{"id":7758,"date":"2025-02-07T07:21:04","date_gmt":"2025-02-07T06:21:04","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7758"},"modified":"2025-02-07T07:21:05","modified_gmt":"2025-02-07T06:21:05","slug":"estrelas-oscilantes-revelam-companheiros-ocultos-nos-dados-do-gaia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/02\/07\/estrelas-oscilantes-revelam-companheiros-ocultos-nos-dados-do-gaia\/","title":{"rendered":"Estrelas oscilantes revelam companheiros ocultos nos dados do Gaia"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2025\/02\/artist_impression_of_exoplanet_gaia-4b\/26566850-1-eng-GB\/Artist_impression_of_exoplanet_Gaia-4b.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"640\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/aHk4yRCA_o-1024x640.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7759\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/aHk4yRCA_o-1024x640.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/aHk4yRCA_o-300x188.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/aHk4yRCA_o-768x480.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/aHk4yRCA_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista do exoplaneta Gaia-4b em torno da sua estrela-m\u00e3e.\nCr\u00e9dito: ESA\/Gaia\/DPAC\/M. Marcussen<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma nova investiga\u00e7\u00e3o, publicada no passado dia 4 de fevereiro, utiliza dados recolhidos pela nave espacial Gaia da ESA para confirmar a exist\u00eancia de dois misteriosos objetos celestes. Gaia-4b \u00e9 um exoplaneta &#8220;super-J\u00fapiter&#8221; e Gaia-5b uma an\u00e3 castanha. Estes objetos massivos orbitam, inesperadamente, estrelas de baixa massa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Gaia-4b \u00e9 um planeta que orbita a estrela Gaia-4, anteriormente pouco not\u00e1vel, a cerca de 244 anos-luz de dist\u00e2ncia. Gaia-5b orbita a estrela Gaia-5, a cerca de 134 anos-luz de dist\u00e2ncia da Terra. Estes dois objetos rec\u00e9m-descobertos est\u00e3o perto, na nossa pr\u00f3pria vizinhan\u00e7a da Via L\u00e1ctea. A sua exist\u00eancia desafia as teorias atuais da forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria e a miss\u00e3o do Gaia ir\u00e1 fornecer dados valiosos para ajudar a compreender estes objetos intrigantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Gaia-4b \u00e9 cerca de doze vezes mais massivo do que J\u00fapiter. Com um per\u00edodo orbital de 570 dias, \u00e9 um planeta gigante gasoso relativamente frio,&#8221; explica Gu\u00f0mundur Stef\u00e1nsson da Universidade de Amesterd\u00e3o, Pa\u00edses Baixos, primeiro autor do novo estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com uma massa de cerca de 21 J\u00fapiteres, Gaia-5b \u00e9 uma an\u00e3 castanha, mais massiva do que um planeta, mas demasiado leve para sustentar fus\u00e3o nuclear e ser uma estrela&#8221;, acrescenta Gu\u00f0mundur.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>De oscila\u00e7\u00f5es a novos mundos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde o seu lan\u00e7amento em 2013, a nave espacial Gaia da ESA tem vindo a construir o maior e mais preciso mapa tridimensional da nossa Gal\u00e1xia. Girando lentamente, percorreu o c\u00e9u com dois telesc\u00f3pios \u00f3ticos, determinando repetidamente as posi\u00e7\u00f5es de dois mil milh\u00f5es de objetos com uma precis\u00e3o sem precedentes, at\u00e9 ao final das suas observa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas no passado dia 15 de janeiro. Uma vez que o Gaia rastreou com precis\u00e3o o movimento das estrelas &#8211; uma t\u00e9cnica conhecida como astrometria &#8211; espera-se que sejam descobertos milhares de novos objetos nos seus dados.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2019\/02\/detecting_exoplanets_with_astrometry\/19268741-1-eng-GB\/Detecting_exoplanets_with_astrometry.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/ee\/ca\/qlCo8bAa_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A astrometria \u00e9 o m\u00e9todo que deteta o movimento de uma estrela atrav\u00e9s de medi\u00e7\u00f5es precisas da sua posi\u00e7\u00e3o no c\u00e9u. Esta t\u00e9cnica tamb\u00e9m pode ser utilizada para identificar planetas em torno de uma estrela, medindo pequenas altera\u00e7\u00f5es na posi\u00e7\u00e3o da estrela \u00e0 medida que esta oscila em torno do centro de massa do sistema planet\u00e1rio.