{"id":7421,"date":"2024-11-01T07:33:52","date_gmt":"2024-11-01T06:33:52","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7421"},"modified":"2024-11-01T07:33:52","modified_gmt":"2024-11-01T06:33:52","slug":"descobertos-discos-protoplanetarios-em-torno-de-anas-castanhas-na-nebulosa-de-orionte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/11\/01\/descobertos-discos-protoplanetarios-em-torno-de-anas-castanhas-na-nebulosa-de-orionte\/","title":{"rendered":"Descobertos discos protoplanet\u00e1rios em torno de an\u00e3s castanhas na Nebulosa de Orionte"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/rUZKrAOd_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"700\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/rUZKrAOd_o-1024x700.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7422\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/rUZKrAOd_o-1024x700.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/rUZKrAOd_o-300x205.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/rUZKrAOd_o-768x525.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/rUZKrAOd_o-1536x1050.jpg 1536w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/rUZKrAOd_o-110x75.jpg 110w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/rUZKrAOd_o.jpg 1728w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagem infravermelha do centro da Nebulosa de Orionte obtida com o instrumento NIRCam (Near Infrared Camera) do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb. As inser\u00e7\u00f5es mostram imagens ampliadas de dois &#8220;proplyds&#8221; t\u00e9nues do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble em comprimentos de onda \u00f3ticos e depois do Webb em comprimentos de onda infravermelhos. Para cada &#8220;proplyd&#8221;, \u00e9 detetado em silhueta na imagem \u00f3tica um pequeno disco protoplanet\u00e1rio, que est\u00e1 rodeado por uma frente de ioniza\u00e7\u00e3o brilhante que \u00e9 produzida pela intensa radia\u00e7\u00e3o UV das estrelas mais massivas. A an\u00e3 castanha no centro de cada disco \u00e9 detetada na imagem infravermelha do Webb. A espetroscopia do instrumento NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) do Webb confirmou que estes objetos s\u00e3o an\u00e3s castanhas com base nas suas temperaturas frias.\nCr\u00e9dito: NASA\/ESA\/CSA, Mark McCaughrean\/ESA, Massimo Robberto\/STSCI\/JHU, Kevin Luhman\/Universidade do Estado da Pensilv\u00e2nia, Catarina Alves de Oliveira\/ESA<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As estrelas rec\u00e9m-nascidas est\u00e3o rodeadas por discos de g\u00e1s e poeira, a que se d\u00e1 o nome de discos protoplanet\u00e1rios, no interior dos quais nascem os planetas. Na Nebulosa de Orionte (ou M42), as estrelas mais brilhantes e massivas emitem intensa radia\u00e7\u00e3o ultravioleta que ilumina os discos protoplanet\u00e1rios, permitindo que sejam fotografados com um raro detalhe. As imagens impressionantes destes discos protoplanet\u00e1rios iluminados pela radia\u00e7\u00e3o UV, chamados &#8220;proplyds&#8221; (discos protoplanet\u00e1rios ionizados), foram uma das primeiras grandes descobertas do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA, h\u00e1 d\u00e9cadas atr\u00e1s. Um novo estudo realizado por uma equipa internacional de investigadores utilizou o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA para revelar que alguns dos &#8220;proplyds&#8221; originalmente detetados pelo Hubble rodeiam an\u00e3s castanhas, que s\u00e3o objetos semelhantes a estrelas, mas demasiado pequenos e frios para fundir hidrog\u00e9nio. Os novos resultados do Webb v\u00e3o ajudar os astr\u00f3nomos a compreender melhor como as an\u00e3s castanhas se formam, a sua rela\u00e7\u00e3o com as estrelas e os planetas e se podem at\u00e9 albergar planetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O artigo cient\u00edfico que descreve as observa\u00e7\u00f5es foi aceite para publica\u00e7\u00e3o na revista The Astrophysical Journal e est\u00e1 dispon\u00edvel online como pr\u00e9-publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As estrelas nascem no interior de enormes nuvens de g\u00e1s e poeira no espa\u00e7o, que podem ter anos-luz de di\u00e2metro, as chamadas nebulosas&#8221;, disse Kevin Luhman, professor de astronomia e astrof\u00edsica na Universidade do Estado da Pensilv\u00e2nia, EUA, um dos l\u00edderes da equipa de investiga\u00e7\u00e3o. &#8220;Durante d\u00e9cadas, os astr\u00f3nomos suspeitaram que, pouco depois de uma estrela coalescer dentro de uma nebulosa, os planetas nascem dentro de um disco de g\u00e1s e poeira que rodeia a estrela rec\u00e9m-nascida, conhecido como disco protoplanet\u00e1rio&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pouco depois do seu lan\u00e7amento em 1990, o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble revelou algumas das fotografias diretas mais n\u00edtidas de discos protoplanet\u00e1rios atrav\u00e9s de observa\u00e7\u00f5es da Nebulosa de Orionte. M42 cont\u00e9m cerca de 2000 estrelas rec\u00e9m-nascidas e \u00e9 uma das nebulosas de forma\u00e7\u00e3o estelar mais pr\u00f3ximas do nosso Sistema Solar, localizada a 1300 anos-luz de dist\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Alguns dos objetos nascidos em nebulosas como a de Orionte t\u00eam massas demasiado pequenas para fundirem hidrog\u00e9nio, pelo que s\u00e3o frios e t\u00e9nues e n\u00e3o se qualificam como estrelas de pleno direito&#8221;, disse Catarina Alves de Oliveira, chefe da Divis\u00e3o de Desenvolvimento de Opera\u00e7\u00f5es Cient\u00edficas da ESA e tamb\u00e9m l\u00edder da equipa de investiga\u00e7\u00e3o. &#8220;Estes corpos semelhantes a estrelas que n\u00e3o t\u00eam fus\u00e3o s\u00e3o conhecidos como an\u00e3s castanhas. A quest\u00e3o \u00e9: ser\u00e1 que conseguimos encontrar &#8216;proplyds&#8217; \u00e0 volta de alguma das an\u00e3s castanhas em Orionte?