{"id":7800,"date":"2025-02-25T07:17:40","date_gmt":"2025-02-25T06:17:40","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7800"},"modified":"2025-02-25T07:17:41","modified_gmt":"2025-02-25T06:17:41","slug":"einstein-probe-capta-um-estranho-casal-em-raios-x","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/02\/25\/einstein-probe-capta-um-estranho-casal-em-raios-x\/","title":{"rendered":"Einstein Probe capta um estranho casal em raios X"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2023\/12\/einstein_probe_artist_impression\/25375120-1-eng-GB\/Einstein_Probe_artist_impression.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/ZiJUDUOk_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7801\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/ZiJUDUOk_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/ZiJUDUOk_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/ZiJUDUOk_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/ZiJUDUOk_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista da Einstein Probe.\nCr\u00e9dito: Academia Chinesa de Ci\u00eancias<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Einstein Probe, um sat\u00e9lite com &#8220;olhos de lagosta&#8221;, captou o flash de raios X de um par celeste muito esquivo. A descoberta abre um novo caminho para explorar a forma como as estrelas massivas interagem e evoluem, confirmando o poder \u00fanico da miss\u00e3o em descobrir fontes ef\u00e9meras de raios X no c\u00e9u.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estranho par celeste \u00e9 constitu\u00eddo por uma grande estrela quente, mais de 10 vezes maior que o nosso Sol, e uma pequena an\u00e3 branca compacta, com uma massa semelhante \u00e0 da nossa estrela. At\u00e9 \u00e0 data, s\u00f3 foram encontrados alguns destes sistemas. E foi a primeira vez que os cientistas puderam seguir os raios X provenientes de um par t\u00e3o curioso, desde o seu s\u00fabito surto inicial at\u00e9 ao seu desaparecimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No dia 27 de maio de 2024, o WXT (Wide-field X-ray Telescope) da Einstein Probe detetou raios X provenientes da nossa gal\u00e1xia vizinha, a Pequena Nuvem de Magalh\u00e3es (PNM). Para descobrir a origem deste novo sinal celeste, designado por EP J0052, os cientistas apontaram o FXT (Follow-up X-ray Telescope) da Einstein Probe nessa dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As observa\u00e7\u00f5es do WXT tamb\u00e9m acionaram os telesc\u00f3pios de raios X Swift e NICER da NASA a apontar para o objeto rec\u00e9m-descoberto. O XMM-Newton da ESA acompanhou 18 dias depois dessa ativa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Est\u00e1vamos a perseguir fontes ef\u00e9meras quando nos depar\u00e1mos com este novo ponto de raios X na PNM. Apercebemo-nos de que est\u00e1vamos a olhar para algo invulgar, que s\u00f3 a Einstein Probe poderia captar&#8221;, diz Alessio Marino, investigador de p\u00f3s-doutoramento no ICE-CSIC (Instituto de Ciencias Espaciales &#8211; Consejo Superior de Investigaciones Cient\u00edficas), em Espanha, e autor principal do novo estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Isto porque, entre os atuais telesc\u00f3pios que monitorizam o c\u00e9u de raios X, o WXT \u00e9 o \u00fanico que consegue ver raios X de baixa energia com sensibilidade suficiente para captar a nova fonte&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Inicialmente, os cientistas pensaram que EP J0052 poderia ser um tipo bem conhecido de sistema bin\u00e1rio que brilha em raios X. S\u00e3o pares constitu\u00eddos por uma estrela de neutr\u00f5es que devora o material de uma estrela massiva companheira. No entanto, havia algo nos dados que contava uma hist\u00f3ria diferente&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Uma descoberta rara<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Gra\u00e7as ao facto da Einstein Probe ter captado a nova fonte desde o seu surto inicial, os cientistas puderam analisar lotes de dados de diferentes instrumentos. Examinaram a forma como a luz variou ao longo de uma gama de comprimentos de onda de raios X, durante seis dias, e descobriram alguns dos elementos presentes no material em explos\u00e3o, como o azoto, o oxig\u00e9nio e o n\u00e9on. A an\u00e1lise forneceu pistas cruciais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Rapidamente