<br>A miss\u00e3o Gaia da ESA, atrav\u00e9s do seu estudo sem precedentes da posi\u00e7\u00e3o, brilho e movimento de mais de mil milh\u00f5es de estrelas, est\u00e1 a gerar um grande conjunto de dados a partir dos quais ser\u00e3o encontrados exoplanetas, quer atrav\u00e9s de altera\u00e7\u00f5es observadas na posi\u00e7\u00e3o de uma estrela no c\u00e9u devido a planetas que orbitam \u00e0 sua volta, quer atrav\u00e9s de uma diminui\u00e7\u00e3o do seu brilho quando um planeta transita pela sua face.<br>Cr\u00e9dito: ESA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um planeta em \u00f3rbita de uma estrela cria um pequeno &#8220;pux\u00e3o&#8221; gravitacional que faz com que a estrela &#8220;oscile&#8221; em torno do seu centro de massa e se desloque num movimento de saca-rolhas pelo c\u00e9u. Os objetos mais f\u00e1ceis de descobrir usando a astrometria s\u00e3o enormes e est\u00e3o em \u00f3rbitas distantes em torno da sua estrela-m\u00e3e. Anteriormente, a exist\u00eancia de algumas an\u00e3s castanhas massivas foi confirmada por outros telesc\u00f3pios que observaram o seu brilho t\u00e9nue ao lado de estrelas brilhantes para as quais o Gaia tinha detetado essa oscila\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isto contrasta com o m\u00e9todo de tr\u00e2nsito, que deteta planetas quando passam em frente da sua estrela e \u00e9 mais prov\u00e1vel que encontre planetas numa \u00f3rbita pr\u00f3xima. E embora a dete\u00e7\u00e3o de uma oscila\u00e7\u00e3o sugira que uma estrela pode ter um planeta, h\u00e1 outras causas potenciais (como sistemas estelares bin\u00e1rios), pelo que as descobertas astrom\u00e9tricas t\u00eam de ser confirmadas por outros m\u00e9todos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O Gaia estava a analisar repetidamente estas estrelas, construindo uma imagem cada vez mais detalhada ao longo do tempo&#8221;, diz Gu\u00f0mundur. &#8220;Em 2022, o Gaia DR3 (Data Release 3) incluiu uma lista de estrelas que parecem estar a mover-se como se fossem puxadas por um exoplaneta. Utilizando dados espetrosc\u00f3picos terrestres e a t\u00e9cnica de velocidade radial para investigar estas estrelas, confirm\u00e1mos o nosso primeiro planeta e a nossa primeira an\u00e3 castanha&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A combina\u00e7\u00e3o de dados astrom\u00e9tricos e de velocidade radial permite aos astr\u00f3nomos encontrar todos os detalhes orbitais e a massa do objeto em \u00f3rbita, fornecendo uma oportunidade \u00fanica para criar visualiza\u00e7\u00f5es tridimensionais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Cerca de 75% das estrelas da Via L\u00e1ctea s\u00e3o estrelas de baixa massa, com massas entre cerca de 10% e 60-65% da massa do Sol. Por serem t\u00e3o numerosas, s\u00e3o tamb\u00e9m as nossas estrelas vizinhas mais pr\u00f3ximas&#8221;, explica Gu\u00f0mundur. &#8220;Sabe-se que os planetas massivos em torno de estrelas de baixa massa s\u00e3o relativamente raros, mas quando ocorrem, causam uma oscila\u00e7\u00e3o maior e, portanto, uma assinatura astrom\u00e9trica mais forte que \u00e9 mais f\u00e1cil de detetar&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2025\/02\/artist_impression_of_brown_dwarf_gaia-5b\/26566765-1-eng-GB\/Artist_impression_of_brown_dwarf_Gaia-5b.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/ce\/da\/0A8512Cs_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Impress\u00e3o de artista da an\u00e3 branca Gaia-5b em torno da sua estrela-m\u00e3e.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Gaia\/DPAC\/M. Marcussen<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um tesouro para os ca\u00e7adores de planetas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao passo que um exoplaneta anterior foi encontrado pelas miss\u00f5es Gaia e Hipparcos em conjunto, a presen\u00e7a de Gaia-4b foi revelada apenas pelos dados do Gaia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando o pr\u00f3ximo lote de dados do Gaia for lan\u00e7ado em 2026, este vai conter 5,5 anos de dados da miss\u00e3o que poder\u00e3o revelar centenas &#8211; se n\u00e3o milhares &#8211; de planetas e an\u00e3s castanhas em torno de estrelas pr\u00f3ximas. Isso dar-nos-\u00e1 mais informa\u00e7\u00f5es sobre como estes objetos diferentes se formam e o Gaia est\u00e1 a abrir caminho para uma nova era de descobertas astrom\u00e9tricas, levando a uma compreens\u00e3o mais profunda dos diversos sistemas planet\u00e1rios que povoam a nossa Gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Matthew