{"id":7683,"date":"2025-01-10T07:16:56","date_gmt":"2025-01-10T06:16:56","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7683"},"modified":"2025-01-10T07:16:57","modified_gmt":"2025-01-10T06:16:57","slug":"foram-observadas-estrelas-individuais-no-arco-do-dragao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/01\/10\/foram-observadas-estrelas-individuais-no-arco-do-dragao\/","title":{"rendered":"Foram observadas estrelas individuais no &#8220;Arco do Drag\u00e3o&#8221;"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01EVVBGNYH05KXA4S5Z2G4R5P7.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"920\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/7qvpAueq_o-920x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7684\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/7qvpAueq_o-920x1024.jpg 920w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/7qvpAueq_o-269x300.jpg 269w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/7qvpAueq_o-768x855.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/7qvpAueq_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 920px) 100vw, 920px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Abell 370, um enxame de gal\u00e1xias situado a cerca de 4 mil milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia da Terra, apresenta v\u00e1rios arcos de luz, incluindo o &#8220;Arco do Drag\u00e3o&#8221; (em baixo \u00e0 esquerda do centro). Estes arcos s\u00e3o causados por lentes gravitacionais: A luz de gal\u00e1xias distantes, muito atr\u00e1s do enorme enxame de gal\u00e1xias, que vem em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Terra, \u00e9 curvada em torno de Abell 370 pela sua enorme gravidade, resultando em imagens contorcidas.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA e J. Lotz e Equipa Frontier Fields do Hubble (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Observar o Universo quando este tinha metade da sua idade atual e esperar ver estrelas individuais \u00e9 considerado uma tarefa imposs\u00edvel em astronomia, um pouco como apontar um par de bin\u00f3culos para a Lua na esperan\u00e7a de distinguir gr\u00e3os de poeira individuais dentro das suas crateras. No entanto, gra\u00e7as a uma peculiaridade c\u00f3smica da natureza, uma equipa internacional de astr\u00f3nomos conseguiu fazer isso mesmo.<\/p>\n\n\n\n<p>Utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, o investigador de p\u00f3s-doutoramento Fengwu Sun do Centro de Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian e a sua equipa observaram uma gal\u00e1xia a cerca de 6,5 mil milh\u00f5es de anos-luz da Terra. Nesta gal\u00e1xia distante, a equipa identificou 44 estrelas individuais, tornadas vis\u00edveis gra\u00e7as a um efeito conhecido como lente gravitacional e ao elevado poder de recolha de luz do Webb.<\/p>\n\n\n\n<p>Publicada na revista Nature Astronomy, a descoberta assinala este recorde &#8211; o maior n\u00famero de estrelas individuais detetadas no Universo distante. Tamb\u00e9m proporciona uma forma de investigar um dos maiores mist\u00e9rios do Universo &#8211; a mat\u00e9ria escura.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Esta descoberta inovadora demonstra, pela primeira vez, que \u00e9 poss\u00edvel estudar um grande n\u00famero de estrelas individuais numa gal\u00e1xia distante&#8221;, afirmou Sun, coautor do estudo. &#8220;Ao passo que estudos anteriores com o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble encontraram cerca de sete estrelas, agora temos a capacidade de resolver estrelas que anteriormente estavam para l\u00e1 do nosso alcance. \u00c9 importante notar que a observa\u00e7\u00e3o de mais estrelas individuais tamb\u00e9m nos ajudar\u00e1 a compreender melhor a mat\u00e9ria escura no plano de observa\u00e7\u00e3o destas gal\u00e1xias e estrelas, o que n\u00e3o pod\u00edamos fazer apenas com o punhado de estrelas individuais observadas anteriormente&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Sun encontrou este tesouro de estrelas enquanto inspecionava as imagens do JWST de uma gal\u00e1xia conhecida como Arco do Drag\u00e3o, localizada ao longo da linha de vis\u00e3o da Terra por tr\u00e1s de um enorme enxame de gal\u00e1xias chamado Abell 370. Devido ao seu efeito de lente gravitacional, Abell 370 estica a espiral caracter\u00edstica do Arco do Drag\u00e3o numa forma alongada &#8211; como uma sala de espelhos de propor\u00e7\u00f5es c\u00f3smicas.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa de investiga\u00e7\u00e3o analisou cuidadosamente as cores de cada uma das estrelas no interior do Arco do Drag\u00e3o e descobriu que muitas s\u00e3o supergigantes vermelhas, semelhantes a Betelgeuse na constela\u00e7\u00e3o de Orionte, que se encontra na fase final da sua vida. Isto contrasta com descobertas anteriores, que identificaram predominantemente &#8220;supergigantes&#8221; azuis semelhantes a Rigel e Deneb, que est\u00e3o entre as estrelas mais brilhantes do c\u00e9u noturno. De acordo com os investigadores, esta diferen\u00e7a de tipos estelares tamb\u00e9m real\u00e7a o poder \u00fanico das observa\u00e7\u00f5es do JWST em comprimentos de onda infravermelhos que podem revelar estrelas a temperaturas mais baixas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Quando descobrimos estas estrelas individuais, est\u00e1vamos na realidade \u00e0 procura de uma gal\u00e1xia de fundo que \u00e9 ampliada pelas gal\u00e1xias deste enxame massivo&#8221;, disse Sun. &#8220;Mas quando process\u00e1mos os dados, percebemos que havia o que pareciam ser muitos pontos de estrelas individuais. Foi uma descoberta excitante porque foi a primeira vez que conseguimos ver tantas estrelas individuais t\u00e3o longe&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/pweb.cfa.harvard.edu\/sites\/default\/files\/2025-01\/Gravitational_lens_0.