{"id":7342,"date":"2024-10-04T06:19:26","date_gmt":"2024-10-04T05:19:26","guid":{"rendered":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=7342"},"modified":"2024-10-04T06:19:26","modified_gmt":"2024-10-04T05:19:26","slug":"investigadores-descobrem-uma-supernova-sob-o-efeito-de-lente-gravitacional-e-confirmam-a-tensao-de-hubble","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2024\/10\/04\/investigadores-descobrem-uma-supernova-sob-o-efeito-de-lente-gravitacional-e-confirmam-a-tensao-de-hubble\/","title":{"rendered":"Investigadores descobrem uma supernova sob o efeito de lente gravitacional e confirmam a tens\u00e3o de Hubble"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/stsci-opo.org\/STScI-01J3DQF3Z06CAAZQ47XGWGDXCT.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"512\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/U5xWzJof_o-1024x512.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7343\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/U5xWzJof_o-1024x512.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/U5xWzJof_o-300x150.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/U5xWzJof_o-768x384.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/U5xWzJof_o-660x330.jpg 660w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/U5xWzJof_o-1050x525.jpg 1050w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/U5xWzJof_o.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esta imagem, obtida pelo instrumento NIRCam (Near-Infrared Camera) do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, do enxame de gal\u00e1xias PLCK G165.7+67.0, tamb\u00e9m conhecido por G165, \u00e0 esquerda, mostra o efeito de amplia\u00e7\u00e3o que um enxame em primeiro plano pode ter no Universo distante. O enxame em primeiro plano est\u00e1 a 3,6 mil milh\u00f5es de anos-luz da Terra. A regi\u00e3o ampliada \u00e0 direita mostra a supernova H0pe triplamente observada (identificada com c\u00edrculos brancos a tracejado) devido \u00e0 lente gravitacional.Descarregar a imagem de resolu\u00e7\u00e3o completa, com e sem etiquetas.\nCr\u00e9dito: NASA, ESA, CSA, STSCI, B. Frye (Universidade do Arizona), R. Windhorst (Universidade do Estado do Arizona), S. Cohen (Universidade do Estado do Arizona), J. D&#8217;Silva (Universidade da Austr\u00e1lia Ocidental, Perth), A. Koekemoer (STScI), J. Summers (Universidade do Estado do Arizona)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A medi\u00e7\u00e3o da constante de Hubble, o ritmo de expans\u00e3o do Universo, \u00e9 uma \u00e1rea de investiga\u00e7\u00e3o ativa entre astr\u00f3nomos de todo o mundo que analisam dados de observat\u00f3rios terrestres e espaciais. O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA j\u00e1 contribuiu para esta discuss\u00e3o em curso. No in\u00edcio deste ano, os astr\u00f3nomos utilizaram dados do Webb contendo vari\u00e1veis Cefeidas e supernovas do Tipo Ia, marcadores de dist\u00e2ncia fi\u00e1veis para medir o ritmo de expans\u00e3o do Universo, para confirmar as medi\u00e7\u00f5es anteriores do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, os investigadores est\u00e3o a utilizar um m\u00e9todo de medi\u00e7\u00e3o independente para melhorar ainda mais a precis\u00e3o da constante de Hubble &#8211; supernovas sob o efeito de lentes gravitacionais. Brenda Frye, da Universidade do Arizona, e uma equipa de muitos investigadores de diferentes institui\u00e7\u00f5es de todo o mundo, est\u00e3o a liderar este esfor\u00e7o ap\u00f3s a descoberta, pelo Webb, de tr\u00eas pontos de luz na dire\u00e7\u00e3o de um enxame de gal\u00e1xias distante e densamente povoado. A Dra. Frye explica mais acerca do que a equipa apelidou de Supernova H0pe e acerca da forma como os efeitos da lente gravitacional est\u00e3o a fornecer informa\u00e7\u00f5es sobre a constante de Hubble.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Tudo come\u00e7ou com uma quest\u00e3o da equipa: &#8216;O que s\u00e3o aqueles tr\u00eas pontos que n\u00e3o estavam l\u00e1 antes? Poder\u00e1 ser uma supernova?&#8217; Os pontos de luz, que n\u00e3o eram vis\u00edveis nas imagens obtidas pelo Hubble em 2015 do mesmo enxame, tornaram-se \u00f3bvios quando as imagens de PLCK G165.7+67.0 chegaram \u00e0 Terra, provenientes do programa PEARLS (Prime Extragalactic Areas for Reionization and Lensing Science) do GTO (Guaranteed Time Observations) do Webb. A equipa real\u00e7a que aquela pergunta foi a primeira a vir \u00e0 mente por uma boa raz\u00e3o: &#8216;O campo de G165 foi selecionado para este programa devido \u00e0 sua elevada taxa de forma\u00e7\u00e3o estelar de mais de 300 massas solares por ano, um atributo que se correlaciona com taxas mais elevadas de supernovas&#8217;.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;As an\u00e1lises iniciais confirmaram que estes pontos correspondiam a uma estrela em explos\u00e3o, uma estrela com qualidades raras. Em primeiro lugar, trata-se de uma supernova do Tipo Ia, uma explos\u00e3o de uma estrela an\u00e3 branca. Este tipo de supernova \u00e9 geralmente designado por &#8216;vela padr\u00e3o&#8217;, o que significa que a supernova tinha um brilho intr\u00ednseco conhecido. Em segundo lugar, \u00e9 uma lente gravitacional.