{"id":7574,"date":"2025-01-03T07:11:03","date_gmt":"2025-01-03T06:11:03","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7574"},"modified":"2025-01-03T07:11:04","modified_gmt":"2025-01-03T06:11:04","slug":"descobrindo-os-rastos-de-um-centauro-cientistas-examinam-um-hibrido-unico-entre-asteroide-e-cometa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2025\/01\/03\/descobrindo-os-rastos-de-um-centauro-cientistas-examinam-um-hibrido-unico-entre-asteroide-e-cometa\/","title":{"rendered":"Descobrindo os &#8220;rastos&#8221; de um centauro: cientistas examinam um h\u00edbrido \u00fanico entre asteroide e cometa"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/HofVFBEQ_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"562\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/HofVFBEQ_o-1024x562.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7575\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/HofVFBEQ_o-1024x562.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/HofVFBEQ_o-300x165.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/HofVFBEQ_o-768x422.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/HofVFBEQ_o.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica de um centauro ativo como Qu\u00edron. As diferentes cores na cabeleira indicam composi\u00e7\u00f5es variadas de g\u00e1s, gelo e poeira.\nCr\u00e9dito: William Gonzalez Sierra<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora o nosso Sistema Solar tenha milhares de milh\u00f5es de anos, s\u00f3 recentemente pass\u00e1mos a conhecer melhor um dos seus habitantes mais din\u00e2micos e cativantes, conhecido como (2060) Qu\u00edron.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Qu\u00edron pertence \u00e0 classe de objetos a que os astr\u00f3nomos chamam &#8220;Centauros&#8221;. Os centauros s\u00e3o objetos espaciais que orbitam o Sol entre J\u00fapiter e Neptuno. S\u00e3o semelhantes \u00e0 criatura mitol\u00f3gica que lhes d\u00e1 o nome, na medida em que s\u00e3o h\u00edbridos, possuindo caracter\u00edsticas tanto de asteroides como de cometas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Utilizando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, cientistas da UCF (University of Central Florida) lideraram recentemente uma equipa que descobriu, pela primeira vez, que Qu\u00edron tem uma qu\u00edmica de superf\u00edcie diferente da dos outros centauros. A sua superf\u00edcie tem gelo de di\u00f3xido de carbono e de mon\u00f3xido de carbono, bem como di\u00f3xido de carbono e metano na sua cabeleira, o inv\u00f3lucro de poeira e g\u00e1s que o rodeia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados dos investigadores foram recentemente publicados na revista Astronomy &amp; Astrophysics.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A cientista associada do FSI (Florida Space Institute) da UCF, Noem\u00ed Pinilla-Alonso, que trabalha agora na Universidade de Oviedo, em Espanha, e o cientista assistente Charles Schambeau lideraram a investiga\u00e7\u00e3o. Os novos resultados baseiam-se em descobertas anteriores de Pinilla-Alonso e colegas que detetaram mon\u00f3xido de carbono e di\u00f3xido de carbono gelados em objetos transneptunianos pela primeira vez no in\u00edcio do ano passado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas observa\u00e7\u00f5es, juntamente com as de Qu\u00edron, est\u00e3o a criar conhecimentos fundamentais para compreender a forma\u00e7\u00e3o do nosso Sistema Solar, uma vez que estes objetos permaneceram praticamente inalterados desde a forma\u00e7\u00e3o do Sistema Solar, afirma Pinilla-Alonso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Todos os pequenos corpos do Sistema Solar nos dizem como este era no passado, que \u00e9 um per\u00edodo de tempo que j\u00e1 n\u00e3o podemos observar&#8221;, diz ela. &#8220;Mas os centauros ativos dizem-nos muito mais. Est\u00e3o a sofrer transforma\u00e7\u00f5es devido ao aquecimento solar e oferecem uma oportunidade \u00fanica de aprender mais sobre a superf\u00edcie e sobre as camadas subterr\u00e2neas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma vez que Qu\u00edron possui caracter\u00edsticas de asteroide e de cometa, \u00e9 um bom local para estudar muitos processos que podem ajudar a compreend\u00ea-los.