{"id":7776,"date":"2025-02-14T07:18:48","date_gmt":"2025-02-14T06:18:48","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7776"},"modified":"2025-02-14T07:18:48","modified_gmt":"2025-02-14T06:18:48","slug":"webb-obtem-vislumbre-sem-precedentes-de-formacao-planetaria-no-sistema-pds-70","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/02\/14\/webb-obtem-vislumbre-sem-precedentes-de-formacao-planetaria-no-sistema-pds-70\/","title":{"rendered":"Webb obt\u00e9m vislumbre sem precedentes de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria no sistema PDS 70"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/s4jo0Qkv_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"924\" height=\"924\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/s4jo0Qkv_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7777\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/s4jo0Qkv_o.jpg 924w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/s4jo0Qkv_o-300x300.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/s4jo0Qkv_o-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/s4jo0Qkv_o-768x768.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 924px) 100vw, 924px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma vis\u00e3o multi-comprimento de onda do sistema PDS 70 revela a intera\u00e7\u00e3o din\u00e2mica entre os seus planetas em forma\u00e7\u00e3o (PDS 70 b e PDS 70 c) e os seus arredores. O brilho vermelho-amarelo, baseado em dados do JWST, revela os planetas em crescimento e a luz dispersa por pequenos gr\u00e3os de poeira na superf\u00edcie do disco. Estes gr\u00e3os de poeira s\u00e3o t\u00e3o pequenos que dispersam a luz maioritariamente para a frente, raz\u00e3o pela qual n\u00e3o conseguimos ver o lado mais afastado do disco. O anel azul t\u00e9nue, captado pelo ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array), destaca a emiss\u00e3o mais fria de gr\u00e3os de poeira maiores localizados ao longo do disco. No cora\u00e7\u00e3o do sistema est\u00e1 a estrela central escondida, enquanto os c\u00edrculos a tracejado marcam a localiza\u00e7\u00e3o prevista dos planetas com base em observa\u00e7\u00f5es terrestres anteriores.\nCr\u00e9dito: Dori Blakely (Universidade de Vit\u00f3ria\/Conselho Nacional de Investiga\u00e7\u00e3o do Canad\u00e1)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um estudo inovador realizado por astr\u00f3nomos canadianos, recorrendo ao Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, revelou novos conhecimentos sobre o modo como os planetas tomam forma. Liderado pelo candidato a doutoramento da Universidade de Vit\u00f3ria, Dori Blakely, o estudo conta tamb\u00e9m com contribui\u00e7\u00f5es importantes de investigadores do IREx (Trottier Institute for Research on Exoplanets). A equipa concentrou-se em PDS 70, um jovem sistema estelar localizado a 370 anos-luz de dist\u00e2ncia, onde dois planetas est\u00e3o em processo de forma\u00e7\u00e3o. Tirando partido das poderosas capacidades do JWST, os investigadores descobriram detalhes importantes sobre estes mundos rec\u00e9m-nascidos e sobre o disco rodopiante de g\u00e1s e poeira de onde est\u00e3o a surgir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um ber\u00e7\u00e1rio c\u00f3smico em a\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A estrela PDS 70, com apenas cinco milh\u00f5es de anos, alberga um disco de material em seu redor. Uma lacuna proeminente no disco marca a localiza\u00e7\u00e3o de dois planetas em crescimento, PDS 70 b e PDS 70 c, que est\u00e3o ativamente a recolher material para construir as suas atmosferas e massas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos a ver instant\u00e2neos das fases iniciais do crescimento planet\u00e1rio, mostrando-nos o que acontece quando mundos competem pela sobreviv\u00eancia no seu ber\u00e7\u00e1rio c\u00f3smico&#8221;, disse o autor principal Dori Blakely, candidato a doutoramento na Universidade de Vit\u00f3ria. &#8220;O que \u00e9 not\u00e1vel \u00e9 que podemos ver n\u00e3o s\u00f3 os planetas, mas o pr\u00f3prio processo da sua forma\u00e7\u00e3o &#8211; est\u00e3o a competir com a sua estrela e um com o outro pelo g\u00e1s e poeira de que necessitam para crescer&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>T\u00e9cnicas inovadoras de observa\u00e7\u00e3o com o JWST<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para conseguir esta vis\u00e3o sem precedentes, a equipa utilizou o NIRISS (Near-Infrared Imager and Slitless Spectrograph) do JWST no modo AMI (Aperture Masking Interferometry). Esta t\u00e9cnica especializada utiliza uma m\u00e1scara com pequenos orif\u00edcios para manipular a luz recebida, criando um padr\u00e3o de interfer\u00eancia que aumenta a visibilidade de objetos t\u00e9nues perto de estrelas brilhantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta t\u00e9cnica inovadora \u00e9 como diminuir o holofote ofuscante da jovem estrela para que se possam ver os detalhes do que a rodeia &#8211; neste caso, planetas&#8221;, explicou o prof. Ren\u00e9 Doyon, Diretor do IREx e Investigador Principal do instrumento NIRISS do JWST.