{"id":7699,"date":"2025-01-17T07:16:25","date_gmt":"2025-01-17T06:16:25","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7699"},"modified":"2025-01-17T07:16:26","modified_gmt":"2025-01-17T06:16:26","slug":"classe-recem-descoberta-de-galaxias-pode-indicar-um-crescimento-precoce-dos-buracos-negros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/01\/17\/classe-recem-descoberta-de-galaxias-pode-indicar-um-crescimento-precoce-dos-buracos-negros\/","title":{"rendered":"Classe rec\u00e9m-descoberta de gal\u00e1xias pode indicar um crescimento precoce dos buracos negros"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01JFJZNJSD2VR3V9ME4RTRG2RD.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1020\" height=\"679\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/SUOIO1jM_o.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7700\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/SUOIO1jM_o.jpg 1020w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/SUOIO1jM_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/SUOIO1jM_o-768x511.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/SUOIO1jM_o-310x205.jpg 310w\" sizes=\"auto, (max-width: 1020px) 100vw, 1020px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma equipa de astr\u00f3nomos analisou dados do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb provenientes de v\u00e1rios levantamentos para compilar uma das maiores amostras de &#8220;pequenos pontos vermelhos&#8221; at\u00e9 \u00e0 data. A partir da sua amostra, descobriram que estes misteriosos objetos vermelhos que parecem pequenos no c\u00e9u surgem em grande n\u00famero cerca de 600 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang e sofrem um r\u00e1pido decl\u00ednio em quantidade cerca de 1,5 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, Dale Kocevski (Colby College)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em dezembro de 2022, menos de seis meses ap\u00f3s o in\u00edcio das opera\u00e7\u00f5es cient\u00edficas do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, este revelou algo nunca antes visto: v\u00e1rios objetos vermelhos que parecem pequenos no c\u00e9u, que os cientistas logo chamaram de LRDs (sigla inglesa de &#8220;little red dots&#8221;, &#8220;pequenos pontos vermelhos&#8221; em portugu\u00eas). Embora estes pontos sejam bastante abundantes, os investigadores est\u00e3o perplexos com a sua natureza, a raz\u00e3o das suas cores \u00fanicas e o que contam acerca do Universo primitivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa de astr\u00f3nomos compilou recentemente uma das maiores amostras de LRDs at\u00e9 \u00e0 data, quase todos existentes nos primeiros 1,5 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. Descobriram que uma grande fra\u00e7\u00e3o dos LRDs da sua amostra apresentava sinais de conter buracos negros supermassivos em crescimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos intrigados com esta nova popula\u00e7\u00e3o de objetos que o Webb encontrou. N\u00e3o vemos an\u00e1logos em desvios para o vermelho mais baixos, raz\u00e3o pela qual n\u00e3o os t\u00ednhamos observado antes do Webb&#8221;, disse Dale Kocevski do Colby College em Waterville, no estado norte-americano do Maine, e principal autor do estudo. &#8220;H\u00e1 uma quantidade substancial de trabalho a ser feito para tentar determinar a natureza destes pequenos pontos vermelhos e se a sua luz \u00e9 dominada por buracos negros em acre\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Uma potencial espreitadela ao crescimento inicial dos buracos negros<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um fator que contribuiu significativamente para a grande dimens\u00e3o da amostra de LRDs da equipa foi a utiliza\u00e7\u00e3o de dados Webb publicamente dispon\u00edveis. Para come\u00e7ar, a equipa procurou estas fontes vermelhas no levantamento CEERS (Cosmic Evolution Early Release Science) antes de alargar o seu \u00e2mbito a outros campos extragal\u00e1cticos, incluindo o JADES (JWST Advanced Deep Extragalactic Survey) e o NGDEEP (Next Generation Deep Extragalactic Exploratory Public).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A metodologia utilizada para identificar estes objetos tamb\u00e9m difere de estudos anteriores, resultando num censo que abrange uma vasta gama de desvios para o vermelho. A distribui\u00e7\u00e3o que descobriram \u00e9 intrigante: os LRDs surgem em grande n\u00famero cerca de 600 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang e sofrem um r\u00e1pido decl\u00ednio em quantidade cerca de 1,5 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa utilizou o levantamento RUBIES (Red Unknowns: Bright Infrared Extragalactic Survey) para obter dados espetrosc\u00f3picos sobre alguns dos LRDs da sua amostra. Descobriram que cerca de 70 por cento dos alvos mostravam evid\u00eancias de g\u00e1s a orbitar rapidamente a 1000 quil\u00f3metros por segundo &#8211; um sinal de um disco de acre\u00e7\u00e3o em torno de um buraco negro supermassivo. Isto sugere que muitos LRDs s\u00e3o buracos negros em acre\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m conhecidos como NGAs (n\u00facleos gal\u00e1cticos ativos).