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/c7\/a5\/UsyEoo0k_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O halo massivo, mas invis\u00edvel, de mat\u00e9ria escura de um enxame de gal\u00e1xias funciona como uma &#8220;macrolente&#8221;, enquanto as estrelas solit\u00e1rias e n\u00e3o ligadas que vagueiam pelo enxame funcionam como &#8220;microlentes&#8221; adicionais, multiplicando o fator de amplia\u00e7\u00e3o.<br>Cr\u00e9dito: Yoshinobu Fudamoto<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Sun, em particular, est\u00e1 entusiasmado com a pr\u00f3xima oportunidade de estudar estas supergigantes vermelhas. &#8220;Sabemos mais sobre as supergigantes vermelhas na nossa vizinhan\u00e7a gal\u00e1ctica local porque est\u00e3o mais perto e podemos obter melhores imagens e espetros, e por vezes at\u00e9 resolver as estrelas. Podemos usar o conhecimento que adquirimos com o estudo das supergigantes vermelhas no Universo local para interpretar o que lhes acontece a seguir numa \u00e9poca t\u00e3o precoce da forma\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica em estudos futuros&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A maioria das gal\u00e1xias, incluindo a Via L\u00e1ctea, cont\u00e9m dezenas de milhares de milh\u00f5es de estrelas. Nas gal\u00e1xias pr\u00f3ximas, como a gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda, os astr\u00f3nomos podem observar as estrelas uma a uma. No entanto, em gal\u00e1xias a milhares de milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia, as estrelas aparecem misturadas, uma vez que a sua luz tem de viajar milhares de milh\u00f5es de anos-luz antes de chegar at\u00e9 n\u00f3s, o que representa um desafio de longa data para os cientistas que estudam a forma\u00e7\u00e3o e a evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Para n\u00f3s, as gal\u00e1xias que est\u00e3o muito distantes parecem normalmente uma mancha difusa e desfocada&#8221;, disse o autor principal do estudo, Yoshinobu Fudamoto, professor assistente na Universidade de Chiba, no Jap\u00e3o. &#8220;Mas, na verdade, essas manchas s\u00e3o constitu\u00eddas por muitas, muitas estrelas individuais. S\u00f3 que n\u00e3o conseguimos resolv\u00ea-las com os nossos telesc\u00f3pios&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Os recentes avan\u00e7os na astronomia abriram novas possibilidades, tirando partido das lentes gravitacionais &#8211; um efeito de amplia\u00e7\u00e3o natural causado pelos fortes campos gravitacionais de objetos massivos. Tal como previsto por Albert Einstein, as lentes gravitacionais podem ampliar a luz de estrelas distantes por um fator de centenas ou mesmo milhares de vezes, tornando-as detet\u00e1veis com instrumentos sens\u00edveis como o JWST.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Estas descobertas t\u00eam sido tipicamente limitadas a apenas uma ou duas estrelas por gal\u00e1xia&#8221;, disse Fudamoto. &#8220;Para estudar as popula\u00e7\u00f5es estelares de uma forma estatisticamente significativa, precisamos de muitas mais observa\u00e7\u00f5es de estrelas individuais&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Espera-se que as futuras observa\u00e7\u00f5es do Telesc\u00f3pio James Webb captem mais estrelas ampliadas na gal\u00e1xia do Arco do Drag\u00e3o. Estes esfor\u00e7os poder\u00e3o levar a estudos pormenorizados de centenas de estrelas em gal\u00e1xias distantes. Para al\u00e9m disso, as observa\u00e7\u00f5es de estrelas individuais poder\u00e3o fornecer informa\u00e7\u00f5es sobre a estrutura das lentes gravitacionais e at\u00e9 lan\u00e7ar luz sobre a natureza elusiva da mat\u00e9ria escura.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/pweb.cfa.harvard.edu\/news\/treasure-trove-unseen-stars-seen-beyond-dragon-arc\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Centro de Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.chiba-u.ac.jp\/e\/others\/topics\/topics\/beyond_the_dragon_arc_a_treasure_trove_of_unseen_stars.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Chiba (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.durham.ac.uk\/news-events\/latest-news\/2025\/01\/physicists-use-telescopic-trick-to-discover-new-stars\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Durham (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-024-02432-3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2404.08045v2\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/space-exploration\/james-webb-space-telescope\/james-webb-space-telescope-spots-record-breaking-collection-of-stars-in-far-flung-galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/astronomy\/dragon-arc-galaxy-pictured\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2025-01-treasure-trove-unseen-stars-dragon.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/news\/articles\/cd9x1vdn403o\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">BBC<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/record-breaking-view-webb-uses-physics-trick-to-spot-44-distant-stars-in-a-galaxy-far-far-away-2000546879\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Abell 370:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Abell_370\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lentes gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_lensing\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mat\u00e9ria escura:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Dark_matter\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, investigadores observaram uma gal\u00e1xia a cerca de 6,5 mil milh\u00f5es de anos-luz da Terra. 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