{"id":7466,"date":"2024-11-19T07:23:19","date_gmt":"2024-11-19T06:23:19","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7466"},"modified":"2024-11-19T07:23:20","modified_gmt":"2024-11-19T06:23:20","slug":"hubble-ve-o-rescaldo-da-colisao-de-uma-galaxia-com-a-via-lactea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/11\/19\/hubble-ve-o-rescaldo-da-colisao-de-uma-galaxia-com-a-via-lactea\/","title":{"rendered":"Hubble v\u00ea o rescaldo da colis\u00e3o de uma gal\u00e1xia com a Via L\u00e1ctea"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esahubble.org\/archives\/images\/large\/heic2415c.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/1n6HZ7To_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7467\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/1n6HZ7To_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/1n6HZ7To_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/1n6HZ7To_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/1n6HZ7To_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Este conceito art\u00edstico mostra uma amplia\u00e7\u00e3o da Grande Nuvem de Magalh\u00e3es, uma gal\u00e1xia an\u00e3 que \u00e9 uma das vizinhas mais pr\u00f3ximas da Via L\u00e1ctea.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, Ralf Crawford (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos confins da nossa Gal\u00e1xia est\u00e1 a desenrolar-se uma hist\u00f3ria de sobreviv\u00eancia, e o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA est\u00e1 a testemunhar a saga.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Grande Nuvem de Magalh\u00e3es (GNM) \u00e9 uma das gal\u00e1xias vizinhas mais pr\u00f3ximas da Via L\u00e1ctea. Esta gal\u00e1xia an\u00e3 aparece em grande no c\u00e9u noturno do hemisf\u00e9rio sul, com um di\u00e2metro aparente 20 vezes superior ao da Lua cheia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Muitos investigadores teorizam que a GNM n\u00e3o est\u00e1 em \u00f3rbita \u00e0 volta da nossa Gal\u00e1xia, mas apenas de passagem. Estes cientistas pensam que a GNM acabou de completar a sua maior aproxima\u00e7\u00e3o \u00e0 muito mais massiva Via L\u00e1ctea. Esta passagem fez desaparecer a maior parte do halo esf\u00e9rico de g\u00e1s que rodeia a GNM.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora, pela primeira vez, os astr\u00f3nomos conseguiram medir o tamanho do halo da Grande Nuvem de Magalh\u00e3es &#8211; algo que s\u00f3 podiam fazer com o Hubble. Num novo estudo a ser publicado na revista The Astrophysical Journal Letters, os investigadores ficaram surpreendidos ao descobrir que o halo \u00e9 extremamente pequeno, com cerca de 50.000 anos-luz de di\u00e2metro. \u00c9 cerca de 10 vezes mais pequeno do que os halos de outras gal\u00e1xias com a massa da GNM. O seu tamanho compacto conta a hist\u00f3ria do seu encontro com a Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A GNM \u00e9 uma sobrevivente&#8221;, disse Andrew Fox da AURA\/STScI para a ESA em Baltimore, que foi o investigador principal nas observa\u00e7\u00f5es. &#8220;Apesar de ter perdido muito do seu g\u00e1s, ainda tem o suficiente para continuar a formar novas estrelas. Por isso, podem ser criadas novas regi\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o estelar. Uma gal\u00e1xia mais pequena n\u00e3o teria resistido &#8211; n\u00e3o restaria g\u00e1s, apenas uma cole\u00e7\u00e3o de estrelas vermelhas envelhecidas&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esahubble.org\/archives\/images\/large\/heic2415a.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/96\/09\/C58xgLsq_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra a Grande Nuvem de Magalh\u00e3es, ou GNM, em primeiro plano, \u00e0 medida que passa pelo halo gasoso da Via L\u00e1ctea, muito mais massiva. O encontro fez desaparecer a maior parte do halo esf\u00e9rico de g\u00e1s que rodeia a GNM, como ilustrado pelo fluxo de g\u00e1s que faz lembrar a cauda de um cometa. Ainda assim, permanece um halo compacto, e os cientistas n\u00e3o esperam que este halo residual se perca. A equipa analisou o halo usando a luz de fundo de 28 quasares, um tipo excecionalmente brilhante de n\u00facleo gal\u00e1ctico ativo que brilha em todo o Universo como um farol. A sua luz permite aos cientistas &#8220;ver&#8221; indiretamente o g\u00e1s do halo atrav\u00e9s da absor\u00e7\u00e3o da luz de fundo. As linhas representam a vis\u00e3o do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble desde a sua \u00f3rbita em torno da Terra at\u00e9 aos quasares distantes atrav\u00e9s do g\u00e1s da GNM.