{"id":7520,"date":"2024-12-13T07:20:19","date_gmt":"2024-12-13T06:20:19","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7520"},"modified":"2024-12-13T07:20:20","modified_gmt":"2024-12-13T06:20:20","slug":"o-maior-estudo-da-expansao-do-universo-pelo-webb-confirma-o-desafio-a-teoria-cosmica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/12\/13\/o-maior-estudo-da-expansao-do-universo-pelo-webb-confirma-o-desafio-a-teoria-cosmica\/","title":{"rendered":"O maior estudo da expans\u00e3o do Universo, pelo Webb, confirma o desafio \u00e0 teoria c\u00f3smica"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01H1CV2FH3KW1W8A4ZVQ6MDHHT.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"486\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/TdURVyqe_o.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-7521\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/TdURVyqe_o.png 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/TdURVyqe_o-300x148.png 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/TdURVyqe_o-768x379.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mais de 20.000 gal\u00e1xias aparecem nesta imagem obtida pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Simon Lilly (ETH Zurique), Daichi Kashino (Universidade de Nagoya), Jorryt Matthee (ETH Zurique), Christina Eilers (MIT), Rob Simcoe (MIT), Rongmon Bordoloi (NCSU), Ruari Mackenzie (ETH Zurique); processamento de imagem &#8211; Alyssa Pagan (STSCI), Ruari Macken<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Novas observa\u00e7\u00f5es do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb sugerem que uma nova caracter\u00edstica do Universo &#8211; e n\u00e3o uma falha nas medi\u00e7\u00f5es telesc\u00f3picas &#8211; pode estar por detr\u00e1s do mist\u00e9rio de uma d\u00e9cada sobre a raz\u00e3o pela qual o Universo se est\u00e1 a expandir mais rapidamente hoje do que na sua inf\u00e2ncia, h\u00e1 milhares de milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os novos dados confirmam as medi\u00e7\u00f5es, pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble, das dist\u00e2ncias entre estrelas e gal\u00e1xias pr\u00f3ximas, oferecendo um controlo cruzado crucial para resolver o desfasamento nas medi\u00e7\u00f5es da misteriosa expans\u00e3o do Universo. Conhecida como a tens\u00e3o de Hubble, a discrep\u00e2ncia permanece inexplicada mesmo pelos melhores modelos cosmol\u00f3gicos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A discrep\u00e2ncia entre o ritmo observado de expans\u00e3o do Universo e as previs\u00f5es do modelo padr\u00e3o sugere que a nossa compreens\u00e3o do Universo pode estar incompleta&#8221;, afirmou o laureado com o Pr\u00e9mio Nobel e principal autor do estudo, Adam Riess, professor de F\u00edsica e Astronomia na Universidade Johns Hopkins. &#8220;Com dois telesc\u00f3pios emblem\u00e1ticos da NASA a confirmarem agora as descobertas um do outro, temos de levar este problema [da tens\u00e3o do Hubble] muito a s\u00e9rio &#8211; \u00e9 um desafio, mas tamb\u00e9m uma oportunidade incr\u00edvel para aprender mais sobre o nosso Universo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Publicada na revista The Astrophysical Journal, a investiga\u00e7\u00e3o baseia-se na descoberta de Riess de que a expans\u00e3o do Universo est\u00e1 a acelerar devido a uma misteriosa &#8220;energia escura&#8221; que permeia vastas extens\u00f5es de espa\u00e7o entre estrelas e gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/rFiErow.gif\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/rFiErow.gif\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma representa\u00e7\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o do Universo ao longo de 13,77 mil milh\u00f5es de anos. \u00c0 esquerda temos o momento mais antigo que podemos agora estudar, quando um per\u00edodo de &#8220;infla\u00e7\u00e3o&#8221; produziu uma explos\u00e3o exponencial de crescimento no Universo (o tamanho \u00e9 ilustrado na extens\u00e3o vertical da grelha). Durante os v\u00e1rios milhares de milh\u00f5es de anos seguintes, a expans\u00e3o do Universo abrandou gradualmente \u00e0 medida que a mat\u00e9ria do Universo se puxava sobre si pr\u00f3pria atrav\u00e9s da gravidade. Mais recentemente, a expans\u00e3o come\u00e7ou a acelerar de novo \u00e0 medida que os efeitos repulsivos da energia escura passaram a dominar a expans\u00e3o do Universo.<br>Cr\u00e9dito: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa de Riess utilizou a maior amostra de dados do Webb recolhidos durante os seus primeiros dois anos no espa\u00e7o para verificar a medi\u00e7\u00e3o do telesc\u00f3pio Hubble do ritmo de expans\u00e3o do Universo, um valor conhecido como a constante de Hubble. Utilizaram tr\u00eas m\u00e9todos diferentes para medir dist\u00e2ncias a gal\u00e1xias que albergavam supernovas, concentrando-se em dist\u00e2ncias previamente medidas pelo telesc\u00f3pio Hubble e conhecidas por produzirem as medi\u00e7\u00f5es &#8220;locais&#8221; mais precisas deste valor. As observa\u00e7\u00f5es de ambos os telesc\u00f3pios alinharam-se estreitamente, revelando que as medi\u00e7\u00f5es do Hubble s\u00e3o exatas e excluindo uma imprecis\u00e3o suficientemente grande para atribuir a tens\u00e3o a um erro do Telesc\u00f3pio Hubble.