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O m\u00e9todo revelou-se altamente eficaz, divulgando pormenores que seriam imposs\u00edveis de detetar utilizando t\u00e9cnicas convencionais de imagem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este trabalho mostra como o JWST pode fazer algo completamente novo&#8221;, acrescentou o Dr. Lo\u00efc Albert, cientista do instrumento NIRISS do Webb no IREx. &#8220;Estamos a usar t\u00e9cnicas inovadoras para olhar para os planetas de uma forma que nunca fizemos antes&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Testemunhando o crescimento planet\u00e1rio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo apoia a ideia de que PDS 70 b e PDS 70 c ainda est\u00e3o a acumular g\u00e1s dos seus arredores, fornecendo uma rara observa\u00e7\u00e3o direta de planetas nos seus anos formativos. Ao analisar a luz emitida no infravermelho m\u00e9dio, os investigadores mediram o brilho e a posi\u00e7\u00e3o dos planetas com uma precis\u00e3o not\u00e1vel. Os resultados apoiam a teoria de que os planetas se formam atrav\u00e9s de um processo chamado acre\u00e7\u00e3o, recolhendo gradualmente massa do disco que os rodeia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estas observa\u00e7\u00f5es d\u00e3o-nos uma oportunidade incr\u00edvel de testemunhar a forma\u00e7\u00e3o de planetas \u00e0 medida que ela acontece&#8221;, disse Doug Johnstone, investigador do Centro Herzberg de Investiga\u00e7\u00e3o em Astronomia e Astrof\u00edsica do Conselho Nacional de Investiga\u00e7\u00e3o do Canad\u00e1. &#8220;Ver os planetas no ato de acre\u00e7\u00e3o de material ajuda-nos a responder a quest\u00f5es de longa data sobre como os sistemas planet\u00e1rios se formam e evoluem. \u00c9 como ver um sistema solar a ser constru\u00eddo diante dos nossos olhos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sinais de forma\u00e7\u00e3o exolunar?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Curiosamente, os dados tamb\u00e9m sugerem que os planetas podem ter os seus pr\u00f3prios discos circumplanet\u00e1rios &#8211; an\u00e9is de material que podem ser o local de nascimento de luas, tal como as que orbitam J\u00fapiter e Saturno atualmente. As observa\u00e7\u00f5es de longo comprimento de onda do JWST detetaram luz infravermelha extra \u00e0 volta dos planetas, possivelmente indicando material quente a acretar-se ativamente sobre eles. Se confirmado, este facto refor\u00e7aria o argumento de que os discos circumplanet\u00e1rios desempenham um papel crucial na forma\u00e7\u00e3o dos sistemas planet\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um vislumbre do passado do nosso pr\u00f3prio Sistema Solar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As descobertas no sistema PDS 70 fornecem um valioso an\u00e1logo \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o inicial dos sistemas planet\u00e1rios, incluindo o nosso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 como ver uma fotografia de fam\u00edlia do nosso Sistema Solar quando era apenas uma crian\u00e7a&#8221;, disse Blakely. &#8220;\u00c9 incr\u00edvel pensar no quanto podemos aprender com um sistema&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Talvez a descoberta mais tentadora tenha sido a dete\u00e7\u00e3o de uma fonte de luz t\u00e9nue e n\u00e3o resolvida no interior da lacuna do disco. Poder\u00e1 ser uma caracter\u00edstica desconhecida, como um bra\u00e7o espiral de poeira e g\u00e1s, ou mesmo um terceiro planeta em forma\u00e7\u00e3o no sistema. As futuras observa\u00e7\u00f5es do JWST com outros instrumentos, como o MIRI e o NIRCam, ser\u00e3o essenciais para desvendar este mist\u00e9rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/exoplanetes.umontreal.ca\/en\/jwst-captures-unprecedented-glimpse-of-planet-formation-in-the-pds-70-system\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ IREx (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.uvic.ca\/science\/home\/news\/witnessing-the-birth-of-planets.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Vit\u00f3ria (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-3881\/ad9b94\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astronomical Journal)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>PDS 70:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/overview\/pds%2070\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/PDS_70\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/pds-70-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PDS 70 b (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/pds_70_b--6770\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PDS 70 b (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/pds-70-c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PDS 70 c (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/pds_70_c--7123\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PDS 70 c (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo inovador realizado por astr\u00f3nomos canadianos, recorrendo ao Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, revelou novos conhecimentos sobre o modo 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