{"id":7730,"date":"2025-01-28T07:24:52","date_gmt":"2025-01-28T06:24:52","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7730"},"modified":"2025-01-28T07:24:53","modified_gmt":"2025-01-28T06:24:53","slug":"webb-observa-a-formacao-e-expansao-de-conchas-de-poeira-rica-em-carbono","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/01\/28\/webb-observa-a-formacao-e-expansao-de-conchas-de-poeira-rica-em-carbono\/","title":{"rendered":"Webb observa a forma\u00e7\u00e3o e expans\u00e3o de conchas de poeira rica em carbono"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2501a.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"302\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/npA31GVL_o-1024x302.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7731\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/npA31GVL_o-1024x302.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/npA31GVL_o-300x88.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/npA31GVL_o-768x226.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/npA31GVL_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Duas imagens no infravermelho m\u00e9dio, obtidas pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, de Wolf-Rayet 140, mostram poeira rica em carbono a mover-se no espa\u00e7o. \u00c0 direita, os dois tri\u00e2ngulos das imagens principais s\u00e3o comparados para mostrar a diferen\u00e7a que 14 meses fazem: a poeira est\u00e1 a afastar-se das estrelas centrais a quase 1% da velocidade da luz. Estas estrelas est\u00e3o a 5000 anos-luz de dist\u00e2ncia, na nossa Via L\u00e1ctea.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI; ci\u00eancia &#8211; Emma Lieb (Universidade de Denver), Ryan Lau (NOIRLab da NSF), Jennifer Hoffman (Universidade de Denver)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 muito que os astr\u00f3nomos tentam descobrir como \u00e9 que elementos como o carbono, que \u00e9 essencial para a vida, se distribuem pelo Universo. Agora, o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA examinou com mais pormenor uma fonte cont\u00ednua de poeira rica em carbono na nossa Gal\u00e1xia: Wolf-Rayet 140, um sistema de duas estrelas massivas que seguem uma \u00f3rbita estreita e alongada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando passam uma pela outra (dentro do ponto branco central nas imagens do Webb), os ventos estelares de cada estrela chocam entre si, o material comprime-se e forma-se poeira rica em carbono. As observa\u00e7\u00f5es mais recentes do Webb mostram 17 conchas de poeira que brilham no infravermelho m\u00e9dio e que est\u00e3o a expandir-se a intervalos regulares para o espa\u00e7o circundante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O telesc\u00f3pio n\u00e3o s\u00f3 confirmou que estas conchas de poeira s\u00e3o reais, como os seus dados tamb\u00e9m mostraram que as conchas de poeira se est\u00e3o a mover para fora a velocidades consistentes, revelando mudan\u00e7as vis\u00edveis em per\u00edodos de tempo incrivelmente curtos&#8221;, disse Emma Lieb, autora principal do novo artigo cient\u00edfico e estudante de doutoramento na Universidade de Denver, no estado norte-americano do Colorado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cada concha est\u00e1 a afastar-se das estrelas a mais de 2600 quil\u00f3metros por segundo, quase 1% da velocidade da luz. &#8220;Estamos habituados a pensar que os acontecimentos no espa\u00e7o t\u00eam lugar lentamente, ao longo de milh\u00f5es ou milhares de milh\u00f5es de anos&#8221;, acrescentou Jennifer Hoffman, coautora e professora na Universidade de Denver. &#8220;Neste sistema, o observat\u00f3rio est\u00e1 a mostrar que as conchas de poeira se est\u00e3o a expandir de um ano para o outro&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como um rel\u00f3gio, os ventos das estrelas geram poeira durante v\u00e1rios meses a cada oito anos, quando o par se aproxima mais durante a \u00f3rbita larga e alongada. O Webb tamb\u00e9m mostra como a forma\u00e7\u00e3o de poeira varia &#8211; procure a regi\u00e3o mais escura no canto superior esquerdo em ambas as imagens.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/hHdpNXr.gif\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/hHdpNXr.gif\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta anima\u00e7\u00e3o alterna entre duas observa\u00e7\u00f5es infravermelhas do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA de Wolf-Rayet 140. Em apenas 14 meses, o Webb mostrou que a poeira do sistema se expandiu. Este sistema bin\u00e1rio emitiu mais de 17 conchas de poeira ao longo de 130 anos.