{"id":7772,"date":"2025-02-14T07:14:11","date_gmt":"2025-02-14T06:14:11","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7772"},"modified":"2025-02-14T07:14:11","modified_gmt":"2025-02-14T06:14:11","slug":"cientistas-descobrem-candidato-a-sistema-exoplanetario-mais-rapido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/02\/14\/cientistas-descobrem-candidato-a-sistema-exoplanetario-mais-rapido\/","title":{"rendered":"Cientistas descobrem candidato a sistema exoplanet\u00e1rio mais r\u00e1pido"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/highvelocityexoplanet-1-ac.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/PgJSO5HR_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7773\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/PgJSO5HR_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/PgJSO5HR_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/PgJSO5HR_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/PgJSO5HR_o.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra um super-Neptuno a orbitar uma estrela de baixa massa perto do centro da nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea. Os cientistas descobriram recentemente um sistema deste tipo que pode bater o recorde atual de sistema exoplanet\u00e1rio mais r\u00e1pido, viajando a pelo menos 540 quil\u00f3metros por segundo.\nCr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech\/R. Hurt (Caltech-IPAC)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos podem ter descoberto uma estrela &#8220;magricela&#8221; a atravessar o centro da nossa Gal\u00e1xia com um planeta a reboque. Se confirmado, o par estabelece um novo recorde para o sistema exoplanet\u00e1rio que se move mais depressa, quase ao dobro da velocidade que o nosso Sistema Solar viaja pela Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pensa-se que o sistema planet\u00e1rio se desloca a pelo menos 540 quil\u00f3metros por segundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Pensamos que este \u00e9 um chamado mundo super-Neptuno que orbita uma estrela de baixa massa a uma dist\u00e2ncia que se situaria entre as \u00f3rbitas de V\u00e9nus e da Terra se estivesse no nosso Sistema Solar&#8221;, disse Sean Terry, investigador p\u00f3s-doutorado da Universidade de Maryland, College Park, e no Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no mesmo estado norte-americano. Uma vez que a estrela \u00e9 t\u00e3o pequena, fica bem para l\u00e1 da zona habit\u00e1vel. &#8220;Se assim for, ser\u00e1 o primeiro planeta alguma vez encontrado a orbitar uma estrela hiperveloz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O artigo cient\u00edfico que descreve os resultados, liderado por Terry, foi publicado na revista The Astronomical Journal no passado dia 10 de fevereiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Uma estrela em movimento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O par de objetos foi detetado indiretamente pela primeira vez em 2011, gra\u00e7as a um alinhamento fortuito. Uma equipa de cientistas passou a pente fino dados de arquivo do MOA (Microlensing Observations in Astrophysics) &#8211; um projeto colaborativo centrado no estudo de microlentes realizado pelo Observat\u00f3rio de Mount John da Universidade de Canterbury, na Nova Zel\u00e2ndia &#8211; em busca de sinais luminosos que indicassem a presen\u00e7a de exoplanetas, ou planetas para l\u00e1 do nosso Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O efeito de microlente ocorre porque a presen\u00e7a de massa deforma o tecido do espa\u00e7o-tempo. Sempre que um objeto interveniente parece aproximar-se de uma estrela de fundo, a luz dessa estrela curva-se \u00e0 medida que viaja atrav\u00e9s do espa\u00e7o-tempo deformado em torno do objeto mais pr\u00f3ximo. Se o alinhamento for especialmente pr\u00f3ximo, a deforma\u00e7\u00e3o \u00e0 volta do objeto pode atuar como uma lente natural, ampliando a luz da estrela de fundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Neste caso, os sinais de microlente revelaram um par de corpos celestes. Os cientistas determinaram as suas massas relativas (um \u00e9 cerca de 2300 vezes mais massivo do que o outro), mas as suas massas exatas dependem da dist\u00e2ncia a que se encontram da Terra. \u00c9 mais ou menos como a amplia\u00e7\u00e3o muda se segurarmos uma lupa sobre uma p\u00e1gina e a movermos para cima e para baixo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Determinar o r\u00e1cio de massa \u00e9 f\u00e1cil&#8221;, disse David Bennett, um investigador s\u00e9nior da Universidade de Maryland, College Park e de Goddard, coautor do novo artigo cient\u00edfico e l\u00edder do estudo original de 2011. &#8220;\u00c9 muito mais dif\u00edcil calcular as suas massas reais&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/star-trails-final-ac.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/de\/73\/YN50JVzK_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem mostra estrelas perto do centro da nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea. Cada uma tem um rasto colorido que indica a sua velocidade &#8211; quanto mais longo e vermelho for o rasto, mais depressa a estrela se move. Os cientistas da NASA descobriram recentemente uma candidata a estrela particularmente veloz, perto do centro desta imagem, com um planeta em \u00f3rbita. Se confirmado, o par estabelece o recorde de sistema exoplanet\u00e1rio mais r\u00e1pido conhecido.