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A coisa mais excitante para mim \u00e9 a distribui\u00e7\u00e3o dos desvios para o vermelho. Estas fontes realmente vermelhas e de elevado desvio para o vermelho deixam basicamente de existir num determinado ponto ap\u00f3s o Big Bang&#8221;, disse Steven Finkelstein, coautor do estudo da Universidade do Texas em Austin, EUA. &#8220;Se forem buracos negros em crescimento, e pensamos que pelo menos 70 por cento deles o s\u00e3o, isto indica uma era de crescimento obscuro de buracos negros no Universo primitivo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ao contr\u00e1rio do que dizem as manchetes, a cosmologia n\u00e3o est\u00e1 &#8220;avariada&#8221;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando os LRDs foram descobertos pela primeira vez, houve quem sugerisse que a cosmologia estava &#8220;avariada&#8221;. Se toda a luz proveniente destes objetos fosse proveniente de estrelas, isso implicava que algumas gal\u00e1xias tinham crescido tanto e t\u00e3o rapidamente que as teorias n\u00e3o as conseguiam explicar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A investiga\u00e7\u00e3o da equipa apoia o argumento de que grande parte da luz destes objetos prov\u00e9m de buracos negros em acre\u00e7\u00e3o e n\u00e3o de estrelas. Menos estrelas significa gal\u00e1xias mais pequenas e mais leves que podem ser compreendidas pelas teorias existentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 assim que se resolve o problema da &#8216;avaria&#8217; do Universo&#8221;, disse Anthony Taylor, coautor do estudo da Universidade do Texas em Austin.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cada vez mais curioso<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda h\u00e1 muito em debate, uma vez que os LRDs parecem suscitar ainda mais quest\u00f5es. Por exemplo, continua em aberto a quest\u00e3o de saber porque \u00e9 que os LRDs n\u00e3o aparecem em desvios para o vermelho mais baixos. Uma resposta poss\u00edvel \u00e9 o crescimento de dentro para fora: \u00e0 medida que a forma\u00e7\u00e3o estelar dentro de uma gal\u00e1xia se expande para fora do n\u00facleo, menos g\u00e1s \u00e9 depositado pelas supernovas perto do buraco negro em acre\u00e7\u00e3o, e este torna-se menos obscurecido. Neste caso, o buraco negro perde o seu casulo de g\u00e1s, torna-se mais azul e menos vermelho, e perde o seu estatuto de LRD.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m disso, os LRDs n\u00e3o s\u00e3o brilhantes em raios X, o que contrasta com a maioria dos buracos negros em desvios para o vermelho mais baixos. No entanto, os astr\u00f3nomos sabem que, em certas densidades de g\u00e1s, os fot\u00f5es de raios X podem ficar presos, reduzindo a quantidade de emiss\u00e3o de raios X. Assim, esta qualidade dos LRDs poderia apoiar a teoria de que se trata de buracos negros fortemente obscurecidos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa est\u00e1 a adotar v\u00e1rias abordagens para compreender a natureza dos LRDs, incluindo a an\u00e1lise das propriedades da sua amostra no infravermelho m\u00e9dio e a procura alargada de buracos negros em acre\u00e7\u00e3o para ver quantos se enquadram nos crit\u00e9rios dos LRDs. A obten\u00e7\u00e3o de espetroscopia mais profunda e observa\u00e7\u00f5es de acompanhamento selecionadas tamb\u00e9m ser\u00e3o ben\u00e9ficas para resolver este &#8220;caso em aberto&#8221; dos LRDs.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;H\u00e1 sempre duas ou mais formas potenciais de explicar as propriedades intrigantes dos pequenos pontos vermelhos&#8221;, disse Kocevski. &#8220;\u00c9 uma troca cont\u00ednua entre modelos e observa\u00e7\u00f5es, encontrando um equil\u00edbrio entre o que se alinha bem entre os dois e o que entra em conflito&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes resultados foram apresentados numa confer\u00eancia de imprensa na 245.\u00aa reuni\u00e3o da Sociedade Astron\u00f3mica Americana em National Harbor, no estado de Maryland, e foram submetidos para publica\u00e7\u00e3o na revista The Astrophysical Journal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/newfound-galaxy-class-may-indicate-early-black-hole-growth-webb-finds\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2025\/news-2025-101\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2409.06772\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>LRDs (Little red dots):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Little_red_dot_(galaxy)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro supermassivo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NGAs (N\u00facleos Gal\u00e1cticos Ativos):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Active_galactic_nucleus\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Levantamento CEERS (Cosmic Evolution Early Release Science):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/ceers.github.io\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JADES (JWST Advanced Deep Extragalactic Survey):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst-nirspec-gto\/jades\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cfa.harvard.edu\/research\/james-webb-space-telescope-advanced-deep-extragalactic-survey-jades\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian<\/a><br><a href=\"https:\/\/jades-survey.github.io\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">GitHub<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RUBIES (Red Unknowns: Bright Infrared Extragalactic Survey):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/annadeg.github.io\/projects\/RUBIES\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">GitHub<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma equipa de astr\u00f3nomos compilou recentemente uma das maiores amostras de LRDs (sigla inglesa de &#8220;little red dots&#8221;, &#8220;pequenos pontos vermelhos&#8221; em portugu\u00eas) 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