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O que \u00e9 \u00fanico acerca de Qu\u00edron \u00e9 o facto de podermos observar tanto a superf\u00edcie, onde se encontra a maior parte dos gelos, como a cabeleira, onde vemos gases que t\u00eam origem na superf\u00edcie ou logo abaixo dela&#8221;, diz Pinilla-Alonso. &#8220;Os objetos transpetunianos n\u00e3o t\u00eam este tipo de atividade porque est\u00e3o muito longe e s\u00e3o muito frios. Os asteroides n\u00e3o t\u00eam este tipo de atividade porque n\u00e3o t\u00eam gelo. Os cometas, por outro lado, mostram atividade como os centauros, mas s\u00e3o normalmente observados mais perto do Sol e as suas cabeleiras s\u00e3o t\u00e3o espessas que complicam a interpreta\u00e7\u00e3o das observa\u00e7\u00f5es dos gelos \u00e0 superf\u00edcie. Descobrir quais os gases que fazem parte da cabeleira e as suas diferentes rela\u00e7\u00f5es com os gelos \u00e0 superf\u00edcie ajuda-nos a conhecer as propriedades f\u00edsicas e qu\u00edmicas, tais como a espessura e a porosidade da camada de gelo, a sua composi\u00e7\u00e3o e a forma como a irradia\u00e7\u00e3o a afeta&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/a6\/3f\/WIN3B47Y_o.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/a6\/3f\/WIN3B47Y_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica de Qu\u00edron. As bandas coloridas destacam os diferentes gelos, tais como a \u00e1gua, \u00f3xidos de carbono e hidrocarbonetos leves. Inser\u00e7\u00e3o &#8211; pormenor da reflet\u00e2ncia de Qu\u00edron destacando a fluoresc\u00eancia do g\u00e1s metano juntamente com as absor\u00e7\u00f5es dos gelos de etano e propano.<br>Cr\u00e9dito: William Gonzalez Sierra<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta destes gelos e gases num objeto t\u00e3o distante como Qu\u00edron &#8211; observado perto do seu ponto mais afastado do Sol &#8211; \u00e9 excitante porque pode ajudar a contextualizar outros centauros e a fornecer informa\u00e7\u00f5es sobre a era mais antiga do nosso Sistema Solar, diz Schambeau.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estes resultados n\u00e3o se assemelham a nada que tenhamos visto antes&#8221;, diz ele. &#8220;Detetar g\u00e1s em torno de objetos t\u00e3o distantes do Sol como Qu\u00edron \u00e9 um grande desafio, mas o JWST tornou-o acess\u00edvel. Estas dete\u00e7\u00f5es melhoram a nossa compreens\u00e3o da composi\u00e7\u00e3o interior de Qu\u00edron e de como esse material produz os comportamentos \u00fanicos que observamos em Qu\u00edron&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Schambeau \u00e9 especialista no estudo de centauros, cometas e outros objetos espaciais. Ele analisou o g\u00e1s metano da cabeleira e determinou que o fluxo detetado era consistente com a sua origem numa \u00e1rea de superf\u00edcie que estava exposta ao maior aquecimento do Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Qu\u00edron, descoberto pela primeira vez em 1977, est\u00e1 muito melhor caracterizado do que a maioria dos centauros e, comparativamente, \u00e9 \u00fanico, diz Schambeau. A informa\u00e7\u00e3o recentemente analisada ajuda os cientistas a compreender melhor o processo termof\u00edsico que est\u00e1 a decorrer em Qu\u00edron e que produz g\u00e1s metano, diz ele.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 um fen\u00f3meno estranho quando comparado com a maioria dos outros centauros&#8221;, diz Schambeau. &#8220;Tem per\u00edodos em que se comporta como um cometa, tem an\u00e9is de material \u00e0 sua volta e potencialmente um campo de detritos de pequenas poeiras ou material rochoso a orbitar \u00e0 sua volta. Assim, surgem muitas quest\u00f5es acerca das propriedades de Qu\u00edron que permitem estes comportamentos \u00fanicos&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/e1\/9e\/XR7wt92k_o.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/e1\/9e\/XR7wt92k_o.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica do n\u00facleo de Qu\u00edron rodeado por detritos e uma cabeleira de poeira e g\u00e1s.<br>Cr\u00e9dito: William Gonzalez Sierra<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores conclu\u00edram que a coexist\u00eancia das mol\u00e9culas em v\u00e1rios estados acrescenta outra camada de intriga ao estudo dos cometas e dos centauros. O estudo tamb\u00e9m destacou a presen\u00e7a de subprodutos irradiados de metano, mon\u00f3xido de carbono e di\u00f3xido de carbono, que exigir\u00e3o mais investiga\u00e7\u00e3o e poder\u00e3o ajudar os cientistas a revelar os processos \u00fanicos que produzem a composi\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie de Qu\u00edron.