entendemos que est\u00e1vamos perante uma descoberta rara de um casal celeste muito esquivo&#8221;, explica Alessio. &#8220;O duo invulgar consiste numa estrela massiva a que chamamos estrela Be, com uma massa 12 vezes superior \u00e0 do Sol, e um &#8216;cad\u00e1ver&#8217; estelar conhecido como an\u00e3 branca, um objeto compacto e hiperdenso, com uma massa semelhante \u00e0 da nossa estrela&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As duas estrelas orbitam-se uma \u00e0 outra e o intenso campo gravitacional da an\u00e3 branca puxa mat\u00e9ria da sua companheira. \u00c0 medida que mais e mais material (principalmente hidrog\u00e9nio) &#8220;chove&#8221; sobre o objeto compacto, a sua forte gravita\u00e7\u00e3o comprime-o, at\u00e9 que se inicia uma explos\u00e3o nuclear descontrolada. Isto cria um clar\u00e3o de luz brilhante numa vasta gama de comprimentos de onda, desde o vis\u00edvel, passando pelo ultravioleta e raios X.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0 primeira vista, a exist\u00eancia deste par \u00e9 intrigante. As estrelas massivas do tipo Be queimam rapidamente a sua reserva de combust\u00edvel nuclear. As suas vidas s\u00e3o intensas e curtas, durando cerca de 20 milh\u00f5es de anos. A sua companheira \u00e9 (normalmente) o remanescente colapsado de uma estrela semelhante ao nosso Sol que, isolada, viveria durante v\u00e1rios milhares de milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma vez que as estrelas bin\u00e1rias se formam tipicamente juntas, como \u00e9 que a estrela supostamente de vida curta ainda est\u00e1 a brilhar, enquanto a alegada estrela de vida longa j\u00e1 morreu?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 uma explica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2025\/02\/a_tale_of_two_stars\/26576487-5-eng-GB\/A_Tale_of_two_stars.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/05\/3f\/WI0f4rRf_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A Einstein Probe captou o flash de raios X de um par celeste muito esquivo, constitu\u00eddo por uma estrela grande e quente, mais de 10 vezes maior que o nosso Sol, e uma pequena an\u00e3 branca compacta, com uma massa semelhante \u00e0 da nossa estrela.<br>Os cientistas pensam que o casal come\u00e7ou junto, como um bin\u00e1rio mais bem combinado, constitu\u00eddo por duas estrelas bastante grandes, seis e oito vezes mais massivas do que o nosso Sol.<br>A estrela maior esgotou o seu combust\u00edvel nuclear mais cedo e come\u00e7ou a expandir-se, libertando mat\u00e9ria para a sua companheira. Primeiro, o g\u00e1s nas suas camadas exteriores inchadas foi puxado pela companheira; depois, as suas camadas exteriores remanescentes foram ejetadas, formando um inv\u00f3lucro \u00e0 volta das duas estrelas, que mais tarde se transformou num disco e, finalmente, se dissolveu.<br>No final deste drama, a estrela companheira tinha crescido at\u00e9 atingir 12 vezes a massa do Sol, enquanto o n\u00facleo despojado da outra tinha entrado em colapso para se tornar uma an\u00e3 branca com pouco mais de uma massa solar. Agora, \u00e9 a vez da an\u00e3 branca roubar e devorar o material das camadas exteriores da estrela Be.<br>Cr\u00e9dito: ESA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Uma hist\u00f3ria de duas estrelas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas pensam que o casal come\u00e7ou junto, como um par bin\u00e1rio mais bem combinado, constitu\u00eddo por duas estrelas bastante grandes, seis e oito vezes mais massivas do que o nosso Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A estrela maior esgotou o seu combust\u00edvel nuclear mais cedo e come\u00e7ou a expandir-se, libertando mat\u00e9ria para a sua companheira. Primeiro, o g\u00e1s nas suas camadas exteriores inchadas foi puxado pela companheira; depois, as suas camadas exteriores remanescentes foram ejetadas, formando um inv\u00f3lucro \u00e0 volta das duas estrelas, que mais tarde se transformou num disco e, finalmente, se dissolveu.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No final deste drama, a estrela companheira tinha crescido at\u00e9 atingir 12 vezes a massa do Sol, enquanto o n\u00facleo despojado da outra tinha entrado em colapso para se tornar uma an\u00e3 branca com pouco mais de uma massa solar. Agora, \u00e9 a vez da an\u00e3 branca roubar e devorar o material das camadas exteriores da estrela Be.