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, Ralf Crawford (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora um pouco pior, a GNM ainda mant\u00e9m um halo compacto e atarracado de g\u00e1s &#8211; algo que n\u00e3o teria sido capaz de manter gravitacionalmente se fosse menos massiva. A Grande Nuvem de Magalh\u00e3es tem 10 por cento da massa da Via L\u00e1ctea, o que a torna mais massiva do que a maioria das gal\u00e1xias an\u00e3s.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Por causa do halo gigante da Via L\u00e1ctea, o g\u00e1s da GNM est\u00e1 a ser truncado, ou extinguido&#8221;, explicou Sapna Mishra, do STScI, a principal autora do artigo cient\u00edfico que relata esta descoberta. &#8220;Mas mesmo com esta intera\u00e7\u00e3o catastr\u00f3fica com a Via L\u00e1ctea, a GNM \u00e9 capaz de reter 10 por cento do seu halo devido \u00e0 sua elevada massa&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um secador de cabelo gigantesco<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A maior parte do halo da GNM foi destru\u00eddo devido a um fen\u00f3meno chamado &#8220;ram-pressure stripping&#8221;. O ambiente denso da Via L\u00e1ctea empurra a GNM para tr\u00e1s e cria um rasto de g\u00e1s que segue a gal\u00e1xia an\u00e3 &#8211; como a cauda de um cometa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Gosto de pensar na Via L\u00e1ctea como um secador de cabelo gigante, que est\u00e1 a soprar g\u00e1s da GNM \u00e0 medida que vem at\u00e9 n\u00f3s&#8221;, disse Fox. &#8220;A Via L\u00e1ctea est\u00e1 a empurrar para tr\u00e1s com tanta for\u00e7a que a &#8216;ram pressure&#8217; retirou a maior parte da massa original do halo da GNM. S\u00f3 resta um pouco, e \u00e9 este pequeno e compacto remanescente que estamos a ver agora&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0 medida que a &#8220;ram pressure&#8221; empurra para longe grande parte do halo da Grande Nuvem de Magalh\u00e3es, o g\u00e1s abranda e acaba por &#8220;chover&#8221; na Via L\u00e1ctea. Mas como a GNM acabou de ultrapassar a sua maior aproxima\u00e7\u00e3o \u00e0 Via L\u00e1ctea e est\u00e1 a mover-se novamente para o espa\u00e7o profundo, os cientistas n\u00e3o esperam que todo o halo se perca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>S\u00f3 com o Hubble<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para realizar este estudo, a equipa de investiga\u00e7\u00e3o analisou observa\u00e7\u00f5es ultravioletas do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais no STScI. A maior parte da luz ultravioleta \u00e9 bloqueada pela atmosfera da Terra, pelo que n\u00e3o pode ser observada com telesc\u00f3pios terrestres. O Hubble \u00e9 o \u00fanico telesc\u00f3pio espacial atual adaptado \u00e0 dete\u00e7\u00e3o destes comprimentos de onda da luz, pelo que este estudo s\u00f3 foi poss\u00edvel com o Hubble.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa estudou o halo utilizando a luz de fundo de 28 quasares brilhantes. Os quasares, o tipo mais brilhante de n\u00facleo gal\u00e1ctico ativo, s\u00e3o alimentados por buracos negros supermassivos. Brilhando como far\u00f3is, permitem aos cientistas &#8220;ver&#8221; indiretamente o g\u00e1s do halo atrav\u00e9s da absor\u00e7\u00e3o da luz de fundo. Os quasares encontram-se em todo o Universo, a dist\u00e2ncias extremas da nossa Gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.esahubble.org\/archives\/images\/large\/heic2415b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/cb\/34\/1JPQBJ6m_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta conce\u00e7\u00e3o art\u00edstica ilustra o encontro da Grande Nuvem