnard no Observat\u00f3rio Yerkes em 1916, \u00e9 o sistema, com apenas uma estrela, mais pr\u00f3ximo da Terra (o sistema Alpha Centauri \u00e9 o mais pr\u00f3ximo, mas tem tr\u00eas estrelas). A Estrela de Barnard est\u00e1 classificada como uma an\u00e3 vermelha &#8211; estrelas de baixa massa que frequentemente albergam sistemas planet\u00e1rios \u00edntimos, muitas vezes com m\u00faltiplos planetas rochosos. As an\u00e3s vermelhas s\u00e3o extremamente numerosas no Universo, pelo que os cientistas est\u00e3o interessados em compreender os ambientes dos planetas que elas albergam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um desses esfor\u00e7os foi liderado por Jacob Bean, da Universidade de Chicago, cuja equipa criou um instrumento chamado MAROON-X, concebido especificamente para procurar planetas distantes em torno de estrelas an\u00e3s vermelhas. O MAROON-X est\u00e1 montado no telesc\u00f3pio Gemini North, metade do Observat\u00f3rio Internacional Gemini, financiado em parte pela NSF (National Science Foundation) dos EUA e operado pelo NOIRLab (National Optical-Infrared Astronomy Research Laboratory).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O MAROON-X procura exoplanetas usando a t\u00e9cnica da velocidade radial, o que significa que deteta a subtil oscila\u00e7\u00e3o para a frente e para tr\u00e1s de uma estrela, \u00e0 medida que os seus exoplanetas a puxam gravitacionalmente, o que faz com que a luz emitida pela estrela se desloque ligeiramente em termos de comprimento de onda. O potente instrumento mede estas pequenas oscila\u00e7\u00f5es da luz com tanta precis\u00e3o que at\u00e9 consegue determinar o n\u00famero e a massa dos planetas que devem estar a orbitar a estrela para produzir o efeito observado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois de calibrar e analisar rigorosamente os dados recolhidos durante 112 noites ao longo de um per\u00edodo de tr\u00eas anos, a equipa encontrou evid\u00eancias s\u00f3lidas da exist\u00eancia de tr\u00eas exoplanetas em torno da Estrela de Barnard, dois dos quais j\u00e1 tinham sido classificados como candidatos. A equipa tamb\u00e9m combinou dados do MAROON-X com dados de um estudo de 2024 feito com o instrumento ESPRESSO no VLT (Very Large Telescope) do ESO, no Chile, para confirmar a exist\u00eancia de um quarto planeta, elevando-o tamb\u00e9m de candidato a genu\u00edno.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 uma descoberta realmente excitante &#8211; a Estrela de Barnard \u00e9 nossa vizinha c\u00f3smica e, no entanto, sabemos t\u00e3o pouco sobre ela&#8221;, diz Ritvik Basant, estudante de doutoramento na Universidade de Chicago e primeiro autor do artigo cient\u00edfico publicado na revista The Astrophysical Journal Letters. &#8220;Com a precis\u00e3o destes novos instrumentos, est\u00e1 a sinalizar um avan\u00e7o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s gera\u00e7\u00f5es anteriores&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os planetas rec\u00e9m-descobertos s\u00e3o, muito provavelmente, planetas rochosos e n\u00e3o planetas gasosos como J\u00fapiter. No entanto, ser\u00e1 dif\u00edcil determinar com certeza este facto, uma vez que, devido ao \u00e2ngulo em que os observamos da Terra, os planetas n\u00e3o se cruzam em frente da sua estrela, que \u00e9 o m\u00e9todo habitual para determinar a composi\u00e7\u00e3o de um planeta. Mas com informa\u00e7\u00f5es de planetas semelhantes em torno de outras estrelas, a equipa poder\u00e1 fazer melhores estimativas da sua composi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, conseguiram excluir, com um grau de certeza razo\u00e1vel, a exist\u00eancia de outros exoplanetas com massas compar\u00e1veis \u00e0 da Terra na zona habit\u00e1vel da Estrela de Barnard &#8211; a regi\u00e3o do espa\u00e7o em torno de uma estrela que \u00e9 a adequada para permitir a exist\u00eancia de \u00e1gua l\u00edquida \u00e0 superf\u00edcie de um planeta em \u00f3rbita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Estrela de Barnard tem sido chamada a &#8220;grande baleia branca&#8221; para os ca\u00e7adores de exoplanetas; v\u00e1rias vezes ao longo do \u00faltimo s\u00e9culo, grupos anunciaram evid\u00eancias que sugeriam a exist\u00eancia de planetas em torno da Estrela de Barnard, apenas para serem posteriormente refutadas. Mas estas \u00faltimas descobertas d\u00e3o um grau de confian\u00e7a muito maior do que qualquer outro resultado anterior.