{"id":7432,"date":"2024-11-05T07:15:55","date_gmt":"2024-11-05T06:15:55","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7432"},"modified":"2024-11-05T07:15:56","modified_gmt":"2024-11-05T06:15:56","slug":"hubble-e-webb-sondam-disco-surpreendentemente-uniforme-em-torno-de-vega","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/11\/05\/hubble-e-webb-sondam-disco-surpreendentemente-uniforme-em-torno-de-vega\/","title":{"rendered":"Hubble e Webb sondam disco surpreendentemente uniforme em torno de Vega"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/83\/7c\/hkkiTjSm_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/hkkiTjSm_o-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7433\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/hkkiTjSm_o-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/hkkiTjSm_o-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/hkkiTjSm_o-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/hkkiTjSm_o.jpg 1140w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Equipas de astr\u00f3nomos usaram o poder combinado dos telesc\u00f3pios espaciais Hubble e James Webb da NASA para revisitar o lend\u00e1rio disco de Vega.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STScI, S. Wolff (Universidade do Arizona), K. Su (Universidade do Arizona), A. G\u00e1sp\u00e1r (Universidade do Arizona)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No filme de 1997, &#8220;Contacto&#8221;, adaptado do romance escrito em 1985 por Carl Sagan, a personagem principal, a cientista Ellie Arroway (interpretada pela atriz Jodi Foster), viaja num buraco de minhoca constru\u00eddo por extraterrestres at\u00e9 \u00e0 estrela Vega. Ela chega a uma tempestade de detritos que rodeia a estrela &#8211; mas n\u00e3o s\u00e3o vis\u00edveis planetas \u00f3bvios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Parece que os cineastas acertaram.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa de astr\u00f3nomos da Universidade do Arizona, em Tucson, EUA, utilizou os telesc\u00f3pios espaciais Hubble e James Webb da NASA para observar em profundidade, sem precedentes, o disco de detritos com cerca de 160 mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros de di\u00e2metro que rodeia a estrela Vega. &#8220;Com os telesc\u00f3pios Hubble e Webb, obt\u00e9m-se uma vis\u00e3o muito clara de Vega. \u00c9 um sistema misterioso porque \u00e9 diferente de outros discos circunstelares que j\u00e1 vimos&#8221;, disse Andras G\u00e1sp\u00e1r da Universidade do Arizona, membro da equipa de investiga\u00e7\u00e3o. &#8220;O disco de Vega \u00e9 uniforme, ridiculamente uniforme&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A grande surpresa, para a equipa de investiga\u00e7\u00e3o, \u00e9 que n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias \u00f3bvias de que um ou mais planetas grandes estejam a atravessar o disco que, da perspetiva da Terra, \u00e9 visto de face. &#8220;Isto est\u00e1 a fazer-nos repensar a gama e a variedade de sistemas exoplanet\u00e1rios&#8221;, disse Kate Su da Universidade do Arizona, autora principal do artigo cient\u00edfico que apresenta as descobertas do Webb.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Webb v\u00ea o brilho infravermelho de um disco de part\u00edculas do tamanho de areia a girar em torno da escaldante estrela azul-esbranqui\u00e7ada, 40 vezes mais brilhante do que o nosso Sol. O Hubble capta um halo exterior deste disco, com part\u00edculas n\u00e3o maiores do que a consist\u00eancia de fumo que refletem a luz da estrela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A distribui\u00e7\u00e3o da poeira no disco de detritos de Vega \u00e9 estratificada porque a press\u00e3o da luz estelar empurra os gr\u00e3os mais pequenos para fora mais depressa do que os gr\u00e3os maiores. &#8220;Diferentes tipos de f\u00edsica localizam part\u00edculas de diferentes tamanhos em diferentes locais&#8221;, disse Schuyler Wolff da equipa da Universidade do Arizona, autora principal do artigo cient\u00edfico que apresenta as descobertas do Hubble. &#8220;O facto de vermos os tamanhos das part\u00edculas de poeira ordenados pode ajudar-nos a compreender a din\u00e2mica subjacente aos discos circunstelares&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O disco de Vega tem uma pequena divis\u00e3o a cerca de 60 UA (unidades astron\u00f3micas &#8211; 1 UA equivale \u00e0 dist\u00e2ncia Terra-Sol, cerca de 150 milh\u00f5es