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A lente gravitacional \u00e9 importante para esta experi\u00eancia. A lente, que consiste num enxame de gal\u00e1xias situado entre a supernova e n\u00f3s, curva a luz da supernova em m\u00faltiplas imagens. Isto \u00e9 semelhante \u00e0 forma como um espelho triplo apresenta tr\u00eas imagens diferentes de uma pessoa sentada \u00e0 sua frente. Na imagem do Webb, isto foi demonstrado mesmo diante dos nossos olhos, na medida em que a imagem do meio foi invertida em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s outras duas imagens, um efeito de &#8216;lente&#8217; previsto pela teoria.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Para se obterem tr\u00eas imagens, a luz viajou ao longo de tr\u00eas trajetos diferentes. Como cada percurso tinha um comprimento diferente e a luz viajava \u00e0 mesma velocidade, a supernova foi fotografada nesta observa\u00e7\u00e3o Webb em tr\u00eas momentos diferentes durante a sua explos\u00e3o. Na analogia com o espelho, houve um atraso no tempo em que o espelho da direita mostrava uma pessoa a levantar um pente, o espelho da esquerda mostrava o cabelo a ser penteado e o espelho do meio mostrava a pessoa a pousar o pente.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;As imagens triplas de supernovas s\u00e3o especiais: os atrasos de tempo, a dist\u00e2ncia da supernova e as propriedades da lente gravitacional produzem um valor para a constante de Hubble, ou H0. A supernova foi batizada SN H0pe porque d\u00e1 aos astr\u00f3nomos a esperan\u00e7a de compreender melhor o ritmo de expans\u00e3o do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Num esfor\u00e7o para explorar melhor SN H0pe, a equipa do PEARLS-Clusters pediu mais tempo de observa\u00e7\u00e3o com o Webb, proposta esta que foi avaliada por peritos cient\u00edficos em revis\u00e3o an\u00f3nima dupla e recomendada pelo Grupo de Pol\u00edticas Cient\u00edficas do Webb para observa\u00e7\u00f5es DDT (Director&#8217;s Discretionary Time). Em paralelo, foram adquiridos dados com o MMT, um telesc\u00f3pio de 6,5 metros no Monte Hopkins, e com o LBT (Large Binocular Telescope) no Monte Graham, ambos no Arizona, EUA. Ao analisar ambas as observa\u00e7\u00f5es, a nossa equipa foi capaz de confirmar que SN H0pe est\u00e1 ancorada a uma gal\u00e1xia de fundo, bem por tr\u00e1s do enxame, que existia 3,5 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;SN H0pe \u00e9 uma das supernovas Tipo Ia mais distantes observadas at\u00e9 \u00e0 data. Um outro membro da equipa fez outra medi\u00e7\u00e3o do atraso temporal analisando a evolu\u00e7\u00e3o da sua luz dispersa nas suas cores constituintes, ou &#8216;espetro&#8217;, a partir do Webb, confirmando a natureza Tipo Ia de SN H0pe.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Sete subgrupos contribu\u00edram com modelos de lentes que descrevem a distribui\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria 2D do enxame de gal\u00e1xias. Uma vez que a supernova de Tipo Ia \u00e9 uma vela padr\u00e3o, cada modelo de lente foi &#8216;classificado&#8217; pela sua capacidade de prever os atrasos de tempo e os brilhos da supernova em rela\u00e7\u00e3o aos verdadeiros valores medidos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Para evitar enviesamentos, os resultados foram ocultados destes grupos independentes e revelados uns aos outros no dia e hora anunciados numa &#8216;revela\u00e7\u00e3o em direto&#8217;. A equipa apresenta o valor da constante de Hubble como 75,4 quil\u00f3metros por segundo por megaparsec, mais 8,1 ou menos 5,5 [um parsec equivale a 3,26 anos-luz de dist\u00e2ncia]. Esta \u00e9 apenas a segunda medi\u00e7\u00e3o da constante de Hubble com este m\u00e9todo e a primeira vez usando uma vela padr\u00e3o. O investigador principal do programa PEARLS comentou: &#8216;Esta \u00e9 uma das grandes descobertas do Webb e est\u00e1 a levar a uma melhor compreens\u00e3o deste par\u00e2metro fundamental do nosso Universo&#8217;.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Os resultados da nossa equipa s\u00e3o impactantes: O valor da constante de Hubble corresponde a outras medi\u00e7\u00f5es no Universo local e est\u00e1, de certa forma, em tens\u00e3o com os valores obtidos quando o Universo era jovem. As observa\u00e7\u00f5es do Ciclo 3 do Webb ir\u00e3o melhorar as incertezas, permitindo restri\u00e7\u00f5es mais sens\u00edveis do valor de H0.