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este estudo d\u00e1-nos novas informa\u00e7\u00f5es sobre uma fase raramente observada da evolu\u00e7\u00e3o estelar, que \u00e9 o resultado de uma complexa troca de material que deve ter acontecido entre as duas estrelas&#8221;, comenta Ashley Chrimes, investigador e astr\u00f3nomo de raios X na ESA. &#8220;\u00c9 fascinante ver como um par de estrelas massivas em intera\u00e7\u00e3o pode produzir um resultado t\u00e3o intrigante&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A observa\u00e7\u00e3o de acompanhamento da miss\u00e3o XMM-Newton da ESA na dire\u00e7\u00e3o de EP J0052, 18 dias depois da primeira observa\u00e7\u00e3o da Einstein Probe, j\u00e1 n\u00e3o viu o sinal. Este facto estabelece um limite para a dura\u00e7\u00e3o do surto, mostrando que foi relativamente breve.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A dura\u00e7\u00e3o da curta explos\u00e3o e a presen\u00e7a de n\u00e9on e oxig\u00e9nio apontam para um tipo de an\u00e3 branca um tanto ou quanto massiva, provavelmente 20% mais massiva do que o Sol. A sua massa est\u00e1 perto do chamado limite de Chandrasekhar, acima do qual a estrela continuaria a implodir, tornando-se uma estrela de neutr\u00f5es ainda mais densa, ou explodindo como supernova.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As explos\u00f5es em pares constitu\u00eddos por uma an\u00e3 branca e por uma estrela Be t\u00eam sido extraordinariamente dif\u00edceis de detetar, uma vez que s\u00e3o melhor observadas em raios X de baixa energia. O advento da Einstein Probe fornece a oportunidade \u00fanica de detetar estas fontes ef\u00e9meras e de testar a nossa compreens\u00e3o de como as estrelas massivas evoluem&#8221;, comenta Erik Kuulkers, cientista do projeto Einstein Probe da ESA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta descoberta mostra as capacidades revolucion\u00e1rias desta miss\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Einstein_Probe_catches_X-ray_odd_couple\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ice.csic.es\/?view=article&amp;id=699&amp;catid=8\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ICE-CSIC (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ad9580\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Bin\u00e1rio de raios X:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/X-ray_binary\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrela Be:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Be_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3 branca:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/imagine.gsfc.nasa.gov\/science\/objects\/dwarfs2.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/White_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pequena Nuvem de Magalh\u00e3es:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Small_Magellanic_Cloud\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Limite de Chandrasekhar:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Chandrasekhar_limit\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Einstein Probe:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/ep.bao.ac.cn\/ep\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Academia Chinesa de Ci\u00eancias<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Einstein_Probe_factsheet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Einstein_Probe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Neil Gehrels Swift:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/swift\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Swift_Gamma-Ray_Burst_Mission\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NICER (Neutron Star Interior Composition ExploreR):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/nicer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Neutron_Star_Interior_Composition_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio XMM-Newton:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/xmm-newton\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/XMM-Newton\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Einstein Probe, um sat\u00e9lite com &#8220;olhos de lagosta&#8221;, captou o flash de raios X de um par celeste muito esquivo. 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