de quil\u00f3metros) da estrela (o dobro da dist\u00e2ncia de Neptuno ao Sol), mas de resto \u00e9 muito uniforme at\u00e9 se perder no brilho da estrela. Os investigadores dizem que isto mostra que n\u00e3o h\u00e1 planetas com massa t\u00e3o &#8220;pequena&#8221; quanto Neptuno a circular em \u00f3rbitas largas, como no nosso Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos a ver em pormenor quanta variedade existe entre os discos circunstelares e como essa variedade est\u00e1 ligada aos sistemas planet\u00e1rios subjacentes. Estamos a descobrir muito sobre os sistemas planet\u00e1rios &#8211; mesmo quando n\u00e3o conseguimos ver o que podem ser planetas escondidos&#8221;, acrescentou Su. &#8220;Ainda h\u00e1 muitas inc\u00f3gnitas no processo de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria e penso que estas novas observa\u00e7\u00f5es de Vega v\u00e3o ajudar a restringir os modelos&#8221;.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/hubble-webb-vega-stsci-01jbf21me7kk818s3sn45zc3mf.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images2.imgbox.com\/c2\/82\/qgIzSIqw_o.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esquerda: imagem em cores falsas, obtida pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble, de um disco de poeira com 160 mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros de largura em torno da estrela Vega. O Hubble deteta luz refletida de poeira do tamanho de part\u00edculas de fumo, em grande parte num halo na periferia do disco. O disco \u00e9 muito uniforme, sem ind\u00edcios de planetas grandes incorporados. O ponto negro no centro bloqueia o brilho da estrela jovem e quente.<br>Direta: o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb resolve o brilho da poeira quente num halo de disco, a 37 mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros de dist\u00e2ncia da estrela. O disco exterior (an\u00e1logo \u00e0 Cintura de Kuiper do Sistema Solar) estende-se de 11 mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros a 24 mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros. O disco interior estende-se desde a orla interna do disco exterior at\u00e9 \u00e0 proximidade da estrela. H\u00e1 uma queda not\u00e1vel no brilho do disco interior de aproximadamente 6 a 11,6 mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros. A mancha negra no centro deve-se \u00e0 falta de dados devido \u00e0 satura\u00e7\u00e3o.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STSCI, S. Wolff (Universidade do Arizona), K. Su (Universidade do Arizona), A. G\u00e1sp\u00e1r (Universidade do Arizona); clique\u00a0<a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/hubble-vega-stsci-01jbf8sa79vm97v2tjk9pw5njy.png\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">aqui para ver uma vers\u00e3o maior da imagem do Hubble<\/a>,\u00a0<a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/webb-vega-stsci-01jbf8vh80k6ccngbvtm5grc85.png\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">aqui para ver uma vers\u00e3o maior da imagem do Webb<\/a><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Diversidade de disco<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As estrelas rec\u00e9m-formadas acretam material de um disco de poeira e g\u00e1s que \u00e9 o remanescente achatado da nuvem a partir da qual se est\u00e3o a formar. Em meados da d\u00e9cada de 1990, o Hubble encontrou discos \u00e0 volta de muitas estrelas em forma\u00e7\u00e3o. Os discos s\u00e3o provavelmente locais de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria, migra\u00e7\u00e3o e, por vezes, destrui\u00e7\u00e3o. Estrelas completamente maduras como Vega t\u00eam discos poeirentos enriquecidos por colis\u00f5es cont\u00ednuas entre asteroides em \u00f3rbita e detritos de cometas em evapora\u00e7\u00e3o. Estes s\u00e3o corpos primordiais que podem sobreviver at\u00e9 \u00e0 idade atual de 450 milh\u00f5es de anos de Vega (o nosso Sol \u00e9 aproximadamente dez vezes mais velho do que Vega). A poeira dentro do nosso Sistema Solar (vista como a luz zodiacal) \u00e9 tamb\u00e9m reabastecida por corpos menores que expelem poeira a um ritmo de cerca de 10 toneladas por segundo. Esta poeira \u00e9 empurrada pelos planetas. Isto fornece uma estrat\u00e9gia para detetar planetas \u00e0 volta de outras estrelas sem os ver diretamente &#8211; apenas observando os efeitos que t\u00eam na poeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Vega