{"id":7526,"date":"2024-12-13T07:26:21","date_gmt":"2024-12-13T06:26:21","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7526"},"modified":"2024-12-13T07:26:22","modified_gmt":"2024-12-13T06:26:22","slug":"7526","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/12\/13\/7526\/","title":{"rendered":""},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/weic2429b.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"510\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/W8oj4cxU_o-1024x510.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7527\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/W8oj4cxU_o-1024x510.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/W8oj4cxU_o-300x150.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/W8oj4cxU_o-768x383.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/W8oj4cxU_o-660x330.jpg 660w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/W8oj4cxU_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Pela primeira vez, os astr\u00f3nomos que utilizam o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA identificaram uma gal\u00e1xia, apelidada de Firefly Sparkle, que n\u00e3o s\u00f3 est\u00e1 em processo de forma\u00e7\u00e3o estelar cerca de 600 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang, como tamb\u00e9m pesa aproximadamente o mesmo que a nossa gal\u00e1xia Via L\u00e1ctea, se pud\u00e9ssemos &#8220;voltar atr\u00e1s no tempo&#8221; para a pesar enquanto esta se desenvolvia. Duas gal\u00e1xias companheiras est\u00e3o pr\u00f3ximas, o que pode vir a afetar a forma como esta gal\u00e1xia se molda e ganha massa ao longo de milhares de milh\u00f5es de anos.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, Chris Willott (Conselho Nacional de Investiga\u00e7\u00e3o do Canad\u00e1), Lamiya Mowla (Wellesley College), Kartheik Iyer (Universidade de Columbia)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pela primeira vez, o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA detetou e &#8220;pesou&#8221; uma gal\u00e1xia, nos prim\u00f3rdios do Universo, que tem uma massa semelhante \u00e0 massa que a nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea, teria na mesma fase de desenvolvimento. Situada cerca de 600 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang, esta gal\u00e1xia leve, apelidada de &#8220;Firefly Sparkle&#8221;, brilha com enxames de estrelas &#8211; 10 no total &#8211; que os investigadores examinaram em grande pormenor. Outras gal\u00e1xias que o Webb detetou neste per\u00edodo da hist\u00f3ria do Universo s\u00e3o significativamente mais massivas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;N\u00e3o pensei que fosse poss\u00edvel resolver uma gal\u00e1xia que existiu t\u00e3o cedo no Universo em tantos componentes distintos, quanto mais descobrir que a sua massa \u00e9 semelhante \u00e0 da nossa pr\u00f3pria Gal\u00e1xia quando esta estava em processo de forma\u00e7\u00e3o&#8221;, disse Lamiya Mowla, coautora principal do artigo e professora assistente na Wellesley College em Massachusetts, EUA. &#8220;H\u00e1 tanta coisa a acontecer dentro desta pequena gal\u00e1xia, incluindo muitas fases diferentes de forma\u00e7\u00e3o estelar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Webb conseguiu obter imagens da gal\u00e1xia com suficiente pormenor por duas raz\u00f5es. Uma delas \u00e9 um benef\u00edcio do cosmos: um enorme enxame de gal\u00e1xias em primeiro plano melhorou radicalmente a apar\u00eancia da gal\u00e1xia distante atrav\u00e9s de um efeito natural conhecido como lente gravitacional. E quando combinado com o poder do telesc\u00f3pio para obter imagens de alta resolu\u00e7\u00e3o no infravermelho, o Webb forneceu novos dados sem precedentes sobre o conte\u00fado da gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Sem o benef\u00edcio desta lente gravitacional, n\u00e3o ser\u00edamos capazes de ver esta gal\u00e1xia com tanto pormenor&#8221;, disse Kartheik Iyer, coautor principal e bolseiro do Hubble da NASA na Universidade de Columbia em Nova Iorque. &#8220;Sab\u00edamos que era de esperar com base na f\u00edsica atual, mas \u00e9 surpreendente que a tenhamos realmente visto&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lamiya, que detetou a gal\u00e1xia na imagem do Webb, foi atra\u00edda pelos seus enxames estelares brilhantes, porque os objetos que brilham indicam tipicamente que s\u00e3o extremamente aglomerados e complicados. Uma vez que a gal\u00e1xia se assemelha a uma &#8216;fa\u00edsca&#8217; ou a um enxame de pirilampos numa noite quente de ver\u00e3o, deram-lhe o nome de gal\u00e1xia &#8220;Firefly