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda assim, a constante de Hubble continua a ser um quebra-cabe\u00e7as porque as medi\u00e7\u00f5es baseadas em observa\u00e7\u00f5es telesc\u00f3picas do Universo atual produzem valores mais elevados em compara\u00e7\u00e3o com as proje\u00e7\u00f5es feitas usando o &#8220;modelo padr\u00e3o da cosmologia&#8221;, um quadro amplamente aceite de como o Universo funciona, calibrado com dados do fundo c\u00f3smico de micro-ondas, a t\u00e9nue radia\u00e7\u00e3o remanescente do Big Bang.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao passo que o modelo padr\u00e3o produz uma constante de Hubble de cerca de 67-68 quil\u00f3metros por segundo por megaparsec, as medi\u00e7\u00f5es baseadas em observa\u00e7\u00f5es telesc\u00f3picas d\u00e3o regularmente um valor mais elevado de 70 a 76, com uma m\u00e9dia de 73 km\/s\/Mpc. Este desfasamento deixa os cosm\u00f3logos perplexos h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada, porque uma diferen\u00e7a de 5-6 km\/s\/Mpc \u00e9 demasiado grande para ser explicada simplesmente por falhas na medi\u00e7\u00e3o ou nas t\u00e9cnicas de observa\u00e7\u00e3o (Megaparsecs s\u00e3o dist\u00e2ncias enormes. Um megaparsec corresponde a 3,26 milh\u00f5es de anos-luz, e um ano-luz \u00e9 a dist\u00e2ncia que a luz percorre num ano: 9,4 bili\u00f5es de quil\u00f3metros).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa de Riess refere que uma vez que os novos dados do Webb excluem a exist\u00eancia de vieses significativos nas medi\u00e7\u00f5es do Hubble, a tens\u00e3o de Hubble pode resultar de factores desconhecidos ou de lacunas na compreens\u00e3o da f\u00edsica por parte dos cosm\u00f3logos, lacunas estas ainda por descobrir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os dados do Webb s\u00e3o como se estiv\u00e9ssemos a olhar, pela primeira vez, para o Universo em alta defini\u00e7\u00e3o e melhoram realmente a rela\u00e7\u00e3o sinal-ru\u00eddo das medi\u00e7\u00f5es&#8221;, disse Siyang Li, um estudante da Universidade Johns Hopkins e que tamb\u00e9m trabalhou neste estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A nova investiga\u00e7\u00e3o cobriu cerca de um-ter\u00e7o da amostra completa de gal\u00e1xias do Hubble, usando como ponto de refer\u00eancia a dist\u00e2ncia conhecida a uma gal\u00e1xia chamada NGC 4258. Apesar do conjunto de dados ser mais pequeno, a equipa atingiu uma precis\u00e3o impressionante, mostrando diferen\u00e7as entre as medi\u00e7\u00f5es inferiores a 2% &#8211; muito inferiores aos cerca de 8-9% da discrep\u00e2ncia da tens\u00e3o do Hubble.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m da sua an\u00e1lise de estrelas pulsantes chamadas vari\u00e1veis Cefeidas, o &#8220;padr\u00e3o de ouro&#8221; para medir dist\u00e2ncias c\u00f3smicas, a equipa cruzou medi\u00e7\u00f5es baseadas em estrelas ricas em carbono e nas gigantes vermelhas mais brilhantes das mesmas gal\u00e1xias. Todas as gal\u00e1xias observadas pelo Webb, juntamente com as suas supernovas, produziram uma constante de Hubble de 72,6 km\/s\/Mpc, quase id\u00eantico ao valor de 72,8 km\/s\/Mpc encontrado pelo Hubble para as mesmas gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo incluiu amostras de dados do Webb de dois grupos que trabalham independentemente para aperfei\u00e7oar a constante de Hubble, um da equipa SH0ES de Riess (Supernova, H0, for the Equation of State of Dark Energy) e outro do Programa Hubble de Carnegie-Chicago, bem como de outras equipas. As medi\u00e7\u00f5es combinadas permitem a determina\u00e7\u00e3o mais precisa, at\u00e9 \u00e0 data, da exatid\u00e3o das dist\u00e2ncias medidas com as estrelas Cefeidas do Telesc\u00f3pio Hubble, que s\u00e3o fundamentais para a determina\u00e7\u00e3o da constante de Hubble.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esawebb.org\/archives\/images\/large\/potm2407b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/34\/60\/1xGhqXKG_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Tr\u00eas vistas de NGC 4258, tamb\u00e9m conhecida como Messier 106, que est\u00e1 a cerca de 23 milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de C\u00e3es de Ca\u00e7a. As duas primeiras imagens mostram-na no vis\u00edvel, tal como vista pelo Observat\u00f3rio Nacional de Kitt Peak e pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble. A imagem da direita \u00e9 do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb no infravermelho.