Standing, investigador da ESA, \u00e9 especialista em exoplanetas. &#8220;Esta descoberta \u00e9 uma excitante ponta do iceberg para as descobertas de exoplanetas que podemos esperar do Gaia no futuro&#8221;, explica. &#8220;A descoberta de Gaia-4b \u00e9 um avan\u00e7o importante na utiliza\u00e7\u00e3o da astrometria Gaia para a dete\u00e7\u00e3o de exoplanetas, complementando os outros m\u00e9todos de dete\u00e7\u00e3o de exoplanetas utilizados pelo Cheops da ESA e pela futura miss\u00e3o Plato&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O Gaia j\u00e1 tinha visto os sinais reveladores de exoplanetas conhecidos, mas desta vez revelou um mundo extrassolar completamente novo&#8221;, diz Johannes Sahlmann, cientista do projeto Gaia na ESA. &#8220;A descoberta de Gaia-4b mostra como as medi\u00e7\u00f5es detalhadas do Gaia complementam as t\u00e9cnicas estabelecidas de descoberta exoplanet\u00e1ria e fornecem novas oportunidades para a investiga\u00e7\u00e3o de exoplanetas. O quarto lan\u00e7amento de dados do Gaia ser\u00e1 um tesouro para os ca\u00e7adores de planetas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"ESA\u2019s Gaia finds a mysterious planet and brown dwarf\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/UsCQ2aS-Qe4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Gaia\/Wobbling_stars_reveal_hidden_companions_in_Gaia_data\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.uva.nl\/en\/shared-content\/subsites\/anton-pannekoek-instituut-voor-sterrenkunde\/en\/news\/2025\/02\/gaia.html?origin=kUP+yx6UTZqvuJiCJKnnEQ\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Amesterd\u00e3o (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/noirlab.edu\/public\/news\/noirlab2505\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NOIRLab (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-3881\/ada9e1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astronomical Journal)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia-4b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/gaia_4_b--10775\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia-5b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/gaia_5_b--10776\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_nearest_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas mais pr\u00f3ximos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_candidates_for_liquid_water\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas candidatos a albergar \u00e1gua l\u00edquida (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanet.eu\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s castanhas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Brown_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.darkstar1.co.uk\/ds3.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Andy Lloyd&#8217;s Dark Star Theory<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Astrometria:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Astrometry\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Methods_of_detecting_exoplanets#Astrometry\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">M\u00e9todo astrom\u00e9trico de dete\u00e7\u00e3o exoplanet\u00e1ria (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina da ESA para a comunidade cient\u00edfica<\/a><br><a href=\"https:\/\/gea.esac.esa.int\/archive\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados do Gaia (ESA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sat\u00e9lite Hipparcos:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Hipparcos_overview\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hipparcos\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CHEOPS (CHaracterising ExOPlanets Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Cheops\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/sci.esa.int\/web\/cheops\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/CHEOPS\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>PLATO (PLAnetary Transits and Oscillations of stars):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Plato_factsheet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/PLATO_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma nova investiga\u00e7\u00e3o, publicada no passado dia 4 de fevereiro, utiliza dados recolhidos pela nave espacial Gaia da ESA para confirmar a exist\u00eancia de dois misteriosos objetos celestes. 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