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech\/R. Hurt (Caltech-IPAC)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa que fez a descoberta em 2011 suspeitava que os objetos sob efeito de microlente eram ou uma estrela com cerca de 20% da massa do nosso Sol e um planeta cerca de 29 vezes mais massivo do que a Terra, ou um planeta &#8220;fugitivo&#8221; mais pr\u00f3ximo, com cerca de quatro vezes a massa de J\u00fapiter e uma lua mais pequena do que a Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para descobrir qual a explica\u00e7\u00e3o mais prov\u00e1vel, os astr\u00f3nomos analisaram os dados do Observat\u00f3rio Keck, no Hawaii, e do sat\u00e9lite Gaia da ESA. Se o par fosse um planeta e uma lua errantes, seriam efetivamente invis\u00edveis &#8211; objetos escuros perdidos no vazio tenebroso do espa\u00e7o. Mas os cientistas poderiam ser capazes de identificar a estrela caso a explica\u00e7\u00e3o alternativa estivesse correta (embora o planeta em \u00f3rbita fosse demasiado t\u00e9nue para observa\u00e7\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Encontraram um forte suspeito localizado a cerca de 24.000 anos-luz de dist\u00e2ncia, o que o coloca no bojo gal\u00e1ctico da Via L\u00e1ctea &#8211; o n\u00facleo central onde as estrelas est\u00e3o mais densamente agrupadas. Comparando a localiza\u00e7\u00e3o da estrela em 2011 e 2021, a equipa calculou a sua velocidade elevada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas isso \u00e9 apenas o seu movimento 2D; se tamb\u00e9m se est\u00e1 a mover na nossa dire\u00e7\u00e3o ou para longe de n\u00f3s, deve estar a mover-se ainda mais depressa. A sua velocidade real pode at\u00e9 ser suficientemente elevada para exceder a velocidade de escape da Via L\u00e1ctea, que \u00e9 de cerca de 600 quil\u00f3metros por segundo. Se assim for, o sistema planet\u00e1rio est\u00e1 destinado a atravessar o espa\u00e7o intergal\u00e1ctico daqui a muitos milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Para termos a certeza de que a estrela rec\u00e9m-identificada faz parte do sistema que causou o sinal de 2011, gostar\u00edamos de olhar de novo daqui a um ano e ver se se move a dist\u00e2ncia certa e na dire\u00e7\u00e3o certa para confirmar que veio do ponto onde detet\u00e1mos o sinal&#8221;, disse Bennett.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se as observa\u00e7\u00f5es de alta resolu\u00e7\u00e3o mostrarem que a estrela se mant\u00e9m na mesma posi\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o podemos dizer com certeza que n\u00e3o faz parte do sistema que causou o sinal&#8221;, disse Aparna Bhattacharya, investigadora da Universidade de Maryland, College Park e de Goddard, coautora do novo artigo cient\u00edfico. &#8220;Isso significaria que o modelo de planeta e exolua &#8216;fugitivos&#8217; \u00e9 mais favorecido&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O futuro Telesc\u00f3pio Espacial Nancy Grace Roman vai ajudar-nos a descobrir qu\u00e3o comuns s\u00e3o os planetas em torno de estrelas t\u00e3o velozes e pode fornecer pistas sobre a forma como estes sistemas s\u00e3o acelerados. A miss\u00e3o ir\u00e1 efetuar um estudo do bojo gal\u00e1ctico, combinando uma vis\u00e3o ampla do espa\u00e7o com uma resolu\u00e7\u00e3o muito n\u00edtida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Neste caso, us\u00e1mos o MOA devido ao seu amplo campo de vis\u00e3o e depois seguimos com o Keck e com o Gaia para a sua maior resolu\u00e7\u00e3o, mas gra\u00e7as \u00e0 poderosa vis\u00e3o do Roman e \u00e0 estrat\u00e9gia de pesquisa planeada, n\u00e3o precisaremos de recorrer a telesc\u00f3pios adicionais&#8221;, disse Terry. &#8220;O Roman vai conseguir fazer tudo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/universe\/nasa-scientists-spot-candidate-for-speediest-exoplanet-system\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-3881\/ad9b0f\/meta\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astronomical Journal)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>MOA-2011-BLG-262L:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/MOA-2011-BLG-262L\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>MOA-2011-BLG-262L b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/moa-2011-blg-262l-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/moa_2011_blg_262l_b--1516\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas hipervelozes:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stellar_kinematics#Hypervelocity_stars\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Microlentes gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Microlensing\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Planetas fugitivos, interestelares, n\u00f3madas, flutuantes ou \u00f3rf\u00e3os (sem estrela):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Rogue_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoluas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Exomoon\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>MOA (Microlensing Observations in Astrophysics):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www2.phys.canterbury.ac.nz\/moa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Microlensing_Observations_in_Astrophysics\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio W. M. Keck:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.keckobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Keck_telescopes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina da ESA para a comunidade cient\u00edfica<\/a><br><a href=\"https:\/\/gea.esac.esa.int\/archive\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados do Gaia (ESA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RST ([Nancy Grace] Roman Space Telescope, anteriormente WFIRST):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/roman.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Nancy_Grace_Roman_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASARoman\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASARoman\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os astr\u00f3nomos podem ter descoberto uma estrela &#8220;magricela&#8221; a atravessar o centro da nossa Gal\u00e1xia com um planeta a reboque. 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