de Magalh\u00e3es (GNM) com o halo gasoso da Via L\u00e1ctea. No painel superior, a meio do lado direito, a GNM come\u00e7a a colidir com o halo muito mais massivo da nossa Gal\u00e1xia. O brilhante choque em arco p\u00farpura representa a borda dianteira do halo da GNM, que est\u00e1 a ser comprimido \u00e0 medida que o halo da Via L\u00e1ctea empurra contra a GNM que se aproxima. No painel do meio, parte do halo est\u00e1 a ser despojado e &#8220;soprado&#8221; para uma cauda de g\u00e1s que eventualmente &#8220;chover\u00e1&#8221; na Via L\u00e1ctea. O painel inferior mostra a progress\u00e3o desta intera\u00e7\u00e3o, \u00e0 medida que a cauda tipo cometa da GNM se torna mais definida. Permanece um halo compacto da GNM. Dado que a Grande Nuvem de Magalh\u00e3es j\u00e1 passou a sua maior aproxima\u00e7\u00e3o \u00e0 Via L\u00e1ctea e est\u00e1 a mover-se novamente para o espa\u00e7o profundo, os cientistas n\u00e3o esperam que o halo residual se perca.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, Ralf Crawford (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas utilizaram dados do instrumento COS (Cosmic Origins Spectrograph) do Hubble para detetar a presen\u00e7a do g\u00e1s do halo atrav\u00e9s da forma como este absorve certas cores de luz dos quasares de fundo. Um espetr\u00f3grafo decomp\u00f5e a luz nos v\u00e1rios comprimentos de onda, revelando pistas sobre o estado, a temperatura, a velocidade, a quantidade, a dist\u00e2ncia e a composi\u00e7\u00e3o do objeto. Com o COS, mediram a velocidade do g\u00e1s \u00e0 volta da Grande Nuvem de Magalh\u00e3es, o que lhes permitiu determinar o tamanho do halo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Devido \u00e0 sua massa e proximidade da Via L\u00e1ctea, a GNM \u00e9 um laborat\u00f3rio astrof\u00edsico \u00fanico. Ver a intera\u00e7\u00e3o da GNM com a nossa Gal\u00e1xia ajuda os cientistas a compreender o que aconteceu no in\u00edcio do Universo, quando as gal\u00e1xias estavam mais pr\u00f3ximas umas das outras. Tamb\u00e9m mostra como o processo de intera\u00e7\u00e3o entre gal\u00e1xias \u00e9 confuso e complicado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Olhando para o futuro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa vai seguidamente estudar a parte da frente do halo da Grande Nuvem de Magalh\u00e3es, uma \u00e1rea que ainda n\u00e3o foi explorada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Neste novo programa, vamos sondar cinco linhas de vis\u00e3o na regi\u00e3o onde o halo da GNM e o halo da Via L\u00e1ctea est\u00e3o a colidir&#8221;, disse o coautor Scott Lucchini do Centro de Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian. &#8220;Este \u00e9 o local onde os halos est\u00e3o comprimidos, como dois bal\u00f5es empurrados um contra o outro&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/hubble\/nasas-hubble-sees-aftermath-of-galaxys-scrape-with-milky-way\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/esahubble.org\/news\/heic2415\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ ESA\/Hubble (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2024\/news-2024-031\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2410.11960v1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Grande Nuvem de Magalh\u00e3es:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large_Magellanic_Cloud\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/xtra\/ngc\/lmc.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS.org<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&#8220;Ram pressure&#8221;:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Ram_pressure\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quasar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Quasar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro supermassivo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este conceito art\u00edstico mostra uma amplia\u00e7\u00e3o da Grande Nuvem de Magalh\u00e3es, uma gal\u00e1xia an\u00e3 que \u00e9 uma das vizinhas mais pr\u00f3ximas da Via L\u00e1ctea. 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