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Webb, NASA e CSA, J. Glenn, KPNO\/NOIRLab\/NSF\/AURA, equipa do Legado Hubble (STScI\/AURA), R. Gendler, M.T. Patterso, T.A. Rector, D. de Martin e M. Zamani<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora a constante de Hubble n\u00e3o tenha um efeito pr\u00e1tico no Sistema Solar, na Terra ou na nossa vida quotidiana, revela a evolu\u00e7\u00e3o do Universo a escalas extremamente grandes, com vastas \u00e1reas do pr\u00f3prio espa\u00e7o a esticarem-se e a empurrarem gal\u00e1xias distantes umas das outras, como passas numa massa a levedar. \u00c9 um valor chave que os cientistas utilizam para mapear a estrutura do Universo, aprofundar a sua compreens\u00e3o do seu estado 13-14 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang e para calcular outros aspetos fundamentais do cosmos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A resolu\u00e7\u00e3o da tens\u00e3o de Hubble pode revelar novos conhecimentos sobre outras discrep\u00e2ncias do modelo cosmol\u00f3gico padr\u00e3o que surgiram nos \u00faltimos anos, disse Marc Kamionkowski, cosm\u00f3logo de Johns Hopkins que ajudou a calcular a constante de Hubble e que recentemente ajudou a desenvolver uma poss\u00edvel nova explica\u00e7\u00e3o para a tens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O modelo padr\u00e3o explica a evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias, a radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica de fundo em micro-ondas do Big Bang, as abund\u00e2ncias dos elementos qu\u00edmicos no Universo e muitas outras observa\u00e7\u00f5es importantes baseadas nas leis conhecidas da f\u00edsica. No entanto, n\u00e3o explica completamente a natureza da mat\u00e9ria escura e da energia escura, componentes misteriosas do Universo que se estima serem respons\u00e1veis por 96% da sua constitui\u00e7\u00e3o e pela expans\u00e3o acelerada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Uma explica\u00e7\u00e3o poss\u00edvel para a tens\u00e3o de Hubble seria se houvesse algo em falta na nossa compreens\u00e3o do Universo primitivo, como uma nova componente da mat\u00e9ria &#8211; a energia escura primitiva &#8211; que desse ao Universo um impulso inesperado ap\u00f3s o Big Bang&#8221;, disse Kamionkowski, que n\u00e3o esteve envolvido no novo estudo. &#8220;E h\u00e1 outras ideias, como propriedades engra\u00e7adas da mat\u00e9ria escura, part\u00edculas ex\u00f3ticas, a altera\u00e7\u00e3o da massa dos eletr\u00f5es ou campos magn\u00e9ticos primordiais, que podem realizar o truque. Os te\u00f3ricos t\u00eam licen\u00e7a para serem bastante criativos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/hub.jhu.edu\/2024\/12\/09\/webb-telescope-hubble-tension-universe-expansion\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade Johns Hopkins (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/ad8c21\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lei de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law#Determining_the_Hubble_constant\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Determinando a constante de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lambda-CDM_model\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Modelo Lambda-CDM (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder#Galactic_distance_indicators\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Indicadores de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&#8220;Escada&#8221; de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Supernovas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Type_Ia_supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tipo Ia (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cefeidas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cepheid_variable\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/spider.seds.org\/spider\/ScholarX\/variables.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas de carbono:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Carbon_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mat\u00e9ria escura:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Dark_matter\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Energia escura:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Dark_Energy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais de 20.000 gal\u00e1xias aparecem nesta imagem obtida pelo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb. Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, Simon Lilly (ETH Zurique), Daichi Kashino (Universidade de Nagoya), Jorryt Matthee (ETH Zurique), Christina Eilers (MIT), Rob Simcoe (MIT), Rongmon Bordoloi (NCSU), Ruari Mackenzie (ETH Zurique); processamento de imagem &#8211; Alyssa Pagan (STSCI), Ruari Macken Novas observa\u00e7\u00f5es do &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7521,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62,60,16,1],"tags":[437,327,168,329,150,387,371,1621],"class_list":["post-7520","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-cosmologia","category-galaxias","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-cefeidas","tag-constante-de-hubble","tag-energia-escura","tag-expansao-do-universo","tag-hubble","tag-jwst","tag-materia-escura","tag-supernova-do-tipo-ia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7520","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7520"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7520\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7522,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7520\/revisions\/7522"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7521"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7520"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7520"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7520"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}