&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pouco depois das an\u00e3s castanhas terem sido descobertas, em meados da d\u00e9cada de 1990, os astr\u00f3nomos come\u00e7aram a perguntar-se se elas tamb\u00e9m poderiam abrigar discos protoplanet\u00e1rios. Alguns dos &#8220;proplyds&#8221; detetados pelo Hubble na d\u00e9cada de 1990 pareciam rodear objetos suficientemente t\u00e9nues para serem an\u00e3s castanhas, mas os cientistas n\u00e3o possu\u00edam as medi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para confirmar que tinham as temperaturas frias das an\u00e3s castanhas. Era necess\u00e1rio um telesc\u00f3pio infravermelho mais sens\u00edvel para efetuar essas medi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lan\u00e7ado em dezembro de 2021, o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA \u00e9 o telesc\u00f3pio infravermelho mais potente at\u00e9 \u00e0 data, o que o torna perfeitamente adequado para medir as temperaturas de objetos t\u00e9nues na Nebulosa de Orionte que possam ser an\u00e3s castanhas, incluindo os mais t\u00e9nues &#8220;proplyds&#8221; que foram fotografados pelo Hubble h\u00e1 30 anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa de astr\u00f3nomos efetuou medi\u00e7\u00f5es espetrosc\u00f3picas infravermelhas numa pequena amostra de candidatas a an\u00e3 castanha em Orionte utilizando o NIRSpec (Near-Infrared Spectrograph) do Webb. Estes dados confirmaram que 20 objetos s\u00e3o suficientemente frios para serem an\u00e3s castanhas, os mais pequenos dos quais podem ter massas equivalentes a apenas 0,5% da do Sol, ou cinco massas de J\u00fapiter. Dois outros objetos est\u00e3o perto da massa m\u00ednima para a fus\u00e3o &#8211; 7,5% da massa do Sol &#8211; pelo que n\u00e3o \u00e9 claro se s\u00e3o pequenas estrelas ou an\u00e3s castanhas grandes. A amostra de novas an\u00e3s castanhas inclui dois &#8220;proplyds&#8221; t\u00e9nues detetados pelo Hubble na d\u00e9cada de 1990, o que os torna dois dos &#8220;proplyds&#8221; mais frios e menos massivos encontrados at\u00e9 \u00e0 data.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As novas observa\u00e7\u00f5es do Webb apenas &#8216;arranharam a superf\u00edcie&#8217; em termos de an\u00e3s castanhas em Orionte,&#8221; disse Luhman. &#8220;A nebulosa cont\u00e9m algumas centenas de objetos t\u00e9nues que podem ser an\u00e3s castanhas e que est\u00e3o prontos para serem estudados espetroscopicamente com o Webb. Observa\u00e7\u00f5es futuras de Orionte, com o Webb, poder\u00e3o potencialmente encontrar muitos mais exemplos de &#8216;proplyds&#8217; em torno de an\u00e3s castanhas e determinar o limite inferior de massa para as an\u00e3s castanhas. Esta informa\u00e7\u00e3o ajudar-nos-\u00e1 a preencher as lacunas no nosso conhecimento sobre a forma\u00e7\u00e3o das an\u00e3s castanhas e da sua rela\u00e7\u00e3o com as estrelas e planetas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.psu.edu\/news\/eberly-college-science\/story\/nasa-telescopes-discover-brown-dwarf-protoplanetary-disks-orion-nebula\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Universidade do Estado da Pensilv\u00e2nia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2410.10000\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s castanhas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Brown_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.darkstar1.co.uk\/ds3.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Andy Lloyd&#8217;s Dark Star Theory<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Proplyd (disco protoplanet\u00e1rio ionizado):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Proplyd\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Nebulosa de Orionte (M42):<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/science\/explore-the-night-sky\/hubble-messier-catalog\/messier-42\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Messier_42\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/m\/m042.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/science.nasa.gov\/mission\/hubble\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/hst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><br><a href=\"https:\/\/hst.esac.esa.int\/ehst\/#\/pages\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de Ci\u00eancias do eHST<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagem infravermelha do centro da Nebulosa de Orionte obtida com o instrumento NIRCam (Near Infrared Camera) do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb. 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