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nota:<\/strong>&nbsp;este texto real\u00e7a ci\u00eancia em curso, que ainda n\u00e3o passou pelo processo de&nbsp;<a href=\"https:\/\/esawebb.org\/about\/general\/webb-scientific-method\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">revis\u00e3o por pares<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/2024\/10\/01\/webb-researchers-discover-lensed-supernova-confirm-hubble-tension\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ NASA (blog)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/contents\/early-highlights\/webb-researchers-discover-lensed-supernova-confirm-hubble-tension\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ STScI (destaques iniciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/ad50a5\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (The Astrophysical Journal)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2403.19029\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (arXiv.org)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/ad3c43\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (The Astrophysical Journal)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2403.18954\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (arXiv.org)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/ad1034\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #3 (The Astrophysical Journal)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2309.07326\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #3 (arXiv.org)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.aanda.org\/articles\/aa\/full_html\/2023\/07\/aa46964-23\/aa46964-23.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #4 (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2306.12385\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #4 (arXiv.org)<\/a><br><a href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/ad5d59\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #5 (The Astrophysical Journal)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2404.08058\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #5 (arXiv.org)<\/a><br><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2403.18902\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #6 (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lei de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble's_law#Determining_the_Hubble_constant\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Determinando a constante de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lambda-CDM_model\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Modelo Lambda-CDM (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder#Galactic_distance_indicators\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Indicadores de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&#8220;Escada&#8221; de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Supernovas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Type_Ia_supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tipo Ia (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lentes gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_lensing\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/jwst\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/esawebb.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA\/Webb<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAWebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">X\/Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><br><a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/webb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog do JWST (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/general-observers\/cycle-3-go\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/guaranteed-time-observations\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 GTO do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/science-execution\/approved-programs\/directors-discretionary-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ciclo 3 DDT do Webb (STScI)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/fgs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRISS (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nircam.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRCam (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/webb.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/miri.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIRI (NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/observatory\/instruments\/nirspec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NIRSpec (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Observat\u00f3rio MMT:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.mmto.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.as.arizona.edu\/mmt-65m-telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade do Arizona<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/MMT_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LBT (Large Binocular Telescope):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.lbto.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">LBTO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large_Binocular_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta imagem, obtida pelo instrumento NIRCam (Near-Infrared Camera) do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, do enxame de gal\u00e1xias PLCK G165.7+67.0, tamb\u00e9m conhecido por G165, \u00e0 esquerda, mostra o efeito de amplia\u00e7\u00e3o que um enxame em primeiro plano pode ter no Universo distante. 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