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Qu\u00edron \u00e9 origin\u00e1rio da regi\u00e3o dos objetos transneptunianos e tem viajado \u00e0 volta do nosso Sistema Solar desde a sua forma\u00e7\u00e3o, diz Pinilla-Alonso. As \u00f3rbitas de Qu\u00edron e de muitos outros objetos n\u00e3o planet\u00e1rios de grandes dimens\u00f5es sofrem ocasionalmente encontros pr\u00f3ximos com um dos planetas gigantes, onde a atra\u00e7\u00e3o gravitacional do planeta altera a \u00f3rbita do objeto mais pequeno, levando-o por todo o nosso Sistema Solar e expondo-o a muitos ambientes diferentes, diz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Sabemos que foi ejetado da popula\u00e7\u00e3o de objetos transeptunianos e s\u00f3 agora est\u00e1 a transitar pela regi\u00e3o dos planetas gigantes, onde n\u00e3o permanecer\u00e1 por muito tempo&#8221;, diz Pinilla-Alonso. &#8220;Ap\u00f3s cerca de 1 milh\u00e3o de anos, centauros como Qu\u00edron s\u00e3o tipicamente ejetados da regi\u00e3o dos planetas gigantes, onde podem terminar as suas vidas como cometas da fam\u00edlia de J\u00fapiter ou podem regressar \u00e0 regi\u00e3o dos objetos transeptunianos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pinilla-Alonso real\u00e7a que os espetros do JWST mostraram pela primeira vez a multiplicidade de gelos de Qu\u00edron com diferentes volatilidades e os seus processos de forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Alguns destes gelos, como o metano, o di\u00f3xido de carbono e a \u00e1gua, podem ser componentes primordiais de Qu\u00edron, herdados da nebulosa pr\u00e9-solar. Outros, como o acetileno, o propano, o etano e o \u00f3xido de carbono, podem ter-se formado \u00e0 superf\u00edcie devido a processos de redu\u00e7\u00e3o e oxida\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com base nos novos dados do JWST, n\u00e3o tenho a certeza de que tenhamos um centauro normal&#8221;, diz Pinilla-Alonso. &#8220;Todos os centauros ativos que estamos a observar com o JWST apresentam alguma peculiaridade. Mas n\u00e3o podem ser todos an\u00f3malos. Tem de haver algo que explique porque \u00e9 que todos eles parecem comportar-se de forma diferente ou algo que \u00e9 comum a todos eles e que ainda n\u00e3o conseguimos ver&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A an\u00e1lise dos gases e gelos de Qu\u00edron abre novas fronteiras e oportunidades para uma investiga\u00e7\u00e3o interessante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Vamos continuar a acompanhar Qu\u00edron&#8221;, diz Pinilla-Alonso. &#8220;Vai aproximar-se de n\u00f3s e, se conseguirmos estud\u00e1-lo a dist\u00e2ncias mais pr\u00f3ximas e obter melhores leituras sobre as quantidades e a natureza dos gelos, silicatos e material org\u00e2nico, poderemos compreender melhor como as varia\u00e7\u00f5es sazonais da insola\u00e7\u00e3o e os diferentes padr\u00f5es de ilumina\u00e7\u00e3o podem afetar o seu comportamento e o seu reservat\u00f3rio de gelo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Discovering Icy Materials within the Solar System\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/9bfr8dQQjQ4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.ucf.edu\/news\/uncovering-a-centaurs-tracks-ucf-scientists-examine-unique-asteroid-comet-hybrid\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ UCF (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.uniovi.es\/actualidad\/noticias\/-\/asset_publisher\/Ru0cAJNPrm1m\/content\/id\/10208652\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Oviedo (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.aanda.org\/articles\/aa\/full_html\/2024\/12\/aa50124-24\/aa50124-24.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Qu\u00edron:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/2060_Chiron\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/ssd.jpl.nasa.gov\/sbdb.cgi?sstr=2060+Chiron#content\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">JPL\/NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/cometography.com\/pcomets\/095p.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gary W. Kronk&#8217;s Cometography<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Centauro:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Centaur_(minor_planet)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.minorplanetcenter.org\/iau\/lists\/Centaurs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro de Planetas Menores da UAI<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica de um centauro ativo como Qu\u00edron. 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