{"id":7834,"date":"2025-03-11T07:14:30","date_gmt":"2025-03-11T06:14:30","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7834"},"modified":"2025-03-11T07:17:50","modified_gmt":"2025-03-11T06:17:50","slug":"hubble-descobre-que-kbo-binario-pode-afinal-ser-triplo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/03\/11\/hubble-descobre-que-kbo-binario-pode-afinal-ser-triplo\/","title":{"rendered":"Hubble descobre que KBO bin\u00e1rio pode afinal ser triplo"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01HXVR9DMSQ88WTM48768WJ8DY.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/deRn9Kt2_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7835\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/deRn9Kt2_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/deRn9Kt2_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/deRn9Kt2_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/deRn9Kt2_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra um dos cen\u00e1rios poss\u00edveis para o sistema 148780 Altjira na Cintura de Kuiper do Sistema Solar. \u00c9 provavelmente uma forma\u00e7\u00e3o tripla hier\u00e1rquica, em que dois companheiros muito pr\u00f3ximas s\u00e3o orbitados por um terceiro membro a uma dist\u00e2ncia maior. Os corpos interiores est\u00e3o demasiado pr\u00f3ximos um dos outro para serem resolvidos pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble. Mas as observa\u00e7\u00f5es Hubble da \u00f3rbita do objeto mais exterior foram usadas para determinar que o corpo central n\u00e3o \u00e9 um objeto esf\u00e9rico singular. Outras possibilidades especulam que o objeto interior \u00e9 um bin\u00e1rio de contacto, onde dois corpos separados ficam t\u00e3o pr\u00f3ximos que se tocam. Outra ideia \u00e9 que o corpo central \u00e9 estranhamente plano, como uma panqueca. Dos 40 objetos bin\u00e1rios identificados na Cintura de Kuiper, outro sistema, Lempo, foi determinado triplo. O sistema Altjira est\u00e1 localizado nos confins do Sistema Solar, a 6 mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros de dist\u00e2ncia, cerca de 44 vezes a dist\u00e2ncia entre a Terra e o Sol. Na imagem, o nosso Sol est\u00e1 na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Sagit\u00e1rio, com a Via L\u00e1ctea em segundo plano. A estrela vermelha brilhante Antares aparece na parte superior central. A poeira no plano do nosso Sistema Solar brilha como a conhecida luz zodiacal.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, Joseph Olmsted (STSCI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O quebra-cabe\u00e7as de prever como tr\u00eas corpos gravitacionalmente ligados se movem no espa\u00e7o tem desafiado os matem\u00e1ticos durante s\u00e9culos, e foi mais recentemente popularizado no romance e s\u00e9rie de televis\u00e3o &#8220;3 Body Problem&#8221;. No entanto, n\u00e3o h\u00e1 qualquer problema com o que uma equipa de investigadores diz ser provavelmente um trio est\u00e1vel de rochas espaciais geladas na Cintura de Kuiper do Sistema Solar, descoberto com base em dados do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA e do Observat\u00f3rio W. M. Keck, no Hawaii.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se for confirmado como o segundo sistema de tr\u00eas corpos encontrado na regi\u00e3o, o sistema 148780 Altjira sugere que poder\u00e3o existir triplos semelhantes \u00e0 espera de serem descobertos, o que apoiaria uma teoria particular da hist\u00f3ria do nosso Sistema Solar e da forma\u00e7\u00e3o dos objetos da Cintura de Kuiper (sigla inglesa KBO, &#8220;Kuiper Belt object&#8221;).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O Universo est\u00e1 repleto de sistemas de tr\u00eas corpos, incluindo as estrelas mais pr\u00f3ximas da Terra, o sistema estelar Alpha Centauri, e estamos a descobrir que a Cintura de Kuiper pode n\u00e3o ser exce\u00e7\u00e3o&#8221;, disse a autora principal do estudo, Maia Nelsen, licenciada em f\u00edsica e astronomia pela Universidade Brigham Young em Provo, Utah, EUA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conhecidos desde 1992, os KBOs s\u00e3o remanescentes gelados e primitivos do in\u00edcio do Sistema Solar que se encontram para al\u00e9m da \u00f3rbita de Neptuno. At\u00e9 \u00e0 data, foram catalogados mais de 3000 KBOs e os cientistas estimam que possam existir v\u00e1rias centenas de milhares de outros que medem mais de 16 quil\u00f3metros de di\u00e2metro. O maior KBO \u00e9 o planeta an\u00e3o Plut\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta do Hubble \u00e9 um apoio crucial a uma teoria de forma\u00e7\u00e3o de KBOs, segundo a qual tr\u00eas pequenos corpos rochosos n\u00e3o seriam o resultado de uma colis\u00e3o numa movimentada Cintura de Kuiper, mas sim formados como um trio diretamente a partir do colapso gravitacional de mat\u00e9ria no disco de material que rodeava o rec\u00e9m-formado Sol, h\u00e1 cerca de 4,5 mil milh\u00f5es de anos. \u00c9 bem sabido que as estrelas se formam por colapso gravitacional de g\u00e1s, geralmente em pares ou triplos, mas a ideia de que objetos c\u00f3smicos como os da Cintura de Kuiper se formam de maneira semelhante ainda est\u00e1 a ser investigada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O sistema Altjira est\u00e1 localizado nos confins do Sistema Solar, a aproximadamente 6 mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros de dist\u00e2ncia, cerca de 44 vezes a dist\u00e2ncia entre a Terra e o Sol. As imagens do Hubble mostram dois KBOs separados por a cerca de 7600 quil\u00f3metros. No entanto, os investigadores afirmam que as observa\u00e7\u00f5es repetidas do movimento coorbital \u00fanico dos objetos indicam que o objeto interior \u00e9 na realidade dois corpos que est\u00e3o t\u00e3o pr\u00f3ximos que n\u00e3o podem ser distinguidos a uma dist\u00e2ncia t\u00e3o grande.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com objetos t\u00e3o pequenos e distantes, a separa\u00e7\u00e3o entre os dois membros interiores do sistema \u00e9 uma fra\u00e7\u00e3o de um pixel na c\u00e2mara do Hubble, por isso \u00e9 preciso usar m\u00e9todos que n\u00e3o sejam de imagem para descobrir que se trata de um triplo&#8221;, disse Nelsen.