continua a ser invulgar&#8221;, disse Wolff. &#8220;A arquitetura do sistema de Vega \u00e9 muito diferente da do nosso Sistema Solar, onde planetas gigantes como J\u00fapiter e Saturno impedem que a poeira se espalhe como acontece com Vega&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para compara\u00e7\u00e3o, existe uma estrela pr\u00f3xima, Fomalhaut, que est\u00e1 aproximadamente \u00e0 mesma dist\u00e2ncia e tem mais ou menos a mesma idade e temperatura que Vega. Mas a arquitetura circunstelar de Fomalhaut \u00e9 muito diferente da de Vega. Fomalhaut tem tr\u00eas cinturas de detritos aninhadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os planetas s\u00e3o sugeridos como corpos &#8220;pastores&#8221; \u00e0 volta de Fomalhaut, que constringem gravitacionalmente a poeira em an\u00e9is, embora ainda n\u00e3o tenham sido identificados quaisquer planetas. &#8220;Dada a semelhan\u00e7a f\u00edsica entre as estrelas Vega e Fomalhaut, porque \u00e9 que Fomalhaut parece ter sido capaz de formar planetas e Vega n\u00e3o?&#8221;, pergunta-se George Rieke da Universidade do Arizona, membro da equipa de investiga\u00e7\u00e3o. &#8220;Qual \u00e9 a diferen\u00e7a? Ser\u00e1 que o ambiente circunstelar, ou a pr\u00f3pria estrela, criaram essa diferen\u00e7a? O que \u00e9 intrigante \u00e9 que a mesma f\u00edsica est\u00e1 a funcionar em ambos&#8221;, acrescentou Wolff.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Primeira pista sobre poss\u00edveis &#8220;estaleiros de constru\u00e7\u00e3o&#8221; planet\u00e1ria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Situada na famosa constela\u00e7\u00e3o do c\u00e9u de ver\u00e3o, Lira, Vega \u00e9 uma das estrelas mais brilhantes do hemisf\u00e9rio norte. Vega \u00e9 lend\u00e1ria porque forneceu a primeira evid\u00eancia de que o material que orbita uma estrela &#8211; presumivelmente o material para construir planetas &#8211; pode ser uma potencial &#8220;moradia&#8221; de vida. Esta hip\u00f3tese foi colocada pela primeira vez por Immanuel Kant em 1775. Mas foram necess\u00e1rios mais de 200 anos at\u00e9 que a primeira evid\u00eancia observacional fosse recolhida &#8211; em 1984. Um intrigante excesso de luz infravermelha proveniente de poeira quente foi detetado pelo IRAS (Infrared Astronomy Satellite) da NASA. Foi interpretado como uma concha ou disco de poeira que se estendia a duas vezes o raio orbital de Plut\u00e3o a partir da estrela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2005, o Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer, da NASA, mapeou um anel de poeira \u00e0 volta de Vega. Este facto foi confirmado por observa\u00e7\u00f5es utilizando telesc\u00f3pios submilim\u00e9tricos, incluindo o CSO (Caltech Submillimeter Observatory) em Mauna Kea, no Hawaii, o ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array) no Chile, e o Telesc\u00f3pio Espacial Herschel da ESA, mas nenhum destes telesc\u00f3pios conseguiu ver muitos detalhes. &#8220;As observa\u00e7\u00f5es do Hubble e do Webb, em conjunto, fornecem tantos mais pormenores que nos est\u00e3o a dizer algo completamente novo sobre o sistema de Vega que ningu\u00e9m sabia antes&#8221;, concluiu Rieke.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/missions\/hubble\/nasas-hubble-webb-probe-surprisingly-smooth-disk-around-vega\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/news-releases\/2024\/news-2024-030\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/news.arizona.edu\/news\/astronomers-see-debris-disk-around-young-star-vega-unprecedented-detail\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade do Arizona (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2410.24042\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico por Wolff et al. (arXiv.org)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2410.23636\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico por Su et al. (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Vega:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/theskylive.com\/sky\/stars\/vega-alpha-lyrae-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">The Sky Live<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Vega\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Equipas de astr\u00f3nomos usaram o poder combinado dos telesc\u00f3pios espaciais Hubble e James Webb da NASA para revisitar o lend\u00e1rio disco de Vega. 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