Sparkle&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Reconstru\u00e7\u00e3o do aspeto da gal\u00e1xia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa de investiga\u00e7\u00e3o modelou o aspeto que a gal\u00e1xia teria se a sua imagem n\u00e3o fosse esticada pela lente gravitacional e descobriu que se assemelha a uma gota de chuva alongada. No seu interior, est\u00e3o suspensos dois enxames de estrelas na parte superior e oito na parte inferior. &#8220;A nossa reconstru\u00e7\u00e3o mostra que os enxames de estrelas em forma\u00e7\u00e3o ativa est\u00e3o rodeados pela luz difusa de outras estrelas n\u00e3o resolvidas&#8221;, disse Kartheik. &#8220;Esta gal\u00e1xia est\u00e1 literalmente no processo de forma\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados do Webb mostram que a gal\u00e1xia Firefly Sparkle \u00e9 mais pequena, caindo na categoria de gal\u00e1xia de baixa massa. Passar\u00e3o milhares de milh\u00f5es de anos antes que ela adquira todo o seu peso e uma forma distinta. &#8220;A maioria das outras gal\u00e1xias que o Webb nos mostrou n\u00e3o est\u00e3o ampliadas ou esticadas, e n\u00e3o conseguimos ver os seus &#8216;blocos de constru\u00e7\u00e3o&#8217; separadamente. Com a Firefly Sparkle, estamos a ver uma gal\u00e1xia a ser montada tijolo a tijolo&#8221;, disse Lamiya.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01J6AFVDP7867TQD8TTBARG2B0.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/e8\/b2\/Q3YjMRAX_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este conceito art\u00edstico mostra uma reconstru\u00e7\u00e3o do aspeto da gal\u00e1xia Firefly Sparkle cerca de 600 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang, se n\u00e3o tivesse sido esticada e distorcida por um efeito natural conhecido como lente gravitacional. Esta ilustra\u00e7\u00e3o \u00e9 baseada em imagens e dados do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA.<br>Cr\u00e9dito: iIlustra\u00e7\u00e3o &#8211; NASA, ESA, CSA, Ralf Crawford (STScI); ci\u00eancia &#8211; Lamiya Mowla (Wellesley College), Guillaume Desprez (Universidade de Saint Mary)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Esticada e a brilhar, pronta para ser analisada de perto<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma vez que a imagem da gal\u00e1xia est\u00e1 deformada num arco longo, os investigadores conseguiram facilmente identificar 10 enxames estelares distintos, que emitem a maior parte da luz da gal\u00e1xia. Est\u00e3o aqui representados em tons de cor-de-rosa, roxo e azul. Estas cores nas imagens do Webb e os seus espetros de apoio confirmam que a forma\u00e7\u00e3o estelar n\u00e3o aconteceu de uma s\u00f3 vez nesta gal\u00e1xia, mas foi escalonada no tempo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta gal\u00e1xia tem uma cole\u00e7\u00e3o diversificada de enxames estelares e \u00e9 not\u00e1vel que os possamos ver separadamente numa idade t\u00e3o precoce do Universo&#8221;, disse Chris Willott do Conselho Nacional de Investiga\u00e7\u00e3o do Canad\u00e1, coautor e investigador principal do programa de observa\u00e7\u00e3o. &#8220;Cada enxame de estrelas est\u00e1 numa fase diferente de forma\u00e7\u00e3o ou evolu\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A forma projetada da gal\u00e1xia mostra que as suas estrelas n\u00e3o se fixaram num bojo central ou num disco fino e achatado, outra evid\u00eancia de que a gal\u00e1xia ainda se est\u00e1 a formar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Companheiras &#8220;brilhantes&#8221;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores n\u00e3o podem prever como \u00e9 que esta gal\u00e1xia desorganizada se vai moldar e tomar forma ao longo de milhares de milh\u00f5es de anos, mas h\u00e1 duas gal\u00e1xias que a equipa confirmou estarem perto dela e que podem influenciar a forma como Firefly Sparkle poder\u00e1 ganhar massa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A gal\u00e1xia Firefly Sparkle est\u00e1 apenas a 6500 anos-luz de dist\u00e2ncia da sua primeira companheira, e a sua segunda companheira est\u00e1 separada por 42.000 anos-luz. Para contextualizar, a Via L\u00e1ctea totalmente formada mede cerca de 100.000 anos-luz de di\u00e2metro &#8211; as tr\u00eas caberiam dentro dela. N\u00e3o s\u00f3 as suas companheiras est\u00e3o muito pr\u00f3ximas, como os investigadores pensam que se est\u00e3o a orbitar umas \u00e0s outras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De cada vez que uma gal\u00e1xia passa por outra, o g\u00e1s condensa-se e arrefece, permitindo a forma\u00e7\u00e3o de novas estrelas em enxames. &#8220;H\u00e1 muito que se prev\u00ea que as gal\u00e1xias do Universo primitivo se formam