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isto requer tempo e paci\u00eancia, explicou Nelsen. Os cientistas reuniram uma base de observa\u00e7\u00e3o de 17 anos de dados do Hubble e do Observat\u00f3rio Keck, observando a \u00f3rbita do objeto exterior do sistema Altjira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Ao longo do tempo, vimos a orienta\u00e7\u00e3o da \u00f3rbita do objeto exterior mudar, indicando que o objeto interior ou era muito alongado ou era na realidade dois objetos separados&#8221;, disse Darin Ragozzine, tamb\u00e9m da Universidade Brigham Young, coautor do estudo Altjira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Um sistema triplo foi o que melhor se ajustou quando coloc\u00e1mos os dados do Hubble em diferentes cen\u00e1rios de modela\u00e7\u00e3o&#8221;, disse Nelsen. &#8220;Outras possibilidades s\u00e3o que o objeto interior \u00e9 um bin\u00e1rio de contacto, em que dois corpos separados ficam t\u00e3o pr\u00f3ximos que se tocam, ou algo que \u00e9 estranhamente plano, como uma panqueca&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atualmente, existem cerca de 40 objetos bin\u00e1rios identificados na Cintura de Kuiper. Agora, com dois destes sistemas provavelmente triplos, os investigadores dizem que \u00e9 mais prov\u00e1vel que n\u00e3o estejam a olhar para algo t\u00e3o invulgar, mas sim para uma popula\u00e7\u00e3o de sistemas de tr\u00eas corpos, formados pelas mesmas circunst\u00e2ncias. No entanto, a acumula\u00e7\u00e3o de evid\u00eancias leva tempo e requer observa\u00e7\u00f5es repetidas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os \u00fanicos objetos da Cintura de Kuiper que foram explorados em pormenor s\u00e3o Plut\u00e3o e o objeto mais pequeno Arrokoth, que a miss\u00e3o New Horizons da NASA visitou em 2015 e 2019, respetivamente. A New Horizons mostrou que Arrokoth \u00e9 um bin\u00e1rio de contacto, o que para os KBOs significa que dois objetos que se aproximaram cada vez mais um do outro est\u00e3o agora a tocar-se e\/ou fundiram-se, resultando frequentemente numa forma de amendoim. Ragozzine descreve Altjira como um &#8220;primo&#8221; de Arrokoth, um membro do mesmo grupo de objetos da Cintura de Kuiper. No entanto, estima-se que Altjira seja 10 vezes maior do que Arrokoth, com 200 quil\u00f3metros de largura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora n\u00e3o exista nenhuma miss\u00e3o planeada para passar por Altjira para obter detalhes ao n\u00edvel de Arrokoth, Nelsen disse que h\u00e1 uma oportunidade futura diferente para um estudo mais aprofundado do intrigante sistema. &#8220;Altjira entrou numa \u00e9poca de eclipse, em que o corpo exterior passa \u00e0 frente do corpo central. Tal vai durar os pr\u00f3ximos dez anos, dando aos cientistas uma grande oportunidade de aprender mais sobre o sistema&#8221;, disse Nelsen. O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA tamb\u00e9m est\u00e1 a participar no estudo de Altjira, uma vez que ir\u00e1 verificar se os componentes t\u00eam o mesmo aspeto nas suas pr\u00f3ximas observa\u00e7\u00f5es do Ciclo 3.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo do Hubble foi publicado na revista The Planetary Science Journal.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Hubble Finds Possible Triple System 3.7 Billion Miles Away\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/JC-mvNyFgAU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/hubble\/nasas-hubble-finds-kuiper-belt-duo-may-be-trio\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2025\/news-2025-007\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/keckobservatory.org\/kuiper-trio\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Observat\u00f3rio W. M. Keck (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.byu.edu\/intellect\/byu-study-analyzes-distant-kuiper-belt-object-with-nasas-hubble-data\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade Brigham Young (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/PSJ\/ad864d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Planetary Science Journal)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sistema Altjira:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/ssd.jpl.nasa.gov\/tools\/sbdb_lookup.html#\/?sstr=148780\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/148780_Altjira\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cintura de Kuiper:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.minorplanetcenter.org\/iau\/lists\/OuterPlot.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro de Planetas Menores da UAI<\/a><br><a href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/planets\/kbos\/indepth\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kuiper_belt\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Problema de tr\u00eas corpos<\/strong>:<br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Three-body_problem\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio W. M. Keck:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.keckobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Keck_telescopes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O quebra-cabe\u00e7as de prever como tr\u00eas corpos gravitacionalmente ligados se movem no espa\u00e7o tem desafiado os matem\u00e1ticos durante s\u00e9culos, e foi mais recentemente popularizado no romance e s\u00e9rie de televis\u00e3o &#8220;3 Body Problem&#8221;.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7835,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-7834","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-telescopios-profissionais"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7834","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7834"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7834\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7840,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7834\/revisions\/7840"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7835"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7834"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7834"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7834"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}