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Observ\u00e1mos a diferentes horas da noite, em dias diferentes. Eles est\u00e3o no Chile, n\u00f3s estamos no Hawaii. As nossas equipas n\u00e3o coordenaram nada entre si&#8221;, diz Basant. &#8220;Isso d\u00e1-nos muita seguran\u00e7a de que n\u00e3o se trata de fantasmas nos dados&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os quatro planetas, cada um com apenas cerca de 20 a 30% da massa da Terra, est\u00e3o t\u00e3o perto da sua estrela natal que completam uma \u00f3rbita numa quest\u00e3o de dias. O quarto planeta \u00e9 o planeta menos massivo descoberto at\u00e9 \u00e0 data usando a t\u00e9cnica da velocidade radial. A equipa espera que isto desencadeie uma nova era de descoberta de mais e mais exoplanetas subterrestres no Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A maioria dos planetas rochosos encontrados at\u00e9 agora s\u00e3o muito maiores do que a Terra e parecem ser bastante semelhantes em toda a Gal\u00e1xia. Mas h\u00e1 raz\u00f5es para pensar que os exoplanetas mais pequenos t\u00eam composi\u00e7\u00f5es mais variadas. \u00c0 medida que os cientistas forem encontrando mais deles, poder\u00e3o come\u00e7ar a obter mais informa\u00e7\u00f5es sobre o modo como estes exoplanetas se formam e o que os torna suscet\u00edveis de terem condi\u00e7\u00f5es habit\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A NSF dos EUA est\u00e1 a colaborar com a comunidade astron\u00f3mica numa aventura para olhar mais fundo no Universo e detetar planetas com ambientes que se possam assemelhar ao da Terra&#8221;, diz Martin Still, diretor do programa da NSF para o Observat\u00f3rio Internacional Gemini. &#8220;As descobertas de planetas, proporcionadas pelo MAROON-X montado no Gemini North, constituem um passo significativo nessa viagem&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O MAROON-X continua a ser um instrumento &#8220;visitante&#8221; no Gemini North. Dado o seu excelente desempenho e popularidade junto da comunidade de utilizadores, est\u00e1 em vias de ser convertido num instrumento permanente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este resultado demonstra as capacidades competitivas e de ponta que o Gemini oferece \u00e0 sua comunidade de utilizadores. O observat\u00f3rio est\u00e1 a rejuvenescer o seu portf\u00f3lio de instrumentos e o MAROON-X faz parte da primeira vaga de novos instrumentos, juntamente com o GHOST no Gemini South e o IGRINS-2 no Gemini North&#8221;, afirma Andreas Seifahrt, Diretor Associado de Desenvolvimento do Observat\u00f3rio Internacional Gemini, coautor do artigo cient\u00edfico e membro da equipa que concebeu e construiu o MAROON-X.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Exoplanets Orbiting Barnard\u2019s Star Animation\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oPqP2LXOJCo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/noirlab.edu\/public\/news\/noirlab2510\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NOIRLab (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.gemini.edu\/news\/press-releases\/noirlab2510\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Observat\u00f3rio Internacional Gemini (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.uchicago.edu\/story\/study-uchicago-scientists-finds-four-tiny-planets-around-one-our-nearest-stars\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Chicago (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/adb8d5\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrela de Barnard:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Barnard's_Star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/barnard%20star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/barnard-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Barnard b (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/barnard_s_star_b--10762\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Barnard b (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/barnard_s_star_c--10763\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Barnard c (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/barnard_s_star_d--10764\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Barnard d (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/barnard_s_star_e--10765\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Barnard e (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Internacional Gemini:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.gemini.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gemini_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.gemini.edu\/instrumentation\/maroon-x\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAROON-X (Gemini North)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLT (Very Large Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/vlt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/sci\/facilities\/paranal\/instruments\/espresso.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Espetr\u00f3grafo ESPRESSO (ESO)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Usando em parte o telesc\u00f3pio Gemini North, metade do Observat\u00f3rio Internacional Gemini, os astr\u00f3nomos descobriram quatro exoplanetas subterrestres em \u00f3rbita da Estrela de Barnard, o sistema mais pr\u00f3ximo da Terra composto por apenas uma 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