atrav\u00e9s de sucessivas intera\u00e7\u00f5es e fus\u00f5es com outras gal\u00e1xias mais pequenas&#8221;, disse Yoshihisa Asada, coautor e estudante de doutoramento na Universidade de Quioto, no Jap\u00e3o. &#8220;Poderemos estar a assistir a este processo em a\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta \u00e9 apenas a primeira de muitas gal\u00e1xias deste tipo que o JWST ir\u00e1 descobrir, pois estamos apenas a come\u00e7ar a usar estes &#8216;microsc\u00f3pios&#8217; c\u00f3smicos&#8221;, acrescentou a membro da equipa Maru\u0161a Brada\u010d, da Universidade de Liubliana, na Eslov\u00e9nia. &#8220;Tal como os microsc\u00f3pios nos permitem ver os gr\u00e3os de p\u00f3len das plantas, a incr\u00edvel resolu\u00e7\u00e3o do Webb e o poder de amplia\u00e7\u00e3o da lente gravitacional permitem-nos ver as pequenas pe\u00e7as no interior das gal\u00e1xias. A nossa equipa est\u00e1 agora a analisar todas as gal\u00e1xias primitivas e os resultados apontam todos na mesma dire\u00e7\u00e3o: ainda temos de aprender muito mais sobre a forma\u00e7\u00e3o dessas gal\u00e1xias primitivas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A investiga\u00e7\u00e3o da equipa baseou-se em dados do levantamento CANUCS (CAnadian NIRISS Unbiased Cluster Survey) do Webb, que incluem imagens no infravermelho pr\u00f3ximo pelo instrumento NIRCam (Near-InfraRed Camera) e espetros do NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph). Os dados do CANUCS cobriram intencionalmente um campo que o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA captou como parte do seu programa CLASH (Cluster Lensing And Supernova survey with Hubble).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este trabalho foi publicado dia 12 de dezembro de 2024 na revista Nature.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"\u201cFirefly Sparkle\u201d Reveals Early Galaxy\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Fk-1ee1rstM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Webb\/Webb_finds_primeval_star-forming_galaxy_that_is_lightweight\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/webb\/found-first-actively-forming-galaxy-as-lightweight-as-young-milky-way\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/news\/weic2429\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Webb (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2024\/news-2024-116\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.wellesley.edu\/news\/a-new-galaxy-much-like-our-own\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Wellesley College (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.columbia.edu\/news\/kartheik-iyer-found-milky-way-galaxy-and-nicknamed-it-firefly-sparkle\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Columbia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.artsci.utoronto.ca\/news\/astronomers-find-first-actively-forming-galaxy-lightweight-young-milky-way\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade de Toronto (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-024-08293-0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/astronomy\/firefly-sparkle-galaxy-formation\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2024-12-firefly-newly-galaxy-mirrors-milky.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2024\/12\/241211143905.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.reuters.com\/science\/firefly-sparkle-galaxy-offers-taste-infant-milky-way-2024-12-11\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reuters<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/news\/articles\/cdr0j7625kzo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">BBC<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gal\u00e1xias:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galaxy_formation_and_evolution\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Lentes gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_lensing\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Levantamento CANUCS (CAnadian NIRISS Unbiased Cluster Survey):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/niriss.github.io\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pela primeira vez, os astr\u00f3nomos que utilizam o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA identificaram uma gal\u00e1xia, apelidada de Firefly Sparkle, que n\u00e3o s\u00f3 est\u00e1 em processo de forma\u00e7\u00e3o estelar cerca de 600 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang, como tamb\u00e9m pesa aproximadamente o mesmo que a nossa gal\u00e1xia Via L\u00e1ctea, se pud\u00e9ssemos &#8220;voltar 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