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI; ci\u00eancia &#8211; Emma Lieb (Universidade de Denver), Ryan Lau (NOIRLab da NSF), Jennifer Hoffman (Universidade de Denver)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As imagens do telesc\u00f3pio no infravermelho m\u00e9dio mostram conchas que persistiram durante mais de 130 anos (conchas mais antigas dissiparam-se bastante e s\u00e3o agora demasiado t\u00e9nues para serem detetadas). Os investigadores especulam que as estrelas acabar\u00e3o por gerar dezenas de milhares de conchas de poeira ao longo de centenas de milhares de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As observa\u00e7\u00f5es no infravermelho m\u00e9dio s\u00e3o absolutamente cruciais para esta an\u00e1lise, uma vez que a poeira neste sistema \u00e9 bastante fria. O infravermelho pr\u00f3ximo e o vis\u00edvel s\u00f3 mostrariam as conchas mais pr\u00f3ximas da estrela&#8221;, explicou Ryan Lau, coautor e astr\u00f3nomo do NOIRLab da NSF em Tuscon, Arizona, EUA, que liderou a investiga\u00e7\u00e3o inicial deste sistema. &#8220;Com estes novos e incr\u00edveis detalhes, o telesc\u00f3pio tamb\u00e9m nos permite estudar exatamente quando as estrelas est\u00e3o a formar poeira &#8211; quase at\u00e9 ao dia&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A distribui\u00e7\u00e3o da poeira n\u00e3o \u00e9 uniforme. Embora isso n\u00e3o seja \u00f3bvio \u00e0 primeira vista, o zoom nas conchas das imagens do Webb revela que alguma da poeira se &#8220;amontoou&#8221;, formando nuvens amorfas e delicadas que s\u00e3o t\u00e3o grandes como todo o nosso Sistema Solar. Muitas outras part\u00edculas individuais de poeira flutuam livremente. Cada gr\u00e3o \u00e9 t\u00e3o pequeno como um cent\u00e9simo da largura de um cabelo humano. Aglomerada ou n\u00e3o, toda a poeira se move \u00e0 mesma velocidade e \u00e9 rica em carbono.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O futuro deste sistema<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O que acontecer\u00e1 a estas estrelas ao longo de milh\u00f5es ou milhares de milh\u00f5es de anos, depois de terem acabado de &#8220;pulverizar&#8221; o seu ambiente com poeira? A estrela Wolf-Rayet deste sistema \u00e9 10 vezes mais massiva do que o Sol e est\u00e1 a aproximar-se do fim da sua vida. No seu &#8220;ato&#8221; final, esta estrela explodir\u00e1 como uma supernova &#8211; possivelmente destruindo algumas ou todas as conchas de poeira &#8211; ou colapsar\u00e1 num buraco negro, o que deixaria as conchas de poeira intactas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora ningu\u00e9m possa prever com certeza o que vai acontecer, os investigadores est\u00e3o a torcer pelo cen\u00e1rio do buraco negro. &#8220;Uma quest\u00e3o importante em astronomia \u00e9: de onde vem toda a poeira do Universo?&#8221; disse Lau. &#8220;Se uma poeira rica em carbono como esta sobreviver, pode ajudar-nos a come\u00e7ar a responder a essa pergunta&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Sabemos que o carbono \u00e9 necess\u00e1rio para a forma\u00e7\u00e3o de planetas rochosos e de sistemas solares como o nosso&#8221;, acrescentou Hoffman. &#8220;\u00c9 excitante ter um vislumbre de como os sistemas estelares bin\u00e1rios n\u00e3o s\u00f3 criam poeira rica em carbono, mas tamb\u00e9m a lan\u00e7am na nossa vizinhan\u00e7a gal\u00e1ctica&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes resultados foram publicados na revista The Astrophysical Journal Letters e foram apresentados numa confer\u00eancia de imprensa na 245.\u00aa reuni\u00e3o da Sociedade Astron\u00f3mica Americana em National Harbor, no estado de Maryland.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"WR 140 Binary System: Perspective View\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zSIWmQjRggs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/webb-watches-carbon-rich-dust-shells-form-expand-in-star-system\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2501\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2025\/news-2025-103\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ad9aa9\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Wolf-Rayet 140:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/WR_140\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas Wolf-Rayet:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Wolf%E2%80%93Rayet_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 muito que os astr\u00f3nomos tentam descobrir como \u00e9 que elementos como o carbono, que \u00e9 essencial para a vida, se distribuem pelo Universo. 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